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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20958Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO ABC BRASIL S.A.

BANCO ABC BRASIL S.A. · CNPJ 28.195.667/0001-06

Versões deste exercício: v1 (06/02/2019) · v2 (01/03/2019) · v3 (29/03/2019), esta

BANCO ABC BRASIL S.A.
CNPJ 28.195.667/0001-06
DFP 2018 (V3)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO ABC BRASIL S.A.
CNPJ
28.195.667/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total30.115.40827.144.81010,9%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa29.37818.17661,6%
1.02Ativos Financeiros29.045.54926.267.35210,6%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado5.299.4965.242.8551,1%
1.02.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.03Títulos e valores mobiliários4.118.5204.854.079−15,2%
1.02.01.04Derivativos1.074.991238.172351,4%
1.02.01.05Empréstimos e adiantamentos a clientes72.626147.081−50,6%
1.02.01.06Derivativos utilizados como hedge de valor justo33.3593.523846,9%
1.02.01.07Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.08Operações compromissadas00
1.02.01.09Depósitos em bancos privados00
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes371.93889.357316,2%
1.02.02.01Títulos e valores mobiliários371.93889.357316,2%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado23.374.11520.935.14011,7%
1.02.03.01Operações compromissadas5.809.8904.709.68923,4%
1.02.03.02Depósitos em bancos privados1.449.2221.700.616−14,8%
1.02.03.03Títulos e valores mobiliários836.208501.79966,6%
1.02.03.04Empréstimos e adiantamentos a clientes15.278.79514.023.0369,0%
1.03Tributos Diferidos00
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.04Outros Ativos991.598810.70722,3%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.04.03Outros991.598810.70722,3%
1.04.04Derivativos utilizados como hedge de valor justo00
1.05Investimentos00
1.05.01Participações em Coligadas00
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00
1.05.03Propriedades para Investimento00
1.05.04Outros Investimentos00
1.06Imobilizado23.79427.025−12,0%
1.06.01Imobilizado de Uso23.79427.025−12,0%
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.07Intangível25.08921.55016,4%
1.07.01Intangíveis25.08921.55016,4%
1.07.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas e administradores do Banco ABC Brasil S.A. OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco ABC Brasil S.A. ("Banco"), identificadas como banco e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco ABC Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras do Banco.1. Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco dependem do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um componente relevante no nosso escopo e, consequentemente, entendemos ser um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações do Banco, a estratégia de nossa auditoria é baseada na eficácia do ambiente de tecnologia.O Banco considera que o sucesso de suas atividades depende da melhoria e do aperfeiçoamento contínuo e integração de suas plataformas tecnológicas necessárias ao bom desempenho de suas operações.Como nossa auditoria conduziu o assunto:No curso de nossos exames foram envolvidos especialistas da equipe de tecnologia para nos auxiliar na execução de testes para avaliação do desenho e eficácia operacional dos controles gerais de tecnologia para os sistemas considerados relevantes no contexto da auditoria, com ênfase aos processos de gestão de mudanças e concessão de acesso a usuários. Também, realizamos procedimentos para avaliar a efetividade de controles automatizados considerados relevantes, que suportam os processos significativos de negócios e os registros contábeis das operações.Nossos testes no desenho e operação dos controles gerais de tecnologia, bem como dos controles automatizados considerados relevantes no processo de auditoria, nos forneceram uma base para que pudéssemos manter a natureza, época e extensão planejadas de nossos procedimentos substantivos de auditoria.2. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa A Administração exerce julgamento significativo para fins da determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de acordo com o determinado pela Resolução 2.682/99 do Banco Central do Brasil. Conforme divulgado nas notas explicativas 6 e 7, em 31 de dezembro de 2018 o saldo bruto de operações de crédito é de R$ 12.978.938 mil, para o qual foi constituída provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 379.357 mil, sendo que durante o ano de 2018 foi reconhecido, pelo Banco, despesa com créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ 116.477 mil.Consideramos essa área como significativa em função: (i) da relevância do saldo de operações de crédito, sujeitas à avaliação de perda (ii) das garantias recebidas para as operações de crédito concedidas, que podem impactar o nível de provisionamento a ser considerado (iii) da situação econômica do país e do mercado em que os tomadores de crédito estão inseridos (iv) do julgamento aplicado pela Administração em relação à atribuição de "ratings" que determinam o nível de provisão mínimo individual por operação, tomador de crédito ou grupo econômico e (v) do processo de reconhecimento da receita de juros com as operações de crédito entre outros. Como nossa auditoria conduziu o assunto:Em nossos exames de auditoria consideramos o entendimento