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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201476 páginasCódigo CVM 11223Versão 1Recebida em 30/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de TEKA TECELAGEM KUEHNRICH SA EM RECUPERACAO JUDICIAL

TEKA TECELAGEM KUEHNRICH SA EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 82.636.986/0001-55

TEKA TECELAGEM KUEHNRICH SA EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 82.636.986/0001-55
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
TEKA TECELAGEM KUEHNRICH SA EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
82.636.986/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
76
Ano de referência
2014*
Publicado em
30/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total830.958832.116−0,1%
1.01Ativo Circulante45.569493.801−90,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4872.199−77,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber27.91531.052−10,1%
1.01.03.01Clientes27.91531.052−10,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques13.51712.9704,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.094437.041−99,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.094437.041−99,7%
1.01.07Despesas Antecipadas040−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.55610.499−75,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2.55610.499−75,7%
1.02Ativo Não Circulante785.389338.315132,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo527.64171.048642,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber210—
1.02.01.03.01Clientes210—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos021.666−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos021.666−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes527.62049.382968,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar501.10722.8762.090,5%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais22.50522.0082,3%
1.02.01.09.05Outros4.0084.498−10,9%
1.02.02Investimentos4894890,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento4894890,0%
1.02.03Imobilizado256.574265.999−3,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação254.520264.065−3,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado172180−4,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.8821.7547,3%
1.02.04Intangível685779−12,1%
1.02.04.01Intangíveis685779−12,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, emitido com abstenção de conclusãoAos Conselheiros, Administradores e Acionistas daTeka - Tecelagem Kuenhrich S.A. ("Em recuperação judicial")Blumenau - SCFomos contratados para examinar as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Teka - Tecelagem Kuenhrich S.A. "Em recuperação judicial" ('Companhia'), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Em decorrência dos assuntos descritos na seção "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria.Bases para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas 1. Conforme nota explicativa nr 1, em 26 de outubro de 2012, a Companhia entrou com pedido de recuperação judicial, em conjunto com suas controladas, TEKA - Tecelagem Kuehnrich S/A, Teka Têxtil S/A, FB Indústria e Comércio Têxtil Ltda., Cerro Azul Participações e Administração Ltda. e Teka Investimentos Ltda., nos termos da Lei nº 11.101/05. Em 08 de novembro de 2012, foi deferido o processamento da recuperação e em 11 de janeiro de 2013 foram apresentados seus planos de recuperação judicial, os quais foram homologados em 30 de outubro de 2013. No dia 02 de outubro de 2013 a assembleia geral de credores aprovou o plano de recuperação judicial. Até a presente data a Companhia não mensurou os possíveis efeitos do plano de recuperação judicial sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. A execução desse plano é essencial para a realização de certos ativos registrados no balanço patrimonial, assim como, para permitir a Companhia honrar os seus compromissos assumidos com credores em geral.2. No exercício findo em 31 de dezembro de 2014 a Companhia incorreu em prejuízo líquido, individual e consolidado, de R$138.650 mil (R$154.873 mil em 31 de dezembro de 2013) e possuía prejuízos acumulados individual e consolidado no patrimônio de R$1.192.025 mil (1.061.838 mil em 31 de dezembro de 2013). O passivo circulante individual e consolidado da Companhia estava em excesso ao ativo circulante individual e consolidado em R$1.497.173 mil e R$1.543.702 mil (757.647 mil e R$801.010 mil, respectivamente, em 31 de dezembro de 2013) e patrimônio líquido negativo no montante de R$1.043.218 mil e R$1.046.177 mil, controladora e consolidado, respectivamente em 31 de dezembro de 2014 (R$ 912.669 mil e R$ 912.632 mil controladora e consolidado, respectivamente, em 31 de dezembro de 2013). O nível de endividamento é relevante e desequilibra a capacidade de liquidez da Companhia de curto e longo prazo. Essa situação indica a existência de incerteza significativa quanto à capacidade de continuidade normal dos negócios da Companhia e suas controladas e são fatores essenciais para definir a continuidade normal dos negócios da Companhia