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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014332 páginasCódigo CVM 2437Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 09/04/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de AXIA ENERGIA S.A.

AXIA ENERGIA S.A. · CNPJ 00.001.180/0001-26

Versões deste exercício: v1 (27/03/2015) · v2 (09/04/2015), esta

AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ 00.001.180/0001-26
DFP 2014 (V2)
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ
00.001.180/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
332
Ano de referência
2014*
Publicado em
09/04/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total144.631.697138.594.3894,4%
1.01Ativo Circulante30.551.19339.079.833−21,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.150.6034.477.384−29,6%
1.01.01.01Caixa1.407.0783.597.583−60,9%
1.01.01.02Caixa restrito1.743.525879.80198,2%
1.01.02Aplicações Financeiras3.730.3456.095.908−38,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado3.730.3456.095.908−38,8%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento3.730.3456.095.908−38,8%
1.01.03Contas a Receber4.427.2163.587.28223,4%
1.01.03.01Clientes4.427.2163.587.28223,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques852.933958.337−11,0%
1.01.04.01Almoxarifado512.614614.607−16,6%
1.01.04.02Estoque340.319343.730−1,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar900.431839.7677,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar900.431839.7677,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.489.66523.121.155−24,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.489.66523.121.155−24,4%
1.01.08.03.01Financiamentos e empréstimos2.696.0212.838.503−5,0%
1.01.08.03.02Conta de consumo de combustível - CCC521.9641.275.334−59,1%
1.01.08.03.03Remuneração de participações monetárias289.574268.0608,0%
1.01.08.03.04Direito de Ressarcimento3.526.98610.910.073−67,7%
1.01.08.03.05Impostos e Contribuições Sociais762.7261.940.005−60,7%
1.01.08.03.06Indenizações - Lei 12.783/20133.738.2953.476.4957,5%
1.01.08.03.07Ativo financeiro - Concessão de Serviços Públicos3.437.5211.168.002194,3%
1.01.08.03.08Instrumentos financeiros124.635108.33915,0%
1.01.08.03.09Diversos2.391.9431.136.344110,5%
1.02Ativo Não Circulante114.080.50499.514.55614,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo61.476.38451.063.47620,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado224.734192.58016,7%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento224.734192.58016,7%
1.02.01.03Contas a Receber1.743.5041.522.62114,5%
1.02.01.03.01Clientes1.743.5041.522.62114,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques661.489507.48830,3%
1.02.01.04.01Almoxarifado00—
1.02.01.04.02Estoque de Combustível Nuclear661.489507.48830,3%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos5.005.7625.001.1010,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.538.1311.990.52727,5%
1.02.01.06.02Imposto de renda e contribuição social2.467.6313.010.574−18,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53.840.89543.839.68622,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo financeiro - Concessão de Serviço Público28.969.26223.704.03722,2%
1.02.01.09.04Financiamentos e empréstimos11.988.54312.335.838−2,8%
1.02.01.09.05Cauções e depósitos vinculados3.808.1552.877.51632,3%
1.02.01.09.06Conta de consumo de combustível3.94416.275−75,8%
1.02.01.09.07Adiantamento para futuro aumento de capital1.140.633490.429132,6%
1.02.01.09.08Instrumentos financeiros derivativos135.276107.81625,5%
1.02.01.09.09Direito de Ressarcimento6.129.4231.669.583267,1%
1.02.01.09.10Indenizações - Lei 12.783/201302.019.684−100,0%
1.02.01.09.11Reembolso FUNAC595.4450—
1.02.01.09.12Diversos1.070.214618.50873,0%
1.02.02Investimentos20.070.51717.414.99315,2%
1.02.02.01Participações Societárias20.070.51717.414.99315,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas18.700.31016.316.56814,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.370.2071.098.42524,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado31.168.23230.247.5053,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação22.711.63622.508.5860,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento8.456.5967.738.9199,3%
1.02.04Intangível1.365.371788.58273,1%
1.02.04.01Intangíveis1.365.371788.58273,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros1.365.371788.58273,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Conselheiros e Diretores daCentrais Elétricas Brasileiras S.A. - EletrobrasBrasilia - Distrito FederalExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeirasEm nossa opinião as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras em 31 de dezembro de 2014, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB.Ênfases:1 - Valores a receber sujeitos à aprovação do regulador Impactos da Lei 12.783/2013Conforme descrito na Nota 2, a Companhia aceitou as condições de renovação antecipada das concessões previstas na Medida Provisória 579 (Lei n° 12.783/13), assinando em 4 de dezembro de 2012 os contratos de prorrogação das concessões afetadas. Os saldos residuais dos ativos de transmissão, em 31 de maio de 2000, assim como os saldos residuais de geração hidráulica, em 31 de dezembro de 2012, exceto quanto aos respectivos projetos básicos, estão sendo avaliados sob responsabilidade da Companhia e os respectivos laudos estão sendo enviados à Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL para homologação, objetivando recebimento de indenização. Em 31 de dezembro de 2014, os saldos residuais dos ativos de transmissão e geração citados acima, montam a R$ 8.253.130 mil e R$ 1.483.540 mil, respectivamente, e foram determinados pela Companhia a partir de suas melhores estimativas e interpretação da legislação, podendo sofrer alterações até a homologação final e realização dos mesmos. Os saldos residuais dos investimentos em geração térmica, em 31 de dezembro de 2012, cujas concessões vencem-se entre 2015 e 2017 e abrangidas pela referida legislação, totalizando, em 31 de dezembro de 2014 R$ 1.216.322 mil, foram determinados pela Companhia com base em suas melhores estimativas e interpretação da legislação. Para esses ativos não foi divulgado pelo poder concedente metodologia para cálculo do valor de indenização, podendo o mesmo sofrer alterações até a sua homologação final e realização.Nossa opinião não contém ressalva em função desses assuntos.2 - Continuidade operacional de empresas controladas e coligadas Conforme citado na Nota 15, as empresas controladas do segmento de distribuição e a controlada de geração Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE) têm apurado prejuízos continuamente em suas operações e apresentaram, em 31 de dezembro 2014, capital de giro negativo de R$1.221.736 mil e passivo a descoberto de R$3.355.404 mil. Adicionalmente, as coligadas Madeira Energia S.A., Energia Sustentável do Brasil Participações S.A., Manaus Transmissora de Energia S.A. e Teles Pires Participações S.A., nas quais a Companhia participa com 39%, 20%, 30% e 49,42%, respectivamente, e a controlada Eletrobras Termonuclear S.A. (Eletronuclear) apresentavam, em 31 de dezembro de 2014, capital de giro negativo total no montante de R$ 2.447.731 mil.A Companhia mantém investimentos nas coligadas Norte Energia S.A., Madeira Energia S.A. e Energia Sustentável do Brasil Participações S.A., e na controlada Eletronuclear, as quais vêm investindo valores significativos no desenvolvimento dos projetos hidrelétricos de Belo Monte, Santo Antônio, Jirau e Angra 3, respectivamente. Esses investimetnos, de acordo com as estimativas da administração das investidas, deverão ser absorvidos pelas receitas futuras geradas pelos projetos, exceto quanto aos valores de impairment dos ativos relacionados. A conclusão das obras e consequente início das operações dependem da capacidade dessas empresas obterem os recursos financeiros necessários. A continuidade operacional das empresas controladas e coligadas citadas acima depende da manutenção do suporte financeiro por parte de terceiros, da Companhia e demais acionistas. Adicionalmente, conforme mencionado na nota explicativa 2, as concessões destas distribuidoras expiram em 15 de julho de 2015 e até a presente data não existe evidência de renovação.Nossa opinião não está ressalvada em função desses assuntos.3 - Riscos relacionados a conformidade com leis e regulamentosConforme mencionado na nota explicativa 4, em função de notícias veiculadas na mídia a respeito do suposto envolvimento da Companhia e/ou suas investidas no processo de investigação pelas autoridades públicas federais na operação conhecida como "Lava Jato", a Administração da Companhia adotou algumas ações acautelatórias de caráter interno, com o propósito de identificar eventuais descumprimentos de leis e regulamentos relacionados ao tema. Algumas dessas ações ainda estão em curso, porém, com base nas informações conhecidas pela Companhia até o momento, na avaliação da Administração, eventuais impactos relacionados a este assunto, se houver, não seriam materiais nas Demonstrações Financeiras relativas a 2014. Entretanto, como a operação "Lava Jato" ainda está em andamento, existe incerteza sobre futuros desdobramentos decorrentes do processo de investigação conduzido pelas autoridades públicas e seus eventuais efeitos nas demonstrações financeiras da Companhia. Nossa opinião não contém ressalva em função desse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações, individuais e consolidadas, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e é tratada como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentesOs valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos aos balanços patrimoniais em 1º de janeiro de 2013 (derivado das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012) e 31 de dezembro de 2013 e as demonstrações financeiras relativas às demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na nota explicativa 3.33, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem modificação datado em 27 de março de 2015.Rio de Janeiro, 27 de março de 2015KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJDanilo Siman SimõesContador CRC 1MG058180/O-2 T-SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, em atendimento à Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, tendo sido tomada a resolução no sentido de sua aprovação, sob o número RES-154/2015, em reunião do colegiado realizada, em 27 de março de 2015.Rio de Janeiro, 27 de março de 2015.Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GeraçãoMarcos Aurélio Madureira da Silva - Diretor de Distribuição Josias Matos de Araujo - Diretor de RegulaçãoAlexandre Vaghi de Arruda Aniz - Diretor de Administração