do processo estabelecido pela Administração, bem como a realização de testes de controles relacionados com: (i) a originação das operações (ii) a análise e aprovação de operações de crédito considerando os níveis de alçadas estabelecidas (iii) atribuição de níveis de "rating" por operação, tomador de crédito ou grupo econômico (iv) análise de garantias recebidas (v) atualização tempestiva de informações dos tomadores de crédito (vi) reconhecimento de receitas de juros de operações em curso normal e (vii) suspensão do reconhecimento de receita sobre operações de crédito vencidas há mais de 59 dias, entre outros. Nossos procedimentos de auditoria também incluíram a realização, para uma amostra de operações de crédito, de testes relativos a análise da documentação que consubstancia o nível de provisionamento determinado para os itens da amostra, recálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa com base nos ratings atribuídos, confirmação de saldo diretamente com os tomadores de crédito selecionados mediante envio de cartas de confirmação, recálculo do saldo em aberto na data-base do procedimento, além de testes de soma para confronto do total da base de dados com os registros contábeis e recálculo do total da provisão para crédito de liquidação duvidosa.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a s operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 6 e 7, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.3. Avaliação de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados A avaliação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados foi considerada uma área de foco em nossa auditoria em função da complexidade envolvida no processo de precificação, que é substancialmente baseado na utilização de julgamentos e estimativas subjetivas feitas pela Administração e das incertezas inerentes a este processo.Em 31 de dezembro de 2018 o saldo de títulos e valores mobiliários não cotados é de R$ 3.254.636 mil. Com relação aos instrumentos financeiros derivativos não cotados, o saldo registrado é de R$ 364.589 mil no ativo e de R$ 285.798 mil no passivo as divulgações do Banco estão incluídas na nota explicativa 5.Como nossa auditoria conduziu o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, (i) o entendimento do processo, metodologia e premissas estabelecidos pela Administração para a precificação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados (ii) testes dos controles chave, incluindo os controles relacionados a definição e aprovação das premissas a serem utilizadas nos modelos de precificação e a forma pela qual essas premissas alimentam esses modelos.Adicionalmente realizamos, com base em amostragem, os seguintes procedimentos para as operações selecionadas: (i) confirmação de existência através da verificação dos extratos dos órgãos custodiantes e/ou contratos firmados entre as partes (ii) com o auxílio de nossos especialistas, efetuamos testes de valorização e avaliamos as metodologias e premissas utilizadas por meio da comparação com modelos e fontes de mercado independentes.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a valorização dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 5 são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.4. Contabilidade de cobertura (Hedge Accounting)Em 31 de dezembro de 2018 o Banco possui estrutura de Hedge Accounting para cobertura de riscos decorrentes de variações cambiais de parcelas relativas a dívidas subordinadas e obrigações por repasses no exterior, nos montantes de R$ 273.254 mil e R$ 95.919 mil, respectivamente, que representam aproximadamente 1% do passivo do Banco. Essa área foi considerada significativa em nossa auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos, da complexidade dos critérios requeridos para a contabilização e por envolver premissas e julgamentos feitos pela Administração na precificação dos itens objetos de Hedge e dos instrumentos financeiros derivativos relacionados. As divulgações do Banco sobre a estrutura de Hedge Accounting estão incluídas nas notas explicativas 2, 5, 14 e 15. Como nossa auditoria conduziu o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, , a verificação da suficiência na documentação elaborada pela Administração do Banco para atendimento aos critérios da Circular no. 3082/02 do Banco Central do Brasil, testes, com base em amostragem e com o auxílio de nossos especialistas, nas estruturas de Hedge Accounting, considerando testes de avaliação das transações e avaliação das premissas e modelagens utilizadas. Também avaliamos o resultado dos testes de efetividade da estrutura de Hedge Accounting documentado pela Administração.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos aceitáveis as políticas de contabilidade de hedge do Banco para suportar os julgamentos, estimativas, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 5.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins de práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também, aos responsáveis pela governança, declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 5 de fevereiro de 2019. