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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025180 páginasCódigo CVM 19879Versão 1Recebida em 20/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 03.378.521/0001-75

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 03.378.521/0001-75
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
03.378.521/0001-75
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
180
Ano de referência
2025*
Publicado em
20/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total25.733.41525.343.6611,5%
1.01Ativo Circulante5.312.6806.934.107−23,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa110.772185.797−40,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.635.8612.903.725−43,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.635.8612.903.725−43,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo1.635.8612.903.725−43,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.684.9311.724.700−2,3%
1.01.03.01Clientes1.684.9311.724.700−2,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques91.74080.15814,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar367.0861.124.571−67,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar367.0861.124.571−67,4%
1.01.06.01.01Tributos e contribuições367.0861.124.571−67,4%
1.01.07Despesas Antecipadas20.74525.887−19,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.401.545889.26957,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.401.545889.26957,6%
1.01.08.03.01Ativos financeiros do setor00—
1.01.08.03.02Serviços prestados a receber27.15918.96143,2%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos swap2.7480—
1.01.08.03.04Outros créditos707.079564.99825,1%
1.01.08.03.05Saldos remanescentes de instrumentos financeiros derivativos swaps00—
1.01.08.03.06Valor justo na compra e venda de energia664.559305.310117,7%
1.02Ativo Não Circulante20.420.73518.409.55410,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo17.121.97114.664.59716,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber1.057.615994.2486,4%
1.02.01.04.01Clientes1.057.615994.2486,4%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos247.230555.014−55,5%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos247.230555.014−55,5%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes15.817.12613.115.33520,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Ativos financeiros do setor00—
1.02.01.10.04Ativo financeiro da concessão10.922.0849.724.17612,3%
1.02.01.10.05Depósitos vinculados a litígios389.331378.6782,8%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos swap19.66720.933−6,0%
1.02.01.10.07Tributos e contribuições2.896.3501.924.43750,5%
1.02.01.10.08Ativo contratual762.953518.68447,1%
1.02.01.10.09Outros créditos37.49433.69611,3%
1.02.01.10.10Ativo de direito de uso335.948247.05136,0%
1.02.01.10.11Valor justo na compra e venda de energia324.455267.68021,2%
1.02.01.10.12Ativos e passivos setoriais128.8440—
1.02.02Investimentos203.438228.575−11,0%
1.02.02.01Participações Societárias203.438228.575−11,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos203.438228.575−11,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.122.9002.038.5144,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.520.5211.588.622−4,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento602.379449.89233,9%
1.02.04Intangível972.4261.477.868−34,2%
1.02.04.01Intangíveis972.4261.477.868−34,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão425.119997.668−57,4%
1.02.04.01.02Outros547.307480.20014,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daLight S.A. - Em Recuperação JudicialRio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Light S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Light S.A. - Em Recuperação Judicial em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfasesRecuperação judicialChamamos a atenção para a nota explicativa nº 1.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve o fato de que a Light S.A. - Em Recuperação Judicial está em processo de recuperação judicial, com extensão da proteção às suas controladas Light Serviços de Eletricidade S.A. e Light Energia S.A. As principais ações previstas no Plano de Recuperação Judicial ("PRJ") foram concluídas e implementadas, incluindo a reestruturação substancial das dívidas e a formalização dos valores mobiliários incluídos no PRJ, havendo ainda ações adicionais a serem executadas no âmbito do PRJ, conforme descrito na nota explicativa mencionada. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Prorrogação da concessão de distribuiçãoChamamos a atenção para a nota explicativa nº 1.2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve que a concessão do serviço público de distribuição de energia elétrica detida pela controlada Light Serviços de Eletricidade S.A. ("Light SESA") para a exploração da atividade de distribuição expira em 4 de junho de 2026. A controlada Light SESA requereu, em 2 de junho de 2023, e ratificou o interesse em 27 de março de 2025, a prorrogação da outorga da concessão do serviço público de distribuição de energia elétrica, pelo período de 30 anos, junto ao Ministério das Minas e Energia (Poder Concedente) e à Agência Nacional de Energia Elétrica ("ANEEL"). A ANEEL recomendou, em 4 de novembro de 2025, a prorrogação da concessão de distribuição por mais 30 anos e encaminhou o processo para o Ministério de Minas e Energia (Poder Concedente). Até o presente momento, o pedido de prorrogação está sob análise, cabendo ao Ministério das Minas e Energia (Poder Concedente) a decisão final sobre a aprovação. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétricaPor que é um PAA Conforme mencionado nas notas explicativas nº 3.20.1 e nº 29 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a receita da Companhia é oriunda principalmente do fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica, reconhecida quando o controle de cada obrigação de desempenho é transferido para o cliente e pode ser mensurada de forma confiável, o que geralmente ocorre no ato da entrega da energia e/ou quando o serviço é prestado. As receitas de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica são mensuradas de acordo com o calendário de leitura estabelecido, considerando a quantidade de energia utilizada pelo cliente e as tarifas vigentes. O processo ainda inclui a mensuração da receita não faturada ao consumidor, relacionada ao fornecimento de energia elétrica e ao uso da rede elétrica, calculada em base estimada entre a data da leitura e a data do balanço patrimonial, utilizando determinadas premissas definidas pela Companhia.Esse assunto foi considerado como um principal assunto de auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos e aos julgamentos necessários para o reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica, incluindo a mensuração da receita não faturada, bem como o uso intensivo de sistemas automatizados para processar e registrar essas receitas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria sobre o reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica incluíram, entre outros: (a) entendimento sobre o fluxo de reconhecimento de receita considerando a natureza das receitas da Companhia (b) entendimento e avaliação do desenho, da implementação e da efetividade operacional dos controles internos relevantes relacionados ao reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica (c) envolvimento de nossos especialistas em tecnologia da informação para avaliação dos sistemas e do ambiente informatizado utilizados para o reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica (d) procedimentos analíticos que compreenderam o desenvolvimento de uma expectativa independente, com base nas tarifas vigentes e quantidade de energia elétrica faturada sobre a ocorrência, integridade e exatidão das receitas de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica reconhecidas pela Companhia, analisando as flutuações que não estejam alinhadas com as nossas expectativas independentes (e) teste de determinadas transações de receita, em base amostral, comparando os valores reconhecidos com os documentos-suporte sobre a ocorrência, integridade e exatidão das receitas reconhecidas pela Companhia, bem como se elas foram contabilizadas no período de competência correto (f) entendimento do método utilizado pela Companhia para mensurar a receita não faturada de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica e desenvolvimento de uma expectativa independente, analisando as flutuações que não estejam alinhadas com as nossas expectativas independentes e (g) avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras à luz do pronunciamento técnico CPC 47/IFRS 15 - Receita de Contrato com Cliente.Com base nos procedimentos de auditoria anteriormente descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que o reconhecimento da receita de fornecimento de energia elétrica e uso da rede elétrica e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reconhecimento de receita na venda de energia elétrica Por que é um PAA Conforme descrito nas notas explicativas nº 3.20 e nº 29 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a receita da Companhia deriva, principalmente do suprimento de energia elétrica. A contabilização da receita envolve processos efetuados pela Companhia que suportam o seu reconhecimento e que devem endereçar, entre outros, os seguintes riscos: (a) que a receita seja contabilizada após o atendimento dos critérios mínimos necessários para o seu reconhecimento no curso normal dos negócios da Companhia e (b) que os valores da receita sejam apurados de acordo com os termos e as condições estabelecidos em contrato. A receita na venda de energia elétrica foi considerada como um principal assunto de auditoria devido aos assuntos anteriormente mencionados e à relevância dos valores envolvidos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento sobre o fluxo de reconhecimento de receita considerando a natureza das receitas da Companhia, aspectos contratuais, entre outros (b) entendimento e avaliação do desenho, da implementação e da efetividade operacional dos controles internos relevantes relacionados ao reconhecimento de receita na venda de energia (c) recálculo utilizando informações contratuais do volume de energia entregue e do preço definido em contrato, analisando as flutuações que não estejam alinhadas com as nossas expectativas e (d) avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras à luz do pronunciamento técnico CPC 47/IFRS 15 - Receita de Contrato com Cliente.Com base nos procedimentos de auditoria anteriormente descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que o reconhecimento de receita na venda de energia, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Por que é um PAA Conforme mencionado nas notas explicativas nº 3.9, nº 3.10, nº 3.11, nº 13, nº 14 e nº 16 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, os investimentos na infraestrutura da concessão de distribuição de energia elétrica da Companhia são registrados como ativo de contrato durante a fase de construção, seguindo o pronunciamento técnico CPC 47/IFRS 15 - Receita de Contrato com Cliente, e que, quando da entrada em operação, os valores são bifurcados, conforme interpretação técnica ICPC 01 (R1)/IFRIC 12 - Contratos de Concessão, entre ativo financeiro, relativo à parcela da infraestrutura que não será amortizada até o fim da concessão e para a qual há um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente, e ativo intangível, correspondente à parcela da infraestrutura que será recuperada por meio da tarifa definida pelo poder concedente durante a vigência do contrato de concessão.