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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016130 páginasCódigo CVM 6211Versão 1Recebida em 23/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de FRASLE MOBILITY S.A.

FRASLE MOBILITY S.A. · CNPJ 88.610.126/0001-29

FRASLE MOBILITY S.A.
CNPJ 88.610.126/0001-29
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
FRASLE MOBILITY S.A.
CNPJ
88.610.126/0001-29
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
130
Ano de referência
2016*
Publicado em
23/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.202.304970.95923,8%
1.01Ativo Circulante796.359512.51255,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa256.244161.89558,3%
1.01.02Aplicações Financeiras274.18155.008398,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber75.12691.597−18,0%
1.01.03.01Clientes61.44975.507−18,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber13.67716.090−15,0%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber13.67716.090−15,0%
1.01.03.02.02Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.04Estoques172.161187.280−8,1%
1.01.04.01Matérias Primas38.84840.610−4,3%
1.01.04.02Produtos em Elaboração13.14914.068−6,5%
1.01.04.03Produtos Prontos105.867121.891−13,1%
1.01.04.04Materiais Auxiliares e de Manutenção7.3327.1802,1%
1.01.04.05Estoque em Poder de Terceiros00—
1.01.04.06Adiantamento a Fornecedores3.9484.289−8,0%
1.01.04.07Importações em Andamento10.6767.27646,7%
1.01.04.08Provisão para Estoques Obsoletos−7.659−8.0344,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar18.64716.73211,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar18.64716.73211,4%
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a Recuperar18.64716.73211,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante405.945458.447−11,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo49.24244.74610,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4556−19,6%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4556−19,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos31.33030.6132,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos31.33030.6132,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes17.86714.07726,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais8.5006.83524,4%
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Recuperar9.3677.24229,3%
1.02.01.09.05Randonprev - Avaliação Atuarial00—
1.02.01.09.06Partes Relacionadas00—
1.02.02Investimentos464761−39,0%
1.02.02.01Participações Societárias464761−39,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias464761−39,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado345.301398.914−13,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação330.771370.126−10,6%
1.02.03.01.01Terrenos e Prédios99.900108.518−7,9%
1.02.03.01.02Edificações00—
1.02.03.01.03Máquinas, Equipamentos e Moldes226.926254.643−10,9%
1.02.03.01.04Moldes00—
1.02.03.01.05Móveis e Utensilios2.4392.851−14,5%
1.02.03.01.06Veículos448587−23,7%
1.02.03.01.07Equipamentos de Computação1.0551.462−27,8%
1.02.03.01.08Adiantamento a Fornecedores32.065−99,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento14.53028.788−49,5%
1.02.04Intangível10.93814.026−22,0%
1.02.04.01Intangíveis10.93814.026−22,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software10.93814.026−22,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
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KPMG Auditores IndependentesAv. Borges de Medeiros, 2.233 - 8º andar90110-150 - Porto Alegre/RS - BrasilCaixa Postal 199 - CEP 90001-970 - Porto Alegre/RS - BrasilTelefone +55 (51) 3303-6000, Fax +55 (51) 3303-6001www.kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Conselheiros e Diretores da Fras-le S.A.Caxias do Sul - RS OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Fras-le S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Fras-le S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valorização dos instrumentos financeiros e contabilidade de proteção ("contabilidade de hedge") - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas nº 3.3(c) e 26, a Companhia designa como contabilidade de hedge instrumentos financeiros passivos (financiamentos em moeda estrangeira) com objetivo de proteção dos riscos de variação de câmbio de suas receitas futuras consideradas de alta probabilidade de ocorrência. Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia possuía um montante de R$ 12.498 mil registrado em outros resultados abrangentes, no Patrimônio Líquido individual e consolidado, decorrente da aplicação da contabilidade de hedge.A designação desses instrumentos financeiros como contabilidade de hedge e a mensuração de sua efetividade requerem o cumprimento de certas obrigações formais, e incluem a necessidade de que a Companhia faça julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial, e ao alinhamento à sua estratégia de gestão de riscos do negócio. Em função da necessidade de avaliação da efetividade da política de gestão de riscos, e pelo potencial impacto que alterações nessas estimativas poderiam ter sobre os resultados e os fluxos de caixa nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Obtenção do entendimento do desenho e implementação do processo de designação, valorização e gerenciamento dos instrumentos financeiros tratados como contabilidade de hedgeConfirmação externa, com instituições financeiras, sobre a existência de financiamentos em moeda estrangeira e seus fluxos de caixa contratuaisCom o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos os principais critérios relacionados à valorização e efetividade da estratégia de contabilidade de hedge da Companhia e comparamos com os cálculos por ela preparados, bem como com o desempenho passado e estimativa futura de proteção de riscos eAvaliação da adequação das divulgações sobre as premissas, os julgamentos, as estratégias de proteção, e a exposição ao risco de liquidez da Companhia.Perda do valor recuperável de ativos imobilizados - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas n° 3.4.(d) e 14, a Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGCs"). Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia e suas controladas possuem ativos imobilizados no montante de R$ 266.121 mil e R$ 345.301 mil na Controladora e Consolidado, respectivamente, sujeitos a análise de recuperabilidade ("impairment"). A avaliação da Companhia e suas controladas sobre a determinação das unidades geradoras de caixa (UGC), e sobre a quantificação do valor de eventual perda, seja em função da determinação do valor de mercado ou do valor recuperável pelo uso dos ativos, possui um grau significativo de julgamento. Em função da relevância dos montantes envolvidos, do nível de subjetividade dos julgamentos realizados pela Companhia e seus especialistas em avaliação de ativos, e do possível impacto que eventuais alterações nas premissas associadas a esses julgamentos poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Entendimento do desenho e implementação dos processos operacionais chave adotados pela Companhia e suas controladas na identificação de que os ativos possam apresentar indicação de perda em seu valor recuperávelAvaliação dos julgamentos significativos adotados pela Companhia e suas controladas na identificação de cada UGC, como por exemplo na identificação de linhas de produto, linhas de negócios e localidades individuaisComparação das estimativas de fluxos de caixa aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia, com as premissas utilizadas na preparação do estudo de recuperabilidade para cada UGC, e com o histórico recente de geração de caixa daquelas UGCAvaliação das principais premissas de julgamento aprovadas pelo Conselho de Administração para a projeção dos fluxos de caixa descontados, como por exemplo: expectativas de entradas e saídas de caixa advindas do uso do ativo, estimativa de aumento de preços e taxas de desconto aplicadas para cada UGC eAvaliação da adequação das divulgações sobre as premissas utilizadas pela Companhia e suas controladas para determinar o valor recuperável dos ativos imobilizados, conforme nota explicativa às demonstrações financeiras individuais e consolidadas n° 14.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornec emos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 21 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/F-7Wladimir OmiechukContador CRC RS-041241/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Companhia, atendendo ao disposto nos incisos V e VI do §1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, auditadas pela KPMG Auditores IndependentesCaxias do Sul, 21 de março de 2017. Fras-le S.A.Diretoria ExecutivaSergio de Carvalho - Diretor Presidente Ricardo Reimer - Diretor Superintendente e de RIAnderson Pontalti - DiretorPaulo Ivan Barbosa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Companhia, atendendo ao disposto nos incisos V e VI do §1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas por referida Auditoria no respectivo relatório.Caxias do Sul, 21 de março de 2017. Fras-le S.A.Diretoria ExecutivaSergio de Carvalho - Diretor Presidente Ricardo Reimer - Diretor Superintendente e de RIAnderson Pontalti - DiretorPaulo Ivan Barbosa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Fras-le S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas e a proposta de distribuição de dividendos do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o Relatório do Auditor Independente KPMG Auditores Independentes, datado de 21 de março de 2017, bem como as informações e esclarecimentos recebidos da Administração da Companhia, no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas. Caxias do Sul, 21 de março de 2017.Carlos Osvaldo Pereira Hoff Fernando Barbosa de Oliveira Rogério Luiz Ragazzon

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.