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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 16292Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 28/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BRF S.A.

BRF S.A. · CNPJ 01.838.723/0001-27

Versões deste exercício: v1 (28/02/2019) · v2 (28/02/2019), esta

BRF S.A.
CNPJ 01.838.723/0001-27
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BRF S.A.
CNPJ
01.838.723/0001-27
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
28/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total42.382.37745.228.481−6,3%
1.01Ativo Circulante19.030.90019.185.523−0,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.869.5626.010.829−19,0%
1.01.02Aplicações Financeiras507.035228.430122,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado295.699195.99450,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação295.699195.99450,9%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes24.31215.44757,4%
1.01.02.02.02Títulos - valor justo por meio de outros resultados abrangentes ("VJORA")24.31215.44757,4%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado187.02416.9891.000,9%
1.01.02.03.01Títulos Avaliados ao Custo Amortizado187.02416.9891.000,9%
1.01.03Contas a Receber2.720.0414.032.149−32,5%
1.01.03.01Clientes2.604.9283.919.022−33,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber115.113113.1271,8%
1.01.04Estoques3.877.2944.948.168−21,6%
1.01.05Ativos Biológicos1.513.1331.510.4800,2%
1.01.06Tributos a Recuperar1.066.8721.228.259−13,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.066.8721.228.259−13,1%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar506.483499.3411,4%
1.01.06.01.02Provisão para Realização Imposto de Renda e Contribuição Social00
1.01.06.01.03Tributos Correntes a Recuperar583.551752.021−22,4%
1.01.06.01.04Provisão para Realização Tributos Correntes a Recuperar−23.162−23.103−0,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.476.9631.227.208264,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.01.01Bens destinados a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas3.326.30541.5717.901,5%
1.01.08.02.01Ativos Mantidos para a Venda3.326.30541.5717.901,5%
1.01.08.03Outros1.150.6581.185.637−3,0%
1.01.08.03.01Juros de Capital Próprio a Receber7.3046.18718,1%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos182.33990.536101,4%
1.01.08.03.04Contas a Receber de Alienação de Participação Societária028.897−100,0%
1.01.08.03.05Depósitos Judiciais00
1.01.08.03.06Caixa Restrito277.321127.821117,0%
1.01.08.03.10Outros683.694932.196−26,7%
1.02Ativo Não Circulante23.351.47726.042.958−10,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo7.549.0766.586.54414,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes146.254328.816−55,5%
1.02.01.02.01Títulos Disponíveis para Venda131.555328.816−60,0%
1.02.01.02.02Títulos para Negociação14.6990
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado144.371239.989−39,8%
1.02.01.03.01Títulos Avaliados ao Custo Amortizado144.371239.989−39,8%
1.02.01.04Contas a Receber96.922122.654−21,0%
1.02.01.04.01Clientes7.9636.26027,2%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber88.959116.394−23,6%
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos1.061.314903.65417,4%
1.02.01.07Tributos Diferidos1.519.6521.369.36611,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.519.6521.369.36611,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes4.580.5633.622.06526,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais669.098688.940−2,9%
1.02.01.10.05Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar16.27529.039−44,0%
1.02.01.10.06Provisão para Realização Imposto de Renda e Contribuição Social−9.029−9.0290,0%
1.02.01.10.07Tributos Correntes a Recuperar3.295.3102.555.55528,9%
1.02.01.10.08Provisão para Realização Tributos Correntes a Recuperar−152.763−137.400−11,2%
1.02.01.10.09Contas a Receber de Alienação de Participação Societária00
1.02.01.10.10Caixa Restrito584.300407.80343,3%
1.02.01.10.11Outros177.37287.157103,5%
1.02.02Investimentos86.00568.19526,1%
1.02.02.01Participações Societárias78.71961.34328,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas77.60560.22728,9%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos1.1141.116−0,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.2866.8526,3%
1.02.02.02.01Propriedades para Investimento7.2866.8526,3%
1.02.02.02.02000
1.02.03Imobilizado10.696.99812.190.583−12,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação10.080.72411.512.419−12,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento206.578224.218−7,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento409.696453.946−9,7%
1.02.04Intangível5.019.3987.197.636−30,3%
