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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025244 páginasCódigo CVM 1210Versão 1Recebida em 11/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA · CNPJ 92.702.067/0001-96

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ 92.702.067/0001-96
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ
92.702.067/0001-96
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
244
Ano de referência
2025*
Publicado em
11/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total163.858.532147.936.51510,8%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.992.7881.792.236122,8%
1.01.01Caixa1.298.1241.126.98215,2%
1.01.01.01Caixa e Equivalente de Caixa1.298.1241.126.98215,2%
1.01.02Aplicações de Liquidez2.694.664665.254305,1%
1.01.02.01Aplicação no Mercado Abero1.900.000599.996216,7%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros617.5267.4008.244,9%
1.01.02.03Cotas de Fundos de Investimento177.13857.858206,2%
1.02Ativos Financeiros153.896.029140.073.4259,9%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central15.861.03611.716.93035,4%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado1.481.9495.127.550−71,1%
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários1.381.7094.803.252−71,2%
1.02.02.02Derivativos100.240324.298−69,1%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes21.937.98118.350.04819,6%
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários21.937.98118.350.04819,6%
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado114.615.063104.878.8979,3%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros1.506.9731.985.332−24,1%
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários45.848.42935.077.02930,7%
1.02.04.04Operações de Crédito65.056.27462.218.7224,6%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−3.425.272−2.552.823−34,2%
1.02.04.06Operações de Arrendamento5.2856.919−23,6%
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento−73−48−52,1%
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros5.623.4478.143.766−30,9%
1.03Tributos3.869.1143.853.2130,4%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes199.421158.52025,8%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos3.669.6933.694.693−0,7%
1.03.03Outros00—
1.04Outros Ativos672.897617.9108,9%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda126.040129.672−2,8%
1.04.01.01Bens Destinados à Venda126.040129.672−2,8%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros546.857488.23812,0%
1.04.03.01Outros546.857488.23812,0%
1.05Investimentos169.748199.602−15,0%
1.05.01Participações em Coligadas169.748199.602−15,0%
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado958.757934.5462,6%
1.06.01Imobilizado de Uso1.995.2561.931.2043,3%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−1.036.499−996.658−4,0%
1.07Intangível299.199465.583−35,7%
1.07.01Intangíveis1.945.0171.893.1792,7%
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada−1.645.818−1.427.596−15,3%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, aos Administradores e aos Acionistas doBanco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. e de suas controladas ("Banco"), identificadas como Banrisul e Banrisul Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. e de suas controladas em 31 de dezembro 2025, foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BCB.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - informações comparativasChamamos a atenção para a nota explicativa nº 2 às demonstrações financeiras, que descreve que as referidas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BCB, considerando a dispensa da apresentação nas demonstrações financeiras referentes aos períodos de 2025, dos valores comparativos relativos aos períodos anteriores, conforme previsto na Resolução nº 4.966 do Conselho Monetário Nacional - CMN e na Resolução nº 352 do BCB. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1.Provisão para Perda Esperada Associada ao Risco de CréditoA partir de 1º de janeiro de 2025, entrou em vigor a Resolução nº 4.966 do Conselho Monetário Nacional - CMN, em substituição à Resolução nº 2.682 do Banco Central do Brasil - BCB, a qual estabelece novos requerimentos de classificação, mensuração, reconhecimento e baixa de instrumentos financeiros, além de definir diretrizes para a constituição de provisão para perda esperada associada ao risco de crédito.A constituição da provisão para perda esperada associada ao risco de crédito envolve o julgamento e o uso de estimativas por parte da Administração do Banco. Conforme divulgado nas notas explicativas nº 3.c., nº 4.c e nº 10.d às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, o Banco desenvolveu modelos internos para estimativa da provisão para perdas esperadas, conforme requerimentos da Resolução, visando gerar a expectativa das perdas com operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro ao longo de um dado horizonte de tempo, englobando a avaliação dos parâmetros de PD ("Probability of Default"), LGD ("Loss Given Default") e EAD ("Exposure at Default"). Para tanto, o Banco utiliza modelos internos para considerar todos os históricos de dados disponíveis e pondera possíveis cenários de perdas, envolvendo premissas e julgamentos da Administração, com o objetivo de representar sua melhor estimativa quanto ao risco de perdas esperadas de seus instrumentos financeiros. A provisão para perda esperada associada ao risco de crédito foi considerada um principal assunto de auditoria devido à relevância dos ativos financeiros relacionados a operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, à utilização de modelos internos e ao fato de envolver julgamento e determinação de premissas por parte da Administração na determinação das provisões que são constituídas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco para as operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, com envolvimento de nossos especialistas, com o objetivo de avaliar a aderência aos requerimentos da Resolução nº 4.966/2021 do CMN (b) avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes sobre o processo de mensuração da estimativa da provisão para perda esperada associada ao risco de crédito (c) revisão e desafio dos modelos utilizados pela Administração para a mensuração da perda esperada, incluindo a alocação da carteira de crédito expandida nos estágios requeridos pela Resolução nº 4.966/2021, com base em amostragem, com envolvimento de membros seniores da nossa equipe e dos nossos especialistas em risco de crédito (d) análise do nível de provisionamento de perdas das operações de crédito e (e) avaliação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela Administração para estimar a provisão para perda esperada associada ao risco de crédito são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.2.Provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistasConforme divulgado nas notas explicativas nº 3.(i) e nº 23 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, o Banco constitui provisão para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas, decorrentes de eventos passados, com base na avaliação da Administração, suportada por seus assessores jurídicos, mensurando os montantes a serem provisionados através de métodos massificados ou análise individualizada de cada processo, o qual é avaliado periodicamente pelos assessores jurídicos com relação à probabilidade de perda e aos montantes a serem provisionados. Devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, ao uso de estimativa e julgamento por parte da Administração, junto aos seus assessores jurídicos, dos processos individualizados, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do desenho e da implementação dos controles internos relevantes que envolvem o controle das demandas fiscais, cíveis e trabalhistas e a mensuração dos montantes provisionados (b) envolvimento de nossos especialistas tributários e legal para análise dos processos fiscais, avaliados por nós, como significantes (b) envolvimento de nossos especialistas estatísticos para entendimento dos parâmetros utilizados no método "Massificado" (d) confirmação das demandas com os assessores jurídicos externos e internos (e) análise por amostragem da razoabilidade das premissas utilizadas na mensur ação dos processos selecionados (f) interação com os assessores jurídicos do Banco responsáveis pelas principais causas fiscais e (g) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela Administração para estimar as provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.3.Ambiente de tecnologia da informaçãoAs operações do Banco dependem dos ambientes de tecnologia e de infraestrutura capazes de suportar um elevado número de transações processadas diariamente em seus sistemas de informação legados que alimentam os seus registros contábeis. Os processos inerentes à tecnologia da informação, associados aos seus controles, podem, eventualmente, conter riscos no processamento e na geração de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras, justificando nossa consideração como área de foco em nossa auditoria, devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Com o envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas, identificamos os sistemas relevantes que suportam as principais atividades de negócio do Banco, avaliamos o desenho dos controles gerais do ambiente de processamento e testamos a efetividade operacional desses controles, incluindo, quando necessário, os testes de controles compensatórios, quanto à segurança da informação, ao desenvolvimento e à manutenção de sistemas relevantes e à operação do ambiente de tecnologia da informação, relacionados com a infraestrutura que suporta os negócios do Banco.A avaliação dos processos e controles do ambiente de tecnologia da informação, associados aos testes realizados mencionados anteriormente, nos permitiram considerar aceitáveis as informações extraídas de determinados sistemas para planejar a natureza, a época e a extensão de nossos procedimentos substantivos