Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025156 páginasCódigo CVM 17450Versão 1Recebida em 04/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de RUMO S.A

RUMO S.A · CNPJ 02.387.241/0001-60

RUMO S.A
CNPJ 02.387.241/0001-60
DFP 2025
Exercício 2025
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
RUMO S.A
CNPJ
02.387.241/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
156
Ano de referência
2025*
Publicado em
04/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total53.783.09250.593.0236,3%
1.01Ativo Circulante9.719.85710.872.559−10,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.018.1327.461.618−5,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber660.428568.57716,2%
1.01.03.01Clientes660.428568.57716,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques263.489282.580−6,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar910.420666.22336,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar910.420666.22336,7%
1.01.06.01.01Outros tributos a recuperar654.030548.80719,2%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar256.390117.416118,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes867.3881.893.561−54,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda060.792−100,0%
1.01.08.01.01Ativos mantidos para venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros867.3881.832.769−52,7%
1.01.08.03.01Dividendos e juros sobre capital próprio a receber541173.082,4%
1.01.08.03.02Outros ativos175.028210.742−16,9%
1.01.08.03.03Titulos e valores mobiliários416.287812.795−48,8%
1.01.08.03.04Recebíveis de partes relacionadas118.275102.66515,2%
1.01.08.03.05Instrumentos financeiros derivativos157.257706.550−77,7%
1.01.08.03.06Outros ativos financeiros00—
1.02Ativo Não Circulante44.063.23539.720.46410,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo13.247.32312.417.1226,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber6.86314.772−53,5%
1.02.01.04.01Clientes6.86314.772−53,5%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.681.2581.709.521−1,7%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.681.2581.709.521−1,7%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas20.34821.452−5,1%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Recebíveis de partes relacionadas20.34821.452−5,1%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes11.538.85410.671.3778,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais331.190301.7269,8%
1.02.01.10.04Caixa restrito173.733117.88547,4%
1.02.01.10.05Imposto de renda e contribuição social a recuperar62.611216.614−71,1%
1.02.01.10.06Outros tributos a recuperar1.446.915977.28548,1%
1.02.01.10.07Instrumentos financeiros derivativos1.647.584941.42775,0%
1.02.01.10.08Outros Ativos84.60476.66110,4%
1.02.01.10.09Direito de Uso7.792.2178.039.779−3,1%
1.02.02Investimentos445.658321.98538,4%
1.02.02.01Participações Societárias445.658321.98538,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas445.658321.98538,4%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado23.948.57320.435.46717,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível6.421.6816.545.890−1,9%
1.02.04.01Intangíveis6.421.6816.545.890−1,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e AcionistasRumo S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Rumo S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações de resultado, de resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas de resultado, de resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Passivos contingentes (Nota 5.15) A Companhia e suas controladas possuem assuntos de natureza contingente relevantes cuja determinação do prognóstico de perda dos processos administrativos e judiciais, bem como a determinação dos respectivos prazos e valores de liquidação, dependem de julgamentos críticos da administração em conjunto com seus assessores jurídicos. Desta forma, para determinadas contingências e tratamentos fiscais incertos da Companhia não há provisão constituída, em virtude de sua respectiva avaliação de prognóstico ser considerada como de "perda possível". Sendo assim, este assunto foi considerado na auditoria do exercício corrente como uma área de risco, e dessa forma, um principal assunto de auditoria, devido ao alto grau de julgamento e incertezas inerentes ao processo de determinação de estimativas, a relevância dos valores envolvidos e a subjetividade no processo de classificação de riscos de perda. Quaisquer eventuais mudanças nas estimativas ou premissas adotadas pela administração e/ou assessores jurídicos podem influenciar a determinação do prognóstico de perda e trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia e suas controladas.