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP034519/O-6Eduardo Wellichen Contador CRC-1SP184050/O-6_______________________________________________________________________________________Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos acionistas e administradores do Banco ABC Brasil S.A. OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco ABC Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco ABC Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo Internacional Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Nós cumprimos as respon sabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras do Banco.1. Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco dependem do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um componente relevante no nosso escopo e, consequentemente, entendemos ser um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações do Banco, a estratégia de nossa auditoria é baseada na eficácia do ambiente de tecnologia.O Banco considera que o sucesso de suas atividades depende da melhoria e do aperfeiçoamento contínuo e integração de suas plataformas tecnológicas necessárias ao bom desempenho de suas operações.Como nossa auditoria conduziu o assunto:No curso de nossos exames foram envolvidos especialistas da equipe de tecnologia para nos auxiliar na execução de testes, para avaliação do desenho e eficácia operacional dos controles gerais de tecnologia para os sistemas considerados relevantes no contexto da auditoria, com ênfase aos processos de gestão de mudanças e concessão de acesso a usuários. Também realizamos procedimentos para avaliar a efetividade de controles automatizados, considerados relevantes, que suportam os processos significativos de negócios e os registros contábeis das operações.Nossos testes no desenho e operação dos controles gerais de tecnologia, bem como dos controles automatizados considerados relevantes no processo de auditoria, nos forneceram uma base para que pudéssemos manter a natureza, época e extensão planejadas de nossos procedimentos substantivos de auditoria. 2. Empréstimos e adiantamentos a clientes avaliados ao custo amortizadoConforme divulgado na nota explicativa 9, em 31 de dezembro de 2018 o saldo de empréstimos e adiantamentos a cliente avaliados ao custo amortizado é de R$ 15.658.295 mil e a provisão para crédito de liquidação duvidosa de R$ 379.500 mil, sendo o saldo líquido de R$ 15.278.795 mil. Consideramos essa área como significativa em função: (i) da relevância do saldo de operações de crédito, sujeitas à avaliação de perda (ii) das garantias recebidas para as operações de crédito concedidas, que podem impactar o nível de provisionamento a ser considerado (iii) da situação econômica do país e do mercado em que os tomadores de crédito estão inseridos (iv) do julgamento aplicado pela administração em relação à atribuição de "ratings" que impactam a perda esperada por operação, tomador de crédito ou grupo econômico e (v) do processo de reconhecimento da receita de juros com as operações de crédito entre outros. Adicionalmente, a partir de 1° de janeiro de 2018 entrou em vigência o pronunciamento IFRS 9 - Instrumentos Financeiros, que alterou a forma de apuração da estimativa de perda de empréstimos e adiantamentos a cliente, sendo introduzido o conceito de provisão com base na perda esperada, ao invés da perda incorrida definida pelo IAS 39. Desta forma, o Banco revisou e alterou suas políticas internas e metodologias de apuração de perdas. As novas metodologias exigem, por sua natureza, a utilização de julgamentos e premissas por parte do Banco, que incluem análises tanto dos fatores externos, tais como condições econômicas gerais e projeções, quanto dos fatores internos, tais como históricos de pagamentos e renegociações, avaliações de risco das contrapartes e garantias.Como nossa auditoria conduziu o assunto:Em nossos exames de auditoria consideramos o entendimento do processo estabelecido pela administração, bem como efetuamos testes em relação a: (i) a originação das operações (ii) a análise e aprovação de operações de crédito, considerando os níveis de alçadas estabelecidas (iii) atribuição de níveis de "rating" por operação, tomador de crédito ou grupo econômico (iv) análise de garantias recebidas (v) atualização tempestiva de informações dos tomadores de crédito (vi) reconhecimento de receitas de juros de operações em curso normal (vii) análise das políticas contábeis e modelos de estimivas de perda esperada da administração em comparação com os requisitos do IFRS 9 (viii) teste amostral dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas (ix) teste de SPPI para uma amostra de ativos financeiros mensurados ao custo amortizado e (x) análise das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações contábeis em atendimento aos requisitos do IFRS 9.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre as operações de crédito, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas 2 e 9, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.3. Avaliação de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotadosA avaliação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados foi considerada uma área de foco em nossa auditoria em função da complexidade envolvida no processo de precificação, que é substancialmente baseado na utilização de julgamentos e estimativas subjetivas feitas pela administração e das incertezas inerentes a este processo.Em 31 de dezembro de 2018 o saldo de títulos e valores mobiliários não cotados é de R$ 923.905 mil. Com relação aos instrumentos financeiros derivativos não cotados, o saldo registrado é de R$ 364.589 mil no ativo e de R$ 285.798 mil no passivo as divulgações do Banco estão incluídas na nota explicativa 