no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações financeiras consolidadasAs demonstrações financeiras consolidadas para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro 2025, que foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BCB, estão sendo apresentadas de maneira adicional, conforme faculdade prevista no Art. nº 77 da Resolução CMN nº 4.966, as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com a norma internacional de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emtidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB", e foram apresentadas separadamente pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. nessa data, sobre as quais emitimos relatório de auditoria independente, sem modificação, com data de 9 de fevereiro de 2026.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação não é requerida pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo BCB, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo BCB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante r esultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar a opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também, aos responsáveis pela governança, declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do semestre e exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 9 de fevereiro de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" RSJoão Paulo Stellfeld PassosContadorCRC nº 1 PR 053072/O-7----------------------------------------------------------------------------------------------------RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, aos Administradores e aos Acionistas doBanco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. e de suas controladas ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. e de suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis à auditoria de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1.Provisão para perda esperada com operações de crédito e arrendamento mercantil financeiroA constituição da provisão para perdas esperadas com operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro envolve julgamento e o uso de estimativas por parte da Administração do Banco. Conforme divulgado nas notas explicativas nº 5.d.1, nº 4.c e nº 10.b às demonstrações financeiras consolidadas, o Banco desenvolveu modelos internos para estimativa da provisão para perdas esperadas, conforme requerimentos da IFRS 9, visando gerar a expectativa das perdas com operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro ao longo de um dado horizonte de tempo, englobando a avaliação dos parâmetros de PD ("Probability of Default"), LGD ("Loss Given Default") e EAD ("Exposure at Default"). Para tanto, o Banco utiliza modelos internos para considerar todos os históricos de dados disponíveis e ponderar possíveis cenários de perdas, envolvendo premissas e julgamentos da Administração, com o objetivo de representar sua melhor estimativa quanto ao risco de perdas esperadas de seus instrumentos financeiros. A provisão com perdas esperadas em operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro foi considerada um principal assunto de auditoria devido à relevância dos ativos financeiros relacionados a operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, à utilização de modelos internos e ao fato de envolver julgamento e determinação de premissas por parte da Administração na determinação das provisões que são constituídas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos p rocedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco para as operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, com envolvimento de nossos especialistas, com o objetivo de avaliar a aderência aos requerimentos da norma internacional de relatório financeiro IFRS 9 (b) avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes sobre o processo de mensuração da estimativa da provisão com perdas esperadas de operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro (c) revisão e desafio dos modelos utilizados pela Administração para a mensuração da perda esperada, incluindo a alocação da carteira de crédito expandida nos estágios requeridos pela norma internacional de relatório financeiro IFRS 9, com base em amostragem, com envolvimento de membros seniores da nossa equipe e dos nossos especialistas (d) análise do nível de provisionamento de perdas das operações de crédito e (e) avaliação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela Administração para estimar a provisão com perdas esperadas com operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.2.Provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistasConforme divulgado nas notas explicativas nº 3.