Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025212 páginasCódigo CVM 17329Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 06/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.474.103/0001-19

Versões deste exercício: v1 (25/02/2026) · v2 (06/03/2026), esta

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.474.103/0001-19
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.474.103/0001-19
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
212
Ano de referência
2025*
Publicado em
06/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total55.312.90950.112.30110,4%
1.01Ativo Circulante6.911.1027.198.390−4,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.358.5523.958.758−15,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.322.6731.174.40512,6%
1.01.03.01Clientes1.322.6611.174.40512,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber120—
1.01.03.02.01Dividendos a receber120—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar517.755490.7045,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar517.755490.7045,5%
1.01.06.01.01Crédito de imposto de renda e contribuição social517.755490.7045,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.712.1221.574.5238,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda4.5774.5770,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.707.5451.569.9468,8%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos - hedge054.670−100,0%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos - trading87.91434.844152,3%
1.01.08.03.03Depósitos vinculados46.72337.27425,4%
1.01.08.03.04Ativo financeiro de concessão414.211395.0404,9%
1.01.08.03.05Ativo de contrato783.178646.02821,2%
1.01.08.03.06Outros ativos circulantes375.519402.090−6,6%
1.02Ativo Não Circulante48.401.80742.913.91112,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo13.309.04411.387.78616,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes13.309.04411.387.78616,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Instrumentos financeiros derivativos - hedge44.32355.305−19,9%
1.02.01.10.04Instrumentos financeiros derivativos - trading28.4977.289291,0%
1.02.01.10.05Depósitos vinculados486.458360.68234,9%
1.02.01.10.06Depósitos judiciais92.67772.59127,7%
1.02.01.10.07Ativo financeiro de concessão3.160.2943.070.0392,9%
1.02.01.10.08Ativo de contrato8.710.9917.028.39423,9%
1.02.01.10.09Outros ativos não circulantes785.804793.486−1,0%
1.02.02Investimentos1.155.3201.250.625−7,6%
1.02.02.01Participações Societárias1.155.3201.250.625−7,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto1.155.3201.250.625−7,6%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado28.567.88925.186.53713,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação22.838.23417.910.23327,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento385.859329.31017,2%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento5.343.7966.946.994−23,1%
1.02.04Intangível5.369.5545.088.9635,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos administradores e acionistas daENGIE Brasil Energia S.A.Florianópolis/SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Engie Brasil Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações contábeis no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Reconhecimento de receita e custos com compra de energiaNo exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Companhia reconheceu receitas operacionais no montante de R$ 5.814.654 mil na controladora e R$ 12.860.075 mil no consolidado, conforme divulgado na nota 22, das quais de R$ 5.735.161 mil na controladora e R$ 9.468.558 mil no consolidado se referem a receitas de fornecimento e suprimento de energia elétrica, transações no mercado de curto prazo e operações de trading. Adicionalmente, a Companhia reconheceu custos com compra de energia no montante de R$ 2.307.707 mil na controladora e R$ 1.832.150 mil no consolidado, conforme divulgado na nota 23 (a.1). As receitas são oriundas principalmente do fornecimento e suprimento de energia elétrica a consumidores livres, distribuidoras, geradores e comercializadores. O reconhecimento da receita e dos custos com compra de energia é realizado quando o controle dos bens é transferido para o cliente por um valor que reflita a contraprestação à qual a Companhia espera ter direito em troca destes bens. A receita é um importante indicador de performance da Companhia e de sua administração, o que pode criar um incentivo de reconhecimento da receita antes do cumprimento da obrigação de desempenho, ou de postergação do reconhecimento dos custos, especialmente no período que antecede o fechamento do exercício. Adicionalmente, o processo de receita ainda inclui a mensuração da receita de fornecimento de energia elétrica não faturada ao cliente, calculada em base estimada, até 31 de dezembro de 2025 utilizando determinadas premissas oriundas dos contratos de compra e venda de energia. O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista os riscos de que receita ou custos sejam reconhecidos em período distinto