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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202163 páginasCódigo CVM 3654Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 09/03/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO

COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO · CNPJ 60.730.348/0001-66

Versões deste exercício: v1 (09/03/2022) · v2 (09/03/2022), esta

COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO
CNPJ 60.730.348/0001-66
DFP 2021 (V2)
Exercício 2021
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Metadados

Empresa
COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO
CNPJ
60.730.348/0001-66
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
63
Ano de referência
2021*
Publicado em
09/03/2022 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total1.449.9531.392.0754,2%
1.01Ativo Circulante133.08578.81968,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa67.51234.49495,7%
1.01.01.01Caixa e Bancos13.2814.973167,1%
1.01.01.02Aplicações Financeiras54.23129.52183,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber38.95224.31460,2%
1.01.03.01Clientes29.46820.26245,4%
1.01.03.01.01Clientes33.22223.72840,0%
1.01.03.01.02Perda Estimada p/Crédito de Liquidação Duvidosa−3.754−3.466−8,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber9.4834.052134,0%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber7.575897744,5%
1.01.03.02.02Banco Conta Vinculada00—
1.01.03.02.03Adiantamento de Fornecedores69454128,3%
1.01.03.02.04Alienação de Imóveis1.2142.614−53,6%
1.01.04Estoques20.77613.61952,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.5684.169−14,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.5684.169−14,4%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar3.5684.169−14,4%
1.01.07Despesas Antecipadas2.2782.2232,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante1.316.8681.313.2560,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo78.88164.37222,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber1.4071.408−0,1%
1.02.01.04.01Clientes6.7726.774−0,0%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04.03Perda Estimada p/ Crédito de Liquidação Duvidosa−2.963−2.9630,0%
1.02.01.04.04Ajuste a Valor Presente−2.403−2.4030,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas778926−16,0%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes76.69762.03823,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a Compensar35.45230.51416,2%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais1278647,7%
1.02.01.10.05Contas a Receber17.33417.2420,5%
1.02.01.10.06Alienação de Imóveis9.0209.0200,0%
1.02.01.10.07Outras Contas a Receber14.7645.176185,2%
1.02.02Investimentos05.606−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias5.9265.6065,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas5.9265.6065,7%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.232.0611.243.278−0,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.229.8321.240.462−0,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.2292.816−20,8%
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangivel00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULOOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada, da COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO, em 31 de dezembro de 2021, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de Auditoria - PAAs.Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1 Mensuração ao valor justo de ativos biológicos Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAConforme mencionado na nota explicativa nº 10, os ativos biológicos são mensurados ao valor justo, aplicando-se a metodologia do fluxo de caixa descontado. O valor presente do fluxo de caixa descontado reflete os modelos econômicos de uma unidade de negócios exclusiva para o plantio de eucalipto, pinus e corte da madeira. No cálculo do valor justo, são utilizadas, entre outras premissas, o ciclo médio de formação de florestas por espécie e região do plantio, volume de produção de madeira estimado em m³ por hectare no final do ciclo de formação, custo médio por hectare, preço médio de venda das espécies envolvidas (eucalipto e pinus), condições do ativo e taxas de descontos para cálculo do valor justo do ativo biológico.Adicionalmente, consistente com a Companhia, esse cálculo envolve informações com grande nível de detalhes, uma vez que existem várias áreas de plantio, em diferentes etapas de crescimento, acumuladas nos sistemas de gestão e controle de florestas, que depois de coletadas, são consolidadas em planilhas eletrônicas.Essa é uma área de atenção de nossa auditoria, considerando o risco associado às características descritas nos parágrafos anteriores, bem como o risco inerente na mensuração e reconhecimento desses ativos, cujos julgamentos e estimativas da Administração podem ter impacto relevante na determinação do valor justo e, por consequência, no resultado do exercício da Companhia.Como o assunto foi tratado em nossa auditoriaOs procedimentos da auditoria incluíram a avaliação do desenho e implementação dos controles internos relacionados à atividade florestal da Companhia, avaliação das premissas utilizadas, testes de recálculo das projeções e fluxos de caixa preparados pela Companhia, comparação com as informações disponíveis obtidas de fontes externas, e realização de testes documentais para garantir a integridade e precisão dos dados utilizados na base de cálculo do valor justo. Avaliamos a razoabilidade das estimativas e critérios