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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 18660Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CPFL ENERGIA S.A.

CPFL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.429.144/0001-93

CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.429.144/0001-93
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.429.144/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total41.282.91242.170.992−2,1%
1.01Ativo Circulante9.581.21211.379.187−15,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.249.6426.164.997−47,3%
1.01.02Aplicações Financeiras139449−69,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado139449−69,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento139449−69,0%
1.01.03Contas a Receber4.301.2833.765.89314,2%
1.01.03.01Clientes4.301.2833.765.89314,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar395.046403.848−2,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar395.046403.848−2,2%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social a Compensar88.802143.943−38,3%
1.01.06.01.02Outros tributos a compensar306.244259.90517,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.635.1021.044.00056,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.635.1021.044.00056,6%
1.01.08.03.01Outros Créditos884.674777.45013,8%
1.01.08.03.02Derivativos444.029163.241172,0%
1.01.08.03.03Arrendamento15.68419.281−18,7%
1.01.08.03.04Dividendos e juros sobre o capital próprio56.14573.328−23,4%
1.01.08.03.05Ativo financeiro da concessão23.73610.700121,8%
1.01.08.03.06Ativo financeiro setorial210.8340
1.02Ativo Não Circulante31.701.70030.791.8053,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo10.323.2018.809.44217,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber236.539203.18516,4%
1.02.01.03.01Clientes236.539203.18516,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos943.199922.8582,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Créditos fiscais diferidos943.199922.8582,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas8.61247.632−81,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores8.61247.632−81,9%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes9.134.8517.635.76719,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Derivativos203.901641.357−68,2%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais839.990550.07252,7%
1.02.01.09.05Imposto de renda e contribuição social a compensar61.46465.535−6,2%
1.02.01.09.06Outros tributos a compensar171.980132.75129,6%
1.02.01.09.07Arrendamento45.29050.541−10,4%
1.02.01.09.08Ativo financeiro da concessão6.545.6685.363.14422,0%
1.02.01.09.09Investimento ao custo116.654116.6540,0%
1.02.01.09.10Outros créditos794.902715.71311,1%
1.02.01.09.11Ativo financeiro setorial355.0020
1.02.02Investimentos1.001.5501.493.752−33,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.001.5501.493.752−33,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias01.493.752−100,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado9.787.1259.712.9980,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.535.9339.462.6960,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento251.192250.3020,4%
1.02.04Intangível10.589.82410.775.613−1,7%
1.02.04.01Intangíveis10.589.82410.775.613−1,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Conselheiros e Acionistas da CPFL Energia S.A.Campinas - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CPFL Energia S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da CPFL Energia S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.a) Reconhecimento de receita de energia distribuída, mas não faturada(Consulte as notas explicativas 3.10 e 25 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas)A receita não faturada reconhecida pela Companhia corresponde à energia elétrica distribuída, mas não faturada para os consumidores e o seu faturamento é efetuado tomando como base os ciclos de leitura que em alguns casos se sucedem ao período de encerramento contábil. O reconhecimento da receita não faturada envolve especificidades atreladas ao processo, que leva em consideração dados históricos, parametrização de sistemas, além de julgamentos por parte da Companhia acerca da estimativa de consumo por parte dos consumidores. Devido à relevância dos valores e do julgamento envolvido que podem impactar o valor das receitas nas demonstrações financeiras consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados à determinação do montante da receita de energia distribuída, mas não faturada. Envolvemos nossos especialistas em tecnologia da informação para avaliação dos sistemas e do ambiente informatizado utilizados na determinação dos saldos registrados. Analisamos as principais premissas utilizadas pela Companhia no desenvolvimento de tal estimativa, tais como índice de perdas técnicas e comerciais. Adicionalmente, testamos a integridade e exatidão dos dados utilizados no cálculo da estimativa efetuada pela Companhia e efetuamos teste de valorização da receita de energia distribuída e não faturada, por meio do confronto dos valores reconhecidos pela Companhia, com as expectativas independentes geradas a partir de nossos testes de auditoria. Também avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento da receita de energia distribuída, mas não faturada no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.b) Valor recuperável ("Impairment") dos ativos não financeiros (Consulte as notas explicativas 3.6, 13 e 14 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas) A Companhia possui montantes de R$ 9.787.125 mil e R$ 10.589.824 mil nas demonstrações financeiras consolidadas de 31 de dezembro de 2017 relativo ao ativo imobilizado e ativo intangível, respectivamente. A Companhia efetua a análise de existência de indicadores ("triggers") de perda por redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGCs"), e realiza testes de recuperabilidade dos ativos para os quais indicadores foram identificados, utilizando-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em determinadas premissas. Devido ao grau de julgamento envolvido e ao impacto que eventuais alterações nas premissas poderia ter no valor desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos e análises ao valor recuperável disponibilizadas pela Companhia. Avaliamos a adequação da estimativa preparada pela Companhia, a determinação das UGCs e a metodologia utilizada para a realização do teste de redução ao valor recuperável. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e dados técnicos utilizados pela Companhia para a realização do teste de recuperabilidade de seus ativos, tais como taxa de desconto, volume e preço de venda de energia, períodos de continuidade das operações e gastos para reparação dos equipamentos e comparamos a soma dos fluxos de caixa descontados (valor em uso) e dos valores justos líquidos de despesas de venda com o valor registrado no ativo imobilizado e no ativo intangível da Companhia para determinação do recuperável. Adicionalmente, consideramos também a adequação das divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas, relativas às premissas e julgamentos utilizados no teste do valor recuperável de seus ativos.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetariam a mensuração e a divulgação do valor recuperável dos ativos não financeiros, os quais não foram registrados pela administração, por terem sido considerados imateriais. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o valor recuperável dos ativos não financeiros, bem como as divulgaçõ es relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.c) Valor recuperável dos ativos fiscais diferidos (Consulte as notas explicativas 3.11 e 9 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas) As demonstrações financeiras individuais e consolidadas incluem montantes de R$ 145.779 mil e R$ 943.199 mil, respectivamente, relativos a créditos tributários sobre prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social e diferenças temporárias, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura preparadas pela Companhia com base em seu julgamento e suportadas em seu plano de negócios. Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas dos lucros tributáveis futuros, que são a base para reconhecimento do valor recuperável dos créditos tributários e ao fato de qualquer mudança nas metodologias e premissas para a determinação dessas estimativas poder impactar de forma relevante o valor desses ativos e, consequentemente, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamento, estudos técnicos e análises quanto à probabilidade da existência de lucros tributáveis futuros. Adicionalmente, com o suporte de nossos especialistas em finanças corporativas, analisamos a razoabilidade e consistência dos dados e premissas e das metodologias utilizadas pela Companhia, especialmente as relativas à projeção de lucros tributáveis futuros. Isso incluiu a comparação dessas premissas com dados obtidos de fontes externas, como o crescimento econômico projetado, volume e preço de venda de energia, continuidade das operações, gastos para reparação dos equipamentos, a inflação de custos e as taxas de desconto. Com o apoio dos nossos especialistas da área tributária, avaliamos as bases de apuração em que são aplicadas as alíquotas vigentes dos tributos e o estudo de capacidade de realização dos ativos fiscais diferidos. Também avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as normas aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o valor recuperável dos ativos fiscais diferidos, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.d) Aquisição da AES Sul(Consulte as notas explicativas 3.15 e 12.5 às demonstrações financeiras consolidadas)Durante o exercício de 2016 a Companhia adquiriu a AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.A. pelo montante de R$ 1.591 milhões, e reportou os valores provisórios da alocação dos valores justos de ativos e passivos nas demonstrações financeiras consolidadas de 31 de dezembro de 2016. Em 2017, a Companhia ajustou retrospectivamente os valores provisórios reconhecidos na data de aquisição para refletir as novas informações obtidas relativas a fatos e circunstâncias existentes na data da aquisição. A contabilização de tal aquisição exigiu o uso de estimativas e julgamentos pela Companhia com relação ao tratamento contábil, à determinação do valor justo dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, às