daquele em que ocorreu a transferência dos riscos e benefícios e consequente cumprimento da obrigação de desempenho, além do volume e da especificidade na mensuração do corte de receita e custos ao final de cada período de reporte.Como nossa auditoria conduziu este assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros:(i)Avaliação da adequação das políticas contábeis adotadas pela Companhia, e entendimento dos controles internos relacionados ao reconhecimento das receitas e custos de fornecimento e suprimento de energia elétrica(ii)Avaliação da razoabilidade das estimativas contábeis da receita e custo de energia, reconhecidos ao final do exercício(iii)Análise de uma amostra de contratos, para conferência dos dados utilizados na mensuração da estimativa(iv)Avaliação do relatório de liquidação subsequente emitido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, com o propósito de corroborar a quantidade de energia transacionada pela Companhia(v)Teste de recebimento e pagamento subsequente de faturas, por amostragem e(vi)Avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobres as receitas e custos, incluídas nas notas 22 e 23 (a.1) às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o reconhecimento das receitas e custos, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis os critérios e premissas preparados pela diretoria, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Provisão para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia possui registradas como provisão para riscos cíveis, fiscais e trabalhistas no montante de R$ 120.044 mil na controladora e R$ 252.763 mil no consolidado. Adicionalmente, possui processos de natureza civil, fiscal e trabalhista considerados com prognóstico de perda possível e remoto nos montantes de R$ 2.145.535 mil e R$ 2.196.763 mil, respectivamente, na controladora e R$ 756.320 mil e R$ 1.859.676 mil, respectivamente, no consolidado, para os quais não foram constituídas provisões, conforme divulgado na nota 17.Esse assunto foi considerado relevante para a nossa auditoria, uma vez que, para determinar o prognóstico de cada processo e os montantes a serem contabilizados e/ou divulgados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia, assessorada por seus consultores jurídicos, aplica julgamento que requer a utilização de conhecimento técnico e histórico, a análise de jurisprudências e a análise individualizada dos processos.Como nossa auditoria conduziu este assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros:(i)Entendimento dos controles internos relacionados aos processos de identificação, acompanhamento, mensuração e atribuição de prognóstico de perda para processos administrativos e judiciais nos quais a Companhia é ré(ii)Realização de teste da integridade e da exatidão da base de dados de processos judiciais utilizada pela Companhia para desenvolvimento das estimativas dos prognósticos de perda dos processos (iii)Confirmação independente com os assessores jurídicos externos e patronos dos processos quanto à classificação do risco de perda, à fase processual e ao valor envolvido (iv)Desafio às premissas e aos julgamentos utilizados pela Companhia no desenvolvimento dessas estimativas, considerando o envolvimento de especialistas em avaliação de demandas judiciais, quando aplicável e (v)Avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as provisões de litígios e processos considerados com prognóstico possível e provável, conforme nota 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a provisão para riscos cíveis fiscais e trabalhistas, sendo este consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis os critérios e premissas preparados pela diretoria, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Combinação de negóciosConforme descrito na nota 9 f.2, em 13 de agosto de 2025 foi concluída a operação de aquisição pela Companhia, da Companhia Energética do Jari e da Empresa de Energia Cachoeira Caldeirão, cujo preço de aquisição total foi R$ 2.316 milhões.O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista o julgamento exercido pela Companhia no tratamento contábil dessa transação como uma combinação de negócios e na mensuração da alocação do preço de compra.Como nossa auditoria conduziu este assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros:(i)Leitura dos contratos e acordos de investimento que suportaram a transação, incluídas as respectivas aprovações pelos órgãos de governança da Companhia(ii)Identificação dos ativos adquiridos e passivos assumidos na transação(iii)Validação do cálculo da alocação do preço de compra aos ativos adquiridos e passivos assumidos, bem como a integridade e razoabilidade das informações financeiras prospectivas utilizadas nas projeções(iv)Para aqueles ativos e passivos cujo valor justo coincide o seu saldo histórico, validação dos saldos de abertura na data da aquisição(v)Envolvimento de especialistas para análise das projeções e premissas que suportam a mensuração da alocação do preço de compra e(vi)Avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre a transação e demais impactos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a combinação de negócios, sendo este consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis os critérios e premissas preparados pela diretoria, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da diretoria da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado, individual e consolidada, foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demons trações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Blumenau (SC), 25 de fevereiro de 2026ERNST & YOUNGAuditores Independentes S/S Ltda.CRC SC-000048/FAdilvo França JuniorContador CRC BA-021419/O