(i) e nº 23 às demonstrações financeiras consolidadas, o Banco constitui provisão para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas, decorrentes de eventos passados, com base na avaliação da Administração, suportada por seus assessores jurídicos, mensurando os montantes a serem provisionados através de métodos massificados ou análise individualizada de cada processo, o qual é avaliado periodicamente pelos assessores jurídicos com relação à probabilidade de perda e aos montantes a serem provisionados.Devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras consolidadas e ao uso de estimativa e julgamento por parte da Administração, com seus assessores jurídicos, dos processos individualizados, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do desenho e da implementação dos controles internos relevantes que envolvem o controle das demandas fiscais, cíveis e trabalhistas e a mensuração dos montantes provisionados (b) envolvimento de nossos especialistas tributários e legal para análise dos processos fiscais, avaliados por nós como significantes (c) envolvimento de nossos especialistas estatísticos para entendimento dos parâmetros utilizados no método "Massificado" (d) confirmação das demandas com os assessores jurídicos externos e internos (e) análise por amostragem da razoabilidade das premissas utilizadas na mensuração dos processos selecionados (f) interação com os assessores jurídicos do Banco responsáveis pelas principais causas fiscais e (g) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela Administração para estimar as provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.3.Ambiente de tecnologia da informaçãoAs operações do Banco dependem do ambiente de tecnologia e de infraestrutura capazes de suportar um elevado número de transações processadas diariamente em seus sistemas de informação legados que alimentam os seus registros contábeis. Os processos inerentes à tecnologia da informação, associados aos seus controles, podem, eventualmente, conter riscos no processamento e na geração de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras, justificando nossa consideração como área de foco em nossa auditoria devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Com o envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas, identificamos os sistemas relevantes que suportam as principais atividades de negócio do Banco, avaliamos o desenho dos controles gerais do ambiente de processamento e testamos a efetividade operacional desses controles, incluindo, quando necessário, os testes de controles compensatórios, quanto à segurança da informação, ao desenvolvimento e à manutenção de sistemas relevantes e à operação do ambiente de tecnologia da informação, relacionados com a infraestrutura que suporta os negócios do Banco.A avaliação dos processos e controles do ambiente de tecnologia da informação, associados aos testes realizados mencionados anteriormente, nos permitiram considerar aceitáveis as informações extraídas de determinados sistemas para planejar a natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstração consolidada do valor adicionadoAs demonstrações consolidadas do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, e apresentadas como informação suplementar para fins da norma internacional de contabilidade, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras consolidadas e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações consolidadas do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações f inanceiras consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 9 de fevereiro de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" RSJoão Paulo Stellfeld PassosContadorCRC nº 1 PR 053072/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ATA Nº 11332Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001- 96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928), realizada no dia 03 de fevereiro de 2026, às 9h30min, com a presença dos Diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foram examinados os seguintes assuntos:UNIDADE DE CONTABILIDADEDemonstrações Financeiras Brgaap e IFRS de dezembro de 2025A Diretoria reviu, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras de dezembro/2025.A Diretoria encaminhou ao Conselho de Administração, com parecer favorável ao proposto.Nada mais havendo a tratar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Fernando Guerreiro de Lemos - Presidente, Luiz Gonzaga Veras Mota - Vice- Presidente, Carlos Aluisio Vaz Malafaia, Elizabete Rejane Sodré Tavares, Fernando Postal, Ivanor Antonio Duranti, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior, Márcia Adriana Celestino, Kalil Sehbe Neto - Diretores.CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 11332, de 03-02-2026, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2026.Luiz Gonzaga Veras MotaVice-Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ATA Nº 11336Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001-96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928) realizada no dia 09 de fevereiro de 2026, às 13h, com a presença dos Diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foram examinados os seguintes assuntos:GABINETE DA DIRETORIARelatório dos Auditores IndependentesA Diretoria reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras do exercício de 2025.Nada mais