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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201164 páginasCódigo CVM 9040Versão 1Recebida em 30/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de NADIR FIGUEIREDO S.A.

NADIR FIGUEIREDO S.A. · CNPJ 61.067.161/0001-97

NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ 61.067.161/0001-97
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ
61.067.161/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
64
Ano de referência
2011*
Publicado em
30/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total666.508489.37236,2%
1.01Ativo Circulante303.213218.77938,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa39.79636.7088,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber125.80096.77130,0%
1.01.03.01Clientes125.80096.77130,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques114.97862.96582,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar9.4499.1862,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar9.4499.1862,9%
1.01.07Despesas Antecipadas9.3214.399111,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.8698.750−55,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros3.8698.750−55,8%
1.02Ativo Não Circulante363.295270.59334,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo16.00715.4403,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber9.7508.80710,7%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber9.7508.80710,7%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos5.0974.62710,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos5.0974.62710,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas7141.636−56,4%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas7141.636−56,4%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes44637020,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas44637020,5%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado346.638254.96336,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível650190242,1%
1.02.04.01Intangíveis650190242,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e aos Acionistas daNadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalvas.Base para opinião com ressalvas sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Companhia disponibiliza aos seus funcionários e dependentes um plano privado de assistência à saúde, na qual a forma de contratação do referido plano junto à seguradora, prevê a co-participação dos colaboradores mensalmente, independente, da utilização ou não dos serviços médicos. Segundo a Lei Nº 9.656/98, artigo 30, §1º em decorrência de vínculo empregatício, no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa, é assegurado ao funcionário o direito de manter sua condição de beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral, limitado a 24 meses. Já o artigo 31, da referida Leassegura ao funcionário aposentado que contribuir com os planos de assistência médica da entidade, em decorrência do vínculo empregatício, pelo prazo mínimo de dez anos, o direito de manutenção como beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral. Conforme a referida Lei, a Companhia tem uma obrigação de benefício definido pós-emprego, no entanto, a Companhia não efetuou a referida mensuração e reconhecimento de tal obrigação em suas demonstrações financeiras conforme é requerido pelo Pronunciamento CPC nº 33. Conseqüentemente, não foi possível satisfazermo-nos quanto aos possíveis ajustes, se houver, na apresentação das demonstrações financeiras, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, relacionado a esse assunto.A Companhia adquiriu em 1º de novembro de 2011 da Saint-Gobain Vidros S.A. estoques os quais foram inventariados naquela data pela Companhia e como não acompanhamos a contagem física, não nos foi possível satisfazer quanto a totalidade desse ativo. Em 31 de dezembro de 2011 esses estoques montam R$ 50.429 mil.Opinião com ressalvas sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos, se houverem, dos assuntos descritos no parágrafo Base para opinião com ressalvas as demonstrações financeiras individuais, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalvas sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos, se houverem, dos assuntos descritos no parágrafo Base para opinião com ressalvas as demonstrações financeiras consolidadas, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accountig Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfases Investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonialConforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE")Conforme mencionado na nota explicativa 1, em 1º de novembro de 2011, a Companhia adquiriu da Saint-Gobain Vidros S.A. determinados ativos imobilizados, estoques e marcas. Essa operação se encontra em análise perante o Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE"). Nossa conclusão não contém ressalva relacionada a este assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabld de da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos no parágrafo Base para opinião com ressalvas as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes dos exercícios anterioresEm 4 de abril de 2011, a BDO Auditores Independentes, entidade legal estabelecida no Brasil e que detinha por contrato o uso da marca internacional BDO, passou a integrar a rede KPMG de sociedades profissionais de prestação de serviços com a nova denominação social de KPMG Auditores Associados (incorporada em 2 de dezembro pela KPMG Auditores Independentes). A BDO Auditores Independentes auditou as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, enquanto ainda detinha o direito de uso da marca BDO, tendo emitido relatório datado em 17 de março de 2011, que conteve opinião com ressalva pela falta do registro contábil dos reflexos tributários sobre o custo atribuído ao ativo imobilizado. Conforme a Nota Explicativa n° 5, durante o exercício de 2011 a Companhia realizou o registro contábil retrospectivo dos referidos efeitos tributários e está reapresentando as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2011, examinamos também os ajustes descritos na Nota Explicativa n° 5 que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2010. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. referentes ao exercício de 2010 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2010 tomadas em conjunto.São Paulo, 27 de março de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 Eduardo Augusto Rocha PocettiHenrique Herbel de Melo CamposContador CRC 1SP105866/O-5Contador CRC 1SP181015/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade como inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara querevisou,discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2011, autorizando suaconclusão nesta data.São Paulo, 27 de Março de 2012.Diretoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade como inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou e discutiu o conteúdo e opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis da Companhia do exercício de 2011, emitido em 27.03.2012.A diretoria declara que concorda com o conteúdo e opinião expressa no referido parecer, exceto em relação à base para opinião com ressalva colocada a respeito do tratamento contábil adotado pela Controladora na questão de:1) Plano Privado de Assistência a Saúde - a Companhia concede este beneficio a todos os funcionários, não concordamos com esta ressalva pois em nossa análise preliminar não evidenciamos a materialidade.Inobstante estamos providenciando junto a Perito Técnico Independente o cálculo atuarial acerca deste tema.2) Estoques - a Companhia realizou em 19 de outubro de 2011, véspera de celebração do contrato de compra do aludido estoque, Due Diligence, por empresa especializada para garantir a fidelidade da quantidade e qualidade dos itens adquiridos.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.