1.02.04.01Intangíveis5.019.3987.197.636−30,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Software205.148210.228−2,4%
1.02.04.01.03Marcas1.336.1621.649.910−19,0%
1.02.04.01.04Ágio2.694.9654.192.228−35,7%
1.02.04.01.05Software Arrendado10.93812.505−12,5%
1.02.04.01.07Intangível em Andamento00
1.02.04.01.08Outros772.1851.132.765−31,8%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas da BRF S.A.Itajaí - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da BRF S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da BRF S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseChamamos a atenção para as notas 1.2 e 1.3 às demonstrações financeiras, que descrevem as investigações envolvendo a Companhia no âmbito das operações da Polícia Federal Brasileira denominadas "Carne Fraca" e "Trapaça", bem como seus atuais e potenciais desdobramentos, tais como o Processo Administrativo de Responsabilização instaurado pela Controladoria Geral da União sob a égide da Lei 12.846/2013 ("Lei Anti-corrupção") e a ação coletiva nos Estados Unidos da América. No estágio atual das investigações e dessas ações, não é possível determinar os potenciais impactos financeiros e não-financeiros para a Companhia em decorrência das mesmas e dos seus potenciais desdobramentos e, consequentemente, registrar potenciais perdas adicionais as quais poderão ter um efeito material adverso na posição financeira da Companhia, nos seus resultados e nos seus fluxos de caixa no futuro. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Teste do valor recuperável de ágios originados em combinações de negócios e de outros ativos não financeiros - Notas 3.12, 3.14, 12 e 18 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Companhia possui ágio por expectativa de rentabilidade futura que está alocado às unidades geradoras de caixa e que deve ser testado anualmente para verificar a necessidade de redução ao valor recuperável. A determinação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa das operações continuadas da Companhia envolve julgamentos significativos na definição das premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento e de desconto, que podem resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Adicionalmente, a Companhia está em processo de alienação das operações na Argentina, Europa e Tailândia, e com descontinuidade dessas operações, a mensuração do valor recuperável foi realizada pelo valor justo menos despesas de vendas, o que resultou em uma perda relevante registrada no exercício. Por essas razões, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados à preparação e revisão das análises do valor recuperável das unidades geradoras de caixa para as operações continuadas e do valor justo menos despesas de vendas para as operações descontinuadas. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a metodologia e as premissas utilizadas na preparação das projeções de fluxos de caixa, incluindo taxas de crescimento e de desconto. Comparamos as projeções com o Plano Estratégico de cinco anos da Companhia aprovado pelo Conselho de Administração, e avaliamos a sensibilidade de resultados considerando possíveis alterações nas premissas chave. Comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados com os saldos contábeis, por unidade geradora de caixa, e avaliamos as divulgações da Companhia, principalmente aquelas relativas às premissas adotadas no cálculo do valor recuperável dos ágios. Efetuamos ainda a leitura dos contratos firmados de venda dos ativos na Argentina, Europa e Tailândia e recalculamos o valor da perda por redução ao valor recuperável desses ativos com base nesses documentos e comparamos com a posição calculada pela Companhia. Avaliamos também as divulgações relacionadas ao valor recuperável de ágios originados em combinações de negócios e de outros ativos não financeiros efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Ajustes que afetariam a mensuração e a divulgação do valor recuperável dos ativos relacionados às operações descontinuadas foram identificados, os quais não foram registrados pela Administração por terem sido considerados imateriais. Com base no resultado dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável a conclusão da Companhia de que não há perda por valor recuperável a ser registrada nas operações continuadas e que também é aceitável o valor registrado de perda por valor recuperável de outros ativos referentes às operações descontinuadas, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos - Nota 3.15 e 13 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasO imposto de renda diferido ativo oriundo de prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social é registrado na medida em que a Companhia considera que será provável a geração de lucro tributável futuro contra o qual esses créditos serão realizados. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento quanto às premissas utilizadas e interpretação de leis tributárias. O valor dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros, o que pode impactar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises das projeções de lucros tributáveis futuros disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas e a metodologia utilizadas na elaboração das projeções de lucros tributáveis futuros, especialmente as relativas às expectativas de preço das vendas dos produtos, custos das commodities, despesas operacionais e administrativas e a consistência dessas premissas com o plano estratégico de cinco anos aprovado pelo Conselho de Administração. Avaliamos também, a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave. Adicionalmente, com o auxílio dos nossos especialistas em impostos, consideramos a aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais. Analisamos à data das demonstrações financeiras, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização. Avaliamos se as projeções da Companhia indicavam lucros tributáveis futuros suficientes para permitir a realização dos prejuízos fiscais e base negativa reconhecidos como ativos fiscais diferidos. Avaliamos também as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, principalmente as relativas às expectativas de realização dos ativos fiscais diferidos. Com base nas evidências por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que são aceitáveis os ativos fiscais diferidos e as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Mensuração de contingências tributárias - Notas 3.17 e 26 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.A mensuração e a divulgação de contingências requer que a Companhia exerça julgamentos significativos na determinação da probabilidade de perda dos processos administrativos e judiciais oriundos de contingências tributárias e do montante envolvido. Eventuais alterações nas premissas da probabilidade de perda desses processos poderiam ter efeito relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Devido a estes aspectos e a relevância dos valores envolvidos, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados a determinação da probabilidade de perda das contingências tributárias. Avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas jurídicos e tributários, a análise feita pela Companhia da probabilidade de perda dos principais processos tributários. Obtivemos a confirmação dos processos tributários aos consultores jurídicos externos da Companhia. Avaliamos também as divulgações da Companhia em relação à natureza e valores envolvidos das contingências tributárias. Com base no resultado dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que as provisões registradas bem como as divulgações dos passivos contingentes são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reconhecimento de receita e descontos comerciais - Nota 3.28 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasA receita com vendas de produtos é reconhecida no momento em que a Companhia e suas controladas satisfazem a obrigação de performance ao transferir os produtos ao cliente. A determinação do valor da receita reconhecida envolve análise criteriosa dos descontos comerciais concedidos aos clientes, os quais podem ter uma variedade de condições contratuais entre os tipos de descontos, incentivos e bonificações tanto no mercado interno como no mercado externo. Devido ao alto volume de transações, a relevância dos valores envolvidos e ao grau de julgamento que pode impactar o momento e o valor reconhecido como redutor da receita de vendas de produtos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoConsideramos a política de reconhecimento de receita de vendas da Companhia e suas controladas, bem como da apuração dos descontos comerciais. Avaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados ao reconhecimento de receita. Avaliamos, para uma amostra, se a receita e os descontos comerciais foram reconhecidos com base em documentação suporte, no valor e dentro dos respectivos períodos de competência. Para uma amostra de descontos comerciais, inspecionamos os contratos firmados com clientes da Companhia, recalculamos o valor de desconto apurado e comparamos com o saldo calculado e registrado pela Companhia. Obtivemos informações externas de clientes da Companhia sobre o valor de descontos, incentivos e bonificações em aberto na data-base e comparamos com as posições de descontos, incentivos e bonificações registrados pela Companhia no final do exercício. Avaliamos também as divulgações da Companhia e suas controladas, especificamente em relação às políticas contábeis adotadas para reconhecimento de receita.Nossos testes revelaram deficiências no desenho e efetividade dos controles internos relacionados ao reconhecimento de determinados descontos comerciais pontuais. Em função disso, expandimos a extensão de nossos procedimentos substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto ao registro dessas transações. Ajustes que afetariam a mensuração e a divulgação dos valores de receita de vendas foram identificados, os quais não foram registrados pela Administração por terem sido considerados imateriais. