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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012267 páginasCódigo CVM 2437Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 12/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de AXIA ENERGIA S.A.

AXIA ENERGIA S.A. · CNPJ 00.001.180/0001-26

Versões deste exercício: v1 (27/03/2013) · v2 (01/04/2013) · v3 (12/04/2013), esta

AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ 00.001.180/0001-26
DFP 2012 (V3)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ
00.001.180/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
267
Ano de referência
2012*
Publicado em
12/04/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total172.195.578164.081.6654,9%
1.01Ativo Circulante44.342.54336.662.67220,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.938.6987.994.425−0,7%
1.01.01.01Caixa4.429.3754.959.787−10,7%
1.01.01.02Caixa restrito3.509.3233.034.63815,6%
1.01.02Aplicações Financeiras6.622.61111.252.504−41,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.622.61111.252.504−41,1%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.622.61111.252.504−41,1%
1.01.03Contas a Receber4.496.9634.352.0243,3%
1.01.03.01Clientes4.496.9634.352.0243,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques815.386747.3879,1%
1.01.04.01Almoxarifado454.635358.72426,7%
1.01.04.02Estoque360.751388.663−7,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.391.8821.104.32226,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.391.8821.104.32226,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes23.077.00311.212.010105,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros23.077.00311.212.010105,8%
1.01.08.03.01Financiamentos e empréstimos1.976.1912.082.054−5,1%
1.01.08.03.02Conta de consumo de combustível - CCC1.240.8111.184.9364,7%
1.01.08.03.03Remuneração de participações monetárias118.790197.863−40,0%
1.01.08.03.04Direito de Ressarcimento7.115.2003.083.157130,8%
1.01.08.03.05Impostos e Contribuições Sociais1.418.252843.02268,2%
1.01.08.03.06Indenizações - Lei 12.783/20138.882.8360—
1.01.08.03.07Ativo financeiro - Concessão de Serviços Públicos579.2952.017.949−71,3%
1.01.08.03.08Instrumentos financeiros252.620195.53629,2%
1.01.08.03.09Diversos1.493.0081.607.493−7,1%
1.02Ativo Não Circulante127.853.035127.418.9930,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo72.746.89466.322.5739,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado404.337398.3581,5%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento404.337398.3581,5%
1.02.01.03Contas a Receber1.482.9461.478.9940,3%
1.02.01.03.01Clientes1.482.9461.478.9940,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques481.495435.63310,5%
1.02.01.04.01Almoxarifado00—
1.02.01.04.02Estoque de Combustível Nuclear481.495435.63310,5%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos6.931.6265.774.28620,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.934.8202.430.761−20,4%
1.02.01.06.02Imposto de renda e contribuição social4.996.8063.343.52549,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes63.446.49058.235.3028,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo financeiro - Concessão de Serviço Público44.834.87746.149.379−2,8%
1.02.01.09.04Financiamentos e empréstimos7.747.2867.651.3361,3%
1.02.01.09.05Cauções e depósitos vinculados2.829.9122.316.32422,2%
1.02.01.09.06Conta de consumo de combustível521.097727.136−28,3%
1.02.01.09.07Adiantamento para futuro aumento de capital4.0004.0000,0%
1.02.01.09.08Instrumentos financeiros derivativos223.099185.03120,6%
1.02.01.09.09Direito de Ressarcimento901.029500.33380,1%
1.02.01.09.10Indenizações - Lei 12.783/20135.554.4360—
1.02.01.09.11Diversos830.754701.76318,4%
1.02.02Investimentos5.398.2995.510.192−2,0%
1.02.02.01Participações Societárias5.398.2995.510.192−2,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas3.889.1073.817.4841,9%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.509.1921.692.708−10,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado47.407.10253.214.861−10,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação26.332.80535.839.525−26,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento21.074.29717.375.33621,3%
1.02.04Intangível2.300.7402.371.367−3,0%
1.02.04.01Intangíveis2.300.7402.371.367−3,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.940.8891.966.884−1,3%
1.02.04.01.02Outros359.851404.483−11,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Aos Administradores e AcionistasCentrais Elétricas Brasileiras S.A. - EletrobrasExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras (a "Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras e suas controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase - Aplicação do método de equivalência patrimonialConforme descrito na Nota 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Ênfase - Impactos da Lei nº 12.783/2013Em 11 de setembro de 2012, conforme descrito na Nota 2.1, o Governo Federal emitiu a Medida Provisória nº 579, que trata das prorrogações de concessões de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica, e sobre a redução dos encargos setoriais. Tal Medida Provisória foi convertida, em 11 de janeiro de 2013, na Lei nº 12.783/2013 e passou a ser regulamentada pelo Decreto nº 7.891/2013 de 23 de janeiro de 2013. As novas tarifas e o valor da indenização dos ativos vinculados às concessões foram divulgados pela Portaria do Ministério de Minas e Energia nº 579 e a Portaria Interministerial do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Fazenda