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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20796Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 02/04/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO DAYCOVAL S.A.

BANCO DAYCOVAL S.A. · CNPJ 62.232.889/0001-90

Versões deste exercício: v1 (21/02/2018) · v2 (02/04/2018), esta

BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ 62.232.889/0001-90
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ
62.232.889/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
02/04/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total22.592.32320.486.91910,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.563.5721.190.640115,3%
1.02Aplicações Financeiras2.014.9182.813.716−28,4%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.014.9182.813.716−28,4%
1.02.01.01Títulos para Negociação512.852384.25433,5%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.502.0662.429.462−38,2%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Empréstimos e Recebíveis14.357.39513.241.9798,4%
1.03.01Instituições Financeiras48.484156.628−69,0%
1.03.02Pessoas Jurídicas Não - Financeiras9.331.6617.612.65422,6%
1.03.03Pessoas Físicas5.790.0076.083.519−4,8%
1.03.04Setor Público117.717154.332−23,7%
1.03.05Provisão para perdas com redução do valor recuperável " Impairment "−930.474−765.154−21,6%
1.04Tributos Diferidos956.862936.0852,2%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos956.862936.0852,2%
1.05Outros Ativos2.613.6992.284.85314,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda93.84891.2802,8%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros2.519.8512.193.57314,9%
1.06Investimentos619626−1,1%
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros619626−1,1%
1.07Imobilizado85.11318.908350,1%
1.07.01Imobilizado de Uso85.11318.908350,1%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível14511229,5%
1.08.01Intangíveis14511229,5%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTESOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASINDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Administradores e Acionistas doBanco Daycoval S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco Daycoval S.A. ("Banco" ou "Daycoval") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco Daycoval S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito do segmento empresasAs provisões para crédito de liquidação duvidosa são constituídas levando em consideração as normas regulamentares do BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e são fundamentadas nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas) e de acordo com as políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings de crédito.A estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve modelos internos na determinação do rating do tomador do crédito que levam em consideração dados econômico-financeiro, de mercado, cadastrais, garantias vinculadas, nível de inadimplência, entre outros. O rating do tomador do crédito também é revisado pela Administração do Banco quando há alteração da situação econômico-financeira de uma determinada empresa ou de um determinado setor de atividade econômica. Pelo fato dessa revisão envolver alto nível de julgamento na estimativa de perda por parte da Administração, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa abordagem de auditoria, incluindo o envolvimento de membros seniores da nossa equipe.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) entendimento do modelo interno utilizado na determinação do rating (ii) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco (iii) leitura da política de provisionamento do Banco (iv) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles internos (v) desafio das principais premissas e dos julgamentos relevantes da Administração na determinação do rating de crédito e (vi) recálculo, em base amostral, dos valores provisionados.Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios adotados pela Administração do Banco e a política para determinar a provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito, foram considerados apropriados, no contexto das demonstrações contábeis tomadas como um todo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 21 de fevereiro de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSUCarlos ClaroAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 236588/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia aberta registrada na CVM na Categoria B, DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEIN PAULO AUGUSTO LUZ FERREIRA SABADiretor DiretorEDUARDO CAMPOS RAYMUNDODiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO SOBRE O RELATORIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia aberta registrada na CVM na Categoria B, DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes das Demonstrações Financeiras, Deloitte Touche Tohmatsu - Auditores Independentes, referentes às demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEIN PAULO AUGUSTO LUZ FERREIRA SABADiretor DiretorEDUARDO CAMPOS RAYMUNDODiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Até a data de apresentação destas demonstrações financeiras, não há Conselho Fiscal instalado.