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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 23230Versão 1Recebida em 18/05/2018valores em R$ mil

DFP 2018 de RAIZEN ENERGIA S.A.

RAIZEN ENERGIA S.A. · CNPJ 08.070.508/0001-78

RAIZEN ENERGIA S.A.
CNPJ 08.070.508/0001-78
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
RAIZEN ENERGIA S.A.
CNPJ
08.070.508/0001-78
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
18/05/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201831/03/2017Var.
1Ativo Total24.530.29623.780.8003,2%
1.01Ativo Circulante8.217.5198.179.0540,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.321.7773.437.612−3,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber602.365371.93062,0%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques752.562647.04616,3%
1.01.05Ativos Biológicos947.8151.276.321−25,7%
1.01.06Tributos a Recuperar206.889123.37367,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.386.1112.322.7722,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros2.386.1112.322.7722,7%
1.01.08.03.01Caixa restrito91.109234.200−61,1%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros deritvativos243.538422.055−42,3%
1.01.08.03.03Outrs ativos financeiros408.37911.0483.596,4%
1.01.08.03.04Partes relacionadas750.419758.803−1,1%
1.01.08.03.05Imposto sobre a renda e contribuição social a recuperar584.435564.2713,6%
1.01.08.03.06Outros créditos308.231332.395−7,3%
1.02Ativo Não Circulante16.312.77715.601.7464,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.723.1515.087.649−7,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos82.76619.562323,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.019.8043.009.9170,3%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.620.5812.058.170−21,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos a recuperar55.63448.50614,7%
1.02.01.09.04Instrumentos financeiros derivativos242.541160.32551,3%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais349.586275.76626,8%
1.02.01.09.06Outros ativos financeiros502.4331.222.820−58,9%
1.02.01.09.07Imposto sobre a renda e contribuição social a recuperar300.930191.87856,8%
1.02.01.09.08Outros créditos169.457158.8756,7%
1.02.02Investimentos346.461244.42941,7%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado9.432.3248.826.6276,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.810.8411.443.04125,5%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas da Raízen Energia S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Raízen Energia S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Raízen Energia S.A. em 31 de março de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Aquisição das Usinas de açúcar e etanol Santa Cândida e Paraíso ("Grupo Tonon") (Notas explicativas 2.3(p) e 27) - Controladora e ConsolidadoDurante o exercício findo em 31 de março de 2018, a Companhia adquiriu as usinas Santa Cândida e Paraíso - unidades produtoras de açúcar e etanol do Grupo Tonon. A contabilização de tal aquisição exigiu o uso de estimativas e julgamentos pela Companhia com relação a determinação do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos e as divulgações das informações relacionadas a essa transação. Consequentemente, consideramos a mensuração, contabilização e divulgações da referida aquisição como um principal assunto de auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho dos controles internos chave adotados pela Companhia relacionados ao processo de mensuração, reconhecimento e divulgação de transações dessa natureza de acordo com as regras contábeis aplicáveis. Avaliamos também, os contratos que formalizam a combinação de negócios e analisamos a documentação suporte para a consideração transferida. Adicionalmente avaliamos a competência e objetividade dos especialistas externos contratados pela Companhia para a emissão do laudo de avaliação a valor justo utilizado para fins de alocação do preço de aquisição na combinação de negócios. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas adotadas na mensuração do valor justo dos ativos adquiridos, os quais consideram ativos biológicos, ativo imobilizado e aqueles oriundos de arrendamentos mercantis financeiros assumidos, incluindo as respectivas obrigações, comparando-as com informações históricas disponíveis e com dados observáveis de mercado. Avaliamos também, a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nos procedimentos realizados acima resumidos, consideramos que a mensuração e contabilização da aquisição do Grupo Tonon, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018.Mensuração dos ativos biológicos (Notas explicativas 2.3(g) e 7) - Controladora e ConsolidadoA Companhia mensura seus ativos biológicos a valor justo e essa mensuração requer julgamento crítico na determinação de premissas, que incluem, entre outras, preço futuro do açúcar, produtividade do canavial e taxa de desconto. Devido à relevância das estimativas efetuadas para mensurar o valor justo dos ativos biológicos da Companhia e do impacto que eventuais mudanças nas premissas e estimativas usadas na mensuração desse valor teriam nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados ao cálculo do valor justo dos ativos biológicos. Avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos ativos biológicos e comparamos com informações históricas disponíveis e com dados observáveis de mercado. Avaliamos também, as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, especificamente em relação às premissas utilizadas para calcular o valor justo dos ativos biológicos e a análise de sensibilidade. Com base nos procedimentos realizados acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua mensuração, o saldo dos ativos biológicos, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018.Avaliação do valor