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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2020121 páginasCódigo CVM 24228Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 14/05/2020valores em R$ mil

DFP 2020 de CAMIL ALIMENTOS S.A.

CAMIL ALIMENTOS S.A. · CNPJ 64.904.295/0001-03

Versões deste exercício: v1 (12/05/2020) · v2 (14/05/2020), esta

CAMIL ALIMENTOS S.A.
CNPJ 64.904.295/0001-03
DFP 2020 (V2)
Exercício 2020
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Metadados

Empresa
CAMIL ALIMENTOS S.A.
CNPJ
64.904.295/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
121
Ano de referência
2020*
Publicado em
14/05/2020 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta29/02/202028/02/2019Var.
1Ativo Total4.809.3894.436.6608,4%
1.01Ativo Circulante2.700.1812.483.5758,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa537.764365.30247,2%
1.01.02Aplicações Financeiras32.29231.2423,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber725.262690.5365,0%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.152.8041.120.1802,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar119.443142.025−15,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas15.29818.521−17,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes117.318115.7691,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda38.30939.939−4,1%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros79.00975.8304,2%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos60551118,4%
1.01.08.03.02Partes Relacionadas43.76624.24980,5%
1.01.08.03.03Adiantamento a Fornecedores7.0849.832−27,9%
1.01.08.03.04Adiantamento de Juros sobre Capital Próprio6.8550—
1.01.08.03.05Outros Créditos20.69941.238−49,8%
1.02Ativo Não Circulante2.109.2081.953.0858,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo308.640296.1614,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado0217−100,0%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques54.79724.261125,9%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes253.843271.683−6,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a Recuperar241.553245.621−1,7%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais8.2989.861−15,9%
1.02.01.10.05Adiantamento a Fornecedores1.876226730,1%
1.02.01.10.06Outros Créditos2.11615.975−86,8%
1.02.02Investimentos32.98129.78910,7%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.101.921971.82913,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação930.938848.7079,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento90.2270—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento80.756123.122−34,4%
1.02.04Intangível665.666655.3061,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAosAdministradores e Acionistas daCamil Alimentos S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Camil Alimentos S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 29 de fevereiro de 2020 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 29 de fevereiro de 2020, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentes nas demonstrações de fluxos de caixaConforme mencionado na nota explicativa 2.26, em decorrência da exclusão dos valores oriundos da aquisição de combinação de negócios mencionados nota explicativa 9, os valores correspondentes referentes ao exercício anterior nas demonstrações de fluxos de caixa, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto na NBC TG 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Análise de recuperabilidade do ágioEm 29 de fevereiro de 2020, conforme notas explicativas 10 e 12, os saldos de ágios, gerados em combinações de negócios ocorridas até então, totalizavam R$195.332 mil e R$292.641 mil, na Controladora e no Consolidado, representando 4,4% e 6,1% do total do ativo, respectivamente, naquela data. Pelo menos uma vez ao ano, a Companhia realiza o teste de redução ao valor recuperável com base em estimativas de rentabilidade futura baseadas nos planos de negócio e orçamento anual, adotadas pela Administração. A metodologia e modelagem utilizadas para a apuração do valor recuperável desses ativos, foram baseadas no fluxo de caixa descontado da Companhia, estimativa para a qual foram utilizadas pela Administração premissas subjetivas, que envolvem razoável grau de julgamento, informações e condições de mercado e econômicas esperadas, principalmente quanto ao crescimento de vendas e dos custos, taxas de desconto e risco país. O monitoramento desse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos em relação ao total do ativo e aos potenciais riscos ao resultado do exercício no caso de identificação de perdas