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEsse assunto foi considerado como um principal assunto de auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos, da complexidade dos conceitos envolvidos na aplicação dessas normas, do julgamento inerente ao processo de mensuração e à relevância desses valores, os quais fazem parte do critério utilizado pelo poder concedente para a determinação das tarifas de energia elétrica.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento sobre o fluxo de reconhecimento dos investimentos na infraestrutura da concessão de distribuição de energia elétrica da Companhia (b) avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes relacionados à mensuração e ao registro dos ativos de infraestrutura da distribuição (c) exame, em base amostral, dos documentos-suporte das adições ocorridas no exercício (d) desenvolvimento de expectativa independente utilizando índices obtidos de forma independente para a mensuração do valor justo do ativo financeiro da concessão, analisando as flutuações que não estejam alinhadas com as nossas expectativas independentes (e) desenvolvimento de expectativa independente sobre o saldo de amortização dos ativos intangíveis da concessão considerando as taxas de amortização aplicáveis, analisando as flutuações que não estejam alinhadas com as nossas expectativas independentes (f) exame da bifurcação do ativo contratual entre intangível e ativo financeiro da concessão (g) teste de realização dos ativos de infraestrutura considerando a Base de Remuneração Regulatória ("BRR"), homologada pela ANEEL no processo de Revisão Tarifária Periódica, em 14 de março de 2022, com informações sobre os ativos de infraestrutura na data-base 30 de setembro de 2021 e movimentações até a data do balanço patrimonial e (h) avaliação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras à luz dos pronunciamentos técnicos CPC 47/IFRS 15 - Receita de Contrato com Cliente e CPC 01 (R1)/IAS 36 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, bem como conforme a interpretação técnica ICPC 01 (R1)/IFRIC 12 - Contratos de Concessão.Com base nos procedimentos de auditoria anteriormente descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que o julgamento inerente ao processo de mensuração e os saldos relacionados à infraestrutura de distribuição de energia elétrica, bem como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na norma brasileira NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e a dequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para as eliminar ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 20 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Marcelo SalvadorAuditores Independentes Ltda. ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" RJ CRC nº MG 089422/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Rio de Janeiro, 20 de março de 2026DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESOs Diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e concordam com todas as informações contidas nas demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, bem como tomaram ciência da conclusão dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes.___________________________________________Alexandre Nogueira Ferreira Diretor Presidente ___________________________________________Alexandre Nogueira Ferreira Diretor de Relações com Investidores (Interino)___________________________________________Renata Yamada Bürkle Diretora ___________________________________________Carlos Vinicius de Sa Roriz Diretor __________________________________________Rodrigo Ribeiro Pereira Brandão Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Rio de Janeiro, 20 de março de 2026DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESOs Diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e concordam com todas as informações contidas nas demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, bem como tomaram ciência da conclusão dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes.___________________________________________Alexandre Nogueira Ferreira Diretor Presidente ___________________________________________Alexandre Nogueira Ferreira Diretor de Relações com Investidores (Interino)___________________________________________Renata Yamada Bürkle Diretora ___________________________________________Carlos Vinicius de Sa Roriz Diretor __________________________________________Rodrigo Ribeiro Pereira Brandão Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE O RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DA LIGHT S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025O Conselho Fiscal da Light S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia"), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras, todos os documentos relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, da Companhia e o Consolidado de suas subsidiárias.No âmbito da destinação do resultado do exercício, foi analisada a proposta de distribuição de lucros nos seguintes termos: (a)Proposta que o lucro líquido apurado no exercício no montante de R$213.095.534,17 (duzentos e treze milhões, noventa e cinco mil, quinhentos e trinta e quatro reais e dezessete centavos) seja totalmente absorvido