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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018102 páginasCódigo CVM 11398Versão 1Recebida em 27/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL SA

TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL SA · CNPJ 15.115.504/0001-24

TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL SA
CNPJ 15.115.504/0001-24
DFP 2018
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL SA
CNPJ
15.115.504/0001-24
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
102
Ano de referência
2018*
Publicado em
27/02/2019 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total669.800625.4287,1%
1.01Ativo Circulante522.724482.1128,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa47.26475.184−37,1%
1.01.01.01Caixa4333,3%
1.01.01.02Bancos conta movimento8.8897.77514,3%
1.01.01.03Aplicações financeiras38.37167.406−43,1%
1.01.02Aplicações Financeiras12.42916.414−24,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos e valores mobiliários00—
1.01.02.01.04Aplicações financeiras00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes6.8905.55224,1%
1.01.02.02.01Títulos e valores mobiliários6.8905.55224,1%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado5.53910.862−49,0%
1.01.02.03.01Aplicações financeiras5.53910.862−49,0%
1.01.03Contas a Receber87.67178.48411,7%
1.01.03.01Clientes87.67178.48411,7%
1.01.03.01.01Mercado interno85.39176.64311,4%
1.01.03.01.02Mercado externo3.2285.652−42,9%
1.01.03.01.03(Provisão para devedores duvidosos)−948−3.81175,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques266.163199.74733,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar29.97050.278−40,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar29.97050.278−40,4%
1.01.06.01.01Tributos correntes29.97050.278−40,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes79.22762.00527,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Valores a receber de partes relacionadas00—
1.01.08.01.02Outros ativos00—
1.01.08.01.03Adiantamentos a fornecedores00—
1.01.08.01.04Imposto de renda e contribuição social diferido00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros79.22762.00527,8%
1.01.08.03.01Valores a receber de partes relacionadas42.44623.83278,1%
1.01.08.03.02Adiantamentos a fornecedores29.04330.000−3,2%
1.01.08.03.03Outros ativos7.7388.173−5,3%
1.02Ativo Não Circulante147.076143.3162,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo20.03623.055−13,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado1.9083.823−50,1%
1.02.01.03.01Depósitos judiciais1.9083.823−50,1%
1.02.01.04Contas a Receber5.7250—
1.02.01.04.01Clientes5.7250—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos6.2030—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos6.2030—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes6.20019.232−67,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar3.53312.091−70,8%
1.02.01.10.04Outros ativos2.6677.141−62,7%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado126.272120.2165,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação126.272120.2165,0%
1.02.03.01.01Terrenos4.4264.4260,0%
1.02.03.01.02Edificações109.793109.7930,0%
1.02.03.01.03Máquinas e Equipamentos349.062322.6848,2%
1.02.03.01.04Instalações157.082149.3015,2%
1.02.03.01.05Obras em Andamentos6.89119.075−63,9%
1.02.03.01.06ARO48.00248.0020,0%
1.02.03.01.07Outros17.86415.64314,2%
1.02.03.01.08(Depreciação acumulada)−566.848−548.708−3,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Andamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível768451.606,7%
1.02.04.01Intangíveis768451.606,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Benfeitoria4.2664.2660,0%
1.02.04.01.03Melhoria em Software1.85996792,2%
1.02.04.01.04(Depreciação acumulada)−5.357−5.188−3,3%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e AcionistasCristal Pigmentos do Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Cristal Pigmentos do Brasil S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cristal Pigmentos do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior,exceto pela exclusão do PAA relacionado a "Ajustes ao ativo imobilizado", por não ter impacto no exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisão para gastos para desmobilização da mina (Nota 14 às demonstrações financeiras) Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia apresenta provisão para desmobilização da mina no montante de R$ 96.296 mil.Consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria, uma vez que o cálculo dessa provisão envolve julgamentos críticos por parte da administração devido à complexidade inerente à estimativa do prazo e do valor dos custos futuros a serem incorridos com a recuperação de áreas degradadas e encerramento