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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010167 páginasCódigo CVM 20532Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 28/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A. · CNPJ 90.400.888/0001-42

Versões deste exercício: v1 (03/02/2011) · v2 (23/02/2011) · v3 (28/03/2011), esta

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ 90.400.888/0001-42
DFP 2010 (V3)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ
90.400.888/0001-42
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
167
Ano de referência
2010*
Publicado em
28/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total374.662.683315.972.57618,6%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa56.800.15127.269.012108,3%
1.01.01Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil56.800.15127.269.012108,3%
1.02Aplicações Financeiras89.967.16582.816.2328,6%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo89.967.16582.816.2328,6%
1.02.01.01Títulos para Negociação24.821.36520.115.65223,4%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda47.206.01946.406.1201,7%
1.02.01.03Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo no Resultado17.939.78116.294.46010,1%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.03Empréstimos e Recebíveis174.106.525152.162.95414,4%
1.03.01Empréstimos e outros valores com instituições de crédito22.658.52024.228.143−6,5%
1.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes151.366.561127.934.81118,3%
1.03.03Instrumentos de dívida81.4440—
1.04Tributos Diferidos14.842.06615.779.222−5,9%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos13.624.88013.617.1590,1%
1.04.02Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes1.217.1862.162.063−43,7%
1.05Outros Ativos2.095.4622.206.326−5,0%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda66.821171.464−61,0%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros2.028.6412.034.862−0,3%
1.05.03.01Derivativos Utilizados como Hedge115.640163.425−29,2%
1.05.03.02Outros Ativos1.913.0011.871.4372,2%
1.06Investimentos370.586419.122−11,6%
1.06.01Participações em Coligadas370.586419.122−11,6%
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado4.518.1093.701.76922,1%
1.07.01Imobilizado de Uso4.518.1093.701.76922,1%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível31.962.61931.617.9391,1%
1.08.01Intangíveis3.650.3833.305.70310,4%
1.08.01.01Outros Ativos Intangíveis3.650.3833.305.70310,4%
1.08.02Goodwill28.312.23628.312.2360,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas doBanco Santander (Brasil) S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Santander (Brasil) S.A. e controladas ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das demonstrações consolidadas de receitas e despesas reconhecidas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRSs) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada, do Banco Santander (Brasil) S.A. e controladas em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados paa oexercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRSs) emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB".São Paulo, 22 de fevereiro de 2011DELOITTE TOUCHE TOHMATSUFrancisco Antonio Maldonado Sant'AnnaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 120424/O-8******************************************************************************************************************************************************RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas doBanco Santander (Brasil) S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras do Banco Santander (Brasil) S.A. (Banco), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa referentes ao semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeira do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Santander (Brasil) S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros AssuntosDemonstração do Valor AdicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de fevereiro de 2011DELOITTE TOUCHE TOHMATSUFrancisco Antonio Maldonado Sant'AnnaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 120424/O-8********************************************************************************************************************************************** *****Resumo do Relatório do Comitê de AuditoriaO Comitê de Auditoria do Conglomerado Econômico-Financeiro Santander (Santander) foi instalado por deliberação do Conselho de Administração do Banco Santander (Brasil) S.A., instituição líder do conglomerado, em 23 de março de 2007, após a aprovação, pela Comissão de Valores Mobiliários, de sua transformação em companhia aberta. O Comitê de Auditoria do Santander atua como único, por intermédio da instituição líder, para todas as instituições que compõem o Conglomerado, inclusive, para as sociedades seguradoras e de capitalização. Conforme seu Regimento Interno, disponível no endereço www.ri.santander.com.br, o Comitê de Auditoria assessora o Conselho de Administração na avaliação da qualidade das demonstrações financeiras, do cumprimento das exigências legais e regulamentares, da efetividade e independência dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e independente, e da efetividade dos sistemas de controles internos e gerenciamento do risco operacional. O Comitê de Auditoria recomenda a correção ou aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições, sempre que julgado necessário. As avaliações do Comitê de Auditoria estão baseadas, primordialmente, nas informações recebidas da Administração, das auditorias, interna e independente, e das áreas responsáveis pelo monitoramento corporativo dos controles internos e riscos operacionais.O Comitê de Auditoria é composto de quatro membros independentes eleitos na RCA de 23 de março de 2010. Um dos membros é também membro do Conselho de Administração do Banco Santander (Brasil). O Comitê de Auditoria atua através de reuniões e conduz análises, leituras e outros procedimentos necessários entre reuniões. Reuniu-se, formalmente, em setenta e cinco ocasiões