pelo saldo de prejuízos acumulados.Considerando o parecer dos Auditores Independentes ("Deloitte"), o Conselho Fiscal opina que o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras e a proposta de destinação do resultado do exercício, encontram-se em condições de serem submetidos à deliberação da Assembleia Geral Ordinária.Além disso, o Conselho Fiscal analisou a proposta da administração relativa à alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia, com o objetivo de aumentar o limite do capital autorizado, em linha com Plano de Recuperação Judicial da Companhia.Em razão da alteração, a redação do caput do art. 5º passará a ser a seguinte: "Artigo 5º O capital da Companhia, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 5.473.247.477,89 (cinco bilhões, quatrocentos e setenta e três milhões, duzentos e quarenta e sete mil quatrocentos e setenta e sete reais e oitenta e nove centavos), representado por 372.555.324 (trezentos e setenta e dois milhões e quinhentos e cinquenta e cinco mil e trezentos e vinte e quatro) ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal, ficando a Companhia autorizada a aumentar o seu capital mediante deliberação do Conselho de Administração e independentemente de reforma estatutária até o limite de 1.748.997.653 (um bilhão, setecentos e quarenta e oito milhões, novecentas e noventa e sete mil e seiscentas e cinquenta e três) ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal."Após exame da matéria, o Conselho Fiscal entendeu que a proposta se encontra devidamente fundamentada e em conformidade com a legislação societária aplicável e com as práticas de governança corporativa, razão pela qual opina favoravelmente à referida alteração estatutária, recomendando sua submissão à apreciação da Assembleia Geral..Rio de Janeiro, 20 de março de 2026.Gilberto BragaSérgio Xavier FortesNatalia Carneiro Figueiredo

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Parecer do Comitê de Auditoria Estatutário da Light S.A. ("Companhia" ou "Light")Ao longo do exercício de 2025, o Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia ("CAUDIT" ou "Comitê"), realizou reuniões ordinárias, conforme previstas no calendário anual de reuniões e extraordinárias para análise dos assuntos de sua competência, em conformidade com o previsto no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno do CAUDIT.As reuniões contaram com a participação dos representantes dos auditores independentes (Deloitte), dos profissionais da Light responsáveis pelas áreas de auditoria interna, riscos e compliance, do Data Protection Officer (DPO), tecnologia da informação, operações da distribuição, financeira, contabilidade, jurídico, bem como de membros da Diretoria, sem prejuízo da presença de outros profissionais da Companhia, quando necessário, para a análise de temas específicos.No exercício de suas atribuições, destacam-se as seguintes atividades desempenhadas:1.Análise e monitoramento da qualidade e integridade das Informações Trimestrais de Resultados ("ITR") e das Demonstrações Financeiras Padronizadas ("DFP"), previamente à sua publicação2.Avaliação da qualidade e integridade dos relatórios de controles internos fornecidos pela Companhia e pelos Auditores Independentes3.Acompanhamento e monitoramento da efetividade/ qualidade dos trabalhos da Auditoria Independente realizados pela Deloitte Touche Tohmatsu Brasil e recomendações por ela emitidas 4.Supervisão das atividades da Auditoria Interna da Companhia e de suas Controladas, incluindo o monitoramento da efetividade e da qualidade da metodologia e seus processos, além de avaliar a suficiência de recursos, apresentando propostas ao Conselho de Administração e à Diretoria de ações necessárias para aperfeiçoá-las5.Recomendação de aprovação para o conselho do plano anual de auditoria interna, controles internos, riscos e compliance6.Acompanhamento da execução do Plano Anual de Auditoria Externa e Auditoria Interna7.Monitoramento dos planos de ação em aberto com criticidade muito alta e alta identificados pela auditoria interna e controles internos, além todos reportados na carta de controles da auditoria independente realizando as recomendações necessárias8.Monitoramento de todos os pilares do programa de Ética e Compliance os e sua adequação à complexidade e aos riscos envolvidos nas atividades da Companhia9.Supervisão das atividades da área de Compliance, incluindo a efetividade do monitoramento e integridade dos mecanismos de atuação preventiva e corretiva realizados pela área, no que se refere ao estabelecimento e divulgação das práticas de conformidade. 10.Acompanhamento da apuração de denúncias recebidas pela Companhia e de suas controladas, apresentando recomendações de aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos, quando consideradas necessárias11.Supervisão das atividades da área de Riscos e Controles Internos, incluindo o monitoramento da qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos da Companhia e de suas controladas, apresentando recomendações de aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos, quando considerados necessários12.Acompanhamento das transações com partes relacionadas comunicadas pela Diretoria e divulgadas nas Demonstrações Financeiras, inclusive a revisão periódica da política de Partes Relacionadas para aprovação do Conselho de Administração 13.Acompanhamento dos impactos da reforma tributária e a adequação da empresa para a nova lei14.Acompanhamento da implantação do IFRS S1, S2 e 1815.Monitoramento dos trabalhos do Data Protection Officer e dos procedimentos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) 16.Assessoramento