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores Executivos da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda., referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-PresidentePierre Auguste Gratien LeblancDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGabriel Mann dos SantosDiretor de Regulação, Estratégia e ComunicaçãoGuilherme Slovinski FerrariDiretor de Energias Renováveis e ArmazenamentoFelipe de Queiroz BatistaDiretor Jurídico e de ÉticaMarcos Keller AmboniDiretor de Gestão e Comercialização de EnergiaEduardo VetereDiretor de Recursos HumanosGustavo Henrique Labanca NovoDiretor de Transmissão de EnergiaThais Ferraz SoaresDiretora de SustentabilidadeFlorianópolis, 25 de fevereiro de 2026.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores Executivos da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda., referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-PresidentePierre Auguste Gratien LeblancDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGabriel Mann dos SantosDiretor de Regulação, Estratégia e ComunicaçãoGuilherme Slovinski FerrariDiretor de Energias Renováveis e ArmazenamentoFelipe de Queiroz BatistaDiretor Jurídico e de ÉticaMarcos Keller AmboniDiretor de Gestão e Comercialização de EnergiaEduardo VetereDiretor de Recursos HumanosGustavo Henrique Labanca NovoDiretor de Transmissão de EnergiaThais Ferraz SoaresDiretora de SustentabilidadeFlorianópolis, 25 de fevereiro de 2026.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da ENGIE Brasil Energia S.A, infra-assinados, em cumprimento das disposições legais e estatutárias, examinaram o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras compostas pelo balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e pelas demonstrações do resultado do exercício do resultado abrangente das mutações do patrimônio líquido do fluxo de caixa e do valor adicionado para o exercício findo naquela data, as respectivas notas explicativas, bem como a seguinte proposta de destinação do lucro líquido do exercício: a) Reserva de Incentivos Fiscais - R$ 1.460 mil b) Reserva Legal - R$ 129.142 mil c) Distribuição de Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio no valor total de R$ 1.376.958 mil, correspondente a R$ 1,20542677239 por ação, assim composto: (i) Dividendos Intercalares, relativos ao primeiro semestre, declarados na 278ª RCA, de 07.08.2025, no valor de R$ 719.185 mil (R$ 0,62959424927 por ação) (ii) Dividendos mínimos obrigatórios - R$ 31.883 mil (R$ 0,02791126295 por ação) (iii) Juros sobre o Capital Próprio aprovados na 287ª RCA, de 12.12.2025, no valor bruto de R$ 100.000 mil (R$ 0,08754276626 por ação) e (iv) Dividendos adicionais - R$ 525.890 mil (R$ 0,46037849391 por ação) d) Reserva de retenção de lucros - R$ 1.126.602 mil. Referida retenção de lucros tem por objetivo subsidiar, nos termos do artigo 196 da Lei nº 6.404/76, o Orçamento de Capital para os exercícios de 2026, 2027 e 2028, que considera o Programa de Investimento nos montantes de R$ 2.419.315 mil, R$ 2.946.445 mil e R$ 285.311 mil, respectivamente, destinados à aplicação direta na manutenção do parque produtivo e investimento em novos empreendimentos. Com base nos exames efetuados e considerando, ainda, o relatório dos auditores independentes, ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. Ltda., emitido sem ressalvas em 25 de fevereiro de 2026, bem como as informações e esclarecimentos recebidos dos representantes da administração ao longo do exercício, os membros do Conselho Fiscal expressam a opinião que os documentos em apreço, incluindo o orçamento de capital, bem como a proposta de destinação do lucro líquido do exercício deliberados pelo Conselho de Administração em 25 de fevereiro de 2026 estão em condições de serem apreciados pelos acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária da Companhia.Florianópolis/SC, 25 de fevereiro de 2026.Carla Carvalho de CarvalhoConselheira Presidente Marcelo Cardoso MaltaConselheiroAnderson Paiva MartinsConselheiro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório Anual Resumido do Comitê de Auditoria Estatutário ENGIE Brasil Energia S.A. - Exercício Social 20251.ApresentaçãoO presente relatório tem o objetivo de apresentar as atividades desenvolvidas pelo Comitê de Auditoria Estatutário (CAE) da ENGIE Brasil Energia S.A. (Companhia) durante