por um período superior a um ano e sugere e dúvida quanto a base para preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Em 31 de dezembro de 2014, os ativos e passivos individuais e consolidados da Companhia foram classificados e avaliados no pressuposto de continuidade normal dos negócios.3. Como comentado acima, a Companhia apresenta fatores operacionais que requerem uma análise periódica quanto à capacidade de recuperação dos valores registrados no ativo (análise de "impairment"), conforme pronunciamento emitido pelo CPC 01(R1), entretanto essa analise não foi apresentada pela administração da Companhia. A ausência dessa análise constitui em limitação do escopo de nossos trabalhos e dessa forma não temos como avaliar a existência de possíveis perdas de ativos registrados com valor superior àquele passível de ser recuperado por uso ou venda relativos ao ativo aplicável em 31 de dezembro de 2014. 4. As incertezas significativas comentadas nos parágrafos 1) a 3) acima, não nos possibilitam concluir como, quando e por quais valores, os ativos serão realizados e os passivos serão pagos. Também não podemos concluir se estes ativos e passivos serão pagos e realizados por meio das operações da Companhia e de suas controladas ou se por meio de venda de parte ou de todos os ativos. Até a presente data não obtivemos evidências de auditoria apropriadas e suficientes para concluirmos sobre estas múltiplas incertezas. As notas explicativas às Demonstrações Financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2014 não divulgam, integralmente, estes fatos.5. Conforme descrito na nota explicativa 7, a Companhia obteve êxito na ação judicial que objetiva a compensação dos saldos negativos de imposto de renda e base negativa da contribuição social sobre o lucro líquido com tributos da mesma entidade da federação. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia registrou o imposto de renda e contribuição social com base nos créditos apurados entre o período de 1997 a 2011 no montante de R$ 414.619 mil (valores atualizados de R$477.324 em 31 de dezembro de 2014 e R$436.046 em 31 de dezembro de 2013) no ativo não circulante. A homologação dos referidos créditos dependem de avaliação da Receita Federal do Brasil (RFB) e de desfecho de processo judicial movido pela Companhia para restituição destes créditos através de pagamento e não compensação com outros tributos federais. 6. A Companhia registrou créditos de imposto de renda e contribuição social oriundos de diferenças temporárias na rubrica de "tributos diferidos" os montantes de R$21.666 mil, controladora e consolidado, (R$ 21.666 mil em 31 de dezembro de 2013) quais não foram objeto de análise de "impairment" e portanto não podemos concluir quanto a realização do referido ativo fiscal diferido.7. A Companhia apresenta na rubrica de Fornecedores, o montante de R$ 129.549 mil (R$ 129.549 mil em 31 de dezembro de 2013), registrado desde dezembro de 2012, relacionado a dívidas pactuadas (confissão de dívida). Entretanto, devido ao descumprimento das obrigações contratuais pactuadas, cabe a avaliação, mensuração e adequada apresentação e divulgação deste saldo contemplando o que preveem estes contratos. Adicionalmente, em dezembro de 2012, antes do deferimento do pedido de recuperação judicial, em decorrência do descumprimento das c láusulas de certos contratos, as parcelas registradas no passivo não circulante deveriam ser inteiramente reclassificadas para o passivo circulante. Consequentemente, ficamos impossibilitados de concluir quanto à adequada apresentação e mensuração do referido montante nestas demonstrações financeiras. 8. A Companhia mantém operações de empréstimos e financiamentos nos montantes de R$ 319.282 mil, controladora e consolidado (R$285.353 mil, controladora e consolidado, em 31 de dezembro de 2013). Devido ao processo de recuperação judicial em que a Companhia se encontra e aos processos judiciais de revisão dos contratos financeiros, existem diversas situações a serem consideradas quanto ao passivo financeiro da Companhia, à saber: i) existem operações que montam o valor de R$271.288 mil, controladora e consolidado, (R$208.583 mil, controladora e consolidado, em 31 de dezembro de 2013) atualizado com índices e taxas de juros, inferiores aos acordados contratualmente firmados com as instituições financeiras, ii) certas instituições financeiras enviaram correspondência ao administrador judicial da Companhia informando saldos de empréstimos e financiamentos significativamente diferentes dos montantes registrados nestas demonstrações financeiras em decorrência das negociações realizadas com os credores em 2012 e antes do Deferimento do Pedido de Recuperação Judicial, sendo que estas instituições não responderam as cartas de circularização dos auditores, iii) as operações com Debêntures no montante de R$ 47.994 mil, controladora e consolidado (R$ 43.577 mil em 31 de dezembro de 2013). encontram-se com seus pagamentos em atraso, mesmo antes do deferimento do pedido de recuperação judicial, havendo, portanto, encargos não reconhecidos pelo fato da