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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016126 páginasCódigo CVM 21032Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 15/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ALGAR TELECOM S/A

ALGAR TELECOM S/A · CNPJ 71.208.516/0001-74

Versões deste exercício: v1 (13/02/2017) · v2 (15/02/2017), esta

ALGAR TELECOM S/A
CNPJ 71.208.516/0001-74
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ALGAR TELECOM S/A
CNPJ
71.208.516/0001-74
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
126
Ano de referência
2016*
Publicado em
15/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total3.399.3983.179.3076,9%
1.01Ativo Circulante819.806776.8885,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa171.473190.461−10,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber515.239475.1298,4%
1.01.03.01Clientes515.239475.1298,4%
1.01.03.01.01Contas a Receber515.239475.1298,4%
1.01.03.01.02Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques13.52910.04434,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar84.96264.80031,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar84.96264.80031,1%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar72.54562.95615,2%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a Compensar12.4171.844573,4%
1.01.07Despesas Antecipadas13.91712.25513,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes20.68624.199−14,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros20.68624.199−14,5%
1.01.08.03.01Títulos a Receber de Partes Relacionadas211246−14,2%
1.01.08.03.02Outros20.47523.953−14,5%
1.02Ativo Não Circulante2.579.5922.402.4197,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo131.461135.726−3,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos46.61165.648−29,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos46.61165.648−29,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.2822.80816,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores3.2822.80816,9%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes81.56867.27021,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar54.69145.30720,7%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais16.87915.13411,5%
1.02.01.09.05Outros Créditos9.9986.82946,4%
1.02.02Investimentos91126−27,8%
1.02.02.01Participações Societárias91126−27,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias91126−27,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.893.1561.710.61110,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.512.2031.421.8566,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento380.953288.75531,9%
1.02.04Intangível554.884555.956−0,2%
1.02.04.01Intangíveis554.884555.956−0,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão115.107100.67114,3%
1.02.04.01.02Sistemas Aplicativos220.350217.2131,4%
1.02.04.01.03Ágios em Investimentos167.288166.5650,4%
1.02.04.01.04Intangível em Andamento52.13971.507−27,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas AosAcionistas, Conselheiros e Administradores daAlgar Telecom S/AUberlândia - MGOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Algar Telecom S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Algar Telecom S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperação do valor de ativos intangíveis e imobilizadosDe acordo com o CPC 01 (R1) e IAS 36 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a Administração da Companhia é responsável, para cada período de reporte, por avaliar se existe alguma indicação de que um ativo imobilizado e/ou intangível de vida útil definida, possam ter seus saldos registrados contabilmente por valor que exceda seus valores de recuperação no uso normal de suas operações. Na existência de indicadores, o teste de recuperabilidade desses ativos é requerido. Para os ativos intangíveis com vida útil indefinida, é requerido um teste de recuperação, no mínimo anualmente, independentemente se existem indicadores de redução do valor recuperável. Conforme notas explicativas 9 e 10, os ativos imobilizados e intangíveis que foram sujeitos a teste de recuperação de seus valores totalizaram R$ 2.448.040 mil no consolidado e R$ 998.748 mil na controladora. Esse assunto é significativo para nossa auditoria, considerando as condições econômicas atuais do Brasil e o setor em que a Companhia está inserida, o qual está sujeito a mudanças rápidas de tecnologia. Revisões dos valores recuperáveis dos ativos imobilizados e intangíveis são complexas, contêm premissas com alto nível de julgamento e se baseiam na avaliação e projeções de rentabilidade futura da Companhia. As principais premissas utilizadas pela Administração estão descritas na nota explicativa 10. Existe o risco de que as premissas utilizadas pela Administração estejam inapropriadas, consequentemente conclusões sobre a necessidade de ajustes ao valor recuperável podem estar incorretas.Nós executamos procedimentos para avaliar as premissas utilizadas pela Administração em sua revisão de valor recuperável, incluindo a utilização de nossos especialistas em modelos de valorização para nos auxiliar a avaliar e testar