o exercício social de 2025.2.Comitê de Auditoria EstatutárioO CAE é um órgão colegiado permanente de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento próprio, instituído na forma do disposto nos Artigos 28 e 29 do Estatuto Social da Companhia, sendo regido pela legislação e regulamentação brasileira, especialmente a Lei º 6.404/1976 e as Instruções da Comissão de Valores Mobiliários - CVM nº 23/2021 e CVM - nº 80/2022 e o Regulamento do Novo Mercado da B3 - Brasil, Bolsa, Balcão. As regras de funcionamento CAE estão disciplinadas pelas disposições do seu Regimento Interno, aprovado pelo Conselho de Administração.O CAE tem como atribuição auxiliar o Conselho de Administração na qualidade das demonstrações financeiras, na gestão de riscos empresariais e controles internos, Compliance ético, conformidade da normatização interna e nas auditorias interna e independente. Sem a prerrogativa deliberativa, o CAE exerce as suas atividades relacionadas à supervisão, visando à confiabilidade e integridade das informações para resguardar e aprimorar a governança corporativa da Companhia. O CAE é composto, no mínimo, por 3 (três) membros independentes, sem suplentes, designados pelo Conselho de Administração, para um mandato de 2 (dois) anos. A atual composição do CAE foi eleita em 7 de maio de 2024, na 57ª Reunião do Conselho de Administração, para um mandato de dois (2) anos. Os eleitos para o mandato de maio de 2024 a abril de 2026, foram:Paulo de Resende Salgado, Economista (coordenador do CAE)Manoel Eduardo Lima Lopes, Contador e Advogado Carla Carvalho de Carval, AdvogadaEm 25 de abril de 2025, Carla Carvalho de Carvalho renunciou o seu mandato por ter sido eleita ao Conselho Fiscal da Companhia, conforme a 28ª Assembleia Geral Ordinária - AGO e 39ª Assembleia Geral Extraordinária - AGE. Para recompor o CAE, o Conselho de Administração elegeu Antônio Carlos Corrêa Benavides para completar o atual mandato do Comitê até abril de 2026, ficando a seguinte formação (mandato até abril de 2026):Paulo de Resende Salgado, Economista (coordenador do CAE)Manoel Eduardo Lima Lopes, Contador e AdvogadoAntônio Carlos Corrêa Benavides, EconomistaTodos os membros do CAE atendem às qualificações técnicas para o desempenho desta função e aos critérios de independência estabelecidos na Instrução CVM nº 23/2021, bem como os requisitos do Regulamento do Novo Mercado da B3 e as melhores práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC. No tocante ao exercício de 2025, o CAE realizou 26 (vinte e seis) reuniões com temas vinculados às suas atribuições estatutárias. Salientamos que as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, bem como a manifestação da auditoria externa foram analisadas pelo CAE em fevereiro de 2026. Nestas reuniões todos os seus membros estiveram presentes e os assuntos tratados foram registrados em atas que após assinadas são disponibilizadas para conhecimento dos Conselheiros de Administração e arquivadas na Sede da Companhia.Ainda referente ao exercício de 2025, ressalta-se que o CAE compareceu presencialmente em 4 (quatro) reuniões do Conselho de Administração para reportar o desenvolvimento de suas atividades, sendo que o conteúdo abordado nestas reuniões está registrado nas atas do citado Conselho. 3.Resumo das atividades Referente ao Exercício de 2025As principais atividades realizadas pelo CAE, agrupadas por sua natureza, estão descritas a seguir: a)Demonstrações FinanceirasAcompanhamento do processo de elaboração das Informações Trimestrais - ITRs, Demonstrações Financeiras e Notas Explicativas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e apreciação do Relatório da Administração, Relatório dos Auditores Independentes e demais documentos destinados à publicação. Verificação que as práticas contábeis adotadas durante a elaboração dos citados documentos estão alinhadas às normas contábeis adotadas no Brasil, bem como a legislação aplicada pelos órgãos de controle.b)Auditoria IndependenteManifestação favorável sobre a prorrogação do contrato da prestação de serviços de auditoria externa independente pela Ernest Young Auditores Independentes - EY para o exercício social de 2025.Avaliação da estratégia e planejamento da execução dos exames e análises da EY para as demonstrações financeiras de 2025, incluindo a equipe de trabalho, escopo, cronograma de atividades, metodologia utilizada, áreas de ênfase, abordagem de riscos e comunicações requeridas.Exame das principais conclusões da EY ao término de cada revisão das ITRs ao longo de 2025 e do seu parecer sobre as demonstrações financeiras de 2025, com o conhecimento dos principais procedimentos de auditoria selecionados, os conceitos de materialidades adotados, as análises de riscos efetuadas.Obtenção de informações para assegurar a independência da EY e a inexistência de conflito de interesses em outros trabalhos que não os de auditorias das demonstrações financeiras. c)Auditoria InternaSupervisão do Plano Anual da Auditoria Interna - PAAI de 2025, sua execução, relatórios