durante o ano de 2010. No segundo semestre e em janeiro de 2011, foram quarenta e cinco reuniões para a condução dos seus trabalhos. Adicionalmente, para cumprir com as atribuições e responsabilidades do Comitê de Auditoria, a Coordenadora dedica tempo integral a essa função, além de participar como ouvinte do Comitê Executivo de Compliance e Prevenção à Lavagem de Dinheiro, do Comitê Executivo de Riscos Operacionais, do Comitê de Compliance e Controles Internos - Asset Management, do Comitê Executivo de Produtos e do Comitê de Ouvidoria. O Comitê de Auditoria também acompanha os apontamentos dos órgãos reguladores e autorreguladores e as respectivas providências tomadas. Durante o semestre manteve reuniões específicas com representantes do Banco Central do Brasil.Como parte dos trabalhos inerentes às suas atribuições, o Comitê de Auditoria reuniu-se com a Diretoria Executiva e com diversos setores do Santander, aprofundando suas análises, ressaltando-se os seguintes: (i) sobre o processo de Integração Tecnológica em curso (ii) com o Vice Presidente de Varejo para conhecimento da estratégia do Varejo e do processo de atualização e aprimoramento da qualidade do cadastro (iii) com a Diretoria do Jurídico Contencioso visando uma atualização da evolução e mensuração das contingências cíveis, trabalhistas e fiscais e adequado tratamento contábil, com destaque para os maiores litígios, incluindo reunião com especialista externo (iv) com o Jurídico de Negócios sobre assuntos societários e regulatórios e sobre transações com partes relacionadas (v) com Finanças sobre o estágio do processo de implantação da Basiléia e testes intermediários efetuados (vi) com o Vice Presidente do Atacado sobre a estratégia de negócios e projetos em curso (vii) com ice Presidente de Risc erdito e Mercado, visando a atualização dos processos de gestão de risco de crédito com foco nos critérios de avaliaão, acompanhamento e provisionamento e (viii) com a KPMG Corporate Finance para discussão dos laudos de avaliação que suportam os testes de impairment.No tocante às atribuições do Comitê de Auditoria:Controles Internos e Gerenciamento de Riscos OperacionaisPara verificação da conformidade com as Resoluções 2.554/1998 e 3.380/2006 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e a Circular 249/2004 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), relacionadas à gestão eficaz do sistema de controles internos, direcionados à prevenção e redução dos eventos de riscos e perdas operacionais, o Comitê de Auditoria manteve reuniões com a Diretoria Executiva de Riscos Operacionais, principal instância responsávelpela implementação e disseminação da cultura e da infra-estrutura, e outras áreas envolvidas no processo. O Comitê de Auditoria acompanhou, ainda, as denúncias de fraudes e erros, canalizadas na área de Riscos Operacionais.Auditoria InternaNo que se refere aos trabalhos da Auditoria Interna, o Comitê de Auditoria reuniu-se, formalmente, três vezes e, em diversas outras ocasiões, por intermédio da sua Coordenadora e mediante a participação dos profissionais da Auditoria Interna nas demais reuniões do Comitê de Auditoria. Nas reuniões, o Comitê de Auditoria acompanhou os trabalhos executados em 2010, os relatórios emitidos, as conclusões e recomendações, dando destaque ao cumprimento de recomendações de melhorias efetuadas nas áreas consideradas como "insuficientes" ou que "necessitam melhorar".Auditoria IndependenteOs auditores independentes são responsáveis pelo planejamento, execução da auditoria e emissão do parecer sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Conglomerado. Como resultado dos seus trabalhos, a auditoria independente emite o relatório sobre o sistema de controles internos e descumprimento de disposições legais e regulamentares na forma da Circular Bacen 3.467/09, sem prejuízo de outros documentos requeridos, como os das revisões limitadas trimestrais. Com relação aos trabalhos da empresa de auditoria independente, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (Deloitte), o Comitê de Auditoria reuniu-se, formalmente, em doze ocasiões. Nessas reuniões tiveram destaque as discussões envolvendo as demonstrações financeiras do terceiro trimestre e do semestre encerrado em 31 de dezembro de 2010 práticas contábeis, as deficiências e os comentários relatados no relatório sobre controles internos e a realização de uma agenda de reuniões temáticas sobre assuntos de maior relevância. Demonstrações FinanceirasO Comitê de Auditoria procedeu à análise das demonstrações financeiras das instituições, sociedades seguradoras e de capitalização que compõem o Conglomerado Econômico-Financeiro Santander, confirmando-lhes a qualidade. Nesse sentido, acompanhou os fechamentos do terceiro trimestre e do semestre, previamente às divulgações, e reuniu-se com os auditores independentes e com os profissionais responsáveis pela contabilidade e elaboração das demonstrações financeiras. Na qualidade de companhia registrada na Securities and Exchange Commission (SEC) e cotada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (Nyse), o Comitê de Auditoria também analisou as demonstrações financeiras elaboradas conforme as normas internacionais (IFRS). Ouvidoria Em decorrência da Resolução CMN 3.849/2010, que dispõe sobre as Ouvidorias para as instituições, os trabalhos executados no segundo semestre de 2010, serão apreciados pelo Comitê de Auditoria em reunião agendada para fevereiro de 2011. ConclusãoO Comitê de Auditoria, em decorrênca dos traalos e avaliações realizado, vadoem conta o contexto e escopo em que exerce suas atividades, concluiu que os trabalhos desenvolvidos são eficazes e onferem transparência e qualidade às demonstrações financeiras do Conglomerado Econômico-Financeiro Santander e, recomenda a sua aprovação pelo Conselho de Administração do Banco Santander (Brasil) S.A. Comitê de AuditoriaSão Paulo, 2 de fevereiro de 2011Celso Clemente GiacomettiMaria Elena Cardoso Figueira - CoordenadoraPaulo Roberto Simões da Cunha - Especialista FinanceiroSérgio Darcy da Silva Alves