divulgações das informações relacionadas a essas transações, bem como à adequação das políticas contábeis relevantes da empresa adquirida. Consequentemente, consideramos a mensuração, contabilização e divulgação dos efeitos da referida aquisição como um principal assunto de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave referentes a identificação dos ativos adquiridos e passivos assumidos e alocação final do preço de compra e registro contábil da alocação do preço e divulgação. Avaliamos com o suporte técnico de nossos especialistas em finanças corporativas, a integridade e exatidão dos modelos de cálculo preparados pela Companhia da Companhia no processo de identificação e valorização definitiva de ativos e passivos. Adicionalmente, com o suporte de nossos especialistas, avaliamos a alocação final dos valores justos do ativo imobilizado. Também avaliamos a adequação das divulgações relacionadas à aquisição e aos ajustes dos valores provisórios reconhecidos na data de aquisição nas demonstrações financeiras consolidadas.Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados para testar os ajustes de mensuração relacionados a aquisição da AES Sul preparadas pela entidade, e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos aceitáveis o reconhecimento e divulgação da combinação de negócios no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício comparativoOs valores correspondentes relativos ao balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício findo nessa data, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem modificação, datado de 13 de março de 2017.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concl uirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 20 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP027612/O-4 Marcio José dos SantosContador CRC 1SP252906/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, alterada pela Instrução CVM nº 586, de 8 de junho de 2017, o presidente e os diretores da CPFL Energia S.A, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rodovia Engo Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5, Parque São Quirino - Campinas - SP - Brasil, inscrita no CNPJ sob nº 02.429.144/0001-93, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da CPFL Energia de 31 de dezembro de 2017b)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da CPFL Energia de 31 de dezembro de 2017.Campinas, 20 de março de 2018.__________________________________André DorfDiretor Presidente, acumulando as funções de Diretor Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios__________________________________Yumeng ZhaoDiretor Presidente Adjunto__________________________________Gustavo Pinto GachineiroDiretor Vice-Presidente Jurídico e de Relações Institucionais __________________________________Gustavo EstrellaDiretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________Wagner Luiz Schneider de FreitasDiretor Vice-Presidente de Planejamento e Gestão Empresarial__________________________________Karin Regina LuchesiDiretor Vice-Presidente de Operações de Mercado__________________________________Luis Henrique Ferreira PintoDiretor Vice-Presidente de Operações Reguladas

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, alterada pela Instrução CVM nº 586, de 8 de junho de 2017, o presidente e os diretores da CPFL Energia S.A, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rodovia Engo Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5, Parque São Quirino - Campinas - SP - Brasil, inscrita no CNPJ sob nº 02.429.144/0001-93, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da CPFL Energia de 31 de dezembro de 2017b)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da CPFL Energia de 31 de dezembro de 2017.Campinas, 20 de março de 2018.__________________________________André DorfDiretor Presidente, acumulando as funções de Diretor Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios__________________________________Yumeng ZhaoDiretor Presidente Adjunto__________________________________Gustavo Pinto GachineiroDiretor Vice-Presidente Jurídico e de Relações Institucionais__________________________________ Gustavo EstrellaDiretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________Wagner Luiz Schneider de FreitasDiretor Vice-Presidente de Planejamento e Gestão Empresarial__________________________________Karin Regina LuchesiDiretor Vice-Presidente de Operações de Mercado__________________________________Luis Henrique Ferreira PintoDiretor Vice-Presidente de Operações Reguladas

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CPFL Energia S.A., no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras do Exercício Social de 2017 e, ante os esclarecimentos prestados pela Diretoria da Companhia, e nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas dos auditores independentes, KPMG Auditores Independentes, datado de 20 de março de 2018, são de opinião que os referidos documentos estão em condição de serem apreciados e votados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, a ser realizada em 28 de abril de 2018.Campinas, 22 de março de 2018.Liu ChengGangPresidenteJia JiaConselheiroRicardo Florence dos Santos Conselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.