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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016132 páginasCódigo CVM 1120Versão 1Recebida em 21/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A

BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A · CNPJ 13.009.717/0001-46

BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A
CNPJ 13.009.717/0001-46
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A
CNPJ
13.009.717/0001-46
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
132
Ano de referência
2016*
Publicado em
21/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.206.5523.772.08411,5%
1.01Ativo Circulante3.114.1992.762.55012,7%
1.01.01Disponibilidades76.58079.844−4,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez861.235584.79747,3%
1.01.02.01Aplicação no Mercado Aberto589.989360.18363,8%
1.01.02.02Aplicação em Depósitos Interfinanceiros271.246224.61420,8%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários665.628612.3958,7%
1.01.03.01Carteira Própria578.769552.9524,7%
1.01.03.02Vinculados à Prestação de Garantias2032001,5%
1.01.03.03Vinculados a Compromissos de Recompra53.09037.48241,6%
1.01.03.04Vinculados ao Banco Central33.56621.76154,2%
1.01.04Relações Interfinanceiras161.621210.241−23,1%
1.01.04.01Pagamento e Recebimento a Liquidar3353350,0%
1.01.04.02Créditos Vinculados161.286207.551−22,3%
1.01.04.03Correspondentes no País02.355−100,0%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito1.148.4271.243.871−7,7%
1.01.06.01Operações de Crédito1.207.8601.278.116−5,5%
1.01.06.02Provisão para Oper.de Crédito de Liquidação Duvidosa−59.433−34.245−73,6%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos198.93729.255580,0%
1.01.08.01Rendas a Receber1.9652.555−23,1%
1.01.08.02Diversos197.82226.700640,9%
1.01.08.03Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−8500—
1.01.09Outros Valores e Bens1.7712.147−17,5%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1.12779342,1%
1.01.09.02Provisão para Desvalorização00—
1.01.09.03Despesas Antecipadas6441.354−52,4%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo1.012.079932.2128,6%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários30.28232.627−7,2%
1.02.02.01Carteira Própria30.28232.627−7,2%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra00—
1.02.02.03Vinculados ao Banco Central00—
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias00—
1.02.03Relações Interfinanceiras21.04420.0584,9%
1.02.03.01Créditos Vinculados21.04420.0584,9%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito777.758730.1826,5%
1.02.05.01Operações de Crédito819.079774.4375,8%
1.02.05.02Provisão p/Oper.de Crédito de Liquidação Duvidosa−41.321−44.2556,6%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos179.971147.18022,3%
1.02.07.01Diversos179.972147.18022,3%
1.02.07.02Provisão para Outros Créditos de liquidação Duvidosa−10—
1.02.08Outros Valores e Bens3.0242.16539,7%
1.03Ativo Permanente80.27477.3223,8%
1.03.01Investimentos17562.816,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas1690—
1.03.01.04Outros Investimentos4544540,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−448−4480,0%
1.03.02Imobilizado de Uso57.56552.4419,8%
1.03.02.01Imóveis de Uso55.32044.03825,6%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso92.98291.5271,6%
1.03.02.03Depreciação Acumulada−90.737−83.124−9,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível22.53424.875−9,4%
1.03.04.01Ativos Intangíveis56.59353.8595,1%
1.03.04.02Amortização Acumulada−34.059−28.984−17,5%
1.03.05Diferido00—
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão28.62728.6270,0%
1.03.05.02Amortização Acumulada−28.627−28.6270,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, Acionistas e Administradores do Banco do Estado de Sergipe S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco do Estado de Sergipe S.A. ("Banco"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco do Estado de Sergipe S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseRealização do crédito tributário na controladaConforme descrito nas Notas Explicativas nº 2.1 e 22, a controlada Sergipe Administradora de Cartões e Serviços Ltda. possui créditos tributários diferidos ativos de imposto de renda e contribuição social no montante total de R$ 48.862 mil, cuja realização está baseada em estudo de projeção de lucros tributáveis futuros aprovado pela Administração. A realização desses créditos tributários diferidos ativos no período estimado depende da materialização das projeções e do plano de negócios aprovado pela Administração. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. 1. Planos de benefício pós empregoO Banco e sua controlada possuem passivos e ativos relevantes relacionados a plano de benefício pós-emprego que, conforme mencionado na nota explicativa 25, compreendem benefícios de aposentadoria. Consideramos um assunto relevante em nossa auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos e à complexidade dos modelos de avaliação dos passivos atuariais, que contemplam a utilização de premissas de longo prazo, tais como: mortalidade geral crescimento salarial taxa de desconto e inflação.Abordagem de auditoria:Analisamos, com o suporte de nossos especialistas, a metodologia e as principais premissas utilizadas pela Administração na avaliação das obrigações atuarias decorrentes dos planos de benefício pós emprego, atentando para a acurácia matemática do cálculo e analisando a coerência dos resultados face aos parâmetros utilizados e às avaliações anteriores. Também fez parte dos procedimentos de auditoria, entre outros, os testes das bases de dados cadastrais utilizadas nas projeções atuariais e a suficiência das divulgações relacionadas aos planos de benefício pós emprego. 2. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa A Administração exerce julgamento para fins da determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de acordo com o determinado pela Resolução 2.682/99 do Banco Central do Brasil. Conforme divulgado na nota explicativa 8, em 31 de dezembro de 2016 o saldo bruto de operações de crédito é de R$ 2.252.809 mil, para o qual foi constituída provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 141.226 mil, sendo que durante o ano de 2016 foi reconhecido, pelo Banco e sua controlada, despesa com créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ 114.173 mil.Consideramos essa área como significativa em função: (i) da relevância do saldo de operações de crédito, sujeitas à avaliação de perda (ii) das garantias recebidas para as operações de crédito concedidas, que podem impactar o nível de provisionamento a ser considerado (iii) da situação econômica do País e do mercado em que os tomadores de crédito estão inseridos (iv) julgamento da Administração em relação à atribuição de "ratings" que determinam o nível de provisão mínimo individual por operação, tomador de crédito ou grupo econômico e (v) do processo de reconhecimento da receita de juros com as operações de crédito entre outros.Abordagem de auditoria:Nossos procedimentos de auditoria, abordaram entre outros, o entendimento do processo estabelecido pela Administração, bem como a realização de testes de controles relacionados com: (i) a originação das operações (ii) a análise e aprovação de operações de crédito considerando os níveis de alçadas estabelecidas (iii) atribuição de níveis de "rating" por operação, tomador de crédito ou grupo econômico (iv) análise de garantias recebidas (v) atualização tempestiva de informações dos tomadores de crédito (vi) reconhecimento de receitas de juros de operações em curso normal (vii) suspensão do reconhecimento de receita sobre operações de crédito vencidas há mais de 59 dias e (viii) a suficiência das divulgações em notas explicativas. Também realizamos, com base em uma amostra de operações de crédito, testes relativos a análise da documentação que consubstancia o nível de provisionamento determinado para os itens selecionados, recalculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa com base nos ratings atribuídos, confirmação de saldo diretamente com os tomadores de crédito selecionados, recalculo do saldo em aberto na data-base do procedimento, além de testes de soma para confronto do total da base de dados com os registros contábeis e recálculo do total da provisão para crédito de liquidação duvidosa. 3. Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco e sua controlada são extremamente dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações, a estratégia de auditoria é baseada na eficácia do mesmo. O Banco considera que o sucesso de suas atividades depende da melhoria e do aperfeiçoamento contínuo e integração de seus sistemas.Abordagem de auditoria:Avaliamos, com o suporte de nossos especialistas, os controles gerais de tecnologia para os sistemas considerados relevantes para o p rocesso de auditoria, dando ênfase aos processos de gestão de mudanças e concessão de acessos. Também realizamos procedimentos quanto à efetividade dos controles automáticos relevantes que suportam os processos considerados significativos para as demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins de práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras, e incluem a Administração e o Conselho Fiscal do Banco.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e sua controladaAvaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e sua controlada. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências signific ativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 16 de fevereiro de 2017. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6Eduardo WellichenContador CRC- 1SP184050/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOConforme preconiza a Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, respaldado em seu artigo 25, § 1º, inciso VI, o corpo diretivo do Banco do Estado de Sergipe S.A. declara que reviu, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social de 2016.Fernando Soares da Mota Presidente Helom Oliveira da SilvaDiretor de Gestão Estratégica e de ControladoriaJosé Marcelino Andrade Diretor Administrativo Renato Augusto Cruz Dantas Diretor de Finanças e de TecnologiaDiretor de Crédito e Serviços - Em Exercício