ao valor recuperável desse ativo, além das incertezas inerentes à determinação da estimativa sobre os valores esperados de recuperação, dado à utilização de informações de mercado e elevado grau de julgamento exercido pela Administração, na determinação das premissas de seu cálculo. Uma mudança em alguma dessas premissas pode gerar um impacto significativo nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em avaliação para auxiliar na análise e revisão das metodologias e modelos utilizados pela Administração, na avaliação das premissas que suportaram as projeções que determinaram o plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável do ativo da Companhia. Nossos procedimentos também incluíram a avaliação da razoabilidade e consistência dos dados e das premissas utilizados na preparação desses documentos, incluindo taxas de crescimento, taxas de desconto, risco país e projeções de fluxo de caixa, dentre outros, conforme fornecidos pela Administração da Companhia, e analisamos ainda a exatidão dos cálculos aritméticos e matemáticos. Comparamos a assertividade das projeções realizadas em períodos anteriores em relação ao desempenho atingido pela Companhia. Analisamos informações que pudessem contradizer as premissas mais significativas e as metodologias selecionadas, bem como analisamos os dados de empresas comparáveis.Adicionalmente, comparamos o valor recuperável determinado pela Administração da Companhia, com base no fluxo de caixa descontado, com o valor contábil do ágio e dos ativos da unidade geradora de caixa (carrying amount) e avaliamos a adequação das divulgações das notas explicativas 10 e 12 às demonstrações financeiras de 29 de fevereiro de 2020.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o teste do valor recuperável do ágio, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de valor recuperável do ágio, adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 10 e 12, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em seu conjunto.Adoção do pronunciamento técnico CPC 06 (R2) / NBC TG 06 (R3) / IFRS 16 - Operações de arrendamento m ercantilConforme descrito na nota explicativa 2.20, a Companhia e suas controladas adotaram o pronunciamento técnico CPC 06 (R2) / NBC TG 06 (R3) / IFRS 16 a partir de 1º de março de 2019, utilizando a abordagem retrospectiva modificada como método de transição. Esse pronunciamento estabelece alterações à prática contábil para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação de operações de arrendamento mercantil, representadas substancialmente por aluguel de imóveis, máquinas, equipamentos e veículos, e exige que os arrendatários contabilizem todos os arrendamentos conforme um único modelo em suas demonstrações financeiras. Na data de início de um arrendamento, o arrendatário reconhece um passivo de arrendamento, referente aos pagamentos mínimos futuros e um ativo representando o direito de uso do bem, durante o prazo do arrendamento, e também devem reconhecer separadamente as despesas com encargos financeiros sobre o passivo de arrendamento, e a despesa de amortização do ativo de direito de uso. Em 29 de fevereiro de 2020, conforme nota explicativa 13, os saldos referentes ao ativo de direito de uso totalizavam: R$73.456 mil e R$90.227 mil, na controladora e consolidado, representando 1,7% e 1,9% do total do ativo, respectivamente e, os saldos referentes ao passivo de arredamento totalizavam: R$74.898 mil e R$91.433 mil, na controladora e no consolidado, representando 3,5% e 3,6% do total do passivo circulante e não circulante, respectivamente. Adicionalmente, no exercício findo nessa mesma data, na controladora e no consolidado, os valores de amortização de ativo de direito de uso foram: R$24.830 mil e R$33.054 mil, respectivamente de despesa financeira foram R$4.976 mil e R$5.744 mil, respectivamente e, os valores pagos de passivo de arrendamento foram R$29.173 mil e R$36.752 mil, respectivamente.Esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, devido: i) a magnitude dos valores envolvidos num primeiro ano de adoção da norma ii) a avaliação envolver julgamentos significativos na determinação das premissas e estimativas utilizadas para determinar o ativo de direito de uso e passivo de arrendamento mercantil e, iii) aos potenciais impactos nos indicadores que são utilizados na análise de atendimento de cláusulas restritivas (covenants) sobre os empréstimos, financiamentos e debêntures.Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (i) avaliação da adequação das políticas contábeis de reconhecimento do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento da Companhia (ii) inspeção e análise dos contratos de arrendamento mercantil, em base amostral, quanto à adequação à referida norma (iii) teste, com base em amostras, dos valores mensurados do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento, ambos registrados pelo valor presente dos pagamentos mínimos dos arrendamentos (iv) teste, com base em amostras, dos valores de amortização do ativo de direito de uso e (v) envolvimento de nossos profissionais especialistas na análise da taxa de juros incremental calculada pela Companhia, utilizada no desconto dos fluxos de pagamento dos arrendamentos.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que as políticas de reconhecimento inicial da norma referente ao reconhecimento dos efeitos de ativo e passivo acerca dos arrendamentos mercantis da Companhia, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 13, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Cláusulas restritivas (covenants) incidentes sobre empréstimos, financiamentos e debênturesEm 29 de fevereiro de 2020, conforme nota explicativa 15, a Companhia possui saldo de empréstimos, financiamentos e debêntures no montante total de R$1.448.774 mil e R$1.602.894 mil, na controladora e no consolidado, representando, respectivamente, 67,4% e 62,6% do total do passivo circulante e não circulante, naquela data. Esses empréstimos, financiamentos e debêntures estão sujeitas ao cumprimento de cláusulas restritivas anuais ("covenants"), as quais são calculadas por meio de índices financeiros com base nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia. O descumprimento desses "covenants" poderia resultar na declaração de vencimento antecipado desses empréstimos, financiamentos e debêntures, o que obrigaria a Companhia a pagar imediatamente os respectivos valores em aberto na data de eventual decretação, impactando de forma significativa sua posição patrimonial e financeira, motivo pelo qual consideramos o cumprimento dessas cláusulas restritivas como risco significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) leitura e entendimento das cláusulas restritivas anuais ("covenants") desses empréstimos, financiamentos e debêntures, incluindo os adendos, quando aplicável (ii) análise e revisão do cálculo dos indicadores desses "covenants" efetuado pela Administração, (iii) confirmamos com os times componentes de auditoria acerca do cumprimento de cláusulas restritivas para as subsidiárias localizadas no exterior e (iv) avaliação de informações disponibilizadas pelo agente fiduciário dessas debêntures. Também avaliamos a adequação das divulgações da nota explicativa 15 às demonstrações financeiras de 29 de fevereiro de 2020. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios e premissas para a análise de cumprimento dos "covenants", adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 15, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em seu conjunto.Provisões para demandas judiciais - tributárias, cíveis e trabalhistasConforme divulgado na nota explicativa 18, em 29 de fevereiro de 2020, a Companhia e suas controladas são partes envolvidas em diversos processos de natureza tributária, cível e trabalhista decorrentes do curso normal dos negócios. As estimativas de perda são avaliadas periodicamente pela Administração, que levam em consideração a opinião dos assessores jurídicos externos que patrocinam as causas.O ambiente legal e tributário no Brasil tem elevado grau de complexidade o que aumenta o risco inerente na determinação de provisões para diversas demandas judiciais. Assim sendo, a avaliação da exposição, a mensuração, reconhecimento e divulgação das provisões e passivos contingentes, relativas a esses processos requer signi?cativo julgamento pro?ssional, o que pode resultar em mudanças substanciais nos saldos das provisões quando fatos novos surgem ou à medida que os processos são analisados em juízo. Uma vez que provisões para demandas judiciais envolvem julgamento da Administração, ainda que com apoio de assessores jurídicos externos, consideramos este tema um dos principais assuntos de auditoria, também levando em consideração o volume dos processos existentes e a relevância dos valores envolvidos, em adição à implementação da interpretação contábil acerca da incerteza relacionada ao ICPC22/IFRIC23, conforme mencionado nas notas explicativas 2.24 e 18. Mudanças nos prognósticos e/ou julgamentos críticos da Administração sobre as probabilidades de êxito podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia.Como nossa auditoria endereçou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia e suas controladas para a classificação de perdas, incluindo a avaliação do julgamento sobre a mensuração dos montantes a serem registrados como provisão para demandas judiciais (ii) obtenção de confirmações (circularizações) junto aos assessores jurídicos externos da Companhia e de suas controladas, contemplando os prognósticos de perda para a totalidade dos processos em aberto e comparação dessas respostas com as estimativas da Administração (iii) avaliação da razoabilidade das estimativas da Administração e de seus assessores jurídicos, com o apoio de nossos especialistas na área tributária, quando aplicável e para processos específicos, considerando a evolução do andamento e a jurisprudências existentes, e (iv) revisão das divulgações efetuadas pela Companhia sobre os principais riscos tributários.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre as provisões para demandas judiciais - tributárias, cíveis e trabalhistas, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados para a determinação da probabilidade de perda associada às causas, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 2.24 e 18, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 29 de fevereiro de 2020, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhi a e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 12 de maio de 2020.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP034519/O-6Marcos Alexandre S. Pupo Contador CRC-1SP221749/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da Diretoria sobre as Demonstrações FinanceirasOs Diretores da Companhia Camil Alimentos S.A. declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado 29 de fevereiro de 2020. A Administração da Companhia aprovou e autorizou a publicação das demonstrações financeiras de 29 de fevereiro de 2020. São Paulo, 12 de maio de 2020.___________________________________Luciano Maggi QuartieroDiretor Presidente___________________________________Flavio Jardim VargasDiretor Financeiro, de Relações com Investidores e Tributário

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da Diretoria sobre o Relatório do Auditor IndependenteOs Diretores da Companhia Camil Alimentos S.A. declaram que reviram, discutiram e concordam com o Relatório do Auditor Independente emitido sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado 29 de fevereiro de 2020. São Paulo, 12 de maio de 2020.___________________________________Luciano Maggi QuartieroDiretor Presidente___________________________________Flavio Jardim VargasDiretor Financeiro, de Relações com Investidores e Tributário

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA Os membros do Comitê de Auditoria da Camil Alimentos S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no seu Regimento Interno, procederam ao exame e análise das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 29 de fevereiro de 2020, acompanhadas do relatório, sem ressalvas, dos auditores independentes da Ernst & Young Auditores Independentes S.S. ("EY"), de 12 de maio de 2020, e do relatório anual da Administração, e considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos auditores externos, são de opinião por unanimidade, que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação do Conselho de Administração e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária, para deliberação pelos acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 12 de maio de 2020. __________________________________________ CARLOS ROBERTO DE ALBUQUERQUE SÁ Coordenador do Comitê __________________________________________ CARLOS ALBERTO JÚLIOMembro do Comitê __________________________________________ EDUARDO AUGUSTO ROCHA POCETTI Membro do Comitê __________________________________________ MARCELO MARCONDES LEITE DE SOUZA Membro do Comitê

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório Anual Resumido do Comitê de Auditoria Estatutário da Camil Alimentos S.A. Sobre o Comitê de AuditoriaO Comitê de Auditoria Estatutário ("Comitê") da Camil Alimentos S.A. ("Companhia"), é um órgão de caráter permanente e consultivo, criado pelo Conselho de Administração, em reunião realizada em 11 de janeiro de 2018, com a função de assessorar referido órgão da administração, sendo regido pela Instrução CVM 308, de 14 de janeiro de 1999, alterada pela Instrução CVM 509, de 16 de novembro de 2011, e demais regulamentações aplicáveis. A atual composição do Comitê é formada por 4 (quatro) membros, todos independentes, tendo sido eleitos pelo Conselho de Administração em reuniões realizadas em 29 de junho de 2019 e 09 de janeiro de 2020. O Sr. Carlos