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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 16632Versão 1Recebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de DEXXOS PARTICIPACOES S.A.

DEXXOS PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 02.193.750/0001-52

DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 02.193.750/0001-52
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
02.193.750/0001-52
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total853.849798.6466,9%
1.01Ativo Circulante261.122178.11946,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa21.36619.05712,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber106.84860.75475,9%
1.01.03.01Clientes90.80853.70569,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber16.0407.049127,6%
1.01.04Estoques83.18962.57232,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar20.20328.593−29,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar20.20328.593−29,3%
1.01.07Despesas Antecipadas2.2101.69430,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes27.3065.449401,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros27.3065.449401,1%
1.01.08.03.01Direitos a realizar3475.449−93,6%
1.01.08.03.02Bens destinados a venda26.9590
1.02Ativo Não Circulante592.727620.527−4,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo134.730343.523−60,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber7.8744.70267,5%
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber7.8744.70267,5%
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas2.2062.1980,4%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas2.2062.1980,4%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes124.650336.623−63,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Impostos a recuperar7.0951.494374,9%
1.02.01.10.04Direitos a realizar54.94567.166−18,2%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais62.61061.3872,0%
1.02.01.10.06Bens destinados a venda0206.576−100,0%
1.02.02Investimentos192.9159.7491.878,8%
1.02.02.01Participações Societárias13.2989.74936,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas13.2980
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento179.6170
1.02.03Imobilizado264.332266.445−0,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação264.332266.445−0,8%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível750810−7,4%
1.02.04.01Intangíveis750810−7,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Ao Conselho de Administração e Acionistas daGPC Participações S.A - (Em Recuperação Judicial)Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da GPC Participações S.A - (Em Recuperação Judicial) ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da GPC Participações S.A - (Em Recuperação Judicial) em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relacionada com a continuidade operacionalChamamos atenção para a Nota 1 às demonstrações contábeis, que descreve que a GPC Participações S.A. em conjunto com suas controladas GPC Química S.A. e Apolo Tubos S.A. protocolou, em abril de 2013, pedido de recuperação judicial na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, sendo o pedido deferido em 27 de maio de 2013 e homologado em 11 de dezembro de 2013. O plano de recuperação judicial foi aditado por duas vezes, tendo a última prorrogação ocorrido em 18 de novembro de 2016, quando foi aprovada a não obrigatoriedade de alienação do terreno localizado na Av. Brasil, 3.666 Bairro Benfica, Rio de Janeiro - RJ ("UPI Terreno Benfica") (Nota 8).A Nota 1 às demonstrações contábeis menciona também as ações que vêm sendo tomadas pela Administração da Companhia com o objetivo de assegurar o cumprimento do plano de recuperação judicial. A recuperação judicial indica a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da Companhia e suas controladas. As demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes em virtude dessa incerteza. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Parágrafo de ênfase - Créditos a receber - GuaxupéConforme mencionado na Nota 7 às demonstrações contábeis, a Companhia adquiriu créditos financeiros oriundos do trânsito em julgado de ação de repetição indébita movida pela Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé ("Guaxupé") contra a União. Os créditos advêm de montantes indevidamente recolhidos pela Guaxupé referentes à extinta quota de contribuição sobre a exportação de café. Tendo em vista que o processo movido contra a União transitou em julgado e que, no entendimento da Administração, apoiada por seus assessores jurídicos, o recebimento é praticamente certo, a Companhia registrou um contas a receber no montante de R$ 43.334 mil. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Parágrafo de ênfase - Transações com partes relacionadasConforme mencionado em Nota 17 às demonstrações contábeis, a Companhia realiza transações em montantes significativos com partes relacionadas. Consequentemente, o desempenho individual de suas operações e a sua posição patrimonial e financeira poderiam ser diferentes daqueles que seriam obtidos de transações efetuadas apenas com partes não relacionadas. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoria ("PAA")Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1)Plano de recuperação judicialPor que é um PAAConforme Nota 1 às demonstrações contábeis, a GPC Participações e suas controladas diretas ingressaram, em 27 de junho de 2013, com um processo de recuperação judicial e, desde então, mantiveram as iniciativas necessárias ao cumprimento dos requisitos estabelecidos no plano de recuperação judicial. Até a data do nosso relatório, porém, ainda não há decisão judicial definitiva que determine o fim da recuperação judicial e o encerramento do processo judicial.Devido à relevância do tema e às restrições legais e de mercado impostas a uma Companhia em recuperação judicial, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, (i) inspeções documentais das liquidações financeiras dos principais passivos da Companhia, tanto os concursais quanto os extraconcursais, sem que tenham sido identificados descumprimentos relevantes de obrigações e (ii) a análise do cumprimento dos demais requisitos estabelecidos no plano de recuperação judicial.