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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016142 páginasCódigo CVM 21490Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 20/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ALUPAR INVESTIMENTO S.A.

ALUPAR INVESTIMENTO S.A. · CNPJ 08.364.948/0001-38

Versões deste exercício: v1 (10/03/2017) · v2 (16/03/2017) · v3 (20/03/2017), esta

ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ 08.364.948/0001-38
DFP 2016 (V3)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ
08.364.948/0001-38
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
142
Ano de referência
2016*
Publicado em
20/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total10.230.0019.908.7063,2%
1.01Ativo Circulante2.577.1662.262.01113,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa613.734591.8573,7%
1.01.02Aplicações Financeiras316.244127.337148,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo316.244127.337148,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Investimentos de Curto Prazo215.43944.430384,9%
1.01.02.01.04Títulos e Valores Mobiliários100.80582.90721,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.451.9091.378.1435,4%
1.01.03.01Clientes1.444.5741.373.6195,2%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes207.017182.71213,3%
1.01.03.01.02Ativo Financeiro da Concessão1.237.5571.190.9073,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber7.3354.52462,1%
1.01.03.02.02Partes Relacionadas7.3354.52462,1%
1.01.04Estoques5885418,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar53.45852.0422,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar53.45852.0422,7%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis49.65639.41926,0%
1.01.06.01.02Outros Tributos Compensáveis3.80212.623−69,9%
1.01.07Despesas Antecipadas8.7239.868−11,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes132.510102.22329,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Ativos Mantidos para Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros132.510102.22329,6%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores9.58335.349−72,9%
1.01.08.03.03Outros Ativos122.92766.87483,8%
1.02Ativo Não Circulante7.652.8357.646.6950,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.363.4733.409.206−1,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.2956.844−37,2%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Titulos e Valores Mobiliários4.2956.844−37,2%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber10.4398.35824,9%
1.02.01.03.01Clientes10.4398.35824,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques26.11325.5342,3%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos15.29912.38223,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos15.29912.38223,6%
1.02.01.06.02PIS/COFINS Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.307.3273.356.088−1,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Financeiro da Concessão3.214.0623.276.307−1,9%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais13.2577.66672,9%
1.02.01.09.05Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis36.50617.901103,9%
1.02.01.09.06Outros Tributos Compensáveis7.5668.287−8,7%
1.02.01.09.07Adiantamento a Fornecedores2.3942.3940,0%
1.02.01.09.08Outros Ativos33.54243.533−23,0%
1.02.02Investimentos333.288426.267−21,8%
1.02.02.01Participações Societárias325.502416.996−21,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias325.502416.996−21,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.7869.271−16,0%
1.02.03Imobilizado3.810.3233.661.8284,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.271.1412.744.91819,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento539.182916.910−41,2%
1.02.04Intangível145.751149.394−2,4%
1.02.04.01Intangíveis145.751149.394−2,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Desenvolvimento de Projetos73.58678.327−6,1%
1.02.04.01.03Ágio na Aquisição de Ações48.69350.331−3,3%
1.02.04.01.04Outros Intangíveis23.47220.73613,2%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Acionistas e Diretores da Alupar Investimento S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Alupar Investimento S.A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alupar Investimento S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável do ativo imobilizado - Controladora e ConsolidadoEm 31 de dezembro de 2016 a Companhia possui R$ 3.810.323 referente a ativo imobilizado registrado nas demonstrações contábeis consolidadas. Conforme mencionado nas notas explicativas 3.18.2 e 15, a Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGCs"). Para o cálculo do valor recuperável utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras. Devido às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação de ativos, bem como a complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil e considerando a redução da demanda do mercado de geração de energia, e ao impacto que eventual alteração nas premissas poderia trazer nas demonstrações contábeis consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis da controladora, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento dos controles internos chave relacionados à elaboração das projeções de fluxo de caixa preparadas pela Companhia e aprovadas pelos órgãos de governança. Analisamos a avaliação da Companhia quanto à existência de indicadores de redução ao valor recuperável (ou de sua reversão) em relação às suas UGCs, por meio de análises da conjuntura econômica e do desempenho de cada UGC no exercício e reuniões com as diretorias operacionais da Companhia e suas controladas. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e dados técnicos utilizados pela Companhia, especialmente as relativas a taxa de desconto, volume e preço de venda de energia projetado, inflação de custos e taxas, continuidade das operações e gastos para reparação dos equipamentos. Avaliamos a análise de sensibilidade do impacto sobre o valor recuperável resultante de possíveis e razoáveis mudanças nas premissas-chave de preço e projeções de custo operacional usadas pela Companhia. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação às premissas utilizadas para determinar o valor recuperável do ativo imobilizado.Ativo Financeiro - Concessões de serviço público - Transmissoras - Controladora e ConsolidadoEm 31 de dezembro de 2016, a Companhia possui R$ 4.451.619 referentes aos ativos financeiros relacionados a investimentos em infraestruturas de concessão das controladas do segmento de transmissão, por se caracterizar como um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente. A atualização do ativo financeiro envolve julgamento da Companhia para definir e alocar os gastos entre: (i) custos capitalizados, quando ocorre o aumento da capacidade e melhoria da infraestrutura e (ii) despesas de manutenção incorridas, as quais são reconhecidas no resultado do exercício e leva em consideração a remuneração pela taxa interna de retorno do projeto e a parcela da indenização a ser recebida no retorno dos ativos ao poder concedente. A Companhia atualiza a cada período de reporte a sua composição do ativo financeiro em função do investimento realizado com carácter prudencial, o qual está sujeito a revisão do regulador quando das revisões tarifárias, e das estimativas do valor residual da infra-estrutura ao fim da concessão e da parcela da receita anual permitida que é considerada como receita de operação e manutenção. Devido ao grau de subjetividade envolvido no processo de avaliação desse ativo, associado às incertezas inerentes ao ambiente regulatório em que a Companhia opera, ao alto grau de julgamento exercido pela Companhia para definir e alocar os gastos entre ativo financeiro e despesas de manutenção incorridas e ao fato de que qualquer alteração dos julgamentos exercidos na classificação dos gastos impactar significativamente as demonstrações contábeis consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento sobre os controles internos chave relacionados aos investimentos com a concessão, incluindo os critérios para a determinação da classificação contábil entre custos capitalizados do ativo financeiro e despesas de manutenção, controles de conclusão dos projetos e do processo de determinação do início do registro da amortização. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas avaliamos o modelo e premissas utilizadas para valorização do ativo financeiro das principais concessões de transmissão com base em relevância financeira para a data base, tais como taxa de desconto utilizada, taxas de crescim ento previstas em contrato e período de concessão. Nossos procedimentos de auditoria incluíram ainda a inspeção documental, em base amostral, das adições ao ativo financeiro da Companhia ocorridas durante o exercício, considerando a adequação da classificação dos valores dos investimentos entre ativo financeiro e gastos com manutenção no resultado do exercício e a natureza desses investimentos. Consideramos ainda, em base amostral, a conciliação entre os registros contábeis e movimentação elaborada pela Companhia, o respectivo recebimento financeiro dos valores de concessionárias e permissionárias que amortizam o ativo financeiro indenizável. Adicionalmente, avaliamos o processo de transferência dos projetos em andamento para as contas definitivas para determinar o início do registro da amortização e avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação as premissas utilizadas na valorização do ativo financeiro.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informa ções financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 09 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6José Luiz Ribeiro de CarvalhoContador CRC 1SP141128/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as Demonstrações contábeisSão Paulo, 09 de março de 2017.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, VI DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso VI, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Contábeis - para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016.__________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo -Financeiro e de Relações com Investidores __________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesSão Paulo, 09 de março de 2017.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso V, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016.___________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.