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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017102 páginasCódigo CVM 11592Versão 1Recebida em 14/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de UNIPAR CARBOCLORO S.A.

UNIPAR CARBOCLORO S.A. · CNPJ 33.958.695/0001-78

UNIPAR CARBOCLORO S.A.
CNPJ 33.958.695/0001-78
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
UNIPAR CARBOCLORO S.A.
CNPJ
33.958.695/0001-78
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
102
Ano de referência
2017*
Publicado em
14/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total3.466.3773.494.699−0,8%
1.01Ativo Circulante1.109.8671.108.0290,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa78.559383.346−79,5%
1.01.02Aplicações Financeiras323.24396.612234,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo311.23089.261248,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação311.23089.261248,7%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado12.0137.35163,4%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento12.0137.35163,4%
1.01.03Contas a Receber459.758353.20730,2%
1.01.03.01Clientes459.758353.20730,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Partes relacionadas00—
1.01.04Estoques180.668204.060−11,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar48.70148.4830,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar48.70148.4830,4%
1.01.07Despesas Antecipadas1.6635.170−67,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.27517.1510,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.27517.1510,7%
1.02Ativo Não Circulante2.356.5102.386.670−1,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo157.426151.6023,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber022.611−100,0%
1.02.01.03.01Clientes022.611−100,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques40.81239.7402,7%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos19.77311.58670,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos19.77311.58670,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes96.84177.66524,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos judiciais43.16448.481−11,0%
1.02.01.09.04Tributos a recuperar21.67517.19326,1%
1.02.01.09.05Outros32.00211.991166,9%
1.02.02Investimentos21.81725.354−14,0%
1.02.02.01Participações Societárias21.81725.354−14,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias21.81725.354−14,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Outros investimentos00—
1.02.03Imobilizado1.890.6821.918.649−1,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.890.6821.918.649−1,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível286.585291.065−1,5%
1.02.04.01Intangíveis286.585291.065−1,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESSOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daUnipar Carbocloro S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Unipar Carbocloro S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Unipar Carbocloro S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1. Alocação do preço de compra ("PPA") - Solvay Indupa S.A.I.C.Por que é um PAAConforme divulgado nas notas explicativas no4 e no12, em 27 de dezembro de 2016 a Companhia concluiu a aquisição do controle da Solvay Indupa S.A.I.C. ("Indupa"), bem como em 24 de fevereiro de 2017, por meio de OPA, adquiriu participação de minoritários, que lhe conferiu a participação total de 87,76% no capital social da Indupa. O pronunciamento contábil CPC 15 - Combinação de Negócios requer a mensuração a valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos para a determinação do ágio ou, nesse caso, do resultado da compra vantajosa. O saldo dos ativos líquidos registrados no balanço patrimonial e o resultado da compra vantajosa registrado na demonstração de resultado do exercício findo naquela data foi de R$516.010 mil (R$340.566 mil, líquido dos efeitos tributários).Esse tema foi considerado um principal assunto de auditoria devido a (i) relevância do resultado decorrente da compra vantajosa na referida operação (ii) das premissas utilizadas para determinação dos valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos na data da aquisição e (iii) em decorrência de eventuais ajustes de revisão da mensuração no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 devido ao prazo de um ano do PPA considerado em 2016.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram entre outros: (a) o envolvimento de nossos especialistas em avaliação para nos auxiliar na análise da revisão dos cálculos pertinentes para determinação dos valores justos e demais cotações de ativos e (b) avaliação da adequação das divulgações realizadas com relação as notas explicativas n°4 e n°12.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos os critérios utilizados pela Administração da Companhia para a conclusão do "PPA", bem como as respectivas divulgações em notas explicativas, como aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.2. Apuração do imposto de renda e contribuição social correntePor que é um PAAConforme divulgado nas notas explicativas no1, n°19 e n°27, em 2017 a Companhia efetuou o desinvestimento mantido em coligada, gerando impactos contábeis significativos, os quais foram incluídos na apuração do imposto de renda e da contribuição social conforme legislação fiscal vigente. Esse tema foi considerado um principal assunto de auditoria devido: (i) aos fatores quantitativos e qualitativos dos efeitos decorrentes do desinvestimento para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social e (ii) e da complexidade em relação a legislação fiscal aplicável ao tema.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram entre outros: (i) a avaliação do desenho e a implementação dos controles relevantes determinados pela Administração com relação à apuração, revisão e registro do imposto de renda e da contribuição social (ii) revisão da apuração do imposto de renda e contribuição social preparada pela Administração e (iii) a utilização de especialistas em tributos na avaliação da aderência à legislação fiscal e revisão de opiniões legais obtidas pela Companhia sobre referidos temas.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos os critérios fiscais utilizados pela Administração da Companhia para a apuração do imposto de renda e da contribuição social corrente, bem como as respectivas divulgações em notas explicativas, como aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016Os valores correspondentes as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado 3 de maio de 2017, o qual não contêm ressalva.Outras informaçõe s que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 14 de março de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Gilberto GrandolphoContadorCRC nº 1 SP 139572/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com estas Demonstrações Financeiras. São Paulo, 14 de março de 2018Aníbal do ValeDiretor Presidente e Diretor Vice-Presidente de OperaçõesGustavo Lopes TheodozioDiretor Financeiro e Relações com InvestidoresJoão Feliciano Lopes RafulDiretor de Recursos Humanos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.São Paulo, 14 de março de 2018Aníbal do ValeDiretor Presidente e Diretor Vice-Presidente de OperaçõesGustavo Lopes TheodozioDiretor Financeiro e Relações com InvestidoresJoão Feliciano Lopes RafulDiretor de Recursos Humanos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da Unipar Carbocloro S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise (i) do Relatório de Administração e das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, acompanhados do parecer da empresa de auditoria externa Deloitte Touche Tohmatsu, considerando as informações prestadas pela Diretoria da Companhia, e (ii) da Proposta de Destinação dos Resultados do Exercício Social encerrado em 31 dezembro de 2017 elaborada pela Diretoria. O Conselho Fiscal concluiu que tais documentos e propostas foram regularmente elaboradas e, portanto, recomendam a submissão de tais documentos à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia, nos termos da Lei das Sociedades por Ações."João Claudio ZolaPresidente do Conselho FiscalGustavo Chiarinelli BarreiraConselheiroAdrian Lima da HoraConselheiroMarcio Luciano ManciniConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Os membros do Comitê de Auditoria analisaram as Demonstrações Financeiras da Unipar Carbocloro S.A., relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, com as correspondentes Notas Explicativas, o Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, ambos emitidos em 14 de março de 2018, e o Parecer do Conselho Fiscal, emitido em 13 de março de 2018.A Diretoria da Companhia informou, ainda, não haver sido requeridos pela Auditoria Independente ajustes nas Demonstrações Financeiras que, nos termos de seu regimento, devessem ser comunicadas ao Comitê de Auditoria, bem como a inexistência de divergência entre os Auditores Independentes e a Administração que demandasse a atuação deste Comitê. Em razão do acima exposto, os membros do Comitê opinam, por unanimidade, que os documentos acima elencados refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e recomendam a aprovação destes documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 14 de março de 2018. Bruno Soares UchinoCoordenadorHumberto Rapussi

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.