nº 580, publicadas em edição extraordinária do Diário Oficial da União do dia 1º de novembro de 2012. A Companhia aceitou as condições de renovação antecipada das concessões previstas na Medida Provisória 579 (Lei nº 12.783/13), assinando em 4 de dezembro de 2012 os contratos de prorrogação das concessões afetadas, passando todos os bens vinculados ao respectivo contrato para a União, sob a administração da Companhia.No que se refere às concessionárias que optaram pela prorrogação das concessões de transmissão de energia elétrica, alcançadas pelo § 5º do art. 17 da Lei nº 9.074, de 1995, a Lei nº 12.783/2013 em seu artigo 15, § 2º, autoriza o poder concedente a pagar, na forma de regulamento, o valor relativo aos ativos considerados não depreciados existentes em 31 de maio de 2000, registrados pelas concessionárias e reconhecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. As concessionárias deverão submeter à ANEEL as informações para o cálculo dos ativos não depreciados. O prazo para envio destas informações será disposto pelo poder concedente.Adicionalmente, para os empreendimentos de geração, exceto os respectivos projetos básicos, o Decreto nº 7.850/2012 em seu artigo 2º estipula que, até 31 de dezembro de 2013, devem ser submetidas à ANEEL as informações complementares para o cálculo da parcela dos investimentos vinculados a bens reversíveis, realizados até 31 de dezembro de 2012, ainda não amortizados ou depreciados.Em 31 de dezembro de 2012, os valores dos ativos de transmissão e geração abrangidos nessa situação correspondem a R$ 8.857.107 mil e R$ 1.483.540 mil, respectivamente, e foram determinados pela administração a partir de suas melhores estimativas e interpretação da legislação acima, conforme descrito na Nota 4, podendo sofrer alterações até a homologação final dos mesmos.Os valores dos ativos de geração térmica que apre sentam concessão a vencer entre 2015 e 2017 e que estão abrangidos pela referida legislação correspondem a R$ 1.684.047 mil, em 31 de dezembro de 2012, e foram determinados pela administração a partir de suas melhores estimativas e interpretação da legislação acima, conforme descrito na Nota 4. Para esses ativos não foi divulgado pelo poder concedente o valor de indenização, podendo sofrer alterações até a determinação dos mesmos. Nossa opinião não está ressalvada em função desses assuntos.Ênfase - Continuidade operacional de empresas controladas e coligadas Chamamos a atenção para a Nota 15, que descreve que as empresas controladas do segmento de distribuição têm apurado prejuízos repetitivos em suas operações e apresentaram excesso de passivos sobre ativos circulantes no encerramento do exercício no montante de R$ 2.148.211 mil e passivo a descoberto de R$ 1.501.887 mil. Em 31 de dezembro de 2012, a investida Madeira Energia S.A., na qual a Companhia participa com 39%, apresentava excesso de passivos sobre ativos circulantes no montante de R$ 1.166.329 mil. Conforme descrito na Nota 15, a empresa coligada Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA apresentou excesso de passivos sobre ativos circulantes no montante de R$ 1.686.894 mil em 30 de junho de 2012, últimas informações disponíveis. A CELPA ajuizou pedido de recuperação judicial e em 1º de setembro de 2012 obteve aprovação em assembleia geral de credores. A Companhia provisionou o investimento e avaliou os empréstimos a receber com base no cronograma previsto no plano de recuperação judicial da investida. Conforme também descrito na Nota 15, a empresa coligada Centrais Elétricas Matogressenses S.A. - CEMAT apresentou excesso de passivos sobre os ativos circulantes no montante de R$ 438.922 mil e pertence ao Grupo Econômico Rede Energia, o qual estava com dificuldades de liquidar seus compromissos e de alongar o perfil de seu endividamento, sendo decretada intervenção pelo órgão regulador em 30 de agosto de 2012. A Companhia avaliou os ativos referentes aos empréstimos a receber e investimentos na referida empresa com base nos critérios e premissas descritos nas Notas 9 e 15. A continuidade operacional das empresas controladas de distribuição e da investida Madeira Energia S.A. depende da manutenção do suporte financeiro por parte da Companhia. Já a realização dos ativos de empréstimos a receber da CELPA e CEMAT depende do sucesso do plano de recuperação judicial e do resultado da intervenção, bem como dos novos termos de negociação com os credores. Nossa opinião não está ressalvada em função desses assuntos.Outros assuntosInformação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Reemissão do relatório do auditor Em 27 de março de 2013 emitimos relatório de auditoria sobre as demonstrações financeiras referidas no primeiro parágrafo com ressalva em relação ao saldo de investimentos em determinadas coligadas avaliadas pelo método de equivalência patrimonial, em função de não termos obtido à época evidência de auditoria apropriada e suficiente em relação ao saldo desses investimentos em 31 de dezembro de 2012 e aos prejuízos produzidos nesse exercício, em virtude de não termos tido acesso às informações financeiras e aos auditores independentes das investidas. Posteriormente, tivemos acesso a informações adicionais e complementares, incluindo acesso aos referidos auditores independentes, o que nos possibilitou alterar nossa opinião, apresentada neste relatório.Rio de Janeiro, 12 de abril de 2013PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" DFGuilherme Naves ValleContador CRC 1MG070614/O-5 "S" DF

