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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201679 páginasCódigo CVM 14869Versão 1Recebida em 22/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA · CNPJ 07.047.251/0001-70

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ 07.047.251/0001-70
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ
07.047.251/0001-70
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
79
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.923.8654.609.7206,8%
1.01Ativo Circulante1.608.7481.566.4582,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa168.12757.230193,8%
1.01.02Aplicações Financeiras2.4087.262−66,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.4087.262−66,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários2.4087.262−66,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.357.0471.427.621−4,9%
1.01.03.01Clientes799.536766.3334,3%
1.01.03.01.01Consumidores, Concessionários e Permissionárias875.221851.6122,8%
1.01.03.01.02Provisão para créditos de liquidação duvidosa−110.653−113.5872,6%
1.01.03.01.03Partes relacionadas00—
1.01.03.01.04Consumidores Baixa Renda34.96828.30823,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber557.511661.288−15,7%
1.01.03.02.01Consumidores Baixa Renda00—
1.01.03.02.02Serviços em Curso66.44055.98218,7%
1.01.03.02.03Cauções e Depósitos44.56224.88879,1%
1.01.03.02.04Recursos CDE - Decreto no 7.945/201300—
1.01.03.02.05Outros Créditos84.82787.328−2,9%
1.01.03.02.06Benefício fiscal00—
1.01.03.02.07Créditos com partes relacionada00—
1.01.03.02.08Subvenção CDE - desconto tarifário271.330259.4894,6%
1.01.03.02.09Ativos financeiros Setoriais90.352230.445−60,8%
1.01.03.02.10Instrumentos financeiros derivativos - Swap03.156−100,0%
1.01.03.02.11Outros Créditos00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar81.16674.3459,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar81.16674.3459,2%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar81.16674.3459,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante3.315.1173.043.2628,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.350.1441.239.5318,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber5.86110.845−46,0%
1.02.01.03.01Clientes5.86110.845−46,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos93.085111.238−16,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos93.085111.238−16,3%
1.02.01.06.02Pis/Cofins00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.251.1981.117.44812,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos vinculados a Litigio37.80041.844−9,7%
1.02.01.09.04Cações e depósitos26.98625.5755,5%
1.02.01.09.05Beneficio fiscal49.24056.606−13,0%
1.02.01.09.06Ativo indenizavel (concessao)1.103.190889.93224,0%
1.02.01.09.07Ativos relacionados ao plano de beneficios definidos00—
1.02.01.09.08Tributos a compensar32.36428.84112,2%
1.02.01.09.09Outros Créditos1.6181.42413,6%
1.02.01.09.10Ativos financeiros setoriais073.226−100,0%
1.02.01.09.11Instrumentos financeiros derivativos - Swap00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado55.78255.4870,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação55.78255.4870,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.909.1911.748.2449,2%
1.02.04.01Intangíveis1.909.1911.748.2449,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.799.5481.665.6478,0%
1.02.04.01.02Softwares109.64382.59732,7%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Energética do Ceará - CoelceFortaleza - CEOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Companhia Energética do Ceará - Coelce ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética do Ceará - Coelce em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receita (Notas Explicativas nos 2.12 e 27)A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber das atividades de venda de energia elétrica, sendo reconhecidas mensalmente com base na prestação do serviço. Os riscos observados referem-se:(i) Reconhecimento de receita fora de período de competência e/ou lançamento por erro ou fraude(ii) Lançamento da fatura se dê por valores maiores do que o efetivamente estabelecido na tabela de preço vigente à época(iii) Estimativa utilizada para o reconhecimento dos valores de eletricidade fornecidos aos consumidores entre a data da última leitura do medidor e o final do ano ("fornecimento não faturado"). Resposta da auditoria ao assunto de reconhecimento de receita (Notas Explicativas nos 2.12 e 27)Nossos procedimentos de auditoria incluíram a conferência em detalhe dos critérios de reconhecimento de receitas que suportam o registro das faturas ao longo do exercício e confirmamos que estão consistentes de acordo com as práticas contábeis brasileiras e internacionais efetuamos testes detalhados, com base em amostragem estatística, que compreendeu seleção dos lançamentos contábeis registrados no faturamento, examinando faturas de energia e os respectivos pagamentos efetuamos teste global de receita de venda de