os pressupostos e metodologias utilizados pela Administração na preparação das projeções, bem como na avaliação se uma variação razoável nas premissas poderiam determinar perda no valor recuperável. Dentre esses procedimentos, efetuamos: (i) avaliação da exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos (ii) realização de uma revisão retrospectiva de projeções anteriores para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento futuro das estimativas e (iii) realização de cálculo independente sensibilizando as principais premissas utilizadas. Avaliamos se a metodologia de avaliação de valor recuperável utilizada pela Administração está de acordo com os requerimentos do CPC 01 (R1) e IAS 36, incluindo a adequação das divulgações efetuadas nas notas explicativas 3d.v) e 10. Reconhecimento de receitaA receita da Companhia e suas controladas decorre da prestação de serviços de telefonia fixa, comunicação de dados, prestação de serviços de telefonia celular, multimídia, Contact Center, Business Process Outsourcing ("BPO"), TI e consultoria especializada, conforme descrito nas notas explicativas 3.f. e 21. Esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria, dada a complexidade na captura, processamento e registro das transações e à grande dependência dos sistemas de tecnologia e de seus respectivos controles internos envolvidos no reconhecimento da receita da Companhia. Em resposta a essa área de foco, nossa abordagem de auditoria baseou-se em testes de controles e substantivos, incluindo: (i) teste do ambiente da tecnologia da informação com auxílio de nossos especialistas, onde estão inseridos os sistemas de medição e faturamento, incluindo controles de gerenciamento de mudanças e acesso relacionados aos sistemas envolvidos nos processos de reconhecimento de receitas (ii) testes de transações desde sua originação nos sistemas suportes até seu registro contábil, em uma base de amostragem (iii) testes sobre a acuracidade da geração de faturas, em uma base de amostragem (iv) teste de recebimentos subsequente de faturas, em uma base de amostragem (v) teste sobre as receitas não faturadas analisando o processo de estimativa da Administração (vi) testes documentais em transações para uma amostra de lançamentos contábeis registrados na rubrica de receita levando em consideração relevância e imprevisibilidade em nossa amostragem e (vii) avaliação se as divulgações efetuadas estão apropriadas.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração d o Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da Governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belo Horizonte, 8 de fevereiro de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/F-6Flávio de Aquino MachadoContador CRC-1MG065899/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em cumprimento às disposições normativas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, a diretoria estatutária da Algar Telecom S/A declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016. Adicionalmente, declara que tomou conhecimento das demonstrações financeiras, ora disponibilizadas, e expressa aqui a sua concordância com as mesmas.Uberlândia, 08 de fevereiro de 2017.Jean Carlos BorgesDiretor Presidente Marcio EstefanDiretor Vice-Presidente de OperaçõesLuciene GonçalvesDiretora Financeira e de Relações com Investidores Maria Aparecida GarciaDiretora de Talentos Humanos Luis Antonio Andrade LimaDiretor de Operações e Tecnologia Renato PaschoareliDiretor de Estratégia e RegulatórioMarcio EstefanDiretor Comercial de VarejoMarcio EstefanDiretor Comercial de Empresas Marcio EstefanDiretor de Negócios Atacado

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em cumprimento às disposições normativas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, a diretoria estatutária da Algar Telecom S/A declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016. Adicionalmente, declara que tomou conhecimento das demonstrações financeiras, ora disponibilizadas, e expressa aqui a sua concordância com as mesmas.Uberlândia, 08 de fevereiro de 2017.Jean Carlos BorgesDiretor Presidente Marcio EstefanDiretor Vice-Presidente de OperaçõesLuciene GonçalvesDiretora Financeira e de Relações com Investidores Maria Aparecida GarciaDiretora de Talentos Humanos Luis Antonio Andrade LimaDiretor de Operações e Tecnologia Marcio EstefanDiretor Comercial de VarejoMarcio EstefanDiretor Comercial de Empresas Marcio EstefanDiretor de Negócios Atacado

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros efetivos do Conselho Fiscal da Algar Telecom S/A., após procederem ao exame do relatório da administração e das demonstrações contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2016, verificaram a exatidão de todos os elementos apreciados, e à vista do parecer sem ressalvas da ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S., entendem que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas no período.Uberlândia, 09 de fevereiro de 2017.Membros efetivos do Conselho Fiscal: Geraldo Batista Caetano Gilberto Saramago GattinoDilson Dalpiaz Dias

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.