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CVMInformações TrimestraisRef. 201322 páginasCódigo CVM 9717Versão 1Recebida em 14/05/2013valores em R$ mil

ITR 31/03/2013 de PORTUENSE FERRAGENS SA

PORTUENSE FERRAGENS SA · CNPJ 04.912.242/0001-02

PORTUENSE FERRAGENS SA
CNPJ 04.912.242/0001-02
ITR 31/03/2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
PORTUENSE FERRAGENS SA
CNPJ
04.912.242/0001-02
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
22
Ano de referência
2013*
Publicado em
14/05/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:39

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201331/12/2012Var.
1Ativo Total2.2912.1526,5%
1.01Ativo Circulante20268197,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa674355,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber13525440,0%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber13525440,0%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.0892.0840,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.0672.0620,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível22220,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTESIlmos.Srs. Administradores e Acionistas daPORTUENSE FERRAGENS S/ABelém - PA(1)INTRODUÇÃORevisamos as Informações Contábeis intermediárias individuais da PORTUENSE FERRAGENS S/A contidas no Formulário das Informações Trimestrais - ITR, referentes ao trimestre findo em 31 de Março de 2013, que compreendem o Balanço Patrimonial e as respectivas Demonstrações de Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa para o trimestre findo naquela data, incluindo o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.A administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias, de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 - Demonstrações Intermediárias, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pala Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. (2)ALCANCE DA REVISÃOConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. (3)CONCLUSÃOCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações intermediárias não apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21, a posição patrimonial e financeira da entidade em 31 de Março de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o trimestre findo naquela data de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.(4)OUTROS ASSUNTOS(4.1) Revisão dos valores correspondentes a trimestres anteriores As informações contábeis intermediárias individuais de 30 de Setembro de 2012 e as Demonstrações Contábeis de 31 de Dezembro de 2012, apresentadas para fins de comparação, foram por nós auditadas e revisadas. Emitimos opinião com ressalva, datado de 11.03.2013.(4.2) Valor justoO ativo imobilizado é representado principalmente por terrenos e edificações, que foram reavaliados. A administração entende que os valores apresentados nas informações contábeis intermediárias de 31 de Março de 2013, representam os valores de realização destes bens, não sendo necessário, pelas características destes, contabilizar outros ajustes. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a este assunto.(5)INFORMAÇÃO SUPLEMENTAR - DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVAExaminamos, também, a Demonstração do Valor Adicionado. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, nos seus aspectos relevantes, em relação às informações trimestrais tomadas em conjunto.(6)TAXA DE FISCALIZAÇÃO - CVMA Companhia tem processo judicial contra o pagamento da Taxa de Fiscalização da CVM - Comissão de Valores Mobiliários.Belém, 10 de Maio de 2013AUDITAN- AUDITORIA INDEPENDENTE Rui Oliveira MagalhãesCRC/PA nº 0269 Contador CRC/PA Nº 5771 Ato Declaratório CVM nº 10.679 Sócio-Responsável IBRACON/NA nº 2074 CNAI nº 450

