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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 20575Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 07/04/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de JBS S/A

JBS S/A · CNPJ 02.916.265/0001-60

Versões deste exercício: v1 (13/03/2017) · v2 (07/04/2017), esta

JBS S/A
CNPJ 02.916.265/0001-60
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
JBS S/A
CNPJ
02.916.265/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
07/04/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total102.815.763122.502.967−16,1%
1.01Ativo Circulante33.919.80549.810.038−31,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.608.92210.776.155−48,0%
1.01.02Aplicações Financeiras3.746.7008.067.833−53,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.746.7008.067.833−53,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber9.589.18512.119.662−20,9%
1.01.03.01Clientes9.589.18512.119.662−20,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clíentes9.842.12912.430.087−20,8%
1.01.03.01.02Perda Estimada C/ Crédito de Liq. Duvidosa-PECLD−238.084−266.73310,7%
1.01.03.01.03Ajuste a Valor Presente−14.860−43.69266,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques9.608.47411.109.744−13,5%
1.01.05Ativos Biológicos2.673.1132.873.447−7,0%
1.01.06Tributos a Recuperar1.677.7912.874.987−41,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.677.7912.874.987−41,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.015.6201.988.210−48,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.015.6201.988.210−48,9%
1.01.08.03.01Derivativos a Receber38.250737.891−94,8%
1.01.08.03.02Outros Ativos Circulantes977.3701.250.319−21,8%
1.02Ativo Não Circulante68.895.95872.692.929−5,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo8.493.6515.653.71050,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos977.0401.100.353−11,2%
1.02.01.06Tributos Diferidos454.1170
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos454.1170
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.315.5261.968.043−33,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores1.315.5261.968.043−33,2%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes5.746.9682.585.314122,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos, Cauções e Outros1.028.4331.026.7020,2%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar4.718.5351.558.612202,7%
1.02.02Investimentos362.627354.1342,4%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado33.110.89135.381.110−6,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação29.355.94830.700.108−4,4%
1.02.03.01.01Imobilizado Líquido29.355.94830.700.108−4,4%
1.02.03.01.02Provisão para redução ao valor recuperável00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento3.754.9434.681.002−19,8%
1.02.04Intangível26.928.78931.303.975−14,0%
1.02.04.01Intangíveis5.012.0956.892.534−27,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Ágio00
1.02.04.01.03Marcas e patentes2.865.1154.008.333−28,5%
1.02.04.01.04Softwares83.91587.733−4,4%
1.02.04.01.05Direito de exploração do uso da água108.530130.132−16,6%
1.02.04.01.06Carteira de clientes1.947.7532.657.261−26,7%
1.02.04.01.07Outros Intangíveis6.7829.075−25,3%
1.02.04.02Goodwill21.916.69424.411.441−10,2%
1.02.04.02.01Ágio21.916.69424.411.441−10,2%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daJBS S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da JBS S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da JBS S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho, individual e consolidado, de suas operações e os seus fluxos de caixa, individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação de perda por impairmentA Administração avalia, no mínimo anualmente, o risco de impairment sobre os ativos, baseado no método do valor em uso ou em modelo financeiro de fluxo de caixa descontado, o qual exige que a Administração adote algumas premissas baseadas em informações geradas por seus relatórios internos, no qual envolve julgamento significativo sobre os resultados futuros do negócio, em que qualquer ajuste nas premissas utilizadas pode gerar efeitos significativos. Resposta da auditoria ao assuntoAvaliamos e questionamos as previsões de fluxo de caixa futuro das unidades geradoras de caixa (UGCs) preparadas pela Administração e o processo usado na sua elaboração, inclusive a comparação com os seus planos mais recentes de negócios e realizamos o teste do valor em uso. Questionamos as principais premissas da Administração para as taxas de crescimento de longo prazo nas previsões, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e a taxa de desconto, avaliando o custo de capital para a Companhia, bem como a adequação das divulgações realizadas na Nota Explicativa nº 13 às demonstrações contábeis. Reconhecimento de receitaA Companhia reconhece suas receitas quando os produtos faturados tenham sido efetivamente entregues aos seus clientes e para tanto existem diversos controles que assegurem que as receitas sejam reconhecidas respeitando o período de competência que converge com o requerimento das normas contábeis vigentes. Esse processo abrange as transações dos mercados interno e externo, especificidades de cada localidade onde a Companhia tem operações e condições comerciais e contratuais de cada transação.Assim, a análise detalhada de cada uma das condições específicas, bem como o julgamento da Administração determinam os valores e momento que são reconhecidos.O período de fechamento contábil é o parâmetro principal para que o reconhecimento da receita não contenha valores de períodos incorretos, respeitando o momento em que ocorre a transferência de riscos e benefícios de cada transação. Resposta da auditoria ao assunto- A avaliação e teste sobre os sistemas relevantes de Tecnologia da Informação - Revisão da aplicação dos critérios definidos pelos controles internos da Companhia e julgamentos da Administração para reconhecimento da receita sobre os documentos comprovantes de entrega e transferência de riscos e benefícios dos produtos - Avaliação da adequação das premissas utilizadas pela Administração e se as políticas de reconhecimento de receita adotadas estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB)- Revisão da adequada divulgação realizada na Nota Explicativa nº 24 às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Avaliação da recuperação de créditos tributários estaduais e federaisConforme mencionado na Nota Explicativa nº 8, às demonstrações contábeis, a Companhia possui registrado créditos tributários estaduais e federais. Os créditos tributários são formados decorrentes de suas operações mercantis, nas quais a realização deve-se aos incentivos fiscais concedidos pela legislação tributária aos exportadores. A Administração da Companhia avalia o risco de não recuperação destes créditos tributários, em razão do aproveitamento de grande parte destes créditos somente ser possível de ocorrer de acordo com as possibilidades legais de: compensações com outros tributos estaduais e federais, pagamentos a fornecedores de insumos e equipamentos, quando estes possuem este programa, pedido de aprovação e ressarcimento, em espécie, dos referidos créditos tributários, junto às autoridades fiscais. Resposta da auditoria ao assunto- A avaliação dos procedimentos e controles