Roberto de Albuquerque Sá, Coordenador do Comitê, atende aos requisitos de reconhecida experiência em contabilidade societária e finanças e o Sr. Carlos Alberto Júlio também atua como membro do Conselho de Administração da Companhia. Cabe ressaltar que nenhum membro do Comitê participa da Diretoria da Companhia.O Comitê funciona em conformidade com as melhores práticas de Governança Corporativa e conforme estabelecido em seu Regimento Interno, compete ao Comitê assessorar o Conselho de Administração com foco nos seguintes assuntos: (a)supervisionar, fiscalizar e acompanhar a auditoria independente no cumprimento de suas funções, com esta reunindo-se para discutir a elaboração dos relatórios, pareceres e balanços realizados em função das informações Trimestrais ITR e do balanço anual (b)fazer recomendações ao Conselho de Administração sobre a contratação, supervisão, avaliação e alteração dos auditores externos (c)auxiliar o Conselho de Administração e esclarecer dúvidas, e a tomar medidas com relação às recomendações dos auditores internos e externos (d)verificar a independência e a qualificação dos auditores externos, incluindo a revisão dos serviços contratados pela Companhia (incluindo os de consultoria), com base em correspondência escrita, a ser submetida pelos auditores externos, periodicamente (e)supervisionar e acompanhar a auditoria interna, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Companhia, além de normas e políticas internas e(f)análise e opinião sobre as diretrizes e políticas de gestão de risco, principalmente na estimação do impacto financeiro e operacional.1. Atividades no Comitê no exercício 2019/2020 Ao longo do exercício compreendido entre março de 2019 e fevereiro de 2020, o Comitê reuniu-se em 08 (seis) vezes, em sessões ordinárias e extraordinárias. Além da participação do Coordenador do Comitê na Assembleia Geral da Companhia, o Comitê reuniu-se em uma oportunidade com o Conselho de Administração para discussão dos principais temas acompanhados durante o período. As reuniões contaram com a participação, sempre que necessário e conforme a ordem do dia, do Diretor Presidente e do Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, dos demais Diretores, Gerentes Executivos, Gerência de Auditoria Interna, Controles Internos e Gestão de Riscos, Auditores Independentes e assessores externos para permitir o entendimento de processos, controles internos, riscos, possíveis deficiências e eventuais planos de melhoria, bem como para emitir suas recomendações ao Conselho de Administração e à Administração da Companhia. Os principais assuntos discutidos pelo Comitê foram: ?Discussão, aprovação e acompanhamento do Plano Anual da Auditoria Interna para o período entre março de 2019 e fevereiro de 2020, sua execução, relatórios emitidos, conhecimento dos pontos levantados e recomendações, como também as providências tomadas pela Administração?Conhecimento, discussão e avaliação do planejamento dos trabalhos dos auditores independentes para o exercício de março de 2019 a fevereiro de 2020, dos níveis de relevância e das áreas de risco por eles identificadas, bem como da sua satisfação na obtenção de evidências sobre as principais operações da Companhia ?Análise e discussão, junto à Administração, dos temas apresentados pela auditoria independente em sua carta anual de recomendações relativa à estrutura de controles internos da Companhia, bem como validação e monitoramento dos controles internos e planos de ação elaborados pela Administração para mitigar os riscos apresentados pelos auditores independentes, evitando registros, por parte dos auditores, de eventuais deficiências significativas ou, ainda, fraqueza material, relativas ao ambiente de controles da Companhia.?Acompanhamento do sistema de controles internos e do mapeamento e gestão de riscos com base nas reuniões com os auditores internos, auditores independentes e Administração ?Acompanhamento dos projetos estratégicos em fase de implantação pela área de Tecnologia da Informação ("TI"), com solicitação para elaboração de mapa dos riscos de continuidade do negócio?Acompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeiras e informações trimestrais, mediante reuniões com os administradores e auditores independentes?Avaliação e monitoramento, juntamente com a Administração e os auditores independentes, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas divulgações?Acompanhamento das atividades das áreas tributária, jurídica e legal, principalmente com relação aos processos ativos e passivos em andamento e o seu reconhecimento ou não, na contabilidade ?Conhecimento dos trabalhos de importantes áreas da Companhia, como recursos humanos, tecnologia da informação, controladoria, entre outras?Monitoramento dos processos críticos da Companhia, inclusive do procedimento de devolução de mercadorias?Acompanhamento e monitoramento dos covenants contratuais da Companhia, junto à Administração e aos auditores independentes.?Acompanhamento da implementação, pela Companhia, das Políticas e demais normativos recomendados pelo IBGC?Revisão do Formulário de Referência da Companhia divulgado ao mercado?Acompanhamento da adequação da Companhia à Lei Geral de Proteção de dados Pessoais ("LGPD") e?Acompanhamento do canal de denúncias e das atividades de prevenção a fraudes, pelo recebimento e apuração de qualquer denúncia ou suspeição de violação ao Código de Ética, respeitando a confidencialidade e independência do processo e, ao mesmo tempo, garantindo os níveis adequados de transparência do procedimento.2. Auditoria IndependenteA Ernst & Young Auditores Independentes S.S. ("EY") é a firma responsável pelo exame e emissão do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras e pela emissão dos relatórios especiais sobre as revisões.O Comitê mantém com os auditores independentes um canal de interlocução periódica para ampla discussão dos resultados de seus trabalhos e de aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. No período de março de 2019 a fevereiro de 2020, o Comitê reuniu-se com os auditores independentes para discussão das demonstrações financeiras trimestrais (ITRs) da Companhia, recomendando tempestivamente sua apreciação pelo Conselho de Administração. Por fim, reuniu-se com a EY, tomou conhecimento do parecer dos auditores independentes, deu-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados, com re lação às demonstrações financeiras da Companhia, correspondentes ao exercício findo em 29 de fevereiro de 2020. Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a Administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras. 3. Auditoria InternaA Gerência de Auditoria Interna, Controles Internos e Gestão de Riscos ("Gerência de Auditoria Interna"), está vinculada à estrutura organizacional da Diretoria Financeira e de Relações com Investidores da Companhia, porém responde funcionalmente ao Conselho de Administração e é supervisionada, diretamente, pelo Comitê de Auditoria, o que permite que desenvolva suas funções de forma ampla e independente, realizando seus trabalhos com base em um planejamento anual, aprovado previamente pelo Comitê, abrangendo, prioritariamente todas as operações e unidades relevantes da Companhia. O Comitê acompanhou os trabalhos desenvolvidos pela Gerência de Auditoria Interna, por meio da realização de reuniões periódicas e da aprovação do planejamento de seus trabalhos relativos ao exercício compreendido entre março de 2019 a fevereiro de 2020 e do acompanhamento de sua execução. Após as mudanças promovidas pela Companhia na Gerência de Auditoria Interna, o Comitê avalia que houve uma significativa melhora na cobertura e qualidade dos trabalhos realizados pela área, sendo que os resultados dos trabalhos apresentados pela atual estrutura, nas reuniões do Comitê, trouxeram maior conforto e segurança ao Comitê no que se refere ao tratamento e monitoramento do ambiente de riscos e controles internos da Companhia. 4. Comitê de Gerenciamento de CriseAinda que considerado como evento subsequente ao término do exercício social de 29 de fevereiro de 2020, o Comitê tem acompanhado a execução dos planos de ação elaborados pelo Comitê de Gerenciamento de Crise, constituído pela Companhia com o objetivo de discutir as principais ações a serem implementadas pela Companhia em decorrência da pandemia do vírus COVID-19.Em reunião realizada no dia 25 de março de 2020, o Comitê tomou conhecimento das principais ações adotadas pela Companhia para prevenção e enfrentamento da pandemia e vêm acompanhando os trabalhos desde então. O Comitê também discutiu junto à Administração sobre os principais pontos que deveriam ser divulgados nas Demonstrações Financeiras em atendimento ao Ofício Circular CVM nº 02/2020 a respeito dos efeitos do Coronavírus. 5. RecomendaçõesAo longo do exercício compreendido entre março de 2019 e fevereiro de 2020, o Comitê reportou periodicamente ao Conselho de Administração o andamento de seus trabalhos, expondo opiniões e fazendo recomendações sobre diversos assuntos de sua competência.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias370.000.0000
Preferenciais00
Total370.000.0000

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.