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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201160 páginasCódigo CVM 21334Versão 1Recebida em 29/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A

NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A · CNPJ 51.128.999/0001-90

NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A
CNPJ 51.128.999/0001-90
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S/A
CNPJ
51.128.999/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
60
Ano de referência
2011*
Publicado em
29/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total46.10849.417−6,7%
1.01Ativo Circulante13.15013.654−3,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa11339189,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber8.4187.7598,5%
1.01.03.01Clientes8.4187.7598,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques4.2434.861−12,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar112−91,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar112−91,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes375983−61,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros375983−61,9%
1.02Ativo Não Circulante32.95835.763−7,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo21.53023.725−9,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado512.614−98,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento512.614−98,0%
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos21.34720.7033,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Tributos Correntes a Recuperar21.34720.7033,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas132217−39,2%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes0191−100,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas0191−100,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado11.41012.010−5,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação10.93011.556−5,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento4804545,7%
1.02.04Intangível1828−35,7%
1.02.04.01Intangíveis1828−35,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1828−35,7%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESAos administradores e acionistasNutriplant Indústria e Comércio S.A.Paulínia - SPExaminamos as demonstrações contábeis da Nutriplant Indústria e Comércio S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis individuais livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis individuais. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis individuais tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nutriplant Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosExaminamos, também, a Demonstração individual do Valor Adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações cotábeis tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Em 04 de abril de 2011 a Trevisan Auditores Independentes (CNPJ 52.803.244/0001-06), entidade legal estabelecida no Brasil e que detinha por contrato o uso da marca internacional BDO, passou a integrar a rede KPMG de sociedades profissionais de prestação de serviços com a nova denominação social de KPMG Auditores Associados. Esses auditores foram responsáveis pela auditoria das demonstrações contábeis da Nutriplant Indústria e Comércio S.A. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, respectivamente, enquanto ainda detinham, por contrato, o direito de uso da marca BDO, tendo emitido relatório datado de 31 de março de 2011 sem modificações.São Paulo, 19 de Março de 2012.BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2SP 013846/O-1Mauro de Almeida Ambrósio - SócioEsmir de Oliveira - SócioContador CRC 1SP 199692/O-5Contador CRC 1SP 154954/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao art.25, parágrafo 1º, inciso VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2011 e 2010.Composição da Diretoria:Ricardo Lessa Pansa - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresSimone Rudek Fonseca - Diretora de Controladoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao art.25, parágrafo 1º, inciso V, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2011 e 2010.Composição da Diretoria:Ricardo Lessa Pansa - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresSimone Rudek Fonseca - Diretora de Controladoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.