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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201656 páginasCódigo CVM 21741Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 10/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA

ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA · CNPJ 10.753.164/0001-43

Versões deste exercício: v1 (17/02/2017) · v2 (20/02/2017) · v3 (10/03/2017), esta

ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA
CNPJ 10.753.164/0001-43
DFP 2016 (V3)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA
CNPJ
10.753.164/0001-43
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
56
Ano de referência
2016*
Publicado em
10/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total7.2882.510190,4%
1.01Ativo Circulante5.0742.318118,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.2971.388209,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber411693−40,7%
1.01.03.01Clientes154320−51,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber257373−31,1%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas36623754,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.2141921.053,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.2141921.053,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber4900—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4900—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.724192797,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas1.724192797,9%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2016 e relatório do auditor independente Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasEco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Determinação do valor recuperável dos direitos creditórios e correspondente provisão, contabilizados nos respectivos patrimônios em separado das operações de securitizaçãoA Companhia é a emissora de diversos Certificados de Recebíveis do Agronegócio ("CRAs"), lastreados em direitos creditórios, constituídos de direitos creditórios do agronegócio ("DCs"). Tanto os CRAs quanto os DCs estão apresentados nos denominados "patrimônios em separado das operações de securitização" (Nota 17), de forma segregada dos demais ativos e passivos da Companhia. Tais direitos creditórios estão sujeitos ao requerimento do teste de recuperação do seu valor contábil. A Administração da Companhia elaborou estudo para apurar sua estimativa quanto ao valor recuperável dos direitos creditórios e da correspondente provisão para perdas em 31 de dezembro de 2016, a qual foi determinada com base na análise das características de cada um dos recebíveis, conforme descrito na Nota 2.2.9. Assim, a Administração da Companhia contabilizou provisão para redução ao valor recuperável desses ativos financeiros, nos respectivos patrimônios em separado das emissões de CRA a que se referem, conforme indicado na Nota 18.A estimativa do valor recuperável dos direitos creditórios dos patrimônios em separado das operações de securitização e da correspondente provisão, envolve um elevado nível de julgamento por parte da Administração. Dessa forma, essa foi considerada como uma área de foco em nossa auditoria.Efetuamos, entre outros procedimentos, o entendimento da metodologia utilizada pela administração da Companhia para apuração do valor recuperável dos direitos creditórios e dos principais processos e controles internos adotados. Confirmamos que a metodologia utilizada pela Administração está consignada nas atas de assembleia dos titulares dos CRAs e comparamos as provisões constituídas no exercício anterior com os resultados efetivamente alcançados no exercício corrente (Backtesting).Realizamos teste para uma amostra de direitos creditórios, a fim de corroborar a aplicação dos critérios adotados pela Administração na apuração do valor recuperável e correspondente provisão. Confrontamos os valores apurados no estudo preparado pela Administração com os correspondentes saldos dos registros contábeis dos direitos creditórios e da provisão ao valor recuperável dos referidos direitos creditórios. Consideramos que as premissas e julgamentos adotados pela Administração para apuração do valor recuperável dos direitos creditórios e da correspondente provisão são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. ÊnfasesTransações com Partes RelacionadasChamamos atenção para as Notas 1 e 8, que descrevem que a Companhia mantém saldos e operações em montantes significativos com partes relacionadas nas condições nelas descritas. Dessa forma, as demonstrações financeiras devem ser analisadas nesse contexto. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Reserva de lucros em excesso ao capital socialConforme descrito na Nota 14, em 31 de dezembro de 2016 o saldo da reserva de retenção de lucros ultrapassou o valor do capital social nesta data. De acordo com o artigo 199 da Lei 11.638/11, a próxima assembleia de acionistas deverá deliberar sobre a aplicação do excesso na integralização de aumento do capital social ou na distribuição de dividendos. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoAs demonstração do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aquele que foi considerado como mais significativo na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constitui o principal assunto de auditoria. Descrevemos esse assunto em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 17 de fevereiro de 2017PricewaterhouseCoopersJoão Manoel dos SantosAuditores IndependentesContador CRC 1RJ054092/O-0 "S" SPCRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOOs Diretores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que:reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016. São Paulo, 17 de fevereiro de 2017.MILTON SCATOLINI MENTENDiretor PresidenteCRISTIAN DE ALMEIDA FUMAGALLIDiretor de Relação com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOOs Diretores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 17 de fevereiro de 2017, por PriceWaterhouseCoopers Auditores Independentes, com relação às demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 17 de fevereiro de 2017.MILTON SCATOLINI MENTENDiretor PresidenteCRISTIAN DE ALMEIDA FUMAGALLIDiretor de Relação com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.