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras.Membros da Diretoria Executiva da CompanhiaFabio Colletti Barbosa José de Menezes Berenguer NetoJosé de Paiva Ferreira Angel Oscar AgallanoCarlos Alberto López Galán Fernando Byington Egydio MartinsGustavo José Costa Roxo da Fonseca Lilian Maria Ferezim GuimarãesOscar Rodriguez Herrero Pedro Paulo LonguiniArnaldo Penteado Laudisio José Roberto Machado FilhoLuciane Ribeiro Luís Felix Cardamone NetoMarco Antonio Martins de Araújo Filho Marcos Matioli de Souza VieiraMaria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva Pedro Carlos Araújo CoutinhoWagner Augusto Ferrari Alexandre SchwarstmanAmancio Acúrcio Gouveia André Fernandes BerenguerAntonio Pardo de Santayana Montes Carlos LeibowiczCassius Schymura Claudio Almeida PradoEde Ilson Viani Eduardo Müller BorgesFlávio Tavares Valadão Gilberto Duarte de Abreu FilhoGustavo Summers Albuquerque Jamil Habibe HannoucheJoão Guilherme de Andrade Só Consiglio Luis Alberto CitonLuiz Carlos da Silva Cantidio Junior Luiz Felipe Taunay FerreiraLuiz Fontoura de Oliveira Reis Filho Marcelo MalangaMarcelo Zerbinatti Marcio Aurélio de NóbregaMarco André Ferreira da Silva Marcos Adriano Ferreira ZoniMaria Eugênia Andrade Lopez Santos Mauro SiequeroliNilo Sérgio Silveira Carvalho Ramón Sanchez DiezReginaldo Antonio Ribeiro Roberto Correa BarbutiRoberto de Oliveira Campos Neto Ronaldo Yassuyuki MorimotoSérgio Gonçalves Ulisses Gomes GuimarãesWilson Luiz Matar

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria Executiva da CompanhiaFabio Colletti Barbosa José de Menezes Berenguer NetoJosé de Paiva Ferreira Angel Oscar AgallanoCarlos Alberto López Galán Fernando Byington Egydio MartinsGustavo José Costa Roxo da Fonseca Lilian Maria Ferezim GuimarãesOscar Rodriguez Herrero Pedro Paulo LonguiniArnaldo Penteado Laudisio José Roberto Machado FilhoLuciane Ribeiro Luís Felix Cardamone NetoMarco Antonio Martins de Araújo Filho Marcos Matioli de Souza VieiraMaria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva Pedro Carlos Araújo CoutinhoWagner Augusto Ferrari Alexandre SchwarstmanAmancio Acúrcio Gouveia André Fernandes BerenguerAntonio Pardo de Santayana Montes Carlos LeibowiczCassius Schymura Claudio Almeida PradoEde Ilson Viani Eduardo Müller BorgesFlávio Tavares Valadão Gilberto Duarte de Abreu FilhoGustavo Summers Albuquerque Jamil Habibe HannoucheJoão Guilherme de Andrade Só Consiglio Luis Alberto CitonLuiz Carlos da Silva Cantidio Junior Luiz Felipe Taunay FerreiraLuiz Fontoura de Oliveira Reis Filho Marcelo MalangaMarcelo Zerbinatti Marcio Aurélio de NóbregaMarco André Ferreira da Silva Marcos Adriano Ferreira ZoniMaria Eugênia Andrade Lopez Santos Mauro SiequeroliNilo Sérgio Silveira Carvalho Ramón Sanchez DiezReginaldo Antonio Ribeiro Roberto Correa BarbutiRoberto de Oliveira Campos Neto Ronaldo Yassuyuki MorimotoSérgio Gonçalves Ulisses Gomes GuimarãesWilson Luiz Matar

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.