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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013381 páginasCódigo CVM 1023Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 25/09/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de BANCO DO BRASIL SA

BANCO DO BRASIL SA · CNPJ 00.000.000/0001-91

Versões deste exercício: v1 (13/02/2014) · v2 (19/02/2014) · v3 (27/03/2014) · v4 (25/09/2014), esta

BANCO DO BRASIL SA
CNPJ 00.000.000/0001-91
DFP 2013 (V4)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
BANCO DO BRASIL SA
CNPJ
00.000.000/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
381
Ano de referência
2013*
Publicado em
25/09/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total1.162.167.8821.014.080.57714,6%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa68.841.63857.006.71620,8%
1.01.01Caixa e Depósitos Bancários11.386.33712.052.700−5,5%
1.01.02Empréstimos a Instituições Financeiras37.239.34124.455.04752,3%
1.01.03Aplicações em Operações Compromissadas20.215.96020.498.969−1,4%
1.01.04Aplicações em Moeda Estrangeira00—
1.02Aplicações Financeiras110.019.404104.821.3335,0%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo109.376.121100.218.9679,1%
1.02.01.01Títulos para Negociação18.991.04716.925.11412,2%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda90.385.07483.293.8538,5%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado643.2834.602.366−86,0%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento643.2834.602.366−86,0%
1.03Empréstimos e Recebíveis755.821.983651.948.02915,9%
1.03.01Empréstimos a Instituições Financeiras27.880.35324.391.26314,3%
1.03.02Aplicações em Operações Compromissadas163.175.024161.800.4090,8%
1.03.03Empréstimos a Clientes564.766.606465.756.35721,3%
1.04Tributos Diferidos21.954.46023.630.415−7,1%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos21.954.46023.630.415−7,1%
1.05Outros Ativos174.395.173144.842.07520,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda43.90465.211−32,7%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros174.351.269144.776.86420,4%
1.05.03.01Depósitos Compulsórios em Bancos Centrais90.682.20979.509.30514,1%
1.05.03.02Ativos por Impostos Correntes11.684.0209.041.39529,2%
1.05.03.03Outros Ativos71.985.04056.226.16428,0%
1.06Investimentos14.213.31213.880.3542,4%
1.06.01Participações em Coligadas14.213.31213.880.3542,4%
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado6.575.3906.082.9888,1%
1.07.01Imobilizado de Uso6.575.3906.082.9888,1%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível10.346.52211.868.667−12,8%
1.08.01Intangíveis9.720.79311.247.299−13,6%
1.08.02Goodwill625.729621.3680,7%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores doBanco do Brasil S.A.Brasília - DFExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Banco do Brasil S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB".ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa nº 2(d), em decorrência das mudanças de políticas contábeis adotadas em 2013, os valores correspondentes consolidados, relativos aos balanços patrimoniais consolidados em 31 de dezembro de 2012 e 1 de janeiro de 2012 (derivado das demonstrações financeiras consolidados do exercício findo em 31 de dezembro de 2011), e os valores correspondentes relativos às demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa referentes aos exercícios findo em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no IAS 8 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Financeiras. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.Brasília, 25 de março de 2014KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6Giuseppe MasiContador CRC SP-176273/O-7**********************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisAoConselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores doBanco do Brasil S.A.Brasília - DFExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntos - Demonstração do valor adicionadoExaminamos também a Demonstração do valor adicionado (DVA), individual e consolidada, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, para o exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa 3, em decorrência da mudança de política contábil de acordo com o item 173 da Deliberação CVM n.º 695/2012, os ganhos/perdas atuariais dos planos de benefícios a empregados não reconhecidos de acordo com opção da regulamentação contábil em vigor até 31 de dezembro de 2012, foram registrados de forma retrospectiva, conforme Deliberação CVM n.º 592/2009. Os valores correspondentes, relativos ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as informações contábeis correspondentes relativas às demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao período de doze meses findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados, com os efeitos e nas contas contábeis apresentados nas notas 3 (Informações para efeito de comparabilidade) , 4.l e 27.d.6, e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações financeiras. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Brasília, 12 de fevereiro de 2014KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFGiuseppe MasiContador CRC 1SP176273/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 do Banco do Brasil S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Brasília (DF), 11 de fevereiro de 2014.Aldemir BendinePresidenteAlexandre Corrêa Abreu Vice-presidente de Negócios de Varejo Benito da Gama SantosVice-presidente de GovernoGeraldo Afonso Dezena da Silva Vice-presidente de Tecnologia Ivan de Souza MonteiroVice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com InvestidoresOsmar Fernandes Dias Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas Paulo Roberto Lopes RicciVice-presidente de Varejo, Distribuições e OperaçõesPaulo Rogério Caffarelli Vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank Robson RochaVice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento SustentávelWalter Malieni JuniorVice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, de 12.02.2014, não havendo qualquer discordância.Brasília (DF), 12 de fevereiro de 2014.Aldemir BendinePresidenteAlexandre Corrêa Abreu Vice-presidente de Negócios de Varejo Benito da Gama SantosVice-presidente de GovernoGeraldo Afonso Dezena da Silva Vice-presidente de Tecnologia Ivan de Souza MonteiroVice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com InvestidoresOsmar Fernandes Dias Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas Paulo Roberto Lopes RicciVice-presidente de Varejo, Distribuições e OperaçõesPaulo Rogério Caffarelli Vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank Robson RochaVice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento SustentávelWalter Malieni JuniorVice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO CONSELHO FISCAL DO BANCO DO BRASIL S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração e das Demonstrações Contábeis, incluindo a proposta de destinação do resultado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração. Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de ser encaminhados para aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas.Brasília (DF), 12 de fevereiro de 2014. Aldo César Martins Braido Augusto Carneiro de Oliveira Filho Conselheiro Conselheiro Marcos de Andrade Reis Villela Marcos Machado Guimarães Conselheiro Conselheiro Paulo José dos Reis Souza Presidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.