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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 13986Versão 1Recebida em 21/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de SUZANO S.A.

SUZANO S.A. · CNPJ 16.404.287/0001-55

SUZANO S.A.
CNPJ 16.404.287/0001-55
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SUZANO S.A.
CNPJ
16.404.287/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
21/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total53.932.64428.522.98289,1%
1.01Ativo Circulante30.798.8926.796.875353,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.387.4531.076.833307,4%
1.01.02Aplicações Financeiras21.098.5651.631.5051.193,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber2.537.0582.303.81010,1%
1.01.03.01Clientes2.537.0582.303.81010,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques1.853.1041.183.56756,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar296.832306.426−3,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar296.832306.426−3,1%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social e recuperar103.93958.53777,6%
1.01.06.01.02Demais impostos a recuperar192.893247.603−22,1%
1.01.06.01.03Tributos diferidos0286−100,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes625.880294.734112,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros625.880294.734112,4%
1.01.08.03.01Ganhos em operações com derivativos352.45477.090357,2%
1.01.08.03.02Outros créditos169.175119.61041,4%
1.01.08.03.05Adiantamento a fornecedores98.53386.49913,9%
1.01.08.03.08Ativos mantidos para venda5.71811.535−50,4%
1.02Ativo Não Circulante23.133.75221.726.1076,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.759.3145.319.6898,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos4.935.9054.548.8978,5%
1.02.01.07Tributos Diferidos8.9982.606245,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos8.9982.606245,3%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09.06Outras Contas a Receber00
1.02.01.09.07Créditos a receber de Precatórios00
1.02.01.09.08Depósitos Judiciais00
1.02.01.09.09Demais impostos a recuperar00
1.02.01.09.10Ganhos em operações com derivativos00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes814.411768.1866,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Ganhos em Operações com Derivativos141.48056.820149,0%
1.02.01.10.04Demais impostos a recuperar231.498283.757−18,4%
1.02.01.10.05Adiantamento a fornecedores218.493221.555−1,4%
1.02.01.10.06Outras Contas a receber30.28331.466−3,8%
1.02.01.10.07Creditos a receber de precatórios63.65260.9754,4%
1.02.01.10.08Depósitos judiciais129.005113.61313,5%
1.02.02Investimentos14.3386.764112,0%
1.02.02.01Participações Societárias14.3386.764112,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto14.3386.764112,0%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado17.020.25916.211.2285,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação16.542.38115.718.7855,2%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento6.8428.708−21,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento471.036483.735−2,6%
1.02.04Intangível339.841188.42680,4%
1.02.04.01Intangíveis339.841188.42680,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Ágio158.33445.445248,4%
1.02.04.01.03Demais ativos intangíveis181.507142.98126,9%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasSuzano Papel e Celulose S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Suzano Papel e Celulose S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Suzano Papel e Celulose S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Suzano Papel e Celulose S.A. e da Suzano Papel e Celulose S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria em 2018 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do ano anterior, exceto pela (i) inclusão do PAA relacionado à aquisição da Fibria Celulose S.A. ("Fibria"), concluída em janeiro de 2019, por conta das divulgações requeridas, bem como (ii) exclusão do PAA relacionado com tributos diferidos, em grande parte por conta daquele ano ter sido nosso primeiro ano de auditoria da Companhia, o que exigiu, naquela ocasião, um trabalho maior em relação aos dados históricos relacionados aos saldos de abertura.Porque é um PAA Valor justo dos ativos biológicos (Nota Explicativa 13) Os ativos biológicos da Companhia são mensurados ao valor justo, aplicando-se a metodologia de fluxo de caixa descontado. Esse método faz uso de premissas significativas que envolvem julgamento por parte da administração, incluindo taxa de crescimento médio das florestas, taxas de desconto, custos silviculturais e principalmente o preço de madeira em diferentes regiões, incluindo naquelas onde não há mercado suficientemente ativo ou fonte de preços verificáveis.Esse é um assunto de atenção de nossa auditoria, considerando o risco associado às circunstâncias descritas no parágrafo anterior, especialmente em uma abordagem substantiva, que afetam o risco inerente na mensuração e reconhecimento desses ativos, cujos julgamentos e estimativas da administração podem ter impacto relevante na determinação do valor justo e, por consequência, no