da mina, bem como na determinação da taxa de desconto apropriada para descontar esses fluxos de pagamento a valor presente.Realizamos, entre outros, os seguintes procedimentos de auditoria: Avaliamos a consistência entre a política contábil definida pela Companhia relativamente à provisão para fechamento de minas e os procedimentos por ela adotados para a determinação da provisão e suas respectivas divulgações. Avaliamos a competência, habilidade e objetividade dos especialistas externos da administração que efetuaram os cálculos das estimativas de custo a serem incorridos no fechamento das minas.Com o apoio de nossos especialistas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e estimativas de custos consideradas pela administração, comparando-as com dados de mercados e cotações externas, quando aplicável, bem como testamos as movimentações ocorridas no ano. Os resultados de nossos procedimentos demonstram que os julgamentos e premissas utilizadas são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidos ao longo de nossos trabalhos.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstraçõe s financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Salvador, 22 de fevereiro de 2019PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Leandro Mauro ArditoContador CRC 1SP188307/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃOPelo presente instrumento, os Diretores e os Administradores da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede BA 099, KM 20 - Centro - Abrantes - Camaçari, Bahia, inscrita n CNPJ sob nº 15.115.504.0001-24, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Cristal referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Camaçari - BA, 22 fevereiro de 2019. _____________________________________________________________Paulo Roberto Dantas Oliveira Viktor Maximiliano Augusto dos Santos Veras DiretorDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃOPelo presente instrumento, os Diretores e os Administradores da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede BA 099, KM 20 - Centro - Abrantes - Camaçari, Bahia, inscrita n CNPJ sob nº 15.115.504.0001-24, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers, relativamente às demonstrações financeiras da Cristal referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Camaçari - BA, 22 fevereiro de 2019. __________________________________________________________________Paulo Roberto Dantas OliveiraViktor Maximiliano Augusto dos Santos Veras DiretorDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF 15.115.504/0001-24NIRE 29.300.010.065ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO FISCALREALIZADA NO DIA 22/02/2019DATA, HORA E LOCAL: 22 de fevereiro de 2019, às 09:30hs, na sede da Cristal Pigmentos do Brasil S/A, localizada no Km 20 da BA 099, Distrito de Abrantes, Município de Camaçari, Estado da Bahia, CEP - 42840-000.PAUTA DO DIA: a) Análise das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto do exercí-cio social findo em 31/12/2018, incluindo o relatório da Administração e o Relatório dos Audito-res Independentes sobre as Demonstrações Financeiras b) Propostas da Administração que serão submetidas a Assembleia Geral, sobre o qual o Conselho Fiscal deve opinar: i) Destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31/12/2018 c) Emissão do Parecer anual do Con-selho Fiscal d) Outros assuntos.PRESENTES: O Conselho Fiscal da Cristal Pigmentos do Brasil S.A., os Srs. Aurélio Cézar da Silva Cardozo, João Roberto S Paixão e Massao Fábio Oya, Representantes da Pricewaterhouse-Coopers Auditores Independentes - PWC, o Srs. Jairo Xavier e Eduardo Teixeira, Auditores e pela Cristal Pigmentos do Brasil S.A., o Srs. Marcelo Doria, Anderson Araújo, Itamar Bastos e Lauriene P. da Costa, Gerente de Controladoria, Líder de Contabilidade e Analistas de Contabili-dade, respectivamente.DELIBERAÇOES E DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS: O Sr. Jairo Xavier, apre-sentou os resultados dos exames de auditoria efetuados no exercício social findo em 31/12/2018, respondeu questões efetuadas pelo Conselho Fiscal enumeradas de 1 a 14. Por fim, informou que o relatório/ parecer sobre as demonstrações financeiras, datado de 22 de fevereiro de 2019, foi emitido sem ressalva. A Apresentação efetuada pela PWC foi disponibilizada aos Conselheiros Fiscais.Em seguida, o Sr Anderson Araújo e Sr Marcelo Dória forneceram diversos detalhamentos solici-tados pelos Conselheiros Fiscais, dentre os quais: a) os procedimentos e premissas adotadas pela Administração, que embasam o reconhecimento e contabilização do saldo de créditos tributários de IRPJ e CSLL sobre prejuízos fiscais e base negativa de CSLL, conforme nota explicativa 16 "b", das demonstrações financeiras