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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20559Versão 1Recebida em 23/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL · CNPJ 47.193.149/0001-06

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ 47.193.149/0001-06
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ
47.193.149/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total39.592.77775.724.376−47,7%
1.01Ativo Circulante33.019.45569.259.289−52,3%
1.01.01Disponibilidades6.3747.824−18,5%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez22.034.02859.164.611−62,8%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto00
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros22.034.02859.164.611−62,8%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários10.894.1619.918.1529,8%
1.01.03.01Carteira Própria10.887.9509.916.5559,8%
1.01.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.01.03.03Vinculados à Prestação de Garantias6.2111.597288,9%
1.01.04Relações Interfinanceiras00
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito00
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−7.234−15.20452,4%
1.01.07.01Arrendamentos a Receber - Setor Público00
1.01.07.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado862.9961.020.366−15,4%
1.01.07.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−855.592−1.014.72515,7%
1.01.07.04(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−14.638−20.84529,8%
1.01.08Outros Créditos88.241179.889−50,9%
1.01.08.01Rendas a Receber900614.900,0%
1.01.08.02Créditos Tributários87.018154.856−43,8%
1.01.08.03Diversos32325.034−98,7%
1.01.08.04(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)0−7100,0%
1.01.09Outros Valores e Bens3.8854.017−3,3%
1.01.09.01Outros Valores e Bens2.9133.759−22,5%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−1.534−2.27532,6%
1.01.09.03Despesas Antecipadas2.5062.533−1,1%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo3.504.7813.202.8929,4%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez44.43639.32313,0%
1.02.01.01Aplicações no Mercado Aberto00
1.02.01.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros44.43639.32313,0%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários1.547.4631.440.4337,4%
1.02.02.01Carteira Própria1.327.1861.408.960−5,8%
1.02.02.02Instrumentos Financeiros Derivativos1.9280
1.02.02.03Vinculados à Prestação de Garantias218.34931.473593,8%
1.02.03Relações Interfinanceiras00
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito00
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−44.422−20.620−115,4%
1.02.06.01Arrendamentos a Receber - Setor Público00
1.02.06.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado894.108964.724−7,3%
1.02.06.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−892.441−961.5207,2%
1.02.06.04(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−46.089−23.824−93,5%
1.02.07Outros Créditos1.957.3041.743.75412,2%
1.02.07.01Créditos Tributários507.436444.81014,1%
1.02.07.02Diversos1.449.8681.298.95711,6%
1.02.07.03(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)0−13100,0%
1.02.08Outros Valores e Bens02−100,0%
1.02.08.01Despesas Antecipadas02−100,0%
1.03Ativo Permanente3.068.5413.262.195−5,9%
1.03.01Investimentos321.904284.36613,2%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas321.903284.36513,2%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos2.0172.0170,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−2.016−2.0160,0%
1.03.02Imobilizado de Uso00
1.03.02.01Imóveis de Uso1.3871.3870,0%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso17170,0%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−1.404−1.4040,0%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento2.746.6372.977.829−7,8%
1.03.03.01Bens Arrendados5.241.0555.649.040−7,2%
1.03.03.02(Depreciações Acumuladas)−2.494.418−2.671.2116,6%
1.03.04Intangível00
1.03.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e AcionistasSantander Leasing S.A.Arrendamento MercantilOpinião com ressalvaExaminamos as demonstrações financeiras da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opinião com ressalvaA Instituição registra as suas operações e elabora suas informações financeiras com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil - BACEN, que requerem que o ajuste a valor presente da carteira de arrendamento mercantil seja classificado no ativo permanente como superveniência/insuficiência de depreciação (Notas Explicativas 3.k e 6). Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a Lei nº 6.099/74, para as rubricas de ativos circulante e realizável a longo prazo e receitas/despesas de intermediação financeira - operações de arrendamento mercantil, mas resultam na apresentação do lucro líquido e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação a Instituição, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercíciocorrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria dasdemonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo 31 de dezembro de 2017 foi planejadae executada considerando que as operações da Instituição não apresentarammodificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, osPrincipais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria,mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior, excetopela exclusão do assunto relacionado ao reconhecimento e valor recuperável do crédito tributário em razão de nosso julgamento.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Notas Explicativas 3i e 6) A estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa requer elevado nível de julgamento por parte da Administração, uma vez que envolve a determinação de várias premissas e avaliação de fatores internos e externos, incluindo os níveis de inadimplência e garantias das carteiras, política de renegociação, cenário econômico atual e prospectivo. Dessa forma, essa área se manteve como foco em nossa auditoria. