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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010138 páginasCódigo CVM 19763Versão 5 · reapresentaçãoRecebida em 21/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A. · CNPJ 03.983.431/0001-03

Versões deste exercício: v1 (02/03/2011) · v2 (03/03/2011) · v3 (16/03/2011) · v4 (21/03/2011) · v5 (21/03/2011), esta

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ 03.983.431/0001-03
DFP 2010 (V5)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ
03.983.431/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
138
Ano de referência
2010*
Publicado em
21/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total12.810.11511.916.4727,5%
1.01Ativo Circulante2.874.6772.713.5655,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.126.4491.102.0222,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber898.288908.603−1,1%
1.01.03.01Clientes888.806901.781−1,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber9.4826.82239,0%
1.01.03.02.01Títulos a receber8.6595.99944,3%
1.01.03.02.02Ativo financeiro indenizável8238230,0%
1.01.04Estoques28.11213.199113,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar540.314419.30528,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar540.314419.30528,9%
1.01.07Despesas Antecipadas5.2542.615100,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes276.260267.8213,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros276.260267.8213,2%
1.01.08.03.01Cauções e depósitos vinculados62.89869.587−9,6%
1.01.08.03.02Ativos financeiros disponíveis para venda40.80139.0864,4%
1.01.08.03.03Outros créditos172.561159.1488,4%
1.02Ativo Não Circulante9.935.4389.202.9078,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.567.8681.373.22314,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber479.812412.06216,4%
1.02.01.03.01Clientes63.73364.862−1,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber416.079347.20019,8%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos778.680748.2854,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos778.680748.2854,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas9371.064−11,9%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes308.439211.81245,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuções sociais35.93331.07815,6%
1.02.01.09.04Adiantamento para futuros aumentos de capital4580—
1.02.01.09.05Cauções e depósitos vinculados239.669130.79783,2%
1.02.01.09.06Outros créditos32.37949.937−35,2%
1.02.02Investimentos37.27130.93520,5%
1.02.02.01Participações Societárias37.27130.93520,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias37.27130.93520,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado5.303.5874.803.78010,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.026.7122.994.9691,1%
1.02.04.01Intangíveis3.026.7122.994.9691,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demontrações financeirasAoConselho de Administração e aos Acionistas daEDP - Energias do Brasil S.A.São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da EDP - Energias do Brasil S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EDP - Energias do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da EDP - Energias do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela dta, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2.1.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da EDP - Energias do Brasil S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. OutrosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 21 de fevereiro de 2011KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 Carlos Augusto Pires Rosane Palharim Contador CRC 1SP184830/O-7Contadora CRC 1SP220280/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes, bem como declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia base 31.12.2010.António Manuel Barreto Pita de AbreuDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores e de Controle de GestãoMiguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor Vice-Presidente de DistribuiçãoLuis Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de Geração e Comercialização

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes, bem como declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia base 31.12.2010.António Manuel Barreto Pita de AbreuDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores e de Controle de GestãoMiguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor Vice-Presidente de DistribuiçãoLuis Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de Geração e Comercialização

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não existe Conselho Fiscal e Órgão Equivalente na Companhia.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.