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Reuniões com os representantes-chave do departamento jurídico interno da Companhia.Entendimento e a avaliação do processo e dos controles internos estabelecidos pela administração para garantia da integridade dos processos em análise classificação e respectiva divulgação nas demonstrações financeiras.Obtivemos confirmações dos assessores jurídicos externos e internos contemplando os prognósticos de perda para os processos (bem como suas respectivas quantificações) para cada perspectiva de risco de perda envolvida.Avaliação, das estimativas e critérios utilizados pela administração, tais como probabilidade de êxito, prazo e aceitação pela autoridade tributária para os principais processos tributários em andamento, com o objetivo de avaliarmos a razoabilidade de prognósticos determinados pelos assessores jurídicos da Companhia, bem como os argumentos e jurisprudências por eles mencionados.Revisamos as divulgações realizadas pela Companhia em suas demonstrações financeiras. Consideramos que os critérios adotados pela administração e seus assessores jurídicos para a determinação dos passivos contingentes tributários e tratamentos fiscais incertos, bem como as consequentes divulgações em notas explicativas da Companhia e suas controladas, estão consistentes com os dados e informações recebidos ao longo da nossa auditoria.Instrumentos financeiros designados em contabilidade de hedge (Nota 3.1) A Companhia opera com instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de minimizar a volatilidade dos índices e taxas em seus fluxos de caixa e em seu resultado. Para atingir seus objetivos, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos e passivos financeiros não derivativos e designa como instrumento de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente, testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas. A designação desses instrumentos financeiros como hedge accounting, assim como a mensuração de sua efetividade, requerem o cumprimento de certas obrigações formais, julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial e ao alinhamento dos objetivos de proteção à sua estratégia de gestão de riscos do negócio. Dada à complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia, consideramos esse assunto como área de foco em nossa auditoria.Nossos principais procedimentos de auditoria em resposta a esse assunto consideram, entre outros: Entendimento do processo e dos controles internos relacionados à contabilidade de proteção (hedge accouting). Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta a designação dos instrumentos de proteção como hedge accounting, especificamente as designações contendo as descrições de todas as estratégias e metodologias utilizadas para mensuração de efetividade. Revisão da efetividade das relações de hedge accounting e a reciclagem dos montantes contabilizados em outros resultados abrangentes, os quais afetaram o resultado do exercício. Recálculo, em base amostral, da valorização do valor justo dos instrumentos financeiros.Obtenção de confirmação externa junto às instituições financeiras dos saldos dos instrumentos financeiros contratados.Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia envolvendo as transações de contabilidade de proteção (hedge accounting).Com base nas evidências obtidas, consideramos aceitáveis as designações mantidas como contabilidade de proteção (hedge accounting) no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adici onado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, preparadas originalmente antes dos ajustes descritos na Nota 2.2 (c), foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 20 de fevereiro de 2025, sem ressalvas.Como parte de nosso exame das demonstrações financeiras de 2025, examinamos também os ajustes descritos na Nota 2.2 (c) que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras de 2024, apresentadas para fins de comparação. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2024 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 2024 tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado par a os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 4 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Alessandro Marchesino de OliveiraContador CRC 1SP265450/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, inciso 'vi' da Resolução CVM nº 80/2022, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras, referentes ao período findo em 31 de dezembro de 2025.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, inciso 'v' da Resolução CVM nº 80/2022, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com opiniões expressas no relatório do auditor independente emitido em 04 de março de 2026 pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALRESULTADOS DO ANO DE 2025O Conselho Fiscal da RUMO S.A., por unanimidade, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado (i) as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 ("DFs 2025"), considerando os trabalhos realizados ao longo do exercício, bem como o relatório da Administração da Companhia, o relatório do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia e o relatório dos Auditores Independentes, o qual não contém ressalvas, opina que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia.São Paulo, 04 de março de 2026.Paulo Clovis Ayres FilhoPresidenteGuido Barbosa de Oliveira Reginaldo Ferreira Alexandre Marcelo Curti