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída levando-se em consideração as normas regulamentares do Banco Central do Brasil - BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e é fundamentada nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas), de acordo com políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings (classificação de risco) de crédito. Da mesma forma, considera a expectativa de realização da carteira de crédito, em adição ao requerido pela regulamentação vigente, com base na experiência passada, cenário atual e expectativas futuras, riscos específicos das carteiras e avaliação de risco da Administração na constituição de provisão.Atualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes na apuração e reconhecimento da provisão para créditos de liquidação duvidosa, contemplando substancialmente os seguintes principais processos: Aprovação da política de crédito análise de crédito concessão de crédito e operações renegociadas atribuição de rating considerando o risco do valor recuperável das operações processamento e contabilização das provisões reconciliação dos saldos contábeis com a posição analítica e elaboração das notas explicativas. Efetuamos, também, testes a fim de observar a integridade e completude da base de dados utilizada para o cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa, além de testes para observar a aplicação da metodologia de cálculo dessa provisão em relação aos ratings atribuídos, bem como confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil da provisão para créditos de liquidação duvidosa são consistentes com o ano anterior e estão suportadas pelas informações e documentações que obtivemos em nossa auditoria.Provisões para passivos contingentes (Notas Explicativas 3l e 15)A Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil é parte em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, decorrentes do curso normal de suas atividades.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Essa área manteve-se como foco de nossa auditoria uma vez que, a decisão de reconhecimento de um passivo contingente e as bases de mensuração consideram exercício de julgamento da Administração quanto à probabilidade de perda e valores envolvidos, o qual é reavaliado periodicamente, inclusive quando da elaboração das demonstrações financeiras, considerando novos eventos ocorridos.Atualizamos nosso entendimento e realizamos testes nos controles internos relevantes que envolvem a identificação e constituição de passivos e as divulgações em notas explicativas.Efetuamos procedimentos de confirmação com os escritórios de advocacia que patrocinam os processos judiciais e administrativos relevantes para confirmar a avaliação do prognóstico, inclusive considerando os novos eventos ocorridos no exercício, a completude das informações e o valor correto das provisões.Com o apoio de nossos especialistas, atualizamos nosso entendimento quanto a razoabilidade do prognóstico de perda das causas ma is significativas de natureza tributária.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil das provisões para contingências passivas estão consistentes com o ano anterior, e são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Ambiente de tecnologia da informaçãoA Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil tem um ambiente de negócio altamente dependente da tecnologia requerendo uma infraestrutura complexa para suportar o elevado número de transações processadas diariamente em seus diversos sistemas.Os riscos inerentes à tecnologia da informação, associados a deficiências em processos e controles que suportam o processamento dos sistemas de tecnologia, considerando os sistemas legados e os ambientes de tecnologia existentes, podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras. Por essa razão, essa permanece uma área de foco em nossa auditoria.Com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do desenho e testamos a efetividade operacional dos controles relacionados à gestão do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles compensatórios estabelecidos.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes de controles e, quando aplicável, testes dos controles compensatórios, assim como a execução de testes sobre processos-chave relacionados à segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de sistemas e operação de computadores relacionados com a infraestrutura que suporta o negócio da Instituição. Com o resultado desses trabalhos, consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia, nos proporcionaram uma base razoável para determinarmos a natureza e a extensão de nossos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoA demonstração individual do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do BACEN, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a nossa auditoria das demonstrações financeiras. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva", essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente preparada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A Administração da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Instituição continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Instituição ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Instituição são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Instituição. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Instituição a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 12 de março de 2018PricewaterhouseCoopers Maria José De Mula Cury Auditores Independentes Contadora CRC 1SP192785/O-4CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, incisos VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Santander Leasing) declaram que discutiram, revisaram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Santander Leasing, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, e os documentos que as compõem, sendo: relatório da administração , balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei de Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional ("COSIF") e demais regulamentação e legislação aplicáveis. As referidas Demonstrações Financeiras e os documentos que as compõem, foram objeto de relatório com ressalva dos Auditores Independentes.Membros da Diretoria da Santander Leasing em 31 de dezembro de 2017:Diretor PresidenteConrado EngelDiretoresAmancio Acúrcio GouveiaAntonio Pardo Santayana MontesNilton Sergio Silveira Carvalho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, incisos VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Santander Leasing) declaram que discutiram, revisaram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Santander Leasing, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, e os documentos que as compõem, sendo: relatório da administração , balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei de Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional ("COSIF") e demais regulamentação e legislação aplicáveis. As referidas Demonstrações Financeiras e os documentos que as compõem, foram objeto de relatório com ressalva dos Auditores Independentes.Membros da Diretoria da Santander Leasing em 31 de dezembro de 2017:Diretor PresidenteConrado EngelDiretoresAmancio Acúrcio GouveiaAntonio Pardo Santayana MontesNilton Sergio Silveira Carvalho

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.