energia elétrica confrontamos com a tabela vigente aplicável ao ciclo tarifário e para a receita estimada ("fornecimento não faturado") realizamos procedimentos analíticos utilizando dados reais para nos permitir definir as expectativas quanto ao nível estimado de receita comparando isso com a estimativa da Companhia. Nós também avaliamos os pressupostos da Companhia relativos ao volume e preço utilizado na determinação do nível de receita estimada e a sua adequada divulgação nas notas explicativas às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Notas Explicativas nos 2.4 e 8)A estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve um elevado nível de julgamento por parte da Administração. A determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve a avaliação de várias premissas e fatores internos e externos, incluindo nível de inadimplência, política de renegociação e parcelamentos e cenário econômico atual e prospectivo. Esse julgamento considera diversas premissas na determinação das provisões. As provisões para crédito de liquidação duvidosa são constituídas levando em consideração as normas regulamentares estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e são fundamentadas de acordo com política interna da Companhia. Resposta da auditoria ao assunto de provisão para créditos de liquidação duvidosa (Notas Explicativas nos 2.4 e 8)Os nossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação da estimativa definida pela Administração para constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa, realização de recalculo matemático da referida provisão e desafiamos o julgamento da Administração decorrente a estimativa definida onde foram totalizados todos os créditos, independente se vencidos ou a vencer, dos consumidores com faturas registradas como provisão para crédito de liquidação duvidosa ("efeito arrasto"). Avaliamos esse total como parte de nossa avaliação de risco de distorções significativas nas demonstrações contábeis. Reconhecimento de ativos e passivos regulatórios (Notas Explicativas nos 2.5 e 10)As receitas de energia elétrica das distribuidoras devem considerar uma tarifa (após revisão e homologação da ANEEL) capaz de garantir o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Em virtude disso, a Companhia registra ativos e/ou passivos regulatórios decorrente da diferença entre os custos incorridos e o valor da tarifa recebida no último no reajuste tarifário (cobertura tarifária). Em virtude da complexidade e detalhes específicos aplicáveis ao setor elétrico, a Companhia possui risco quanto a adequada mensuração e contabilização dos ativos e passivos regulatórios. Resposta da auditoria ao assunto de reconhecimento de ativos e passivos regulatórios (Notas Explicativas nos 2.5 e 10)Os nossos procedimentos de auditoria consideraram a avaliação dos ativos e passivos regulatórios registrados com base nas regulamentações expedidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, a aplicação de testes detalhados de inspeção, com base em amostragem, das bases que suportam os registros contábeis realizados. Assim como a revisão da adequada divulgação da nota explicativa nº 10 às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Avaliação de perda por impairment de ativo imobilizado e intangível (Notas Explicativas nos 15 e 16)A Companhia possui registrado ativo imobilizado e intangível no montante de R$ 1.964.973 mil, em 31 de dezembro de 2016 referente a investimentos realizados oriundos do direito de concessão de distribuição de energia elétrica. A Administração avalia, no mínimo anualmente, o risco de impairment desses ativos, baseado no método do valor em uso ou em modelo financeiro de fluxo de caixa descontado, o qual exige que a Administração adote algumas premissas baseadas em informações geradas por seus relatórios internos, no qual envolve julgamento significativo sobre os resultados futuros do negócio, em que qualquer ajus te nas premissas utilizadas pode gerar efeitos significativos na avaliação e impactos nas demonstrações contábeis da Companhia tomadas em conjunto. Resposta da auditoria ao assunto de avaliação de perda por impairment de ativo imobilizado e intangível (Notas Explicativas nos 15 e 16)Nossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação das previsões de fluxo de caixa futuro da unidade geradora de caixa (CGU) preparadas pela Administração e o processo usado na sua elaboração, inclusive a comparação com os seus planos mais recentes de negócios. Questionamos as principais premissas da Administração para as taxas de crescimento de longo prazo nas previsões, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e a taxa de desconto, avaliando o custo de capital para a Companhia. Ao determinarmos a extensão de mudanças nas premissas que seriam necessárias individual ou coletivamente, para resultar em impairment do ativo imobilizado e intangível, consideramos a probabilidade de ocorrência dessas alterações nas principais premissas. Avaliamos