da Companhia no sentido de entender e avaliar suas rotinas e entendimentos sobre as bases de recuperação dos créditos tributários estaduais e federais, levantamento e checagem amostral das documentações pertinentes e necessárias para obtenção de aprovação de processos de compensação com outros tributos estaduais e federais- Testes detalhados com base em amostragem na documentação dos referidos créditos tributários estaduais e federais, envolvendo: (i) avaliação com base na legislação tributária a sua possibilidade de tomada do crédito tributário (ii) registros contábeis e nos livros fiscais- Obtenção de entendimentos legais de assessores jurídicos externos e internos, sobre determinados assuntos tributários relacionados à atividade da Companhia - Revisão da adequada divulgação realizada nas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Instrumentos financeiros derivativosA C ompanhia possui registrado saldos de receitas e despesas decorrentes de instrumentos financeiros derivativos, referentes ao resultado de diversos contratos firmados com instituições financeiras de primeira linha. A Administração avalia, no mínimo trimestralmente, a valor justo os ativos e passivos financeiros, baseado nas informações de cada operação contratada e nas respectivas informações de mercado nas datas de encerramento das demonstrações contábeis, cuja hierarquia utilizada está vinculada aos níveis 1 e 2, ou seja, baseado em preços cotados em mercado ativo e outras informações disponíveis de instrumentos financeiros cotados, respectivamente, o qual exige que a Administração mantenha controles eficazes na adoção de algumas premissas, principalmente na avaliação de risco de exposição de moeda, crédito e taxas de juros, baseadas em informações geradas por seus relatórios internos. Resposta da auditoria ao assunto- Avaliação dos controles de confirmação e conciliação demonstrando a integridade e precisão dos registros- Avaliação da documentação apropriada e suficiente e monitoramento das transações- Avaliação das estimativas e critérios utilizados de avaliação e mensuração dos instrumentos financeiros derivativos- Confronto das transações e se está devidamente incorporada pela Política de Gestão de Riscos Financeiros e de Commodities- Avaliação das políticas contábeis apropriadas e adequada divulgação na Nota Explicativa nº 30 às demonstrações contábeis. ContingênciasConforme Nota Explicativa nº 22 às demonstrações contábeis, a Companhia e suas controladas possuem discussões amparadas em processos administrativos e judiciais e avaliação de riscos nas esferas cível, trabalhista, previdenciária e fiscal, baseadas nas suas operações mercantis. Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia e suas controladas possuíam assuntos em discussão em várias esferas processuais. As discussões cujas perdas são avaliadas como possíveis e prováveis, pelos seus assessores jurídicos internos, são objeto de divulgação por seus valores históricos e aquelas em que as perdas são consideradas prováveis também são reconhecidas provisões de contingências. Esse assunto exige julgamento crítico envolvendo estimativas significativas baseadas em opiniões legais de assessores jurídicos internos e externos, em relação à probabilidade de êxito e estimativa de perdas relacionadas às discussões judiciais ou riscos. Resposta da auditoria ao assunto- Obtenção de carta de confirmação junto aos assessores jurídicos internos da Companhia e suas controladas, bem como obtenção de opiniões legais de entendimento sobre certos aspectos da legislação tributária para discussões em andamento e riscos- Avaliação dos procedimentos adotados pelo departamento jurídico interno no controle e avaliação de processos em todas as esferas, e da base de julgamento das estimativas de perdas e prognósticos adotados diante das informações disponíveis e melhor entendimento, amparado por assessores jurídicos externos- Avaliação da adequada divulgação nas notas explicativas às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo IASB.Notícias veiculadas pela mídia envolvendo empresas do grupo e seus acionistas e controladoresEstão em andamento processos investigativos da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União, que envolvem os nomes de acionistas e executivos do grupo J&F, empresa controladora da JBS S.A., relativos a investimentos de Fundos de Pensão, obtenção de benefícios fiscais e empréstimos e financiamentos com bancos públicos federais, bem como, a Polícia Federal realizou buscas e apreensões em unidades da investida Seara Alimentos Ltda. e da Companhia relativos a suposto esquema de suborno para contornar normas de controle de qualidade dos alimentos envolvendo fiscais do Ministério da Agricultura.Resposta da auditoria ao assunto- Acompanhamento do desmembramento e andamento destas investigações com representações da Companhia sobre o assunto- Avaliação nos controles internos da Companhia quanto a pagamentos, bem como, inspeção documental, por meio de amostragem- Representação dos assessores jurídicos internos da Companhia, sobre o contexto e extensão do envolvimento dos investigados e de empresas relacionadas.Componentes relevantes no processo de consolidação das demonstrações contábeisAs demonstrações contábeis consolidadas são preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS emitidas pelo IASB e algumas controladas significativas e relevantes neste processo são auditadas por outros auditores independentes. Resposta da auditoria ao assuntoOs procedimentos de auditoria realizados pelos auditores do grupo incluíram comunicação com os auditores componentes das controladas com o objetivo de discutir os riscos de auditoria identificados, o enfoque, alcance e época dos trabalhos. Emitimos instruções de auditoria e revisamos os papéis de trabalho e discutimos os resultados alcançados. Em relação aos principais assuntos de auditoria identificados, discutimos com os auditores componentes e avaliamos os impactos nas demonstrações contábeis da Companhia. ÊnfaseReemissão das demonstrações contábeis individuais e consolidadasChamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 2 às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, que descreve a reemissão das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da Companhia, em virtude de correção de erros e revisão de certas práticas contábeis relacionadas aos assuntos descritos na referida nota explicativa. Este relatório substitui o originalmente emitido em 13 de março de 2017. Nossa opinião não contém modificação em virtude desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as dem onstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 06 de abril de 2017 BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1Paulo Sérgio Tufani Contador CRC 1 SP 124504/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasOs Diretores da Companhia declaram para os fins do disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, que:(i) Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e (ii) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 06 de abril de 2017.Wesley Mendonça Batista Diretor Presidente Eliseo Santiago Perez Fernandez Diretor de Administração e Controle Jeremiah Alphonsus O''Callaghan Diretor de Relação com Investidores Francisco de Assis e Silva Diretor Executivo de Relações Institucionais

