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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201786 páginasCódigo CVM 15342Versão 1Recebida em 27/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.

EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A. · CNPJ 28.152.650/0001-71

EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.
CNPJ 28.152.650/0001-71
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.
CNPJ
28.152.650/0001-71
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
86
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total3.587.5383.207.61311,8%
1.01Ativo Circulante1.099.211975.70112,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa185.371237.848−22,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber658.063583.15312,8%
1.01.03.01Clientes658.063583.15312,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar142.98548.208196,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar142.98548.208196,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes112.792106.4925,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros112.792106.4925,9%
1.01.08.03.01Cauções e depósitos vinculados7380−8,8%
1.01.08.03.02Tributos diferidos02.566−100,0%
1.01.08.03.03Ativos financeiros setoriais53.42957.517−7,1%
1.01.08.03.04Outros créditos59.29046.32928,0%
1.02Ativo Não Circulante2.488.3272.231.91211,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.642.9001.414.28916,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.216.5031.070.41313,6%
1.02.01.03.01Clientes38.67242.573−9,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.177.8311.027.84014,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos259.113212.52221,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos259.113212.52221,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes167.284131.35427,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuições sociais39.08029.89830,7%
1.02.01.09.04Cauções e depósitos vinculados81.00084.264−3,9%
1.02.01.09.05Ativos financeiros setoriais44.20812.701248,1%
1.02.01.09.06Outros créditos2.9964.491−33,3%
1.02.02Investimentos908909−0,1%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento908909−0,1%
1.02.03Imobilizado47037824,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação47037824,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível844.049816.3363,4%
1.02.04.01Intangíveis844.049816.3363,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão844.049816.3363,4%
1.02.04.01.02Direito de concessão - infra-estrutura00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