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, em atendimento à Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia - KPMG, emitido sobre as Demonstrações Financeiras da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, em reunião realizada em 27 de março de 2015.Brasília, 27 de março de 2015.Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GeraçãoMarcos Aurelio Madureira da Silva - Diretor de DistribuiçãoJosias Matos de Araujo - Diretor de RegulaçãoAlexandre Aniz - Diretor de Administração

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, no âmbito de suas atribuições legais e estatutárias, conheceu o Relatório da Administração e procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014, compostas do Balanço Patrimonial, da Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa, do Valor Adicionado e das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, bem como se inteirou da proposta relativa à destinação do resultado do exercício. Considerando o trabalho de acompanhamento da Empresa desenvolvido pelo Conselho Fiscal ao longo do exercício, com base na análise da documentação apresentada, nas informações prestadas pelo Departamento de Contabilidade - DFC e no Parecer da KPMG Auditores Independentes, que declara que as Demonstrações Contábeis representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras em 31 de dezembro de 2014, o Conselho Fiscal da Eletrobras entende que as referidas Demonstrações Financeiras estão em condições de serem submetidas à deliberação da Assembléia Geral Ordinária de Acionistas da Empresa. É de parecer, ainda, que a proposta da Administração da Eletrobras, relativamente à absorção pelas reservas de lucros do prejuízo do exercício de 2014, está amparada pelas disposições legais e societárias vigentes. Brasília, 27 de março de 2015.JARBAS RAIMUNDO DE ALDANO MATOSPresidente do ConselhoBRUNO NUNES SADConselheiroRICARDO DE PAULA MONTEIROConselheiroMANUEL JEREMIAS LEITE CALDASConselheiroROBERT JUENEMANNConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.