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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013114 páginasCódigo CVM 21008Versão 1Recebida em 28/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A · CNPJ 08.764.621/0001-53

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ 08.764.621/0001-53
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ
08.764.621/0001-53
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
114
Ano de referência
2013*
Publicado em
28/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total2.236.1971.879.73119,0%
1.01Ativo Circulante412.916410.0130,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa171.461252.678−32,1%
1.01.01.01Caixa29290,0%
1.01.01.02Bancos13.02313.813−5,7%
1.01.01.03Aplicações Financeiras158.409238.836−33,7%
1.01.02Aplicações Financeiras136.42588.57054,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo136.42588.57054,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda61.5680—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas74.85788.570−15,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber88.97360.17847,8%
1.01.03.01Clientes70.42252.71233,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber18.5517.466148,5%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar16.0578.58787,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar16.0578.58787,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.01.08.03.01Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI´s00—
1.01.08.03.02Bens Destinados a Venda00—
1.01.08.03.03Aplicações Financeiras Vinculadas00—
1.02Ativo Não Circulante1.823.2811.469.71824,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo38.34044.853−14,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber0936−100,0%
1.02.01.03.01Clientes0936−100,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas34.81738.732−10,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas34.81738.732−10,1%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.5235.185−32,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI´s00—
1.02.01.09.04Depósitos e Cauções2.1671.61134,5%
1.02.01.09.05Aplicações Financeiras Vinculadas03.008−100,0%
1.02.01.09.06Outras Contas a Receber1.356566139,6%
1.02.02Investimentos1.625.0131.278.85727,1%
1.02.02.01Participações Societárias08.820−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas08.820−100,0%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento1.625.0131.270.03728,0%
1.02.03Imobilizado81.22767.82219,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação81.22767.82219,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível78.70178.1860,7%
1.02.04.01Intangíveis78.70178.1860,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Vida Útil Indefinida45.74944.6922,4%
1.02.04.01.03Vida Útil Definida32.95233.494−1,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos:Acionistas, Conselheiros e Diretores da General Shopping Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da General Shopping Brasil S.A. (Companhia) e controladas, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e, também, que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. O processo de auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstancias, mas não para expressar opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da General Shopping Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da General Shopping Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), e as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊnfasesDiferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRSConforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da General Shopping Brasil S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto para fins de IFRS, seria custo ou valor justo. Nossa opinião não esta ressalvada em função desse assunto.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na Nota Explicativa n° 2.28, em decorrência da mudança de política contábil envolvendo a contabilização de controladas, coligadas e de empreendimentos em conjunto, de acordo com o CPC 36 (R3)/ IFRS 10 e o CPC 19 (R2)/ IFRS 11, os valores correspondentes e consolidados, referentes às demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 "Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro" e CPC 26(R1) "Apresentação das demonstrações contábeis". Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da Demonstração do Valor Adicionado. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Demonstrações contábeis de período anterior examinadas por outro auditor independenteO exame do balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2011 (1º de janeiro de 2012), preparados originalmente antes dos ajustes efetuados em decorrência da mudança de política contábil envolvendo a contabilização de controladas, coligadas e de empreendimentos em conjunto, de acordo com o CPC 36 (R3)/ IFRS 10 e o CPC 19 (R2)/ IFRS 11, descritos na Nota Explicativa n° 2.28, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificações, com data de 24 de fevereiro de 2012. Como parte da nossa auditoria das demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, examinamos os ajustes nos valores correspondentes do balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 (1º de janeiro de 2012), que em nossa opinião são apropriados e foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as informações referentes ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 (1º de janeiro de 2012) e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre ele, tomado em conjunto.São Paulo, 26 de março de 2014.Nelson Fernandes Barreto FilhoContador CRC 1SP-151.079/O-0Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 28 de março de 2014.Victor Poli Veronezi - Diretor PresidenteAlessandro Poli Veronezi - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor FinanceiroVicente de Paula da Cunha - Diretor de Planejamento e ExpansãoAlexandre Lopes Dias - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por açõescom sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 28 de março de 2014.Victor Poli Veronezi - Diretor PresidenteAlessandro Poli Veronezi - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor FinanceiroVicente de Paula da Cunha - Diretor de Planejamento e ExpansãoAlexandre Lopes Dias - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal, no uso de suas atribuições legais, em reunião realizada nesta data, examinou o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras da General Shopping Brasil S.A. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2013. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o parecer dos auditores independentes Grant Thornton Auditores Independentes, os Srs. Conselheiros opinaram favoravelmente a respeito dos supracitados documentos, informando, ainda, que os mesmos se encontram em condições de serem votados e aprovados pelos Srs. Acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária.São Paulo, 26 de março de 2014.Paulo Alves das FloresConselheiro FiscalCamila de Cassia Satin BriolaConselheira FiscalAloisio KokConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.