Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201221 páginasCódigo CVM 15024Versão 1Recebida em 26/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de FENICIAPAR SA

FENICIAPAR SA · CNPJ 74.409.467/0001-26

FENICIAPAR SA
CNPJ 74.409.467/0001-26
DFP 2012
Exercício 2012
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
FENICIAPAR SA
CNPJ
74.409.467/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
21
Ano de referência
2012*
Publicado em
26/03/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total1.1451.1450,0%
1.01Ativo Circulante1.1451.1450,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa00—
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Direitos Creditórios Vencidos a + de 180 dias97.33797.3370,0%
1.01.03.02.02Provisão para Devedores Duvidosos−97.337−97.3370,0%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.1451.1450,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante00—
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Aos:Conselheiros e Administradores da Feniciapar S.A.São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Feniciapar S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração destas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e também que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter a segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião sem ressalva. Opinião sobre as demonstrações contábeisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Feniciapar S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseSem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção, conforme mencionado na Nota Explicativa n° 1, os direitos creditórios da Companhia, que são garantias dos passivos contratados junto aos debenturistas e subscritores de fixed rate notes, tiveram sua realização prejudicada pela inadimplência dos devedores, motivo principal para o passivo a descoberto apurado em 31 de dezembro de 2012. Adicionalmente, a controladora, Lojas Arapuã, encontra-se em recuperação judicial, conforme novo plano de reestruturação aprovado em assembleia de credores em dezembro de 2011 e homologado na Justiça em 13 de fevereiro de 2012. Um dos credores, contudo, ingressou com recurso contestando os ternos deste acordo e aguarda-se o seu julgamento. Dessa forma, a capacidade de pagamentos da Companhia aos seus credores também depende do atendimento de sua controladora às condições estabelecidas nos autos da nova recuperação judicial. As demonstrações contábeis foram elaboradas no pressuposto de continuidade normal das operações da Companhia e que esta tenha capacidade de liquidar os seus débitos, não contemplando quaisquer ajustes relativos aos valores de realização ou liquidação destes. A Companhia tem sofrido contínuos prejuízos operacionais e apresentando passivo a descoberto, essas condições, juntamente com outros assuntos, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.Outros assuntos Demonstração dos Valores Adicionados (DVA)Examinamos também a Demonstração dos Valores Adicionados (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para as companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.São Paulo, 15 de março de 2013.Marcos Venicio SanchesContador CRC 1SP-218.030/O-9Grant Thornton Auditores Independentes CRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do art. 25 da IN nº 480 de 07 de Dezembro de 2.009, com redação dada pela instrução CVM 509/11, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2.012.São Paulo, 15 de Março de 2.013.Renato Simeira Jacob Jorge Wilson Simeira JacobDiretor Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do art. 25 da IN nº 480 de 07 de Dezembro de 2.009, e com a redação dada pela instrução CVM 509/11, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes , referente ao encerramento do exercício findo em 31 de dezembro de 2.012.São Paulo, 15 de Março de 2.013.Renato Simeira Jacob Jorge Wilson Simeira JacobDiretor Diretor

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.