ao Conselho de Administração na definição dos padrões de qualidade das Demonstrações Financeiras e dos controles internos e17.A análise prévia dos assuntos submetidos para deliberação do Conselho de Administração pertinentes ao Comitê, emitindo recomendações para auxílio aos conselheiros na tomada de decisão.Os membros do Comitê de Auditoria são Ronaldo Matos Valiño, Luiz Paulo de Amorim e Hélio Paulo Ferraz.O Regimento Interno do Comitê foi aprovado pelo Conselho de Administração em 28.07.2021 e sua última atualização ocorreu em 09.11.2023. As funções do Comitê são desempenhadas com base nas informações recebidas da Diretoria, dos Auditores Independentes, das áreas de Auditoria Interna, Compliance, Controles Internos e Gestão de Riscos e dos responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras.O Comitê reuniu-se em 16 (dezesseis) ocasiões no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2025, quando foram avaliados e analisados temas de sua competência.a)Auditoria IndependenteO Comitê mantém com os auditores independentes um canal de interlocução periódica para ampla discussão dos resultados de seus trabalhos e de aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. Em 2025, o Comitê reuniu-se com os auditores independentes da Companhia em 6 ocasiões. O Comitê avalia como satisfatório o volume e a qualidade das informações fornecidas pelo auditor independente em 2025.Os principais assuntos discutidos nas reuniões de Informações Trimestrais (ITR) de 2025, foram: a) continuidade operacional e efeitos da reestruturação financeira no âmbito do Plano de Recuperação Judicial b) reconhecimento da receita de fornecimento de energia e uso da rede elétrica c) reconhecimento da receita na venda de energia elétrica d) infraestrutura de energia elétrica e) provisões e contingências f) taxa de desconto adotada e g) carta de controles e status da implantação dos planos de açãoO Comitê acompanhou as atividades de auditoria independente a fim de avaliar a sua independência, a qualidade e a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia. Os resultados desses trabalhos, apresentados em reuniões do Comitê em 2025, não trouxeram ao conhecimento do Comitê a existência de riscos que possam afetar de forma relevante as Demonstrações Financeiras Anuais.Com base nos exames e nas informações fornecidas pela Deloitte, o Comitê avaliou que houve objetividade e independência nos trabalhos dos Auditores Independentes, e não identificou situações que pudessem afetá-las. b)Auditoria InternaO Comitê acompanhou a execução do plano de auditoria de 2025, bem como os relatórios apresentados, através de reuniões periódicas. Além disso, avaliou e recomendou a aprovação do plano de seus trabalhos relativos ao exercício de 2026 para o Conselho de Administração, sendo aprovado em dezembro de 2025.Adicionalmente, avaliamos como satisfatória a estrutura da Auditoria Interna da Companhia e os resultados dos seus trabalhos.Os resultados dos trabalhos, apresentados em 12 reuniões do Comitê em 2025, não trouxeram ao conhecimento do Comitê a existência de riscos que possam afetar de forma relevante a sustentabilidade da Companhia ou suas demonstrações financeiras.c)Controles Internos e RiscosNo entendimento do Comitê, a forma e as ações adotadas pela Companhia para monitorar os sistemas de controles internos e de riscos, em seus aspectos relevantes, estão em processo de evolução satisfatória.d)Compliance O comitê acompanhou o Programa de Ética & Compliance da Light e as principais iniciativas para prevenção, detecção e correção de desvios de conduta na companhia, através de seus sete pilares: (1) Governança, (2) Diretrizes, (3) Comunicação e Treinamentos, (4) Análise de Riscos (5) Monitoramento e Controle, (6) Canal de Denúncias e (7) Gestão de Consequências.Conforme informado pelo gestor da área responsável pela Auditoria Interna, Riscos e Compliance, as denúncias de descumprimento de normas têm o adequado tratamento de controle, avaliação e correção, não existindo tema material apurado ou em andamento que po ssa afetar as Demonstrações Financeiras da Companhia. Este Comitê declara não ter ciência de qualquer denúncia de descumprimento de normas, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Diretoria da Companhia que representem a existência ou evidência de fraudes, falhas ou erros que, pela sua materialidade, coloquem em risco a continuidade da Companhia ou a credibilidade e confiabilidade de suas demonstrações financeiras. e)Parecer do ComitêConsiderando os sistemas de controles internos existentes, a abrangência e a eficácia dos trabalhos realizados pelos Auditores Independentes, assim como seu respectivo parecer, este Comitê de Auditoria, por unanimidade, sendo registrada a abstenção do Coordenador do Comitê, Sr. Ronaldo Matos Valiño, entende que as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 da Light S.A. ("Demonstrações Financeiras de 2025) apresentam adequadamente a posição financeira e patrimonial da Light em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil, às normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), à legislação societária brasileira e às normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, razão pela qual recomenda o encaminhamento das Demonstrações Financeiras de 2025 para a análise do Conselho de Administração e consequente submissão à deliberação da Assembleia Geral Ordinária.Rio de Janeiro, 19 de março de 2026.Ronaldo Matos ValiñoLuiz Paulo de AmorimHelio Paulo Ferraz

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias372.555.3240
Preferenciais00
Total372.555.3240

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.