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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201670 páginasCódigo CVM 20036Versão 1Recebida em 18/08/2016valores em R$ mil

DFP 2016 de BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS · CNPJ 07.628.528/0001-59

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ 07.628.528/0001-59
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ
07.628.528/0001-59
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
70
Ano de referência
2016*
Publicado em
18/08/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201630/06/2015Var.
1Ativo Total853.5291.017.840−16,1%
1.01Ativo Circulante242.594448.837−46,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa54.20475.620−28,3%
1.01.02Aplicações Financeiras113.559273.258−58,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo113.559273.258−58,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e valores imobiliários113.559273.258−58,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber20.45147.200−56,7%
1.01.03.01Clientes18.52846.028−59,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.9231.17264,1%
1.01.03.02.01Transação com partes relacionadas1.06585624,4%
1.01.03.02.02Outros Créditos858316171,5%
1.01.04Estoques22.41332.225−30,4%
1.01.05Ativos Biológicos01.624−100,0%
1.01.06Tributos a Recuperar7.4705.41238,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.06.01.01Créditos Fiscais e Tributários00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Despesa de Exercício Seguinte00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes24.49713.49881,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros24.49713.49881,5%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos24.49713.49881,5%
1.01.08.03.02Outros Ativos00—
1.02Ativo Não Circulante610.935569.0037,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo495.963454.8809,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo20.3531.4681.286,4%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e valores mobiliários restritos20.3531.4681.286,4%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber14.41122.802−36,8%
1.02.01.03.01Clientes14.41122.802−36,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos44.53029.24552,3%
1.02.01.06Tributos Diferidos56.35343.13730,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes360.316358.2280,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a recuperar21.70924.602−11,8%
1.02.01.09.04Operações com Derivativos0408−100,0%
1.02.01.09.05Propriedades para Investimento287.867288.347−0,2%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais6.3775.8119,7%
1.02.01.09.07Transacões com partes relacionadas44.36339.06013,6%
1.02.02Investimentos102.95599.7293,2%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado8.56710.602−19,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.4503.792−9,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores, Conselheiros e Acionistas daBrasilAgro - Companhia Brasileira de Propriedades AgrícolasSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da BrasilAgro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 30 de junho de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas financeiras e demais notas explicativas. Responsabilidade de administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas financeiras utilizadas e a razoabilidade das estimativas financeiras feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da BrasilAgro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas em 30 de junho de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados, para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo (SP), 18 de agosto de 2016.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Marcos Alexandre S. PupoContador CRC-1SP221749/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2016. São Paulo, 18 de agosto de 2016.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2016, emitido nesta data. São Paulo, 18 de agosto de 2016.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de Operações

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Brasilagro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Demonstrações Financeiras Consolidadas elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB") e as práticas contábeis adotadas no Brasil, todos referentes ao exercício social encerrado em 30 de junho de 2016.Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o parecer da Ernst & Young Auditores Independentes, emitido nesta data, bem como as informações e esclarecimentos prestados pela Administração, os membros do Conselho Fiscal concluíram que referidos documentos foram devidamente elaborados e estão, em todos os seus aspectos relevantes, adequados, devendo, portanto, ser encaminhados à aprovação da Assembleia Geral Ordinária da Companhia.São Paulo, 18 de agosto de 2016.____________________________Fabiano Nunes Ferrari___________________________Ivan Luvisotto Alexandre_____________________________Débora de Souza Morsch

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.