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOConforme preconiza a Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, respaldado em seu artigo 25, § 1º, inciso V, o corpo diretivo do Banco do Estado de Sergipe S.A. declara que reviu, discutiu e concordou com as conclusões expressas no relatório dos auditores independentes emitidos pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. após a apreciação das demonstrações financeiras referentes ao exercício social de 2016.Fernando Soares da Mota Presidente Helom Oliveira da SilvaDiretor de Gestão Estratégica e de ControladoriaJosé Marcelino Andrade Diretor Administrativo Renato Augusto Cruz Dantas Diretor de Finanças e de TecnologiaDiretor de Crédito e Serviços - Em Exercício

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado de Sergipe S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, apreciaram e aprovaram o Balancete de dezembro de 2016, as Demonstrações Financeiras do exercício de 2016, acompanhadas das Notas Explicativas, do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório da Administração de 2016, parte integrante deste parecer do Conselho Fiscal. Foi aprovada também a proposta de Constituição de Reserva Estatutária para Margem Operacional referente ao saldo remanescente do Lucro Líquido de 2016, no valor de R$ 43.398 mil. Com base nesta análise, concluíram que as referidas Demonstrações refletem adequadamente a situação financeira e patrimonial desta Instituição, estando em condições de serem submetidas à deliberação da Assembleia Geral de AcionistasAracaju/SE, 16 de fevereiro de 2017. ADINELSON ALVES DA SILVA Conselheiro ANA CRISTINA DE C. PRADO DIAS FELIPE RODRIGUES CHAID Conselheira Conselheiro MOACIR JOAQUIM DE S. JÚNIOR RICARDO O. LACERDA DE MELO Conselheiro Conselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.