também a adequada divulgação nas notas explicativas às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Reconhecimento de benefícios pós emprego (Notas Explicativas nos 2.9 e 23)A Companhia possui benefícios pós-emprego no qual a obrigação é calculada com base na estimativa do valor do benefício futuro que os empregados receberão como retorno pelos serviços prestados. Em virtude da complexidade e subjetividade na estimativa decorrente da avaliação atuarial dos planos de saúde e benefício, conforme requerido pelo CPC 33 - Benefício pós-emprego, a Companhia possui risco quanto à adequada mensuração e contabilização dos passivos decorrente a benefícios pós-emprego. Resposta da auditoria ao assunto de Reconhecimento de benefícios pós emprego (Notas Explicativas nos 2.9 e 23)Os nossos procedimentos de auditoria incluíram o envolvimento de especialista atuarial na revisão da estimativa e metodologia utilizada para cálculo dos benefícios e a aplicação de testes detalhados de inspeção, com base em amostragem, das bases que suportam os registros contábeis realizados. Assim como a revisão da adequada divulgação da nota explicativa nº 23 às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)As Demonstrações do Valor Adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Demonstrações contábeis auditadas por outro auditor independenteO exame das demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, preparadas originalmente antes dos ajustes descritos na Nota Explicativa nº 05, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificação, datado de 1° de fevereiro de 2016. Como parte de nossos exames das demonstrações contábeis de 2016, examinamos também os ajustes descritos na nota explicativa nº 05 que foram efetuados para alterar as demonstrações contábeis de 2015. Em nossa opinião, os referidos ajustes estão adequadamente registrados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações contábeis da Companhia referentes ao exercício de 2015 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações contábeis de 2015 tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações contábeisA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:?Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e sufici ente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais?Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia?Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração ?Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional?Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Fortaleza, 06 de fevereiro de 2017. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 CE 001465/F-4Jairo da Rocha SoaresContador CRC 1 SP 120458/O-6 -S- CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31/12/2016, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas, bem como a proposta de destinação do lucro de 2016 e pagamento de dividendos, declaramos que tais documentos refletem adequadamente a situação da Companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordamos com as Demosntrações Financeiras da Companhia.Abel Alves Rochinha: Diretor PresidenteJosé Távora Batista: Diretor de Operações de Infra-Estrutura e RedesAurelio Ricardo Bustilho de Oliveira: Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresCarlos Ewandro Naegele Moreira: Diretor de Recursos Humanos e OrganizaçãoJosé Nunes de Almeida Neto: Diretor de Relações Institucionais Janaina Savino Vilella Carro: Diretora de ComunicaçãoJosé Alves Mello Franco: Diretor de RegulaçãoMargot Frota Cohn Pires: Diretora de ComprasDéborah Meirelles Rosa Brasil: Diretora JurídicaAurelio Ricardo Bustilho de Oliveira: Diretor Administrativo e de Planejamento e Controle Márcia Sandra Roque Vieira Silva: Diretora de Mercado

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31/12/2016, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas, bem como a proposta de destinação do lucro de 2016 e pagamento de dividendos, declaramos que tais documentos refletem adequadamente a situação da Companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordamos com as Demosntrações Financeiras da Companhia.Após examinadas, discutidas e revisadas, declaramos que concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social da Companhia encerrado em 31/12/2016.Abel Alves Rochinha: Diretor PresidenteJosé Távora Batista: Diretor de Operações de Infra-Estrutura e RedesAurelio Ricardo Bustilho de Oliveira: Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresCarlos Ewandro Naegele Moreira: Diretor de Recursos Humanos e OrganizaçãoJosé Nunes de Almeida Neto: Diretor de Relações Institucionais Janaina Savino Vilella Carro: Diretora de ComunicaçãoJosé Alves Mello Franco: Diretor de RegulaçãoMargot Frota Cohn Pires: Diretora de ComprasDéborah Meirelles Rosa Brasil: Diretora JurídicaAurelio Ricardo Bustilho de Oliveira: Diretor Administrativo e de Planejamento e Controle Márcia Sandra Roque Vieira Silva: Diretora de Mercado

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.