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que apesar de ainda haver incerteza quanto à continuidade operacional, a preparação demonstrações contábeis no pressuposto da continuidade operacional é uma prática contábil aceitável.2)Redução ao valor recuperável e classificação do terreno de Benfica (UPI Terreno Benfica) pertencente a GPC Química S.A.Por que é um PAAA controlada GPC Química S.A. possui um terreno localizado no Rio de Janeiro, no bairro de Benfica, que está avaliado em R$ 205.825. No exercício findo em 31 de dezembro de 2018, a GPC Química S.A. efetuou reclassificação de parte do valor do ativo para propriedade para investimento, considerando que, apesar da continuidade dos esforços de venda, não havia propostas formalizadas para determinadas áreas daquele terreno. Conforme pode ser evidenciado na nota 8 - Bens destinados à venda, a Companhia reclassificou R$ 179.617 mil para propriedades para investimento e manteve R$ 26.208 mil como bens destinados à venda - valor restrito às áreas para as quais existem evidências de negociações avançadas para efetivação da venda.Em relação ao valor de recuperação do referido ativo, a Administração, com auxílio de empresa especializada independente, efetuou análise de "impairment" e concluiu não haver necessidade de provisão para perda sobre o valor recuperável.Considerando a relevância da classificação contábil e o julgamento envolvido na d eterminação da necessidade de provisão para perda do ativo, consideramos esse assunto significativo para a auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAvaliamos a classificação contábil do terreno entre "bens destinados à venda" e "propriedade para investimento", obtivemos o laudo avaliação preparado por empresa especializada independente, avaliamos a capacidade e dos especialistas utilizados pela Administração da Companhia na referida avaliação e analisamos, com o apoio de nossos especialistas em finanças corporativas, os critérios e premissas utilizadas para mensuração dos valores registrados e/ou divulgados.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que os valores registrados do terreno de Benfica, classificados parte em "bens destinados a venda" e parte em "propriedade para investimento", bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.3)Redução ao valor recuperável de direitos a realizar referentes à extinta quota de contribuição sobre a exportação de caféPor que é um PAAEm 31 de dezembro de 2018, a Companhia possui registrado em seu ativo não circulante, o montante de R$ 43.334 mil (Nota 7 - Direitos a realizar) referente a créditos financeiros oriundos do trânsito em julgado de ação de repetição indébita movida pela Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé ("Guaxupé") contra a União Federal, decorrentes de montantes indevidamente recolhidos pela Guaxupé referentes à extinta quota de contribuição sobre a exportação de café.O reconhecimento e mensuração do ativo contingente são apoiados por avaliação de assessores jurídicos externos, que consideram o ganho praticamente certo.Esse assunto foi considerado como significativo em nossa auditoria em função do reconhecimento e mensuração de ativos contingentes requerer o exercício de julgamentos relevantes para (i) confirmar a premissa de um ganho praticamente certo (ii) estimar os valores envolvidos e (iii) determinar os critérios de atualização do crédito.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, (i) a obtenção de confirmação com os assessores jurídicos da Companhia sobre a premissa de ganho praticamente certo (ii) a análise dos valores envolvidos na causa, incluindo juros e correções monetárias e (iv) a avaliação das divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que o saldo dos direitos a realizar junto à União e as divulgações relacionadas são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Auditoria das cifras do ano anteriorO exame das demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificação, com data de 23 de março de 2018.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 27 de março de 2019Mazars Auditores IndependentesCRC 2SP023701/O-8 "F" RJRodrigo de Almeida AlbuquerqueCRC CE 019775/O-9 T-PR

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao período encerrado em 31 de dezembro de 2018.Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer da Mazars Auditores Independentes - Sociedade Simples.Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

No exercício de suas atribuições estatutárias e nos termos da Legislação vigente, os membros presentes à reunião do Conselho Fiscal da GPC Participações S.A. - em recuperação judicial ("Companhia") realizada na presente data - após esclarecimentos prestados por representes da Administração e Auditores Independentes e a análise do seu parecer - por unanimidade de votos, votaram pela emissão deste parecer favorável ao Relatório da Administração da Companhia, às suas contas e às Demonstrações Financeiras, acompanhados do parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, bem como à proposta submetida pela administração da Companhia quanto à destinação do lucro líquido apurado em tal exercício social, estando as citadas peças em condições de serem submetidas à apreciação e aprovadas pelos Senhores Acionistas em Assembleia Geral da Companhia.Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.Adolpho Luiz Laydner JúniorPresidente do Conselho FiscalJosé Joaquim Geraldo NetoMembro do Conselho FiscalAlexandre Moreira CardosoMembro do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.