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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 24430Versão 1Recebida em 02/05/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA

COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA · CNPJ 28.942.127/0001-49

COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA
CNPJ 28.942.127/0001-49
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA
CNPJ
28.942.127/0001-49
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
02/05/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/2017Var.
1Ativo Total1.380.307
1.01Ativo Circulante117.657
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa888
1.01.02Aplicações Financeiras0
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0
1.01.02.01.01Títulos para Negociação0
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0
1.01.03Contas a Receber2.144
1.01.03.01Clientes2.144
1.01.03.02Outras Contas a Receber0
1.01.04Estoques0
1.01.05Ativos Biológicos0
1.01.06Tributos a Recuperar0
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar0
1.01.07Despesas Antecipadas0
1.01.08Outros Ativos Circulantes114.625
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.01.08.03Outros114.625
1.01.08.03.01Ativo financeiro de concessão114.625
1.02Ativo Não Circulante1.262.650
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo853.754
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0
1.02.01.01.01Títulos para Negociação0
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0
1.02.01.03Contas a Receber0
1.02.01.03.01Clientes0
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber0
1.02.01.04Estoques0
1.02.01.05Ativos Biológicos0
1.02.01.06Tributos Diferidos0
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0
1.02.01.07Despesas Antecipadas0
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0
1.02.01.08.02Créditos com Controladas0
1.02.01.08.03Créditos com Controladores0
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes853.754
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.02.01.09.03Ativo financeiro de concessão853.754
1.02.02Investimentos0
1.02.02.01Participações Societárias0
1.02.02.01.01Participações em Coligadas0
1.02.02.01.02Participações em Controladas0
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto0
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias0
1.02.02.02Propriedades para Investimento0
1.02.03Imobilizado0
1.02.03.01Imobilizado em Operação0
1.02.03.02Imobilizado Arrendado0
1.02.03.03Imobilizado em Andamento0
1.02.04Intangível408.896
1.02.04.01Intangíveis408.896
1.02.04.01.01Contrato de Concessão0
1.02.05Diferido0

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCompanhia Energética MirandaFlorianópolis - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Companhia Energética Miranda ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de 20 de outubro a 31 de dezembro de 2017, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética Miranda em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o período de 20 de outubro a 31 de dezembro de 2017, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoria"Principais assuntos de auditoria" são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Ativo financeiro de concessãoConforme descrito nas notas explicativas nº 3 e nº 5 às demonstrações contábeis, o ativo financeiro de concessão é mensurado no início da concessão pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros decorrentes das parcelas a serem liquidadas, e posteriormente mantido ao custo amortizado com base na taxa de juros utilizada para o cálculo do valor presente. O contrato de concessão estabelece uma divisão para a destinação de utilização da capacidade instalada da usina de Miranda de 70% ao Ambiente de Contratação Regulada ("ACR") e 30% ao Ambiente de Contratação Livre ("ACL"). A parcela destinada ao ACR é garantida pelo Poder Concedente e não possui risco de demanda. Esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria, tendo em vista o alto grau de julgamento e complexidade na determinação dos fatores e das premissas por parte da Administração, atreladas ao processo de mensuração do ativo financeiro de concessão, assim como a relevância dos valores envolvidos.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade das atividades de controles internos da Companhia relacionados aos cálculos do ativo financeiro de concessão (ii) discussão das premissas, incluindo a taxa de desconto utilizadas no cálculo do ativo financeiro de concessão com a Administração da Companhia (iii) obtenção das planilhas de cálculo preparadas pela Companhia para confronto com os registros efetuados no sistema contábil, com a adequada classificação do ativo financeiro de concessão (contas a receber) e ativo intangível (iv) recálculo do ativo financeiro de concessão, com o envolvimento dos nossos especialistas em valorização e (v) avaliação se as divulgações efetuadas pela Administração estão apropriadas.Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos, consideramos que a mensuração do ativo financeiro de concessão e a consequente segregação entre ativo financeiro de concessão e ativo intangível, realizados pela Companhia, assim como as respectivas divulgações, estão adequadas no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Reconhecimento de receitaConforme descrito nas notas explicativas nº 1 e nº 11 às demonstrações contábeis, a receita da Companhia decorre substancialmente da remuneração e variação monetária do ativo financeiro de concessão e do fornecimento e suprimento de energia elétrica. Esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria, em função da complexidade no processamento e registro das transações e no reconhecimento da receita no período adequado.Nossos procedimentos de auditoria sobre o reconhecimento de receita incluíram, dentre outros: (i) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade das atividades de controles internos da Companhia relacionados aos cálculos utilizados para mensurar a receita (ii) examinamos as planilhas de controle da receita (iii) recalculamos a receita considerando o contrato de concessão, atentando se os valores foram calculados corretamente e reconhecidos na competência adequada (iv) confronto das informações com os extratos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE e (v) avaliação se as divulgações efetuadas pela Administração estão apropriadas.Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos, consideramos que o processamento, o registro e o reconhecimento da receita realizado pela Companhia, assim como as respectivas divulgações, estão adequados, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.ÊnfaseChamamos a atenção para a Nota Explicativa 1 às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia foi constituída em 09 de outubro de 2017 e, portanto, não há informações comparativas. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao período de 20 de outubro a 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreende o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis, não abrange o relatório da administração e, portanto, não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está , de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há uma distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Joinville, 02 de fevereiro de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC 2SP 011.609/O-8 "F" SCFernando de Souza LeiteContadorCRC 1PR 050.422/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. José Luiz Jansson LaydnerDiretor-PresidenteMarcelo Cardoso MaltaDiretor Administrativo, Financeiro e de Relações com InvestidoresArtur Roberto Frota EllwangerDiretor Técnico-OperacionalFlorianópolis, 02 de fevereiro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. José Luiz Jansson LaydnerDiretor-PresidenteMarcelo Cardoso MaltaDiretor Administrativo, Financeiro e de Relações com InvestidoresArtur Roberto Frota EllwangerDiretor Técnico-OperacionalFlorianópolis, 02 de fevereiro de 2018.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.