discussão judicial entre as partes e o pedido de recuperação judicial homologado em 2012 pela Companhia iv) os empréstimos e financiamentos acima destacados contêm cláusulas de compromissos ("covenants") sujeitas a determinados índices restritivos de dívida ("debt covenants"), os quais são auferidos periodicamente, para os quais a Companhia não nos apresentou evidencias que comprovem o atendimento dos covenants. Devido a situação comentada não obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir quanto à adequada apresentação e mensuração dos referidos montantes nestas demonstrações financeiras caso o insucesso da Companhia nos pleitos judiciais ou na recuperação judicial em curso. Além disso, estas informações não estão integralmente divulgadas nas notas explicativas.9. Em consonância com o Plano de Recuperação Judicial, uma lista de equipamentos ociosos foram leiloados em 29 de julho de 2014. O lance arrematador foi de R$3.385 mil. O valor histórico de custo destas máquinas, já líquidos de efeitos tributários era de R$10.785 mil, portanto o leilão acarretou uma perda para Companhia na ordem de R$7.400 mil no exercício findo em 31 de dezembro de 2014. Esta perda reconhecida em 2014 enfatiza que a Companhia requer uma análise periódica quanto à sua capacidade de recuperação dos valores registrados no ativo (análise de "impairment"), já comentado no parágrafo 03, e portanto, além desta ausência de análise ser uma limitação de escopo em nossos trabalhos, não conseguimos concluir à qual período de anos anteriores as perdas com as máquinas leiloadas se referem.Abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasDevido à relevância dos assuntos descritos na seção "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas", até a presente data, não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria. Consequentemente, não expressamos opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas.Ênfase1. Mesmo não sendo escopo de nossos trabalhos avaliar a razoabilidade da cobertura de seguros da Companhia, a administração da Companhia está com dificuldades em negociar a renovação do seguro patrimonial, portanto, em 31 de dezembro de 2014, os principais ativos, que incluem principalmente estoques e imobilizados da Companhia, não estão cobertos por seguros.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado (DVA)Fomos contratados, também, para examinar as demonstrações individuais e consolidadas do Valor Adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Devido à relevância dos assuntos descritos na seção "Bases para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria. Consequentemente, não expressamos opinião sobre a DVA acima referida.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentado para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 28 de março de 2014, que conteve ressalvas semelhantes sobre os assuntos dos parágrafos 1 à 9 e ênfase sobre o assunto mencionado no parágrafo 1 da seção "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações individuais e consolidadas".Recife, 30 de março de 2015. Chronus Auditores Independentes S.S.CRC-PE-000681/O F-SCRosivam Pereira DinizContadora CRC-PE-014050/O S-SC

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasTEKA-Tecelagem Kuehnrich S A, inscrita no CNPJ sob o número 82.636.986/0001-55, estabelecida na Rua Paul Kuehnrich, nº 68 - Itoupava Norte - Blumenau - Estado de Santa Catarina, DECLARA, por seus diretores, nos termos do Artigo 25, § 1º, Inciso VI da Instrução CVM nº 480/09, que reviram, discutiram e concordam com as Informações Financeiras relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2014.Blumenau/SC, 30 de março de 2015.Frederico Kuehnrich NetoPresidente e Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesTEKA-Tecelagem Kuehnrich S.A., inscrita no CNPJ sob o número 82.636.986/0001-55, estabelecida na Rua Paul Kuehnrich, nº 68 - Itoupava Norte - Blumenau - Estado de Santa Catarina, DECLARA, por seus diretores, nos termos da Instrução CVM nº 480/09, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as informações relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2014.Blumenau/SC, 30 de março de 2015.Frederico Kuehnrich NetoPresidente e Diretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A., cumprindo atribuições legais e estatutárias, examinaram as Demonstrações Contábeis da Companhia, elaboradas de acordo com a legislação vigente, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014, compostas de Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório da Administração, examinaram também as respectivas Demonstrações Contábeis Consolidadas, compreendendo a Companhia e as empresas controladas. Considerando as análises efetuadas e levando em conta o Relatório dos Auditores Independentes de 30 de Março de 2015 da Chronus Auditores Independentes S.S. os Conselheiros abaixo assinados opinaram que os documentos estão em condições de serem submetidos aos acionistas.Blumenau, 30 de março de 2015.João Paulo WustMichele Viviane Loos Ubirajara dos Santos Vieira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.