de 31/12/2018, nos termos do CPC 32 e Instrução CVM 371/2002 b) a carta de circularização do assessor jurídico externo, da qual embasa a classificação como "perda possível" da contingência passiva denominada "Cláusula Quarta", divulgada na nota explicativa 13 "i", das demonstrações financeiras de 31/12/2018 c) carta de circularização do assessor jurídico externo, da qual embasa a classificação como "perda possível" da contingência passiva denominada "Auto de Infração ICMS - Ação Anulatória SP - 0051021-36.212.26.0053", divulgada na nota explicativa 13 "ii.1", das demonstrações financeiras de 31/12/2018 e d) principais motivos do aumento do estoque de produtos acabados, conforme divulgado na nota explicativa 7 e 23 "c", das demonstrações financeiras de 31/12/2018.O Sr Anderson Araújo - Lider de Contabilidade, respondeu as seguintes perguntas efetuadas pelos Conselheiros Fiscais, relacionados a área tributária da Companhia: a) O senhor (a) segue as regulamentações vigentes nas apurações destes impostos em sua plenitude? Resposta: Sim b) Em casos controversos o senhor (a) consulta os advogados internos e externos? Resposta: Sim c) De acordo com melhor prática, contábil, os Tributos no que diz respeito ao seu recolhimento no presente exercício, bem como no que tangem a compensações de créditos tributários e das contri-buições sociais e dos incentivos fiscais, foram adequadamente tratados, perante a legislação tribu-tária e demais legislações pertinentes? Resposta: Sim d) Se negativo quais as ocorrências diver-gentes entre a prática realizada e o que a legislação determina, e quais são as explicações apresen-tadas pelos Administradores? Resposta: Não aplicável.Complementarmente, o Conselheiro Fiscal Massao Fábio Oya, no exercício de seus deveres legais e estatutários, efetuou as seguintes observações, recomendações e solicitações: A) Reiterou para a Administração, avaliar sobre a distribuição de dividendos ou juros sobre capital próprio complementares extraordinários, considerando a situação de liquidez financeira da Companhia e existência de saldo de reservas de lucros em 31/12/2018 B) Solicitou que a Administração fixe com a maior brevidade, a taxa de juros a incorrer sobre o contas a receber (que possui previsão de liquidação até 30/06/2019) com partes relacionadas - Cristal Ltd (França) com saldo de R$ 42.090 mil em 31/12/2018, conforme divulgado na nota explicativa 18, das demonstrações finan-ceiras de 31/12/2018. Assim como, efetue a compensação do referido contas à receber, caso haja uma decisão de distribuição de dividendos ou juros sobre capital próprio complementares extra-ordinários, antes do prazo estabelecido para liquidação/ pagamento por parte da parte relacionada e C) Em relação a atualização da expressão monetária do Capital Social com utilização das reservas de Capital, reiterou os termos da manifestação efetuada pelo Acionista na AGOE de 26/04/2018, solicitando ainda que a Administração avalie efetuar referida correção da expressão monetária do capital social, através de bonificação em ações, conforme permitido pela Lei nº 6.404/1976, arti-gos 169 e 200, propiciando maior benefício aos Acionistas da Companhia.Concluído os trabalhos de análise das demonstrações financeiras do exercício social findo em 31/12/2018 e apresentado os devidos esclarecimentos pela Administração e Auditoria Indepen-dente, os Conselheiros Fiscais emitiram o seguinte parecer: PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A., abaixo assina-dos, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, nos termos do 163, incisos II, III e VII, procederam a análise das Demonstrações Financeiras tomadas em seu conjunto, do Relatório Anual da Administração e demais demonstrativos, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018, e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Admi-nistração, considerando ainda, o relatório sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 22 de fevereiro de 2019 e seus esclarecimentos, concluíram que os documentos acima, estão adequadamente apresentados em todos os seus aspectos relevantes, e, considerando as observações "A, B e C" de responsabilidade do Conselheiro Massao Oya, apresentadas na ata da reunião do Conselho Fiscal de 22 de março de 2019, opinam pelo seu encaminhamento para deliberação em Assembléia Geral Ordinária dos Acionistas. Camaçari - BA, 22 fevereiro de 2019. _______________________ ___________________________ Massao Fábio Oya Aurélio Cezar da Silva Cardozo _______________________ João Roberto S Paixão

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Não aplicável

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

A Companhia não possui Comitê de Auditoria.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.