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DE RECOMENDAÇÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOOs membros do Comitê de Auditoria da Rumo S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, procederam ao exame e análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, acompanhadas do Parecer sem ressalvas dos Auditores Independentes, relativos ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, e considerando as informações e esclarecimentos prestados pela administração da Companhia e pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. ("PWC"), opinam, por unanimidade e sem ressalvas, que os referidos documentos refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia, e recomendam a aprovação, nos termos do artigo 10, Parágrafo único, III da Resolução CVM 81, de 29 de março de 2022, pelo Conselho de Administração da Companhia. São Paulo, 04 de março de 2026.Vanessa Claro LopesPresidente da Mesa e Coordenadora do Comitê de AuditoriaCarla Alessandra TrematoreMembro do Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO - 2025 O Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE" ou "Comitê") da Rumo S.A. ("Rumo" ou "Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente, dentro das melhores práticas de Governança Corporativa. Os membros do Comitê são eleitos anualmente pelo Conselho de Administração, podendo ter o mandato renovado, a critério do Conselho de Administração, por, no máximo, 10 (dez) anos, devendo ser igualmente observados os limites e requisitos de independência previstos no Regimento Interno do Comitê e regulamentação aplicável. Todos os membros são independentes, sendo que 1 (um) deles, a saber, a Sra. Vanessa Claro Lopes, atua como conselheira de administração e Coordenadora do CAE e a Sra. Carla Alessandra Trematore atua como especialista financeiro. De acordo com Regimento Interno cabe ao Comitê zelar pela: (i) qualidade e integridade das demonstrações contábeis da Rumo S.A. (ii) pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares (iii) pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente e da auditoria interna e (iv) pela qualidade e efetividade do sistema de controles internos e da administração de riscos. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações fornecidas pela Administração da Companhia, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos, dos gestores dos canais de denúncia e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta. A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. ("PWC" ou "Auditores Independentes"), é a empresa responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, conforme normas profissionais emanadas do Conselho Federal de Contabilidade - CFC - e certos requisitos específicos da Comissão de Valores Monetários - CVM. Os auditores independentes são igualmente responsáveis pela revisão especial dos informes trimestrais (ITRs) enviados para a Comissão de Valores Mobiliários - CVM durante o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. O relatório dos auditores independentes reflete o resultado de suas verificações e apresenta a sua opinião a respeito da fidedignidade das demonstrações contábeis do exercício em relação aos princípios de contabilidade oriundos do CFC em consonância com as normas emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), normas da CVM e preceitos da legislação societária brasileira. Com relação ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, os referidos auditores independentes emitiram relatório em 04 de março de 2026 contendo opinião sem ressalvas. Os trabalhos de Auditoria Interna são realizados por equipe interna. O Comitê de Auditoria Estatutário é responsável pela aprovação do plano de auditoria interna que na sua execução é acompanhado e orientado pela gerente da área de auditoria e riscos e desenvolve sua atuação de forma ampla, observando, principalmente, a cobertura das áreas, processos e atividades que apresentam os riscos mais sensíveis à operação e impactos mais significativos na implementação da estratégia da Companhia. Atividades do Comitê de Auditoria em 2025:O Comitê reuniu-se 8 (oito) vezes no período de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026. Dentre as atividades realizadas durante o exercício e assuntos discutidos, cabe destacar os seguintes aspectos: a) aprovou e acompanhou o Programa Anual de Trabalho da Auditoria Interna, inclusive quanto a integração com as demais atividades relacionadas à gestão de riscos e Compliance b) tomou conhecimento dos pontos de atenção e das recomendações decorrentes dos trabalhos da Auditoria Interna, bem como fez o acompanhamento das providências saneadoras adotadas pela Administração c) monitorou o sistema de controles internos quanto a sua efetividade e processos de melhoria, realizou o monitoramento de riscos de fraudes com base nas manifestações e reuniões com os Auditores Internos e com os Auditores Independentes, com a área de Controles Internos, Compliance e Canal de Ética d) acompanhou aa metodologia adotada para gestão de riscos e dos resultados obtidos, de acordo com o trabalho apresentado e desenvolvido pela área especializada e por todos os gestores responsáveis pelos riscos sob sua gestão, com o objetivo de garantir a evidenciação dos riscos relevantes para a Companhia e) analisou e acompanhou o Planejamento Anual dos Trabalhos da Auditoria Independente, incluindo escopo, cronograma e principais áreas de risco, e sua execução tempestivaf) analisou as demonstrações financeiras por meio de reuniões com os administradores e com os Auditores Independentes para discussão das informações trimestrais (ITRs) e demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 g) acompanhou o reporte do canal de denúncias, aberto a acionistas, colaboradores, estabelecimentos, emissores, fornecedores e ao público em geral, com responsabilidade da área de Compliance e Canal de Ética da Companhia no recebimento e apuração das denúncias ou suspeitas de violação ao Código de Ética, respeitando a confidencialidade e independência do processo e, ao mesmo tempo, garantindo os níveis apropriados de transparência h) realizou reuniões com os principais executivos da Empresa, a fim de tomar conhecimento das principais estratégias de negócio, bem como acompanhar as melhorias operacionais e sistêmicas para fortalecimento do processamento e segurança das transações i) monitorou, juntamente com a administração e a área de auditoria interna, a adequação das transações com as partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciaçõesj) acompanhou os programas de Compliance e do processo de gestão de riscosk) avaliou a independência de novo auditor independente, que procedeu com a análise das demonstrações financeiras, anuais e intermediárias, relativas ao exercício social que se encerrou em 31 de dezembro de 2025.Conclusão: O Comitê não teve ciência da ocorrência de denúncia, descumprimento de normas, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração ou fraude que, por sua relevância, colocassem em risco a continuidade operacional da Companhia ou a fidedignidade de suas demonstrações financeiras.Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Rumo, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do próprio Comitê, procederam à análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório anual da administração relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Tomando em conta as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PWC, considerando que este reflete adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, e recomendam, por unanimidade, a aprovação nos termos do artigo 10, Parágrafo único, III da Resolução CVM 81, de 29 de março de 2022, pelo Conselho de Administração da Companhia.São Paulo, 04 de março de 2026.Vanessa Claro LopesCoordenadora do Comitê de AuditoriaCarla Alessandra TrematoreMembro do Comitê de Auditoria da Rumo S.AJoão Ricardo Ducatti Membro do Comitê de Auditoria da Rumo S.A

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.858.828.6173.042.509
Preferenciais00
Total1.858.828.6173.042.509

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.