emitidos (incluindo as auditorias contínuas), conhecimento das constatações apontadas, os riscos pertinentes e as recomendações elaboradas para a regularização, como também os planos de ação adotados pelas áreas auditadas. Acompanhamento periódico da implementação dos planos de ação para atender as recomendações da Auditoria Interna. Avaliação do processo de elaboração do PAAI para 2026 com a definição dos trabalhos e atividades da Auditoria Interna.Realização da avaliação de desempenho da Auditoria Interna e conhecimento dos seus indicadores de performance da área (Key Performance Indicators - KPIs).Análise dos procedimentos normativos de auditoria interna estabelecidos para o monitoramento dos planos de ação (follow-up), elaboração do PAAI, etapas de um Projeto de Auditoria Interna e para implantação de Projetos de Auditoria Interna Contínua.Conhecimento da avaliação preliminar externa visando a certificação no Programa de Avaliação e Garantia da Qualidade (Quality AssessmentT - QA) do Instituto Global de Auditoria Interna (The IIA).Nota: A Gestora da Auditoria Interna participa, como convidada permanente, de todas as reuniões do CAE.d)Gestão de Riscos Empresariais Acompanhamento sistemático da estrutura e a efetividade do processo de gestão da Matriz de Riscos Empresariais, para aferir sua aderência às políticas internas, às melhores práticas de governança corporativa e às exigências regulatórias aplicáveis. Análise da identificação, mensuração, tratamento e monitoramento dos principais riscos estratégicos, bem como os controles e os planos de ação para a sua mitigação adotados pela Companhia.e)Controles InternosExame da estruturação, metodologia, processo de autoavaliação das atividades de controles e o resultado dos testes independentes da efetividade do Programa de Controles Internos da Companhia.Conhecimento da Carta de Controles Internos emitida pela EY com o relato das deficiências identificadas como de menor impacto às Demonstrações Financeiras e a elaboração dos respectivos planos de ação visando a regularização das situações apontadas. f)Compliance ÉticoMonitoramento periódico dos registros efetuados no Canal de Ética e dos procedimentos utilizados para os relatos que exigem uma averiguação para elucidar os fatos descritos, visando a aplicação das medidas disciplinares necessárias resultante da conclusão da investigação.Conhecimento das ações de conscientização do Programa Conformidade Ética. Ciência do processo de renovação do Selo Empresa Pró-Ética, promovida pela Controladoria Geral da União (CGU) em parceria com o Instituto Ethos.g)Políticas e Normatização Interna Apreciação das Políticas Corporativas de Risco de Exposição e Crédito em Operações de Compra e Venda de Energia Trading e Portfólio, Combate à Corrupção e ao Suborno, Prevenção de Conflito de Interesses.h)Outras AtividadesConhecimento prévio do Relatório de Sustentabilidade 2024, bem como do processo de asseguração independente das informações e dados contidos neste documento.Conhecimento do Projeto ENGIE Brasil 2030, que adaptou a Companhia para os futuros desafios empresariais, promovendo integração, eficiência operacional e produtividade entre as unidades organizacionais.Avaliação do acompanhamento do contencioso jurídico, trabalhista e tributário. Compreensão dos Riscos Regulatório.Conhecimento do resultado da auditoria de certificação executado por um organismo independente externo no Sistema Integrado de Gestão (SIG) da Companhia, composto pelas normas internacionais ISO 9.001 (Qualidade), ISO 14.001 (Meio Ambiente) e ISO 45.001 (Saúde e Segurança no Trabalho).Conhecimento dos principais projetos executados pelo Escritório de Processos que propicia uma visão orientada para um sistema corporativo integrado para garantir a padronização, eficiência e melhoria contínua da gestão.Análise favorável para a contratação da EY Assessoria Empresarial para prestar o serviço de assessoria tributária.Realização da autoavaliação anual de desempenho da CAE.4.ConclusãoO CAE, no exercício de suas atribuições legais, conforme previsto legislação societária, nas regulamentações da CVM e do Novo Mercado B3 e no seu Regimento Interno, procedeu à análise das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório da administração referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela EY, opinou, por unanimidade, recomendar a sua aprovação pelo Conselho de Administração e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária para deliberação pelos acionistas. Por fim, o CAE registra o seu reconhecimento à Administração da Companhia, seus gestores e empregados, pela colaboração e atendimento das demandas de trabalho do Comitê, necessários ao desenvolvimento de suas atividades, assegurando o equilíbrio, a transparência e a integridade das informações publicadas para os investidores e a sociedade em geral.Florianópolis, 25 de fevereiro de 2026.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.142.298.8360
Preferenciais00
Total1.142.298.8360

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.