havendo a tratar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Fernando Guerreiro de Lemos - Presidente, Luiz Gonzaga Veras Mota - Vice-Presidente, Carlos Aluisio Vaz Malafaia, Elizabete Rejane Sodré Tavares, Fernando Postal, Ivanor Antonio Duranti, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior, Márcia Adriana Celestino, Kalil Sehbe Neto - Diretores.CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 11336, de 09-02-2026, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2026.Luiz Gonzaga Veras MotaVice-Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALNa qualidade de membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., no exercício das atribuições que nos conferem os incisos II e VII do Artigo 163, da Lei 6.404/76, e de acordo com as disposições correlatas do Estatuto Social, examinamos o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025. Com base em nossos exames, nos esclarecimentos prestados pela Administração no curso do respectivo exercício, no Relatório do Comitê de Auditoria e no Relatório dos Auditores Independentes, sem modificações, emitido nesta data, opinamos que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pelos acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária. Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2026.Pedro Maciel CapeluppiPresidenteAndré Flores CoronelConselheiroMateus José de Lima WespConselheiroPricilla Maria SantanaConselheiraReginaldo Ferreira AlexandreConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA31 DE DEZEMBRO DE 20251.INTRODUÇÃOEm atendimento à Resolução CMN n° 4.910, de 27 de maio de 2021, e em conformidade com a Lei n° 13.303/2016 (Lei das Estatais), com o Estatuto Social do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., e por seu Regimento Interno, o Comitê de Auditoria elabora semestralmente relatório, contendo a descrição de suas atividades no período, a avaliação da efetividade dos sistemas de controle interno, das auditorias independente e interna. Avalia, ainda, a qualidade das demonstrações financeiras, com ênfase na aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e no cumprimento de normas editadas pelo Banco Central do Brasil, evidenciando as deficiências encontradas.O Comitê de Auditoria é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, atualmente composto por três membros independentes, nomeados pelo Conselho de Administração, sendo suas atividades definidas pela Lei nº 13.303/2019 (Lei das Estatais), Resolução CMN nº 4.910/2021 e demais legislações vigentes, além das atribuições definidas pelo Estatuto Social do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, e por seu Regimento Interno.Sua atuação abrange o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. ("Banrisul"), identificados como Banrisul e Banrisul Consolidado, e possui, dentre suas competências, revisar, previamente à publicação, as demonstrações financeiras trimestrais, semestrais e anuais avaliar a efetividade das auditorias independente e interna estabelecer e divulgar procedimentos para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à instituição e reunir-se periodicamente com o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal e as Diretorias do Banco.É responsabilidade da Administração manter controles internos que permitam a elaboração das demonstrações financeiras livres de distorções relevantes.A Auditoria Interna tem como objetivo salvaguardar os ativos, assegurar a observância das políticas, planos, procedimentos e leis, respondendo pelo atendimento ao Comitê de Auditoria e à Auditoria Independente. À Auditoria Independente (Deloitte Touche Tohmatsu Limited) cabe assegurar que as demonstrações contábeis, inclusive consolidadas, do Banrisul, Empresas Controladas e dos fundos de investimento administrados, representam adequadamente a posição patrimonial e financeira.2.ATIVIDADES E DESTAQUES DO PERÍODOO planejamento dos trabalhos para o ano de 2025, aprovado em 09 de dezembro de 2024, foi realizado considerando as principais atribuições do Comitê, e é revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. No período de 01 de julho a 31 de dezembro de 2026, o Comitê acompanhou as atividades desenvolvidas pelas áreas responsáveis pela auditoria, a contabilidade, o controle interno, o gerenciamento de riscos, entre outros. Nesse período realizou 11 reuniões, contemplando 49 sessões, devidamente formalizadas em atas. Foram recebidas 142 matérias para análise.No tocante à educação continuada, integrantes do Comitê participaram, no período de junho a dezembro de 2025, de cursos e fóruns relacionados à sua área de competência, totalizando 18 horas.Ao longo do 2º semestre de 2025 foram realizadas reuniões com o Banco Central do Brasil, Diretores do Banrisul e das Empresas Controladas, Auditores Independentes, a Auditoria Interna, os executivos das Unidades de Contabilidade, Controladoria Financeira, Relação com Investidores, Estratégia e Inteligência de Crédito, Agronegócios, entre outras áreas que integram a Instituição. Manteve interação e