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitáveis a receita de vendas e os descontos comerciais registrados pela Companhia e as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico, e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre a s demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 25 de fevereiro de 2019 KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 Guilherme NunesContador CRC 1SP195631/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da BRF S.A., declara que:revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.18 erevisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.18. São Paulo, 25 de fevereiro de 2019. Pedro Pullen ParenteDiretor Presidente Global Lorival Nogueira Luz Júnior Diretor Vice-Presidente Executivo Global Elcio Ito (1)Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores Vinícius BarbosaDiretor Vice-Presidente de Operações e Suprimentos (1) Em 31.01.19, foi aprovada a indicação de Ivan de Souza Monteiro para a Vice-Presidência de Finanças e de Relações com Investidores em substituição ao Elcio Ito. Sua posse está programada para ocorrer no dia 11.03.19.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da BRF S.A., declara que:revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.18 erevisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.18. São Paulo, 25 de fevereiro de 2019. Pedro Pullen ParenteDiretor Presidente Global Lorival Nogueira Luz Júnior Diretor Vice-Presidente Executivo Global Elcio Ito (1)Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores Vinícius BarbosaDiretor Vice-Presidente de Operações e Suprimentos (1) Em 31.01.19, foi aprovada a indicação de Ivan de Souza Monteiro para a Vice-Presidência de Finanças e de Relações com Investidores em substituição ao Elcio Ito. Sua posse está programada para ocorrer no dia 11.03.19.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da BRF S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou:(i)as demonstrações financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social findo em 31.12.18 (ii)o Relatório da Administração e(iii)o relatório sem ressalvas emitido pela KPMG Auditores Independentes em 25 de fevereiro de 2018.Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do Conselho Fiscal, abaixo assinados, opinam que as demonstrações financeiras e o relatório da administração encontram-se adequadamente apresentados e em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. São Paulo, 25 de fevereiro de 2019. Attilio Guaspari Presidente Marcus Vinicius SeveriniMembro Efetivo André Vicentini Membro Efetivo

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA E INTEGRIDADEO Comitê de Auditoria da BRF S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou as demonstrações financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social findo em 31.12.18, o Relatório da Administração, e o relatório emitido sem ressalvas pela KPMG Auditores Independentes. Não houve situações de divergências significativas entre a Administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê de Auditoria em relação às Demonstrações Financeiras da Companhia.Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do Comitê de Auditoria, abaixo assinados, opinam que as demonstrações financeiras encontram-se em condições de serem aprovadas. São Paulo, 25 de fevereiro de 2019. Francisco Petros O. L. PapathanasiadisCoordenador (Independente) Roberto Antonio MendesMembro (Independente) Walter Malieni JúniorMembro (Não Independente) Fernando Maida Dall`Acqua Membro Externo e Especialista Financeiro Sérgio Ricardo Silva Rosa (1)Membro Externo (1) Em 31.01.19 Sérgio Ricardo Silva Rosa foi substituído por Thomás Tosta de Sá.