resultado do exercício da Companhia.Adicionalmente, consistente com a indústria, esse cálculo envolve informações com grande nível de detalhes, uma vez que existem várias áreas de plantio, em diferentes etapas de crescimento, acumuladas nos sistemas de gestão e controle de florestas que, depois de coletadas, são consolidadas em planilhas eletrônicas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a atualização do nosso entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração para mensurar esses ativos, bem como o método de avaliação ao valor justo e premissas utilizadas no correspondente cálculo.Envolvemos nossos especialistas na valorização de ativos biológicos, que nos apoiaram na análise do modelo, dos cálculos e das premissas utilizadas. Testamos substantivamente as entradas de dados. Também avaliamos a consistência desses cálculos e premissas com o exercício anterior.Especialmente no que se refere aos preços de madeira em regiões onde não há mercado ativo, avaliamos a razoabilidade das estimativas e critérios adotados pela administração, comparando-os com os custos de formação da própria Companhia.Avaliamos se as informações divulgadas nas notas explicativas estavam consistentes com os requisitos da norma contábil e com as premissas utilizadas nos cálculos.Da aplicação dos procedimentos acima, observamos a necessidade de um refinamento nos cálculos de custo de arrendamento, providenciado pela Companhia e, a exemplo de anos anteriores, foram utilizados preços brutos de madeira, suportada em avaliação da administração. O modelo de avaliação está razoavelmente consistente com as práticas de mercado e as premissas utilizadas devidamente suportadas. Evento subsequente - Aquisição da Fibria (Nota explicativa 32) As práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) determinam que combinações de negócios ocorridas após a data do balanço, mas antes da emissão das demonstrações financeiras, embora não originem ajustes, devem ser divulgadas.Em 3 de janeiro de 2019, a Companhia adquiriu o controle da Fibria pelo valor de R$ 37.236 milhões, tendo apurado, preliminarmente, ágio no valor de R$ 8.113 milhões. Embora essa combinação de negócios não tenha sido incorporada no balanço da Companhia em 31 de dezembro de 2018, ela terá impacto relevante nas demonstrações financeiras para os próximos exercícios.A determinação da data de aquisição do controle e, especialmente, a alocação do preço de compra aos ativos e passivos identificados e a apuração do ágio, envolvem o uso de especialistas e julgamentos e estimativas relevantes, tais como valor de mercado de terras, relacionamento com clientes, taxas de crescimento e desconto, valor justo de contingências, dentre outras. A determinação da alocação do preço de compra foi feita de forma preliminar e, dessa forma, está sujeita a ajustes, até que a avaliação fina l seja concluída.A divulgação das informações relacionadas com a referida combinação de negócios, considerando sua complexidade e relevância, bem como seu impacto sobre as demonstrações financeiras futuras, nos levaram a considerar essa como uma área de foco em nossa auditoria. Efetuamos, entre outros procedimentos, a leitura dos principais documentos relacionados com a aquisição da Fibria, análise dos atos societários relevantes e os principais eventos que levaram a administração a concluir sobre a data efetiva de aquisição. Efetuamos também, o entendimento dos processos estabelecidos pela administração, incluindo a totalidade e integridade da base de dados e os modelos de cálculo para determinação da alocação do preço de compra.Obtivemos informações a partir dos auditores responsáveis pela auditoria das demonstrações financeiras da Fibria, sobre os valores contábeis considerados na alocação do preço de compra, incluindo o registro dos efeitos das novas normas contábeis aplicáveis a partir de 1 de janeiro de 2019 no balanço de aquisição. Efetuamos também, revisão da avaliação da administração das possíveis diferenças de práticas contábeis entre a Companhia e a Fibria.Com o apoio de nossos especialistas, avaliamos a razoabilidade da metodologia e discutimos as principais premissas adotadas na identificação e mensuração do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos na aquisição, comparando-as com informações históricas disponíveis ou com dados observáveis de mercado e/ou do segmento de atuação. Avaliamos a competência e a objetividade dos especialistas externos contratados pela administração para a emissão do laudo de alocação do preço de compra na combinação de negócios.Checamos, ainda, os principais impactos contábeis e fiscais da mensuração a valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos na combinação de negócios, bem como efetuamos a leitura das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações financeiras.