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesOs Diretores da Companhia declaram para os fins do disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI da Instrução CVM 480 de 7 de dezembro de 2009, que:(i) Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e (ii) Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 06 de abril de 2017.Wesley Mendonça Batista Diretor Presidente Eliseo Santiago Perez Fernandez Diretor de Administração e Controle Jeremiah Alphonsus O''Callaghan Diretor de Relação com Investidores Francisco de Assis e Silva Diretor Executivo de Relações Institucionais

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALJBS S.A.CNPJ nº. 02.916.265/0001-60O Conselho Fiscal revisou as demonstrações contábeis da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Nossa revisão compreendeu: (a) análise das demonstrações contábeis elaboradas pela Companhia (b) acompanhamento dos trabalhos realizados pelos auditores externos por meio de indagações e discussões e (c) indagações sobre os atos e as transações relevantes efetuadas pelos Administradores da Companhia. Com base em nossa revisão, nas informações e esclarecimentos recebidos e considerando o Relatório de Revisão dos Auditores Independentes, o Conselho Fiscal não teve conhecimento de nenhum fato que leve a acreditar que as demonstrações contábeis acima mencionadas não reflitam em todos os aspectos relevantes as informações nelas contidas e que estão em condições de serem divulgadas pela Companhia, sendo que não tiveram quaisquer ressalvas ou observações.São Paulo, 06 de abril de 2017.Florisvaldo Caetano de Oliveira Presidente do Conselho José Paulo da Silva Filho Conselheiro Demetrius Nichele Macei Conselheiro Eraldo Soares PeçanhaConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.