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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20044Versão 1Recebida em 27/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de CSU DIGITAL S.A.

CSU DIGITAL S.A. · CNPJ 01.896.779/0001-38

CSU DIGITAL S.A.
CNPJ 01.896.779/0001-38
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CSU DIGITAL S.A.
CNPJ
01.896.779/0001-38
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
27/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total393.438400.562−1,8%
1.01Ativo Circulante113.236134.297−15,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa29.14963.728−54,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber63.63754.28317,2%
1.01.03.01Clientes63.63754.28317,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques1.7811.7641,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar13.4279.09047,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar13.4279.09047,7%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social a compensar10.4096.40562,5%
1.01.06.01.02Demais tributos a compensar3.0182.68512,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.2425.432−3,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros5.2425.432−3,5%
1.02Ativo Não Circulante280.202266.2655,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo17.49520.936−16,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos4.2603.57319,2%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07.02Demais Tributos a Compensar4.2603.57319,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes13.23517.363−23,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais12.63416.452−23,2%
1.02.01.10.04Outros601911−34,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado40.57238.4155,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação40.57238.4155,6%
1.02.03.01.01Imobilizado em Operação16.66011.54444,3%
1.02.03.01.02Imobilizado Arrendado23.91226.871−11,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Andamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível222.135206.9147,4%
1.02.04.01Intangíveis222.135206.9147,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Sistemas Informatizados196.240181.0198,4%
1.02.04.01.03Ágio (sem vida útil definida)25.89525.8950,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e AcionistasCSU CardSystem S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da CSU CardSystem S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CSU CardSystem S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa abordagem de auditoria não sofreu mudanças significativas em relação ao exercício anterior e portanto, os principais assuntos de auditoriatambém não tiverem alterações significativas. Porque é um PAAReconhecimento de receita (Notas 2.25 (a), 3.3 e 21)Parte significativa das receitas da Companhia são decorrentes da prestação de serviços de processamento de cartões de crédito, programas de relacionamento e fidelização, teleatendimento e televendas (contact centers). A receita é reconhecida à medida em que os serviços são prestados, calculada com base nos preços contratuais acordados com os clientes e inclui valores faturados e estimativas de valores a faturar, sendo utilizados diversos sistemas de medição e faturamento que não estão integrados ao sistema contábil da Companhia. Este assunto foi determinado como significativo para a nossa auditoria, pois, além da dependência dos sistemas de faturamento, consideramos que são complexos a captura, o processamento e o registro das transações decorrentes de processos manuais estabelecidos e o julgamento envolvido no processo de mensuração das estimativas de receita a faturar. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria As evidências de auditoria determinadas como suficientes e adequadas foram obtidas por meio de uma combinação de testes de controles e de transações. Assim, nossos procedimentos incluíram, entre outros, a atualização do entendimento sobre os controles internos relevantes relacionados com gerenciamento de mudanças e perfis de acesso dos sistemas de medição e faturamento envolvidos nos processos de reconhecimento de receitas. Com relação aos testes de transação, efetuamos testes documentais para avaliar a completude dos relatórios gerados pelos sistemas de medição e faturamento e conciliação com os registros contábeis. Também, efetuamos testes, com base em amostras, sobre a precisão da geração das faturas, comparando-as com os preços estabelecidos nos contratos e em seguida, comparando-as com os respectivos recebimentos financeiros. Para o processo de mensuração da receita não faturada, comparamos, com base em amostras, as estimativas mensais calculadas e contabilizadas com as faturas emitidas para os clientes nos meses subsequentes, obtendo as explicações para as diferenças relevantes, quando aplicável. Com base nos procedimentos de auditoria, consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para o reconhecimento da receita faturada e a faturar são razoáveis e consistentes com as informações e documentos apresentados. Porque é um PAAAtivo intangível (Notas 2.14 (b), 3.5 e 9)Capitalização de custos relacionado à softwares Licença de uso de software em disputa judicial Os custos de desenvolvimento de programas de computador ("softwares") que são diretamente atribuíveis a um determinado projeto, identificáveis e controlados pela Companhia, são reconhecidos como ativos intangíveis. Esses custos capitalizados incluem a aquisição de licenças de uso, custos com empregados alocados ao desenvolvimento de softwares e outras despesas indiretas aplicáveis. Adicionalmente, a Companhia apresenta, em 31 de dezembro de 2018, custos capitalizados no montante de R$ 11.005 mil, líquido de amortização acumulada, referente ao desenvolvimento e aquisição de licença de uso do software CARD24, para atendimento ao contrato assinado em 2005 com a Caixa Econômica Federal. O contrato está vinculado a um processo judicial contra o referido cliente, cuja utilização futura do software e correspondente realização do investimento efetuado depende da finalização do referido processo. Estes assuntos foram determinados como significativos para a nossa auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos e ao julgamento da administração na definição dos critérios para capitalização e amortização de custos e na avaliação dos benefícios econômicos futuros esperados em relação ao software CARD24. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria As evidências de auditoria determinadas como suficientes e adequadas foram obtidas por meio de testes documentais, com base em amostras, sobre os custos incorridos e capitalizados no ativo intangível. Avaliamos, também, se a natureza desses custos está consistente com a política contábil adotada pela Companhia. Para o período de amortização dos ativos intangíveis, comparamos as taxas de amortização utilizadas pela Companhia com aquelas constantes do laudo de avaliação emitido por especialista externo. Também verificamos a consistência dessas vidas úteis com as apresentadas no exercício anterior. Com relação ao software CARD24, obtivemos com a administração e assessores jurídicos externos, o entendimento sobre o andamento do processo judicial e a avaliação da probabilidade de desfecho, bem como acerca das alternativas de utilização futura do software em questão.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a capitalização e amortização de custos de desenvolvimento de softwares, bem como os julgamentos efetuados pela administração sobre a realização do software CARD24, são razoáveis e consistentes com as informações e documentos obtidos.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaborada sob a responsabi lidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de fevereiro de 2019PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Ricardo Novaes de QueirozContador CRC 1DF012332/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos da Instrução CVM nº 480/09, os diretores da CSU CardSystem S.A. declaram que discutiram, revisaram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes e com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos da Instrução CVM nº 480/09, os diretores da CSU CardSystem S.A. declaram que discutiram, revisaram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes e com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da CSU Cardsystem S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em cumprimento ao que dispõe a Lei nº. 6.404/1976 e posteriores alterações, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, compreendendo o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, do valor adicionado, complementados por notas explicativas, bem como o demonstrativo elaborado pela administração para destinação do resultado, o Plano Anual de Negócios e dos investimentos e orçamento capital e o estudo técnico para manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos em 31 de dezembro de 2018, conforme Instrução CVM nº. 371, de 27 de junho de 2002. Com base nos documentos examinados, nas análises realizadas e nos esclarecimentos prestados pela administração, também durante todo o exercício social, e no relatório, sem ressalvas, desta data, da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral de Acionistas para deliberação. São Paulo, 26 de fevereiro de 2019. Ivam Ricardo Peleias Luiz Alberto de Castro Falleiros Sérgio Tuffy Sayeg

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.