EDP Espírito Santo Distribuição de Energia S.A.Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2017 e relatório do auditor independente Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasEDP Espírito Santo Distribuição de Energia S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da EDP Espírito Santo Distribuição de Energia S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EDP Espírito Santo Distribuição de Energia S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior. Ativo financeiro indenizável e Intangível (Nota 13)Porque é um PAA A Companhia apresenta saldos no ativo referentes a valores a amortizar no período da concessão -intangível - e a receber a título de indenização do Poder Concedente - ativo financeiro. O montante a receber decorre de investimentos na estrutura da concessão que não serão recuperados por meio da prestação de serviços outorgados até o fim da mesma, por meio da amortização de parcela classificada no ativo intangível. O ativo financeiro é mensurado com base no valor novo de reposição (VNR) em conexão com os processos de Revisão Tarifária Periódica, homologada a cada três anos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e, anualmente, é atualizado monetariamente e ajustado pela movimentação dos bens que integram a infraestrutura da concessão.Mantivemos o foco de nossos trabalhos nessa área, uma vez que a mensuração dos montantes envolve: (i) julgamento quanto aos valores de amortização até o final da concessão, (ii) estimativas quanto às glosas do regulador em relação aos investimentos efetuados, (iii) controles e critérios de elegibilidade para registro de adições no período correto, entre outros, sujeitos ao processo de revisão e homologação da ANEEL.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAs evidências de auditoria por nós consideradas necessárias e suficientes foram obtidas por meio de uma combinação de testes em controles e em transações. Assim, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a atualização do entendimento e testes de efetividade de controles internos relevantes revisão da conciliação da Base de Remuneração Regulatória (BRR) homologada pela ANEEL com respectivos saldos contábeis efetuada pela Companhia nos exercícios em que ocorreram as revisões tarifárias inspeção, por meio de amostragem, de documentos que suportam transações de adições e baixas ocorridas no exercício discussão dos critérios para elegibilidade das adições e determinação da estimativa de glosas revisão da atualização monetária dos valores envolvidos, assim como segregação dos mesmos entre ativo intangível e ativo financeiro, além de testes no cálculo da amortização do ativo intangível. Consideramos que os julgamentos e as estimativas envolvidas são conciliáveis e razoáveis em relação às bases homologadas pela ANEEL, e que as divulgações efetuadas em notas explicativas são consistentes com as informações observadas. Ativos e passivos financeiros setoriais (Nota 7)Porque é um PAA Os ativos e passivos financeiros setoriais referem-se aos valores originados da diferença entre os custos previstos no início de vigência das tarifas, aprovadas pela ANEEL, e aqueles que são efetivamente incorridos pela distribuidora ao longo do período de vigência dessa tarifa. Essa diferença constitui um direito a receber nos casos em que os custos efetivamente incorridos são superiores aos previstos, ou uma obrigação, quando os custos incorridos são inferiores aos custos previstos. Esse tema foi considerado novamente no corrente exercício como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos, da sistemática de apuração dos valores - que envolve considerações quanto à elegibilidade de determinados itens (apropriações) - assim como do processo de amortização que se dá pelo recebimento/devolução de valores em bases estimadas, em distintos períodos tarifários, por meio de tarifas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaOs procedimentos de auditoria para checar as principais movimentações registradas na conta dos ativos e passivos financeiros setoriais incluíram, entre outros, a revisão da conciliação efetuada pela Companhia entre os principais valores dos ativos e passivos financeiros setoriais registrados contabilmente com aqueles homologados anualmente pela ANEEL para compor a tarifa da concessionária inspeção, em base de testes, de informes à ANEEL que demonstram os valores realizados no período, assim como a inspeção, por amostragem, de documentos que compõe os custos incorridos com os valores de cobertura. Consideramos que os valores contabilizados de apropriações e amortizações são suportados por documentação que fundamentam os registros e as divulgações efetuadas em notas explicativas. Fornecimento não faturado (Nota 6)Porque é um PAAParte das receitas de vendas de energia tomam por base estimativas dos valores de energia fornecida aos clientes, ainda não faturadas na data do balanço, em virtude do intervalo de tempo entre a data da última leitura para medição e a data do encerramento do exercício. Em 31 de dezembro de 2017, o valor estimado de venda de energia já fornecida a clientes e ainda não faturada, reconhecido contabilmente, é de R$ 146.097 mil.Os riscos observados, e que continuaram demandando foco em nossa auditoria, referem-se ao reconhecimento de receita fora de período de competência e/ou estimativas e premissas para estimar essas receitas, na medida em que envolve: (a) estimar os volumes de energia consumida pelos clientes e (b) atribuir valor para mensurar o fornecimento não faturado, devido à variedade de tarifas em função das diferentes classes de clientes. