Pular para o conteúdo
CVMInformações TrimestraisRef. 201725 páginasCódigo CVM 6955Versão 1Recebida em 28/04/2017valores em R$ mil

ITR 31/03/2017 de INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A

INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A · CNPJ 15.126.626/0001-16

INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A
CNPJ 15.126.626/0001-16
ITR 31/03/2017
Exercício 2017
Carregando…
Ver na CVM ↗

Metadados

Empresa
INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A
CNPJ
15.126.626/0001-16
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
25
Ano de referência
2017*
Publicado em
28/04/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:13

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201731/12/2016Var.
1Ativo Total9.3879.470−0,9%
1.01Ativo Circulante17170,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa17170,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante9.3709.453−0,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.2829.365−0,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4694690,0%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4694690,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas8.8138.896−0,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas8.8138.896−0,9%
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível88880,0%
1.02.04.01Intangíveis88880,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO SOBRE A REVISÃO DE INFORMAÇÕES TRIMESTRAISAos Diretores e Acionistas de INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S.A.OpiniãoExaminamos as informações contábeis intermediárias de INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S.A., contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referente ao trimestre findo em 31 de março de 2016, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2017, as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de três meses findo naquela data, assim como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as informações contábeis intermediárias foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 aplicável a elaboração de Informações Trimestrais - ITR, e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Imobiliários.Base para opiniãoNossa revisão foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Finacial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalAs demonstrações contábeis intermediárias incluídas nas informações trimestrais acima referidas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil em conformidade com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo Internacional Accounting Standards Board (IASB) aplicáveis a empresas em continuidade normal de negócios. Contudo, conforme mencionado na nota explicativa "01", a Companhia paralisou suas atividades no ano 2000 e até o momento não existem projeções que indiquem a continuidade das operações, gerando incerteza quanto à capacidade de continuidade operacional da entidade. No entanto, ao final do exercício de 2015, a Companhia ELIANE - S.A - REVESTIMENTOS CERÊMICOS, controladora da INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S.A, promoveu o aumento de seu capital com a emissão de novas ações ordinárias, cuja subscrição se deu totalmente pelo FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES KINEA PRIVATE EQUITY II e FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES KINEA PRIVATE EQUITY III, que ingressaram na Companhia e, essas mudanças poderão afetar os aspectos societários e administrativos da INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S.A - IASA, no sentido de dar continuidade ou encerrar suas atividades, cuja decisão ainda não foi tomada.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do trimestre corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das informações contábeis trimestrais como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas informações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que o assunto descrito abaixo é o principal assunto de auditoria a ser comunicado em nosso relatório."Diante da paralização das atividades operacionais desde o ano 2000, constatou-se que a Companhia não gera resultados que possam absorver seus gastos, os quais vêm sem suportados pelo recebimento do mútuo firmado com sua controladora Eliane S.A. - Revestimentos Cerâmicos, conforme divulgado nas notas explicativas 04 e 07. Nossos procedimentos incluíram a revisão desse mútuo e de liquidação dos gastos gerados no exercício, confirmando quanto a origem desse valor junto a sua controladora e o pagamento dos gastos com recursos advindos da mesma por meio da liquidação da realização do mútuo".Outros Assuntos - Demonstração do Valor AdicionadoExaminamos também as informações intermediárias do valor adicionado (DVA), referente ao período de três meses findo em 31 de março de 2017, preparada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as informações contábeis intermediárias não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a revisão das informações contábeis trimestrais, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as informações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segu rança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela administração declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Criciúma, 20 de abril de 2017.MÜLLEREYNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S - EPPCRC/SC-006351/OJOSÉ HENRIQUE EYNG ANGELO ASSIS BURINCONTADOR CRC-SC Nº 17.329/O-8 CONTADOR CRC-SC Nº 025452/O-6CNAI/ CVM Nº 638 CNAI Nº 2167

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº. 480/2009, DECLARAM os diretores da INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº. 15.126.626/0001-16, com sede na Rua Francisco Drumond, s/nº, Pavilhão Industrial nº 02, Fazenda Limoeiro, em Camaçari, BA, CEP 42.801-150, que reviram, discutiram e concordaram com as Demonstrações Financeiras, relativas ao primeiro trimestre de 2017 encerrado em 31 de março de 2017, auditadas pela MULLEREYNG Auditores Independentes S/S, CNPJ 07.945.703/0001-31, bem como com as opiniões expressas por essa Auditoria no respectivo parecer. Camaçari, BA, 20 de Abril de 2017.Edson Gaidzinski JrDiretor PresidenteOtmar Josef MullerDiretor IndustrialRogério Longoni de SouzaDiretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº. 480/2009, DECLARAM os diretores da INDÚSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº. 15.126.626/0001-16, com sede na Rua Francisco Drumond, s/nº, Pavilhão Industrial nº 02, Fazenda Limoeiro, em Camaçari, BA, CEP 42.801-150, que reviram, discutiram e concordaram com as Demonstrações Financeiras, relativas ao primeiro trimestre de 2017 encerrado em 31 de março de 2017, auditadas pela MULLEREYNG Auditores Independentes S/S, CNPJ 07.945.703/0001-31, bem como com as opiniões expressas por essa Auditoria no respectivo parecer. Camaçari, BA, 20 de Abril de 2017.Edson Gaidzinski JrDiretor PresidenteOtmar Josef MullerDiretor IndustrialRogério Longoni de SouzaDiretor Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

EMPRESA COM ATIVIDADES OPERACIONAIS PARALISADAS DESDE O ANO DE 2000, NÃO POSSUI CONSELHO FISCAL

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.