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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012181 páginasCódigo CVM 20907Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 08/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP · CNPJ 08.723.106/0001-25

Versões deste exercício: v1 (28/02/2013) · v2 (06/04/2013) · v3 (08/04/2013), esta

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP
CNPJ 08.723.106/0001-25
DFP 2012 (V3)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP
CNPJ
08.723.106/0001-25
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
181
Ano de referência
2012*
Publicado em
08/04/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total1.132.9491.016.10211,5%
1.01Ativo Circulante95.67283.50614,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa40.4686.650508,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos40.4686.650508,5%
1.01.02Aplicações Financeiras2.14722.335−90,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.14722.335−90,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda2.14722.335−90,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber42.85744.980−4,7%
1.01.03.01Clientes32.35331.1503,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.50413.830−24,0%
1.01.03.02.01Depósitos vinculados103411−74,9%
1.01.03.02.02Recebíveis por alienação de investimentos1.7382.114−17,8%
1.01.03.02.03Adiantamentos8.66311.305−23,4%
1.01.04Estoques1.7251.6037,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar7.1695.94520,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar7.1695.94520,6%
1.01.07Despesas Antecipadas2241.993−88,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.0820—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.0820—
1.02Ativo Não Circulante1.037.277932.59611,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo219.320205.2626,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber16.1134.615249,1%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber16.1134.615249,1%
1.02.01.04Estoques157.476158.173−0,4%
1.02.01.04.01Estoque de imóveis a comercializar157.476158.173−0,4%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos14.01112.69010,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos14.01112.69010,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas8901.889−52,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores8901.889−52,9%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes30.83027.89510,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Recebíveis por alienação de investimentos13.50813.529−0,2%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais6.0252.816114,0%
1.02.01.09.05Impostos a recuperar9.36511.545−18,9%
1.02.01.09.06Empréstimo00—
1.02.01.09.07Adiantamento para futuro aumento de capital00—
1.02.01.09.09Outros1.932538.540,0%
1.02.02Investimentos18.9124.320337,8%
1.02.02.01Participações Societárias10.9584.320153,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas10.9584.320153,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.9540—
1.02.03Imobilizado744.558677.8179,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação698.561656.0336,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento45.99721.784111,2%
1.02.04Intangível54.48745.19720,6%
1.02.04.01Intangíveis54.48745.19720,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Vida útil indefinida35.16935.1690,0%
1.02.04.01.03Vida útil definida19.31810.02892,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daBHG S.A. - Brazil Hospitality GroupSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoUma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Em 26 de fevereiro de 2013, emitimos originalmente relatório de auditoria sem modificações sobre as demonstrações financeiras da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Conforme descrito na nota explicativa nº 2.2, essas demonstrações financeiras foram alteradas e estão sendo reapresentadas para refletir correções efetuadas na demonstração dos fluxos de caixa e em algumas notas explicativas. Consequentemente, nossa opinião considera essas alterações e substitui a opinião anteriormente emitida. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto..Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 04 de abril de 2013ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6Mauro MoreiraCRC - 1SP 072.056/O-2 - S - SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 4 de abril de 2013. Diretoria Pieter Jacobus Franciscus van Voorst VaderDiretor Presidente Ricardo LevyDiretor Financeiro e de Relações Com Investidores Reginaldo Luchini OliviDiretor André Luiz Dias LameiroDiretor Flavio Antonio Maia Pinto Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012 São Paulo, 4 de abril de 2013. Diretoria Pieter Jacobus Franciscus van Voorst VaderDiretor Presidente Ricardo LevyDiretor Financeiro e de Relações Com Investidores Reginaldo Luchini OliviDiretor André Luiz Dias LameiroDiretor Flavio Antonio Maia Pinto Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da BHG S.A. - Brazil Hospitality Group ("Companhia") no desempenho de suas funções legais e estatutárias examinou o Relatório da Administração, as contas da Diretoria, as demonstrações financeiras consolidadas auditadas da Companhia e o parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e ainda, a proposta da administração a respeito da destinação do resultado do exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, o orçamento apresentado pela administração para o exercício social de 2013, tendo também analisado o estudo técnico de viabilidade que suporta a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, e pelo presente, em observância ao disposto no artigo 163, incisos II, III e VII da Lei nº 6.404/76, e nos artigos 2º, inciso II e 4º, ambos da Instrução CVM 371/02, opina favoravelmente à aprovação integral dos referidos documentos.São Paulo, 4 de abril de 2013 Mesa: Ricardo Scalzo Presidente Alessandra Lanza GuastellaSecretária Membros do Conselho Fiscal: Sérgio Antonio Cordeiro de Oliveira Ricardo Scalzo Aloísio Kok

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.