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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013156 páginasCódigo CVM 14826Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 18/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO

COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO · CNPJ 47.508.411/0001-56

Versões deste exercício: v1 (13/02/2014) · v2 (18/03/2014), esta

COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO
CNPJ 47.508.411/0001-56
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO
CNPJ
47.508.411/0001-56
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
156
Ano de referência
2013*
Publicado em
18/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total38.008.35234.832.1089,1%
1.01Ativo Circulante18.609.73516.680.30211,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa8.367.1767.086.25118,1%
1.01.02Aplicações Financeiras24.4530—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo24.4530—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda24.4530—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.743.0332.857.552−4,0%
1.01.03.01Clientes2.515.6662.646.079−4,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber227.367211.4737,5%
1.01.04Estoques6.381.5445.759.64810,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar907.983871.0214,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar907.983871.0214,2%
1.01.07Despesas Antecipadas92.27966.79238,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes93.26739.038138,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda39.1330—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros54.13439.03838,7%
1.02Ativo Não Circulante19.398.61718.151.8066,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.334.8324.699.323−7,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber744.834664.89612,0%
1.02.01.03.01Clientes114.899108.4995,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber629.935556.39713,2%
1.02.01.04Estoques172.280172.2800,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos950.7571.078.842−11,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos950.7571.078.842−11,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas49.91461.892−19,4%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas172.836178.420−3,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores3.4046.258−45,6%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas169.432172.162−1,6%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.244.2112.542.993−11,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Fundo de Inv. em Direitos Creditórios00—
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar1.429.0211.231.64216,0%
1.02.01.09.05Depósitos para Recursos Judiciais815.190952.294−14,4%
1.02.01.09.06Opção de Compra0359.057−100,0%
1.02.01.09.07Outros00—
1.02.02Investimentos309.528362.429−14,6%
1.02.02.01Participações Societárias309.528362.429−14,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas309.528275.09412,5%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias087.335−100,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.053.6008.114.49811,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.747.4797.761.75512,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado97.161148.112−34,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento208.960204.6312,1%
1.02.04Intangível5.700.6574.975.55614,6%
1.02.04.01Intangíveis5.700.6574.975.55614,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis5.700.6574.975.55614,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCompanhia Brasileira de DistribuiçãoSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Brasileira de Distribuição ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Brasileira de Distribuição em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia Brasileira de Distribuição em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRSs emitidas pelo IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem das IFRSs, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto para fins de IFRSs seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em virtude desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Balanços patrimoniais individuais e consolidados referentes a 31 de dezembro de 2011 examinados e auditados por outros auditores independentesOs valores da Controladora e do Consolidado correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 16 de fevereiro de 2012, sem nenhuma modificação. Em virtude da reclassificação descrita na nota explicativa nº 2, os saldos dos balanços patrimoniais correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, considerados como saldos iniciais em 1º de janeiro de 2012, estão apresentados para fins de comparação. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2013, examinamos também as reclassificações descritas na nota explicativa nº 2 que foram efetuadas nos balanços patrimoniais individuais e consolidados de 1º de janeiro de 2012. Em nossa opinião, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar nem aplicar nenhum outro procedimento sobre os balanços patrimoniais individuais ou consolidados da Companhia referentes a 1º de janeiro de 2012 e, portanto, não expressamos opinião nem nenhuma forma de asseguração sobre referidos balanços patrimoniais tomados em conjunto.São Paulo, 13 de fevereiro de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSUEdimar FaccoAuditores IndependentesContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8CRC nº 1 SP 138635/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da diretoria sobre as demonstrações financeirasEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2013, autorizando a conclusão nesta data.São Paulo, 13 de fevereiro de 2014.DiretoriaRonaldo IabrudiDiretor PresidenteChristophe José HidalgoDiretor Vice Presidente de FinançasDaniela SabbagDiretora de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da diretoria sobre o parecer dos auditores independentesEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2013, emitido nesta data.São Paulo, 13 de fevereiro de 2014.DiretoriaRonaldo IabrudiDiretor PresidenteChristophe José HidalgoDiretor Vice Presidente de FinançasDaniela SabbagDiretora de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs conselheiros, no exercício das suas funções legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro 2013 da Companhia. Com base nos exames efetuados e à vista do parecer dos auditores independentes Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes sem ressalvas, os conselheiros opinaram favoravelmente à aprovação dos referidos documentos pela Assembleia Geral de Acionistas e o seu encaminhamento ao Conselho de Administração.São Paulo, 13 de fevereiro de 2014.CONSELHEIROSFernando Maida Dall AcquaMario ProbstRaimundo Lourenço Maria Christians

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.