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS ADMINISTRADORESBelém (PA), 31 de março de 2013.ÁAUDITAN- AUDITORIA INDEPENDENTE Edifício JK - Sala 202 - Bairro Castanheira - Rod. BR 316 - Belém - ParáPrezados Senhores: Em conexão com seu exame das demonstrações contábeis intermediárias da PORTUENSE FERRAGENS S/A levantadas em 31 de março de 2013 e das correspondentes Demonstrações do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, e Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e respectivas Notas Explicativas, referentes ao período findo naquela data. Declaramos, consequentemente, que estamos plenamente convictos do seguinte:1-É de nossa responsabilidade que as Demonstrações Contábeis representam, adequadamente, a situação financeira, o resultado das operações e as modificações na posição financeira em conformidade aos princípios Fundamentais de Contabilidade.2-Que observamos a premissa relativa às responsabilidades da administração e, com base na qual a auditoria foi conduzida - Que a administração tem as seguintes responsabilidades, fundamentais para a condução da auditoria em conformidade com as normas de auditoria. Isto é a responsabilidade:(i)pela elaboração das demonstrações contábeis, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável, incluindo quando relevante sua apresentação adequada(ii)pelo controle interno que os administradores, determinaram ser necessário para permitir a elaboração de demonstrações contábeis que estejam livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro:(iii)por fornecer ao auditor:a.acesso às informações que os administradores e , quando apropriado, os responsáveis pela governança, tenham conhecimento que sejam relevantes para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis como registro, documentação e outros registrosb.quaisquer informações adicionais que o auditor possa solicitar da administração e, quando apropriado, dos responsáveis pela governança para o propósito da auditoria ec.acesso irrestrito àqueles dentro da entidade que o auditor determina ser necessário obter evidencias de auditoria.3- Colocamos à sua disposição, todos os registros contábeis, financeiros, arquivados e dados correlatos. As atas das reuniões da Diretoria, do Conselho de Administração, e Assembléias dos acionistas, estão completas e constituem registro autêntico das deliberações tomadas em tais reuniões ou assembleias realizadas até 30 de abril de 2012.4- Não houve comunicações ou intimações de órgãos fiscalizadores ou controladores quanto ao não cumprimento de normas, no fornecimento de declarações e que pudessem ter, por conseqüência, efeito material nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013, bem como, não temos ciência de qualquer investigação pendente por parte daquelas autoridades.5- As transações e os conseqüentes direitos realizáveis, derivados de vendas, adiantamentos, diretores, acionistas ou participantes nos lucros da companhia, constituindo, ou não, negócio usual na exploração do objeto da companhia, bem como garantias de qualquer ordem, transferências, arrendamentos, foram adequadamente registrados ou divulgados nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013.6- Não existem violações ou possíveis violações ou possíveis violações de leis ou regulamentos, cujos efeitos devessem ser divulgados nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013, inclusive para o registro das contingências de perda.7- Não existem outras exigibilidades materiais e/ou contingências significativas não provisionadas, (inclusive a expectativa de não recebimento de contas de clientes, garantias, mercadorias defeituosas, risco insuficientemente e/ou não segurados, ameaça de desapropriação de bens, litígios iminentes ou pendentes, autuações esperadas, acordos de recompra e outros semelhantes), que não aquelas divulgadas.8- Os estoques são representados por itens obsoletos e de difícil comercialização, estando demonstrados a valores simbólicos para efeito de controle, não havendo necessidade de provisão para redução do seu valor a mercado. 9- A Companhia tem adequados títulos de propriedades sobre todos os bens possuídos e não há quaisquer ônus sobre os mesmos nem foram quaisquer bens oferecidos em garantia por transações próprias ou de terceiros, exceto o Imóvel sito à Rodovia Augusto Montenegro que está oferecido em garantia de dívida junto à Comissão de Valores Mobiliários:10- Não se aplicou fazer provisão para perda significativa a ser suportada pelo não cumprimento ou incapacidade de cumprir qualquer compromisso. 11-Não se aplicou fazer provisão para perda significativa a ser suportada como resultado de compromisso de compra por quantidades de estoques excedentes às necessidades normais ou preços excedentes aos de mercado prevalecente. 16- Não existem quaisquer transações de valores significativos que não tenham sido, adequadamente, lançados nos registros contábeis que serviram de base para o levantamento das demonstrações financeiras. Os arrendamentos mercantis foram, adequadamente registrados e divulgados nas demonstrações de 31 de março de 2013.18- Não ocorreram eventos subsequente à data do balanço que exigissem ajustes nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013 ou divulgações em notas delas integrantes. AtenciosamentePORTUENSE FERRAGENS S/ADomingos Sávio Calcuchimac de Alencar FernandezDiretor Vice-Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS ADMINISTRADORES Belém (PA), 31 de março de 2013.