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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201164 páginasCódigo CVM 3115Versão 1Recebida em 28/02/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
64
Ano de referência
2011*
Publicado em
28/02/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total414.235417.760−0,8%
1.01Ativo Circulante191.266206.166−7,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.8882.707117,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos5.8882.707117,5%
1.01.02Aplicações Financeiras137.528159.595−13,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Créditos das Operações33.66535.169−4,3%
1.01.03.01Seguros e Resseguros33.66535.169−4,3%
1.01.03.01.01Prêmios a Receber7521.450−48,1%
1.01.03.01.02Operações com Seguradoras6851.057−35,2%
1.01.03.01.03Operações com Resseguradoras6.3935.06026,3%
1.01.03.01.04Outros Créditos Operacionais84555253,1%
1.01.03.01.05Ativos de Reseguros - Provisões Técnicas24.99027.050−7,6%
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber14.0658.11573,3%
1.01.05Outros Valores e Bens57529,6%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas5660−6,7%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas7468−98,5%
1.01.08.01Custos de Aquisição Diferidos - Seguros7468−98,5%
1.01.09Outros Ativos Circulantes00—
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante222.969211.5945,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo119.790120.081−0,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Créditos das Operações64.34867.883−5,2%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras101513−80,3%
1.02.01.03.02Ativos de Resseguros - Provisões Técnicas64.24767.370−4,6%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber55.44252.1986,2%
1.02.01.04.01Créditos Tributários e Previdenciários3.2202.90111,0%
1.02.01.04.02Depósitos Judiciais e Fiscais51.23848.2756,1%
1.02.01.04.03Outros Créditos a Receber9841.022−3,7%
1.02.01.04.04Direito resultante da venda de imóveis00—
1.02.01.04.05Créditos a receber00—
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos95.13383.01814,6%
1.02.02.01Participações Societárias74.99062.57719,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País74.90962.49619,9%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias81810,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.14320.441−1,5%
1.02.03Imobilizado7.8368.359−6,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.8368.359−6,3%
1.02.03.01.01Imóveis de usu próprio6.7616.987−3,2%
1.02.03.01.02Bens móveis8681.117−22,3%
1.02.03.01.03Outras imobilizações207255−18,8%
1.02.03.01.04Provisão para desvalorização00—
1.02.03.01.05Depreciação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível21013654,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia de Seguros Aliança da Bahia (Seguradora) identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações Contábeis Consolidadas A Administração da Seguradora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como, pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis (individual e consolidada) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis consolidadas da Seguradora para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Seguradora. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e finance consolidada da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRS's emitidas pelo IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa n° 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia de Seguros Aliança da Bahia essas práticas diferem das IFRS's, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação do investimento em controlada pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado - DVA referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas pela Administração da Seguradora, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS's que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Salvador, 15 de fevereiro de 2012PERFORMANCEAUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC-2BA - 00710/OJOSÉ RENATO MENDONÇACONTADOR - CRC-1BA 9.749/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DE DIRETORIA Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DE DIRETORIA Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALEm reunião realizada nesta data, às 15:00 horas, os membros do Conselho fiscal da COMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIA ("Companhia") atendendo ao disposto no Artigo 163 da Lei nº 6.404/76, após exame dos documentos e propostas da Administração submetidos a sua análise nesta data, e considerando o parecer sem ressalva emitido pelos auditores independentes Performance Auditoria e Consultoria Empresarial S/S, opinam favoravelmente à aprovação em Assembléia Geral Ordinária da Companhia, a ser realizada no mês de março de 2012, e com base no Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 (tais documentos foram autenticados pela mesa e arquivados na Companhia como docs. Nº 1, 2 e 3, respectivamente) da destinação do lucro líquido do exercício, no valor de R$ 28.253 mil, que, após acréscimos de dividendos prescritos no total de R$ 75 mil e da realização da reserva de reavaliação no valor de R$ 263 mil, resultou no montante de R$ 28.591 mil, sendo Reserva legal de R$ 1.413 mil, dividendos intermediários de R$ 10.023 mil e dividendos adicionais propostos de R$ 10.022 mil e o valor de R$ 7.133 mil destinado à reserva de lucro para fazer face ao orçamento de capital devidamente preparado pela Diretoria, o qual foi submetido à apreciação e aprovado por este Conselho Fiscal da Companhia e deverá ser submetido e aprovado pela Assembléia Geral Ordinária, nos termos do artigo 196 da Lei 6.404/76.Salvador, 23 de fevereiro de 2012.Manoel Mota Fonseca - PresidenteRaimundo Santos SilvaRaphael Gonçalves Tourinho Fraga MaiaRomano Guido Nello Gaucho AllegroRosany Nunes Mello Nascimento

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.