Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201588 páginasCódigo CVM 21008Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 06/04/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A · CNPJ 08.764.621/0001-53

Versões deste exercício: v1 (29/03/2016) · v2 (06/04/2016), esta

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ 08.764.621/0001-53
DFP 2015 (V2)
Exercício 2015
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ
08.764.621/0001-53
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
88
Ano de referência
2015*
Publicado em
06/04/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total3.235.5833.645.948−11,3%
1.01Ativo Circulante281.801485.225−41,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa111.240178.048−37,5%
1.01.01.01Caixa4560−25,0%
1.01.01.02Bancos4.8505.550−12,6%
1.01.01.03Aplicações Financeiras106.345172.438−38,3%
1.01.02Aplicações Financeiras082.785−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo082.785−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda062.108−100,0%
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas020.677−100,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber90.59784.8806,7%
1.01.03.01Clientes69.92461.24914,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber20.67323.631−12,5%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar20.66416.96721,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar20.66416.96721,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes59.300122.545−51,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros59.300122.545−51,6%
1.01.08.03.01Propriedade para investimento destinada a venda59.300122.545−51,6%
1.02Ativo Não Circulante2.953.7823.160.723−6,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo78.08156.10839,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber3.0634.079−24,9%
1.02.01.03.01Clientes3.0634.079−24,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas63.02742.62247,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas63.02742.62247,9%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes11.9919.40727,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI´s00—
1.02.01.09.04Depósitos e Cauções2.6132.29913,7%
1.02.01.09.05Aplicações Financeiras Vinculadas00—
1.02.01.09.06Aplicações Financeiras1.1331.02210,9%
1.02.01.09.07Outras Contas a Receber3.5421.495136,9%
1.02.01.09.08Tributos a recuperar4.7034.5912,4%
1.02.02Investimentos2.820.9623.040.012−7,2%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento2.820.9623.040.012−7,2%
1.02.03Imobilizado31.08330.3542,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação31.08330.3542,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível23.65634.249−30,9%
1.02.04.01Intangíveis23.65634.249−30,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Vida Útil Indefinida3.9413.8063,5%
1.02.04.01.03Vida Útil Definida19.71530.443−35,2%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos:Acionistas, Conselheiros e Diretores da General Shopping Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da General Shopping Brasil S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRSs ), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da General Shopping Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidada de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 23 de março de 2016.Nelson Fernandes Barreto FilhoContador CRC 1SP-151.079/O-0Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 29 de março de 2016.Alexandre Lopes Dias - Diretor PresidenteVicente de Paula da Cunha - Diretor FinanceiroMarcio Snioka - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor de Planejamento e ExpansãoDjalma Pereira da Silva - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 29 de março de 2016.Alexandre Lopes Dias - Diretor PresidenteVicente de Paula da Cunha - Diretor FinanceiroMarcio Snioka - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor de Planejamento e ExpansãoDjalma Pereira da Silva - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL"O Conselho Fiscal, no uso de suas atribuições legais, em reunião realizada nesta data, examinou o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras da General Shopping Brasil S.A. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2015. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o parecer dos auditores independentes Grant Thornton Auditores Independentes, os Srs. Conselheiros opinaram favoravelmente a respeito dos supracitados documentos, informando, ainda, que os mesmos se encontram em condições de serem votados e aprovados pelos Srs. Acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária."São Paulo, 23 de março de 2016.Paulo Alves das FloresConselheiro FiscalCamila de Cassia Satin BriolaConselheira FiscalAloisio KokConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.