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA E INTEGRIDADEResumo das Atividades do Comitê de Auditoria e Integridade em 2018A atual composição do Comitê de Auditoria e Integridade ("CAI") foi eleita em 14.06.18, conforme reunião do Conselho de Administração, tendo se reunido mensalmente desde a eleição, em reuniões ordinárias e extraordinárias, no total de 14 reuniões, sendo que as principais discussões ocorridas estão descritas no parágrafo seguinte. O Comitê de Auditoria e Integridade reuniu-se em uma oportunidade de forma reservada com presidente do Conselho Fiscal e discutiu mensalmente com o Conselho de Administração os principais temas acompanhados durante o ano.Temas discutidos pelo Comitê de Auditoria e IntegridadeNo período de 14.06.18 a 07.12.18, as reuniões contaram com a participação, sempre que necessário, do Diretor Presidente Global da Companhia, dos Vice-Presidentes, Diretores Executivos, Gerentes Executivos, Auditores Internos, Auditores Independentes e assessores externos para permitir o entendimento de processos, controles internos, riscos, possíveis deficiências e eventuais planos de melhoria, bem como para emitir suas recomendações ao Conselho de Administração e à Administração da Companhia. Os principais assuntos discutidos pelo Comitê de Auditoria e Integridade foram:Discussão do planejamento, escopo e principais conclusões obtidas nas revisões trimestrais (ITR) e parecer para a emissão das demonstrações financeiras de 2018Acompanhamento da análise realizada dos controles internos da Companhia, com ênfase nos pontos de maior criticidadeMonitoramento da implantação de melhorias apontadas no relatório de controles internos, bem como os respectivos planos de ação das áreas internas para a correção ou melhoria dos pontosDiscussão, aprovação e supervisão do plano de trabalho anual da Auditoria Interna, bem como do seu orçamentoAcompanhamento do cumprimento do Plano e aprovação de eventuais revisõesAcompanhamento e análise do resultado de investigações realizadas em trabalhos especiaisAcompanhamento dos relatórios dos trabalhos de auditoria internaAcompanhamento da implementação dos Planos de Ação resultantes dos relatórios de Auditoria, com ênfase nos aspectos de maior criticidade, reportando ao CA os itens de maior relevânciaAcompanhamento das atividades de Compliance em geral, e especificamente acompanhamento das investigações consideradas de alta criticidade conduzidas pela Diretoria de Compliance, em especial a investigação interna relacionada à Operação Carne Fraca e à Operação TrapaçaAcompanhamento do andamento da ação coletiva (class action) ajuizada junto à corte de Southern District of New York nos Estados Unidos da América, alegando, dentre outros assuntos, que a Companhia, um diretor e alguns de seus antigos diretores e/ou membros do Conselho de Administração praticaram atos com o intuito de fraudar o mercado de valores mobiliários ou outros atos comerciais ilegais relacionados à Operação Trapaça e à Operação Carne Fraca. Para acompanhamento do processo, o Comitê de Auditoria e Integridade contratou assessores especializados em SEC, e realizou reunião no Brasil e nos EUAAvaliação e monitoramento da eficácia dos Controles Internos para mapeamento de processos, controles chaves e indicadores, bem como monitoramento dos planos de ação a fim de evitar deficiências significativas que pudessem ser reportadas nas demonstrações financeirasDiscussão e avaliação do mapa de riscos corporativosMonitoramento do funcionamento do Canal de Denúncias e acompanhamento das averiguações e das denúncias classificadas como de alta criticidadeAcompanhamento da adoção de Políticas, treinamento e práticas de compliance pelos administradores e colaboradores, para aderência às exigências da lei anticorrupçãoMonitoramento da gestão dos termos de ajustamento de condutas celebrados junto aos órgãos reguladoresAcompanhamento dos questionamentos apresentados e respostas da Administração para ofícios dos órgãos reguladoresDiscussão e avaliação do controle de estoquesDiscussão e avaliação do processo de ajuste de reconhecimento de receita (cutoff de receita)Discussão e avaliação do controle de imobilizados e plano de desmobilizaçãoDiscussão e avaliação da contabilização e controles de bonificação a clientesDiscussão sobre a implantação de controles nas empresas controladasOpinião para aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações financeiras anuaisRevisão e observações quanto às ITRsAvaliação e monitoramento, juntamente com a Administração e a área de Auditoria Interna, da adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela CompanhiaDiscussão e acompanhamento do processo de atualização do Formulário de Referência São Paulo, 25 de fevereiro de 2019. Francisco Petros O. L. PapathanasiadisCoordenador (Independente) Roberto Antonio MendesMembro (Independente) Walter Malieni JúniorMembro (Não Independente) Fernando Maida Dall`Acqua Membro Externo e Especialista Financeiro Sérgio Ricardo Silva Rosa (1)Membro Externo (1) Em 31.01.19 Sérgio Ricardo Silva Rosa foi substituído por Thomás Tosta de Sá.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.