ÁAUDITAN- AUDITORIA INDEPENDENTE Edifício JK - Sala 202 - Bairro Castanheira - Rod. BR 316 - Belém - ParáPrezados Senhores: Em conexão com seu exame das demonstrações contábeis intermediárias da PORTUENSE FERRAGENS S/A levantadas em 31 de março de 2013 e das correspondentes Demonstrações do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de Caixa e Demonstração do Valor Adicionado e respectivas Notas Explicativas, referentes ao período findo naquela data, com vistas à emissão de Relatório de Revisão dos Auditores Independentes, Declaramos, consequentemente, que estamos plenamente convictos do seguinte:1-É de nossa responsabilidade que as Demonstrações Contábeis representam, adequadamente, a situação financeira, o resultado das operações e as modificações na posição financeira em conformidade aos princípios Fundamentais de Contabilidade.2-Que observamos a premissa relativa às responsabilidades da administração e, com base na qual a auditoria foi conduzida - Que a administração tem as seguintes responsabilidades, fundamentais para a condução da auditoria em conformidade com as normas de auditoria. Isto é a responsabilidade:(i)pela elaboração das demonstrações contábeis, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável, incluindo quando relevante sua apresentação adequada(ii)pelo controle interno que os administradores, determinaram ser necessário para permitir a elaboração de demonstrações contábeis que estejam livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro:(iii)por fornecer ao auditor:a.acesso às informações que os administradores e, quando apropriado, os responsáveis pela governança, tenham conhecimento que sejam relevantes para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis como registro, documentação e outros registrosb.quaisquer informações adicionais que o auditor possa solicitar da administração e, quando apropriado, dos responsáveis pela governança para o propósito da auditoria ec.acesso irrestrito àqueles dentro da entidade que o auditor determina ser necessário obter evidencias de auditoria.3- Colocamos à sua disposição, todos os registros contábeis, financeiros, arquivados e dados correlatos. As atas das reuniões da Diretoria, do Conselho de Administração, e Assembleias dos acionistas, estão completas e constituem registro autêntico das deliberações tomadas em tais reuniões ou assembleias realizadas até 30 de abril de 2012.4- Entendemos que V.Sas. examinaram ou testaram os registros contábeis da Companhia e que obtiveram outras evidências comprobatórias, segundo as normas de auditoria, pela adoção de métodos aplicados na extensão julgada necessária nas circunstâncias, para emitir seu parecer sobre as referidas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013.5- Estamos cientes que tal exame por testes não revelará, necessariamente, todos os erros ou irregularidades, porventura existentes. Não houve irregularidades, envolvendo a administração ou empregados com papel significativo no controle interno ou por outros empregados, que pudessem ter efeito material sobre as demonstrações contábeis de 31 de março de 2013.6- Não houve comunicações ou intimações de órgãos fiscalizadores ou controladores quanto ao não cumprimento de normas, no fornecimento de declarações e que pudessem ter, por conseqüência, efeito material nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013, bem como, não temos ciência de qualquer investigação pendente por parte daquelas autoridades.7- As transações e os consequentes direitos realizáveis, derivados de vendas, adiantamentos, diretores, acionistas ou participantes nos lucros da companhia, constituindo, ou não, negócio usual na exploração do objeto da companhia, bem como garantias de qualquer ordem, transferências, arrendamentos, foram adequadamente registrados ou divulgados nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013.8- Não existem violações ou possíveis violações de leis ou regulamentos, cujos efeitos devessem ser divulgados nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013, inclusive para o registro das contingências de perda.9- Fornecemos a V.Sas. descrição e avaliação de litígios, demandas e transações que, se ajuizadas, terão, pelo menos, possibilidade razoável de virem a ter resultado desfavorável. Além dessas não existem outras demandas não ajuizadas ou autuações que devessem ter o seu efeito divulgado nas demonstrações contábeis intermediárias de 31 de março de 2013.10- Não existem outras exigibilidades materiais e/ou contingências significativas não provisionadas, (inclusive a expectativa de não recebimento de contas de clientes, garantias, mercadorias defeituosas, risco insuficientemente e/ou não segurados, ameaça de desapropriação de bens, litígios iminentes ou pendentes, autuações esperadas, acordos de recompra e outros semelhantes), que não aquelas divulgadas.11- As declarações do imposto sobre a renda foram examinadas pelos agentes fiscais, até o exercício de 2004 e as declarações dos exercícios subsequentes ainda estão à disposição do fisco, para revisão. Os impostos federais (IPI, etc.), os impostos estaduais (ICMS,etc.), os impostos municipais (ISS,etc.), as contribuições de previdência (INSS, FGTS, etc.), foram examinadas pelos correspondentes agentes fiscais, até os exercícios, respectivamente, de 2003, de 2001 e de 2008. A provisão para imposto de renda e correspondentes incentivos fiscais é adequada. As obrigações por impostos e contribuições obrigatórias são registradas no balanço e nos correspondentes livros fiscais.12- Os estoques são representados por itens obsoletos e de difícil comercialização, estando demonstrados na contabilidade com valor reduzido a zero, em decorrência de constituição para provisão de perda. Portanto, não havendo necessidade de provisão para redução do seu valor a mercado. 13- A Companhia tem adequados títulos de propriedades sobre todos os bens possuídos e não há quaisquer ônus sobre os mesmos nem foram quaisquer bens oferecidos em garantia por transações próprias ou de terceiros, exceto o Imóvel sito à Rodovia Augusto Montenegro que está oferecido em garantia de dívida junto à Comissão de Valores Mobiliários:14- Não se aplicou fazer provisão para perda significativa a ser suportada pelo não cumprimento ou incapacidade de cumprir qualquer compromisso. 15-Não se aplicou fazer provisão para perda significativa a ser suportada como resultado de compromisso de compra por quantidades de estoques excedentes às necessidades normais ou preços excedentes aos de mercado prevalecente. 16- Cumprindo todos os acordos contratuais em todas as suas cláusulas, cujo não cumprimento pudesse ter efeito significativo sobre as demonstrações contábeis intermediárias de 31 de março de 2013, tais como, a observância de prazos de entregas ou especificações de produção, pelo que não incorremos em quaisquer multas ou outras penalidades.17- Não ocorreram eventos subsequente à data do balanço que exigissem ajustes nas demonstrações contábeis de 31 de março de 2013 ou divulgações em notas delas integrantes. AtenciosamentePORTUENSE FERRAGENS S/ADomingos Sávio Calcuchimac de Alencar FernandezDiretor Vice-Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL OU ÓRGÃO EQUIVALENTE.A Cia. não possui Conselho Fiscal instalado.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.