recuperável de ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negócios (Notas explicativas 2.3(k), 10 e 12) - Controladora e ConsolidadoCombinações de negócios efetuadas pela Companhia resultaram em reconhecimento de ágios por expectativa de rentabilidade futura, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções de fluxos de caixa, incluindo os preços das commodities como o açúcar, taxas de câmbio, de crescimento e de desconto, e pode resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos incluíram a avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises do valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, av aliamos as premissas e a metodologia utilizadas pela Companhia na elaboração das projeções de fluxos de caixa futuros. Avaliamos também, a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício findo em 31 de março de 2018 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados com os saldos contábeis, por unidade geradora de caixa, e avaliamos a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, principalmente as relativas às premissas adotadas no cálculo do valor recuperável das unidades geradoras de caixa. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, para testar a mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa contendo ágios originados nas combinações de negócios, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, o saldo dos ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negócios, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018.Valorização dos instrumentos financeiros derivativos e designação de contabilidade de proteção ("hedge accounting") (Notas explicativas 2.3(c) e 24) - Controladora e ConsolidadoDevido à relevância das operações com instrumentos financeiros derivativos utilizados pela Companhia para proteção de riscos de flutuações de preços das commodities, de moeda e de juros, e considerando a complexidade e os julgamentos envolvidos na mensuração do valor justo dos derivativos bem como na determinação de uma relação de hedge e sua efetividade, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados ao cálculo do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e a documentação preparada para designação do hedge accounting. Avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, a adequação da documentação suporte das relações de hedge bem como a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, utilizando informações de transações recentes de mercado, análise de fluxo de caixa descontado e risco de crédito da Companhia e das contrapartes. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia em relação às premissas utilizadas para calcular o valor justo dos ativos e passivos financeiros derivativos e de determinação do hedge accounting. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o saldo dos instrumentos financeiros derivativos e a designação de contabilidade de proteção de preços das commodities, de moeda e de juros, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos (Notas explicativas 2.3(n) e 15(b)) - Controladora e ConsolidadoO crédito tributário oriundo de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social é registrado na medida em que a Companhia considera provável que irá gerar lucro tributável futuro. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias. O valor dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros, o que pode impactar materialmente as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos incluíram a avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises das projeções de lucros tributáveis futuros disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e a metodologia utilizadas pela Companhia na elaboração das projeções de lucros tributáveis futuros, especialmente as relativas às expectativas de preço das vendas das commodities, custos operacionais e administrativos e a consistência dessas premissas com os planos de negócios aprovados pelo Conselho de Administração. Avaliamos também, a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício findo em 31 de março de 2018 com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, com o auxílio dos nossos especialistas em impostos, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais. Analisamos à data das demonstrações financeiras, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização. Avaliamos ainda se as projeções da Companhia indicavam lucros tributáveis futuros suficientes para permitir a realização dos prejuízos fiscais e base negativa não utilizados e das diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, principalmente as relativas às expectativas de realização dos ativos fiscais diferidos. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, o valor dos ativos fiscais diferidos assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de março de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Rela tório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 18 de maio de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Ulysses M. Duarte MagalhãesContador CRC 1RJ092095/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento às disposições constantes no artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que discutiram, revisaram e concordaram com as informações contidas nas demonstrações financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de março de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento às disposições constantes no artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que discutiram, revisaram e concordaram com a opinião expressa no relatório dos auditores da KPMG Auditores Independentes, emitido em 18 de maio de 2018 relativo às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de março de 2018.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.