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, em atendimento à Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, tendo sido tomada a resolução no sentido de sua aprovação, sob o número 212/2013, em reunião do colegiado realizada, em 27 de março de 2013.Brasília, 27 de março de 2013.Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GeraçãoMarcos Aurélio Madureira da Silva - Diretor de DistribuiçãoMiguel Colasuonno - Diretor de Administração

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, em atendimento à Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia - PricewaterhouseCoopers, emitido sobre as Demonstrações Financeiras da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, em reunião realizada em 26 de março de 2013.Brasília, 27 de março de 2013.Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GeraçãoMarcos Aurélio Madureira da Silva - Diretor de DistribuiçãoMiguel Colasuonno - Diretor de Administração

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer das Demonstrações Financeiras31.12.2012O Conselho Fiscal das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás, no âmbito de suas atribuições legais e estatutárias, conheceu o Relatório da Administração e procedeu ao exame das Demonstrações contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, compostas do Balanço Patrimonial, da Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado e das Notas Explicativas às Demonstrações contábeis e seus anexos, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, bem como se inteirou da proposta relativa à destinação do resultado do exercício.Considerando o trabalho de acompanhamento da empresa desenvolvido pelo Conselho Fiscal ao longo do exercício, com base na análise da documentação apresentada, nas informações prestadas pelo Departamento de Contabilidade - DFC e no Parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, que declara que as Demonstrações Contábeis representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras em 31 de dezembro de 2012, o Conselho Fiscal da Eletrobras entende que as referidas Demonstrações Financeiras estão em condições de serem submetidas à deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Empresa, salientando as ressalvas apontadas no Parecer da referida auditoria.É de parecer, ainda, que a proposta da Administração da Eletrobras, relativamente à destinação do resultado do exercício de 2012, está amparada pelas disposições legais e societárias vigentes.Brasília, 27 de março de 2013.DANILO DE JESUS VIEIRA FURTADO - Presidente do Conselho JARBAS RAIMUNDO DE ALDANO MATOS - ConselheiroCHARLES CARVALHO GUEDES - ConselheiroMANUEL JEREMIAS LEITE CALDAS - ConselheiroFERNANDO PESSOA LOPES - Conselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.