8.Como nossa auditoria conduziu o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, (i) o entendimento do processo, metodologia e premissas estabelecidos pela administração para a precificação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados (ii) testes dos controles chave, incluindo os controles relacionados a definição e aprovação das premissas a serem utilizadas nos modelos de precificação e a forma pela qual essas premissas alimentam esses modelos.Adicionalmente realizamos, com base em amostragem, os seguintes procedimentos para as operações selecionadas: (i) confirmação de existência através da verificação dos extratos dos órgãos custodiantes e/ou contratos firmados entre as partes (ii) com o auxílio de nossos especialistas, efetuamos testes de valorização e avaliamos as metodologias e premissas utilizadas por meio da comparação com modelos e fontes de mercado independentes.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a valorização dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação adotados, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 8 são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 4. Contabilidade de cobertura (H edge Accounting)Em 31 de dezembro de 2018 o Banco possui estrutura de Hedge Accounting para cobertura de riscos decorrentes de variações cambiais de parcelas relativas a dívidas subordinadas e obrigações por repasses no exterior, nos montantes de R$ 273.254 mil e R$ 95.919 mil, respectivamente, que representam aproximadamente 1% do passivo do Banco. Essa área foi considerada significativa em nossa auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos, da complexidade dos critérios requeridos para a contabilização e por envolver premissas e julgamentos feitos pela administração na precificação dos itens objetos de Hedge e dos instrumentos financeiros derivativos relacionados. As divulgações do Banco sobre a estrutura de Hedge Accounting estão incluídas nas notas explicativas 3, 8, 12 e 13.Como nossa auditoria conduziu o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a verificação da suficiência na documentação elaborada pela administração do Banco para atendimento aos critérios do IFRS e, com o auxílio de nossos especialistas, efetuamos testes nas estruturas de Hedge Accounting, considerando a avaliação das transações e das premissas e modelagens utilizadas. Também avaliamos o resultado dos testes de efetividade da estrutura de Hedge Accounting documentado pela administração.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos aceitáveis as políticas de contabilidade de hedge do Banco para suportar os julgamentos, estimativas, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 8. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações do valor adicionado (DVA) apresentadas na nota explicativa nº 27, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também, aos responsáveis pela governança, declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 28 de março de 2019.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP034519/O-6Eduardo WellichenContador CRC-1SP184050/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em cumprimento à Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, as pessoas que ao final subscrevem, na qualidade de Diretores do Banco ABC Brasil S.A., companhia aberta listada no Nível 2 de Governança Corporativa (Código ABCB4), DECLARAM, através da presente, que:Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 05 de fevereiro de 2019.Anis Chacur NetoDiretor Presidente Sérgio Ricardo BorejoDiretor Vice-Presidente Administrativo e Diretor de Relações com InvestidoresLeila Maria de Carvalho RochaDiretora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em cumprimento à Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, as pessoas que ao final subscrevem, na qualidade de Diretores do Banco ABC Brasil S.A., companhia aberta listada no Nível 2 de Governança Corporativa (Código ABCB4), DECLARAM, através da presente, que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, Ernst & Young Auditores Independentes S.S. quanto às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 05 de fevereiro de 2019.Anis Chacur NetoDiretor Presidente Sérgio Ricardo BorejoDiretor Vice-Presidente Administrativo e Diretor de Relações com InvestidoresLeila Maria de Carvalho RochaDiretora

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Como resultado de suas avaliações e diligências, o Comitê de Auditoria considera adequado o ambiente de controles interno da organização, e seus instrumentos de controle e administração de riscos, proporcionando a qualidade do processo de elaboração das Demonstrações Financeiras e notas explicativas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas editadas pelo Banco Central do Brasil.Desta forma, considerando o escopo das suas atribuições, a abrangência de atuação e suas responsabilidades, o Comitê de Auditoria recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas auditadas do Banco ABC Brasil S.A., referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017.O relatório completo do Comitê de Auditoria contendo o detalhamento do escopo dos seus trabalhos e diligências, estará disponível no site do Banco ABC Brasil S.A. (https://ri.abcbrasil.com.br) e à disposição dos interessados na seção "Governança Corporativa".São Paulo, 05 de fevereiro de 2019.O Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.