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que a conclusão da administração sobre a data efetiva da aquisição está adequada. Também demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizados, no processo de identificação e mensuração do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos na aquisição, são razoáveis e as divulgações são consistentes com os dados e informações obtidos, ainda que de forma preliminar.Provisão para contingências (Nota explicativa 21) A Companhia é parte passiva em processos judiciais e administrativos, de natureza tributária, previdenciária, trabalhista e cível, decorrentes do curso normal de suas operações. Especialmente no caso daqueles de natureza tributária, eles são relativos a divergências na interpretação das normas tributárias, autos de infração, entre outros. A administração, com o apoio de seus consultores tributários internos e externos, estima os possíveis desfechos para esses diversos assuntos, provisiona aqueles considerados de perda provável e divulga aqueles considerados como de perda possível.A determinação das chances de perda, assim como dos valores objeto da disputa, envolvem julgamento da administração, considerando aspectos subjetivos e evoluções jurisprudenciais, que podem mudar ao longo do processo. Não está sob o controle da administração quando haverá uma decisão final, bem como o desfecho das ações. Com isso, o desfecho, quando ocorrer, e os valores envolvidos definitivos, podem ser diferentes daqueles considerados para provisão ou divulgação e, por essa razão, definimos esse tema como uma área de foco. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a atualização de nosso entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração para identificar e avaliar essas contingências.Em conjunto com os nossos especialistas da área tributária, entendemos o objeto das principais contingências e processos em andamento, obtivemos a documentação suporte da avaliação da administração, incluindo a determinação de valores e opinião de especialistas externos contratados pela Companhia e avaliamos e discutimos a razoabilidade das conclusões da administração. Solicitamos e obtivemos confirmação direta dos consultores jurídicos responsáveis pelos processos nas esferas administrativa e judicial.Testamos, por amostragem, os cálculos dos valores utilizados para o provisionamento e ou divulgação e avaliamos se as divulgações realizadas estão alinhadas com as normas contábeis relevantes e documentação suporte.Observamos que as conclusões da administração e a documentação suporte, incluindo as posições dos consultores internos e externos, estão consistentes entre si e com o nosso entendimento sobre os objetos das disputas, e com as divulgações incluídas nas demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de fevereiro de 2019PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Tadeu Cendón Ferreira Contador CRC 1SP188352/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 10º andar, salas 1010 e 1011, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 21 de fevereiro de 2019.Walter Schalka Diretor Presidente Marcelo Feriozzi BacciDiretor Executivo de Finanças e Relações com InvestidoresAlexandre Chueri NetoDiretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalCarlos Aníbal Fernandes de Almeida JúniorDiretor Executivo da Unidade de Negócio de Celulose comercial e LogísticaAires GalhardoDiretor Executivo da Unidade de Negócio de Celulose Industrial, Engenharia e EnergiaLeonardo Barreto de Araujo GrimaldiDiretor Executivo da Unidade de Negócio de PapelChristian OrglmeisterDiretor Executivo de Recursos Humanos, Comunicação, Estratégia e Tecnologia da InformaçãoFernando BertolucciDiretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 10º andar, salas 1010 e 1011, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com a conclusão expressa no relatório dos auditores independentes sobre a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 21 de fevereiro de 2019.Walter Schalka Diretor Presidente Marcelo Feriozzi BacciDiretor Executivo de Finanças e Relações com InvestidoresAlexandre Chueri NetoDiretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalCarlos Aníbal Fernandes de Almeida JúniorDiretor Executivo da Unidade de Negócio de Celulose comercial e LogísticaAires GalhardoDiretor Executivo da Unidade de Negócio de Celulose Industrial, Engenharia e EnergiaLeonardo Barreto de Araujo GrimaldiDiretor Executivo da Unidade de Negócio de PapelChristian OrglmeisterDiretor Executivo de Recursos Humanos, Comunicação, Estratégia e Tecnologia da InformaçãoFernando BertolucciDiretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Senhores Acionistas, os membros do Conselho Fiscal da Suzano Papel e Celulose S.A. ("Companhia"), em reunião realizada em 21 de fevereiro de 2019, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras individuais e Consolidadas da Companhia e suas respectivas Notas Explicativas, todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, acompanhadas do relatório da PwC Auditores Independentes, sem ressalvas, tendo encontrado tais documentos em conformidade com as prescrições legais aplicáveis, opinam favoravelmente à sua aprovação pelos acionistas reunidos em Assembleia Geral. São Paulo, 21 de fevereiro de 2019. Rubens Barletta Luiz Augusto Marques Paes Eraldo Soares Peçanha

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.