atuação conjunta com o Comitê de Riscos, em consonância com a Resolução CMN nº 4.557/17.Entre os assuntos tratados, importante ressaltar a avaliação e monitoramento sobre: os mecanismos de controle interno as demonstrações financeiras, transações com partes relacionadas, informações e medições divulgadas as constatações relevantes em acompanhamento pela Auditoria Interna os indicadores de risco de crédito os indicadores do setor bancário a avaliação de efetividade em prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo (PLD/FT) as ocorrências e tentativas de golpes e fraudes contra clientes a avaliação atuarial o canal de denúncias a ouvidoria e o atendimento às demandas dos órgãos reguladores. Além disso, o Comitê tomou ciência das atas das reuniões da Diretoria.O Comitê encaminhou regularmente as atas das reuniões ao Conselho Fiscal, reunindo-se com seus integrantes.Trimestralmente, foram apresentados ao Conselho de Administração relatórios sobre as atividades do Comitê, abrangendo os temas dentro do escopo de sua atuação. Além disso, foram recomendadas ao Conselho correções e aprimoramentos em políticas, práticas e procedimentos identificados no exercício de suas atribuições.Os representantes do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central do Brasil participaram de reunião do Comitê com o objetivo de se inteirarem das atividades desenvolvidas, bem como de atualizarem os integrantes sobre o andamento de suas próprias ações e o atendimento aos respectivos apontamentos.O Comitê de Auditoria analisou os relatórios mensais emitidos pela Auditoria Interna. Acompanhou a evolução do Plano Anual de Auditoria Interna 2025. Reuniu-se para esclarecimentos e tomada de providências corretivas em relação aos apontamentos, realizando alinhamentos contínuos dos trabalhos. Também analisou e aprovou o Plano Anual de Auditoria Interna 2026.O planejamento dos trabalhos dos respectivos auditores independentes foi discutido com o Comitê e, no decorrer do semestre, houve a disponibilização dos relatórios produzidos e a análise da estrutura de controles internos. Salienta-se que, previamente às divulgações das informações trimestrais (ITRs) e do balanço semestral, os integrantes do Comitê reuniram-se com a Auditoria Independente para avaliar os aspectos do ambiente de controle na geração dos números a serem divulgados, bem como a independência dos auditores.Importante destacar que, (i) não chegou ao conhecimento do Comitê de Auditoria a existência e/ou evidência de fraudes ou inobservância de normas legais e regulamentares que possam colocar em risco a continuidade da instituição e (ii) não houve divergências significativas entre a Administração, Auditoria Independente e o Comitê de Auditoria relacionadas às demonstrações contábeis.3.CONCLUSÕESA análise dos relatórios emitidos pela Auditoria Interna, pela Unidade de Controles, Compliance e Inspetoria, e pela Unidade de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Governança em Privacidade - considerada dentro das limitações naturais do escopo de atuação de cada órgão - não identificou elementos que comprometam a efetividade do sistema de controles internos.Com base no Relatório dos Auditores Independentes sobre o Sistema de Controles Internos e Descumprimento de Dispositivos Legais e Regulamentares, referente ao semestre findo em 30 de junho de 2025, não foram identificados aspectos relevantes que pudessem comprometer a efetividade dos controles internos do Banco. O sistema de controle interno do Banrisul é adequado ao porte e à complexidade das operações do Conglomerado, recebendo atenção contínua da Administração.A Auditoria Independente e a Auditoria Interna atuam de maneira efetiva, com objetividade e independência, contribuindo significativamente para a qualidade dos controles internos.O exame regular das demonstrações financeiras, que são elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, com observância à Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e o contato frequente com a Unidade de Contabilidade, com a Auditoria Interna e com os Auditores Independentes, permite ao Comitê avaliar a qualidade dessas demon strações e afirmar que elas estão livres de distorções relevantes.Considerando o escopo de suas atividades, os trabalhos e as avaliações realizadas, o Comitê de Auditoria concluiu que as demonstrações financeiras foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, em especial com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, e com as demais práticas contábeis da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil, adotadas no Brasil, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Conglomerado, para o semestre encerrado em 31 de dezembro de 2025, são adequadas, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração.Porto Alegre, 05 de fevereiro de 2026.Carlos BiedermannUrbano SchmittCoordenadorJoão Zani

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias205.0650
Preferenciais203.9090
Total408.9740

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.