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria ("Comitê") do Banco Daycoval S.A. ("Banco") foi instalado por deliberação do Conselho de Administração em conformidade com as normas emanadas pelo Conselho Monetário Nacional e homologado pelo Banco Central do Brasil. O Comitê é composto por três membros independentes e se reuniu ao longo do segundo semestre de 2017, no âmbito de suas atividades, com os Auditores Independentes, com os Auditores Internos, com as áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e com a Administração do Banco.A elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil é de responsabilidade de sua Administração.Os Auditores Independentes são responsáveis pelo exame das demonstrações financeiras individuais e consolidadas e pela emissão de relatório sobre sua adequação em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil e do Plano Contábil das Instituições Financeiras, da Comissão de Valores Mobiliários e da Superintendência de Seguros Privados e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. O Comitê avaliou o processo que envolveu a preparação e divulgação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Os Auditores Internos avaliam a efetividade dos controles internos visando a sua aderência às normas e procedimentos do Banco. O Comitê acompanhou o cronograma e a execução dos trabalhos planejados, revisou os apontamentos e as conclusões dos trabalhos realizados no período, bem como o follow-up dos apontamentos dos trabalhos em andamento. A gestão de riscos é de responsabilidade da área de Riscos, Controles e Compliance do Banco que elabora o mapeamento, a manutenção e o gerenciamento destas informações. O Comitê teve conhecimento dos trabalhos desenvolvidos para o aprimoramento dos principais sistemas e dos relatórios existentes para a gestão dos riscos e apoio à governança. Os principais relatórios emitidos foram revisados pelo Comitê que reiterou a importância da continuidade e efetividade dos controles internos.Com a Administração do Banco foram abordados diversos assuntos relacionados às atividades, à gestão interna, ao aprimoramento do gerenciamento de riscos e de governança e a eventuais apontamentos levantados pelos órgãos reguladores. Com base nas ações desenvolvidas pelo Comitê, nas conclusões e relatórios apresentados pelos Auditores Independentes, no acompanhamento da execução dos trabalhos planejados pela Auditoria Interna com as suas conclusões, nas atividades executadas pelas áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e pelas informações recebidas da Administração do Banco e, consideradas as limitações naturais decorrentes do escopo de atuação, o Comitê recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.O Comitê de AuditoriaMarcelo Cardinal Palumbo - Coordenador do Comitê de AuditoriaJosé Ferreira da Silva - Membro do Comitê de AuditoriaRicardo Fraccaroli de Almeida - Membro do Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria ("Comitê") do Banco Daycoval S.A. ("Banco") foi instalado por deliberação do Conselho de Administração em conformidade com as normas emanadas pelo Conselho Monetário Nacional e homologado pelo Banco Central do Brasil. O Comitê é composto por três membros independentes e se reuniu ao longo do segundo semestre de 2017, no âmbito de suas atividades, com os Auditores Independentes, com os Auditores Internos, com as áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e com a Administração do Banco.A elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil é de responsabilidade de sua Administração.Os Auditores Independentes são responsáveis pelo exame das demonstrações financeiras individuais e consolidadas e pela emissão de relatório sobre sua adequação em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil e do Plano Contábil das Instituições Financeiras, da Comissão de Valores Mobiliários e da Superintendência de Seguros Privados e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. O Comitê avaliou o processo que envolveu a preparação e divulgação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Os Auditores Internos avaliam a efetividade dos controles internos visando a sua aderência às normas e procedimentos do Banco. O Comitê acompanhou o cronograma e a execução dos trabalhos planejados, revisou os apontamentos e as conclusões dos trabalhos realizados no período, bem como o follow-up dos apontamentos dos trabalhos em andamento. A gestão de riscos é de responsabilidade da área de Riscos, Controles e Compliance do Banco que elabora o mapeamento, a manutenção e o gerenciamento destas informações. O Comitê teve conhecimento dos trabalhos desenvolvidos para o aprimoramento dos principais sistemas e dos relatórios existentes para a gestão dos riscos e apoio à governança. Os principais relatórios emitidos foram revisados pelo Comitê que reiterou a importância da continuidade e efetividade dos controles internos.Com a Administração do Banco foram abordados diversos assuntos relacionados às atividades, à gestão interna, ao aprimoramento do gerenciamento de riscos e de governança e a eventuais apontamentos levantados pelos órgãos reguladores. Com base nas ações desenvolvidas pelo Comitê, nas conclusões e relatórios apresentados pelos Auditores Independentes, no acompanhamento da execução dos trabalhos planejados pela Auditoria Interna com as suas conclusões, nas atividades executadas pelas áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e pelas informações recebidas da Administração do Banco e, consideradas as limitações naturais decorrentes do escopo de atuação, o Comitê recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.O Comitê de AuditoriaMarcelo Cardinal Palumbo - Coordenador do Comitê de AuditoriaJosé Ferreira da Silva - Membro do Comitê de AuditoriaRicardo Fraccaroli de Almeida - Membro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.