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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 18660Versão 1Recebida em 13/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de CPFL ENERGIA S.A.

CPFL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.429.144/0001-93

CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.429.144/0001-93
DFP 2012
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.429.144/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
13/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total31.075.68727.413.05713,4%
1.01Ativo Circulante5.630.1965.363.0555,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.477.8952.699.837−8,2%
1.01.02Aplicações Financeiras6.10047.521−87,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.10047.521−87,2%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.10047.521−87,2%
1.01.03Contas a Receber2.268.6011.874.28021,0%
1.01.03.01Clientes2.268.6011.874.28021,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques49.34644.87210,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar263.403277.463−5,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar263.403277.463−5,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes564.851419.08234,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros564.851419.08234,8%
1.01.08.03.01Outros Créditos516.903409.93826,1%
1.01.08.03.02Derivativos8703.733−76,7%
1.01.08.03.03Arrendamento9.7404.581112,6%
1.01.08.03.04Dividendos e juros sobre o capital próprio2.894830248,7%
1.01.08.03.05Ativo financeiro da concessão34.4440
1.02Ativo Não Circulante25.445.49122.050.00215,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.298.1734.830.48730,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0109.964−100,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0109.964−100,0%
1.02.01.03Contas a Receber162.016182.300−11,1%
1.02.01.03.01Clientes162.016182.300−11,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos1.318.6181.176.53512,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Créditos fiscais diferidos1.318.6181.176.53512,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.817.5393.361.68843,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Derivativos486.438215.642125,6%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais1.184.5541.128.6165,0%
1.02.01.09.05Tributos a compensar225.036216.7153,8%
1.02.01.09.06Arrendamento31.70324.52129,3%
1.02.01.09.07Ativo financeiro da concessão2.342.7961.376.66470,2%
1.02.01.09.08Entidade de previdência privada10.2033.415198,8%
1.02.01.09.09Investimento ao custo116.654116.6540,0%
1.02.01.09.10Outras contas a receber420.155279.46150,3%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado9.611.9588.292.07615,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.950.5867.226.46123,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento661.3721.065.615−37,9%
1.02.04Intangível9.535.3608.927.4396,8%
1.02.04.01Intangíveis9.535.3608.927.4396,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas da CPFL Energia S.A.São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CPFL Energia S.A. ("CPFL Energia" ou "Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas Internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CPFL Energia S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CPFL Energia S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB" e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseDemonstrações financeiras individuaisConforme descrito na nota explicativa nº 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVAs), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e apresentadas como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Valores correspondentesOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram seu relatório em 5 de março de 2013, contendo parágrafos de ênfase, sem modificação da opinião, referentes: (i) à diferença na avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo e (ii) aos ajustes das demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, conforme descrito na nota explicativa nº 2.9.Campinas, 5 de março de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Marcelo Magalhães FernandesAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 203310/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Administração declara que revisou, discutiu e concorda com todas as informações incluídas nas Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2012, assim como a opinião dos auditores emitida pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A Administração declara que revisou, discutiu e concorda com todas as informações incluídas nas Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2012, assim como com a opinião dos auditores emitida pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da CPFL Energia S.A., no desempenho de suas atribuições legais, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras do Exercício Social de 2012, ante os esclarecimentos prestados pela Diretoria da Companhia, pelos representantes da Auditoria Externa e, ainda, com base no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, datado de 05 de março de 2013 , é de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados e votados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.São Paulo, 13 de março de 2013José Reinaldo MagalhãesPresidenteDaniela Corsi CardosoConselheiroAdalgiso Fragoso de FariaConselheiroWilton de Medeiros DaherConselheiroCarlos Alberto Cardoso MoreiraConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.