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAs principais evidências de auditoria consideradas apropriadas e suficientes foram obtidas por meio de uma combinação de testes de controles e testes de transações.Assim, atualizamos nosso entendimento dos processos e testamos a efetividade dos controles relevantes na mensuração da estimativa e, em relação aos testes de transações, partimos de estimativas e dados relacionados a volume, perdas e preço para determinar a receita não faturada, e a comparamos com a estimativa contabilizada, obtendo explicações para diferenças relevantes ou não usuais, quando aplicável. Comparamos a proporção de energia fornecida e não faturada com dados de empresas do mesmo segmento e discutimos as variações com a administração.Também confrontamos os cálculos com os preços homologados e obtivemos evidências relacionadas às premissas de volume usadas para determinar o nível de receita estimada.Nossos procedimentos revelaram que as premissas e as correspondentes estimativas para o registro da medição de energia fornecida ainda não faturada atendem à norma de reconhecimento de receita, em relação ao correto período de competência.Benefícios pós-emprego (Nota 18)Porque é um PAAA Companhia tem planos vitalícios de benefício pós emprego, concedidos a colaboradores e ex-colaboradores, relativos a assistência médica e seguro de vida. Os saldos e os efeitos no resultado, decorrentes de sua mensuração, foram relevantes no contexto das demonstrações financeiras e envolveram a necessidade de considerar premissas e julgamentos para determinação dos valores.Essa foi uma área de foco em nossa auditoria, porquanto a determinação dos valores é sensível a uma série de premissas, sujeitas a estimativas e julgamentos. Diferentes premissas podem produzir valores significativamente diferentes.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaProcedemos ao entendimento e testes de efetividade dos controles internos relevantes que envolvem a constituição e a mensuração dos passivos decorrentes dos planos de benefícios pós emprego. Entre outros, consideramos os controles relacionados às conciliações dos dados contábeis com as avaliações efetuadas e as aprovações das premissas consideradas nos cálculos atuariais.Com o auxílio de nossos especialistas atuários entendemos as metodologias empregadas por empresa especializada em avaliação atuarial, contratada pela administração, e discutimos as premissas aprovadas e aplicadas no cálculo das obrigações.Consideramos que os critérios e premissas adotados para a determinação da avaliação atuarial e da provisão para planos de benefícios pós emprego são razoáveis e consistentes com as divulgações nas notas explicativas. Tributos incidentes sobre ativos e passivos setoriais (Notas 4.4 e 8)Porque é um PAAEm 2017, a Companhia decidiu pela alteração do regime tributário dispensado aos ativos e passivos setoriais. Portanto, recalculou os tributos envolvidos desde 2014, quando se iniciou o reconhecimento desses ativos e passivos. Como consequência, aderiu ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) para quitação de valores recolhidos a menor em períodos anteriores, quando aplicável, bem como reconheceu créditos decorrentes da nova forma de apuração dos tributos.Esse tema foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância dos valores, por envolver diferentes normas tributárias ao longo do período recalculado e pelos riscos de eventuais entendimentos distintos em relação ao próprio regime tributário.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEntre outros, efetuamos os procedimentos descritos a seguir, com o apoio de nossos especialistas tributários.Discutimos com a administração e efetuamos leitura das opiniões legais obtidas junto aos consultores independentes, testamos os recálculos dos tributos desde 2014 preparados pela administração, checamos as correspondentes contabilizações dos valores a recuperar e dos passivos apurados, bem como o reconhecimento dos efeitos das reduções de multa e juros em função da adesão ao PERT. Por fim, confrontamos também, os valores apurados com a documentação relacionada ao PERT.Dos procedimentos executados, observamos que os cálculos e as divulgações em notas explicativas estão consistentes com as normas tributárias relevantes e as opiniões legais de consultores independentes. Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa ba se contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopers Auditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Valdir Renato CoscodaiContador CRC 1SP165875/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasOs Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que em 21 de fevereiro de 2018, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017.MICHEL NUNES ITKESDiretor PresidenteDYOGENES ROSIDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJOÃO BRITO MARTINSDiretor Comercial e Diretor de DistribuiçãoJOSÉ ROBERTO PASCONDiretor de Planejamento e EngenhariaDONATO DA SILVA FILHODiretor de Regulação e Diretor de Gestão de Ativos e AdministrativoFERNANDO PEIXOTO SALIBADiretor de Sustentabilidade

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que em 21 de fevereiro de 2018, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017, bem como declaram que nessa mesma data, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes.MICHEL NUNES ITKESDiretor PresidenteDYOGENES ROSIDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJOÃO BRITO MARTINSDiretor Comercial e Diretor de DistribuiçãoJOSÉ ROBERTO PASCONDiretor de Planejamento e EngenhariaDONATO DA SILVA FILHODiretor de Regulação e Diretor de Gestão de Ativos e AdministrativoFERNANDO PEIXOTO SALIBADiretor de Sustentabilidade

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão EquivalenteDe acordo com artigo 26 do Estatuto Social da Companhia, amparado pelo Capítulo XIII da Lei nº 6.404, a Companhia terá um Conselho Fiscal não permanente eleitos pela Assembleia Geral que deliberar sua instalação. A Assembleia Geral da EDP Espírito Santo Distribuição de Energia S.A., realizada em 11 de abril de 2017, não deliberou a instalação do Conselho Fiscal ou Órgão equivalente.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.