adotados pela administração, bem como a consistência desses cálculos e premissas com o exercício anterior. Avaliamos se as informações divulgadas nas notas explicativas estavam consistentes com os requisitos da norma contábil e com as premissas utilizadas nos cálculos.Observamos que as conclusões da administração são consistentes com as premissas utilizadas e se encontram uniformes com as práticas contábeis adotadas no Brasil.2 Reconhecimento de receita de vendas e perda estimada com créditos de liquidação duvidosaMotivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAEm virtude da diversificação da carteira de clientes devido a atuação em mais de um segmento pela Companhia e a necessidade de que a receita de vendas seja reconhecida por um valor que reflita a contrapartida a que se espera ter direito em troca da transferência de bens para os clientes (conforme pronunciamento técnico IFRS 15 (CPC 47) - Receita de contrato com cliente, vigente a partir de 1º. de janeiro de 2018), destaca-se, dentre o modelo de cinco etapas de avaliação previstos no citado pronunciamento técnico, o momento em que a Companhia atende a obrigação de desempenho de entrega das mercadorias. Dessa forma, este tema continuou a ter uma atenção de nossa parte no exercício corrente, assim como havia ocorrido no exercício anterior, sendo, portanto, considerado um assunto crítico e de risco em nossa auditoria, tendo em vista que, como parte dos procedimentos de auditoria, houve a necessidade de realizarmos procedimentos de avaliação dos controles de corte do reconhecimento de receitas por parte da Companhia, registro e divulgação nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, objetivando checar se as obrigações de desempenho haviam sido atendidas apropriadamente.Além disso a Companhia revisou durante o exercício corrente sua estimativa da perda para créditos de liquidação duvidosa que envolve um elevado nível de julgamento por parte da administração, e tem impacto no reconhecimento e ajuste das receitas reconhecidas esta determinação envolve a avaliação de várias premissas e fatores internos e externos, incluindo nível de inadimplência, política de renegociação e parcelamentos e cenário econômico atual e prospectivo.Esse julgamento considera diversas premissas na determinação das perdas estimadas, que são constituídas levando em consideração a expectativa da administração e são fundamentadas de acordo com política interna da Companhia.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeirasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Realizamos o entendimento e análise dos controles internos relevantes que envolvem a apuração e registro de receitas (e respectivas obrigações de performance)Realizamos análise qualitativas do prazo médio de entrega das mercadorias, confirmadas pelos clientesEm base amostral, realizamos testes nos faturamentos realizados próximos as datas de fechamento do exercício e obtivemos evidência sobre as transferências de riscos e benefícios aos compradoresSelecionamos, em base amostral, determinadas faturas e procedemos confirmações do valor em aberto junto a determinados clientes, selecionados em base amostral e estatísticaOs nossos procedimentos de auditoria incluíram ainda a avaliação da estimativa definida pela administração para constituição da perda estimada para créditos de liquidação duvidosa, realização de recalculo matemático da referid a perda e estimativa de perda e avaliamos o julgamento da administração decorrente da estimativa definida onde totalizamos todos os créditos, independentemente se vencidos ou a vencer.Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados e evidencias obtidas, entendemos que os critérios e premissas adotados pela Companhia para reconhecimento de receita de vendas e ajustes para perdas com clientes de liquidação duvidosa estão adequados no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjuntoOutros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas, são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência e as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 18 de fevereiro de 2022.IRKO AUDITORES INDEPENDENTES Marco Antonio Papini ContadorCRC Nº 2SP020649/O-2 CRC Nº 1SP180759/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/2009Declaramos, na qualidade de Diretores da Companhia Melhoramentos de São Paulo, "(Companhia)", sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Tito, nº 479, CEP 05051-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.730.348/0001-66, nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021.São Paulo, 03 de fevereiro de 2022.Rafael GibiniPresidente e Relações com InvestidoresCarolina Alvim Guedes AlcoforadoDiretora de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/2009Declaramos, na qualidade de Diretores da Companhia Melhoramentos de São Paulo, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, na Rua Tito, nº 479, CEP 05051-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.730.348/0001-66, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que discutimos e concordamos com a opinião expressada no Relatório dos Auditores Independentes, ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021, datado em 20 de fevereiro de 2022.São Paulo, 21 de fevereiro de 2022.Rafael GibiniPresidente e Relações com InvestidoresCarolina Alvim Guedes AlcoforadoDiretora de Operações

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias5.6312
Preferenciais7734
Total6.4046

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.