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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 3328Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SAO FRANCISCO

COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SAO FRANCISCO · CNPJ 33.541.368/0001-16

COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SAO FRANCISCO
CNPJ 33.541.368/0001-16
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SAO FRANCISCO
CNPJ
33.541.368/0001-16
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total24.815.92723.120.9187,3%
1.01Ativo Circulante3.666.9982.442.43250,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa181.262140.39929,1%
1.01.02Aplicações Financeiras47.45619.696140,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo40.12713.126205,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.3296.57011,6%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento7.3296.57011,6%
1.01.03Contas a Receber588.382387.47851,8%
1.01.03.01Clientes588.382387.47851,8%
1.01.03.01.01Consumidores, concess. e permissionárias00
1.01.03.01.02(-) Provisões p/ créditos de liquidação duvidosa00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques67.34776.647−12,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar88.328105.437−16,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar88.328105.437−16,2%
1.01.07Despesas Antecipadas2.9262.6789,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.691.2971.710.09757,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros2.691.2971.710.09757,4%
1.01.08.03.01Serviços em curso250.830190.16931,9%
1.01.08.03.02Ativo financeiro - concessões do serviço público2.210.1581.314.99168,1%
1.01.08.03.03Adiantamentos a empregados00
1.01.08.03.04Cauções e depósitos vinculados26.93415.56173,1%
1.01.08.03.05Valores a receber - Lei 12.783/1300
1.01.08.03.06Dividendos a receber14.08462.548−77,5%
1.01.08.03.07Fachesf Saúde Mais65.8598.448679,6%
1.01.08.03.08Outros créditos123.432118.3804,3%
1.02Ativo Não Circulante21.148.92920.678.4862,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo13.939.60213.760.2291,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado9581.639−41,5%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber13.3973683.540,5%
1.02.01.03.01Clientes13.3973683.540,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos180.823202.252−10,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos180.823202.252−10,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes13.744.42413.555.9701,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Ativo financeiro - concessões de serviço público11.885.47311.120.7356,9%
1.02.01.09.04Ativo financeiro - Receita Anual Permitida00
1.02.01.09.05Tributos a recuperar196.496187.6374,7%
1.02.01.09.06Títulos e valores mobiliários00
1.02.01.09.07Valores a receber - Lei 12.783/13487.822487.8220,0%
1.02.01.09.08Cauções e depósitos vinculados660.3511.120.173−41,0%
1.02.01.09.09Serviço em curso075.000−100,0%
1.02.01.09.10Adiantamento a investidas478.000456.3554,7%
1.02.01.09.11Fachesf Saúde Mais078.636−100,0%
1.02.01.09.12Outros créditos36.28229.61222,5%
1.02.02Investimentos5.439.8975.291.9922,8%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado1.711.5421.565.5959,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível57.88860.670−4,6%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Conselheiros e Acionistas daCompanhia Hidro Elétrica do São Francisco - ChesfRecife - PEOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Ênfase - Riscos relacionados a conformidade com leis e regulamentos - Lava JatoChamamos a atenção para a Nota Explicativa 4.17 (a) às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que indica que o valor correspondente relativo ao lucro líquido individual e consolidado da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentado para fins de comparabilidade, foi diminuído em R$ 27.450 mil, como resultado da baixa dos custos previamente capitalizados e de baixa em investimento avaliado pelo método de equivalência patrimonial, representando os valores estimados relacionados com as atividades ilícitas que certa coligada da Companhia capitalizou em excesso na aquisição de imobilizado. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Ênfase - Projetos hidroelétricos e eólicos de empresas investidasConforme mencionado na nota explicativa nº 31.3, a Companhia mantém investimentos em SPEs que se encontram em fase pré-operacional e que vêm incorrendo em gastos significativos relacionados ao desenvolvimento dos projetos hidroelétricos e eólicos, sendo os mais relevantes os projetos hidrelétricos da UHE Belo Monte (Rio Xingu), UHE Sinop (Rio Teles Pires) e Complexo Eólico Pindiaí I. Adicionalmente, as investidas ESBR Participações S.A., Norte Energia S.A., e Chapada do Piauí II Holding S.A., que se encontram em fase pré-operacional, nas quais a Companhia participa com 20%, 15% e 49%, respectivamente, apresentavam, em 31 de dezembro de 2017, capital circulante líquido negativo, no montante R$ 2.650.340 mil. A conclusão das obras dessas investidas depende do suporte financeiro por parte da Companhia e demais acionistas. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros - Controladora e consolidadoVeja as Notas explicativas nºs 4.9.2 e 13.2 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoria- A Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável em relação às suas unidades geradoras de caixa ("UGCs") e para o cálculo do valor recuperável utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado com base em projeções econômico-financeiras. Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas de fluxos caixa futuros e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação de ativos, como a taxa interna de retorno, taxa de desconto, custo do capital, preço de liquidação das diferenças - PLD médio, bem como à complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto- Avaliamos as premissas utilizadas pela Companhia para determinar a existência de indicadores de que os ativos possam ter sofrido desvalorização e para determinar suas unidades geradoras de caixa, bem como avaliamos os controles internos chave relativos à identificação e mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas utilizadas nas projeções de fluxo de caixa futuros e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, por unidade geradora de caixa, com o respectivo valor contábil dos ativos imobilizado e intangível com vida útil definida e avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes considerados imateriais, e, portanto, não afetaram a mensuração e a divulgação dos ativos não financeiros, registrados e divulgados pela Administração. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, os saldos dos ativos não financeiros, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Valor recuperável dos investimentos em Sociedades de Propósito Específico (SPE) - Controladora e ConsolidadoVeja as Notas explicativas nºs 4.9.1 e 18.1 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoria- A Companhia detém participações societárias em diversas SPEs constituídas a partir de leilões públicos relacionados a concessões, nos segmentos de geração e transmissão de energia elétrica. Considerando a redução significativa das tarifas de geração e transmissão nos últimos anos, bem como as atuais condições macroeconômicas do Brasil, e as incertezas do setor em que essas SPEs operam, os resultados operacionais e financeiros dessas SPEs poderão ser adversamente afetados, impactando por meio de equivalência patrimonial, as demonstrações financeiras da Companhia. Esses investimentos realizados nas SPEs também estão sujeitos a atrasos nos licenciamentos ambientais que podem acarretar redução na rentabilidade dos projetos. Com a identificação desses indicadores ("triggers"), a Companhia avaliou a existência de redução ao valor recuperável ("impairment") destas SPEs. Os principais documentos utilizados para a avaliação econômica foram: (i) o fluxo de caixa projetado da SPE, com base no histórico de operações de cada uma delas (ii) outros eventos macroeconômicos que possam ter impacto nos modelos de negócio e (iii) o plano de negócio da Companhia para os anos subsequentes.Devido à relevância e ao alto grau de julgamento envolvido no processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura para fins de avaliação da recuperabilidade desses investimentos, realizado por meio de modelos de avaliação econômica que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto- Obtivemos entendimento dos procedimentos realizados pela Companhia e comparamos o valor em uso das principais SPE com o valor contábil do investimento e, para os casos em que o valor recuperável do investimento foi inferior, avaliamos se apenas essa comparação já constituía evidência de redução do valor recuperável do investimento ("impairment"), considerando as análises qualitativas que podem sugerir perdas sobre o valor recuperável, tais como atrasos no cronograma, condições desfavoráveis do mercado que altere a taxa interna de retorno (estimada no projeto inicial), impedimento por parte de órgãos reguladores e/ou fiscalizadores, contingenciamento financeiro do orçamento do projeto vinculado à SPE, vis-à-vis o julgamento previamente exercido pela Companhia quanto ao assunto. A Companhia prepara avaliação de valor recuperável sempre que, em seu julgamento, houver indicativo de perda em determinado investimento. Preparamos avaliações semelhantes, de forma independente, e solicitamos à Companhia seus estudos de valor justo, assim como os julgamentos exercidos quanto às evidências qualitativas. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, analisamos os estudos de valor em uso e valor justo preparados pela Companhia e analisamos a razoabilidade dos modelos matemáticos, dentro de padrões de mercado aceitos, das projeções de fluxos de caixa e a capacidade de execução dos planos de negócios de cada SPE, sob os quais as avaliações econômico-financeiras foram estruturadas. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão de acordo com as regras contábeis aplicáveis e efetuadas de forma consistente.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes considerados imateriais, e, portanto, não afetaram a mensuração e a divulgação dos investimentos em Sociedades de Propósito Específico (SPE), registrados e divulgados pela Administração. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, os saldos dos investimentos em Sociedades de Propósito Específico (SPE), bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.- Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidados, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Recife, 19 de março de 2018KPMG Auditores Independentes CRC PE-000904/F-7João Alberto da Silva Neto Danilo Siman Simões Contador CRC RS-048980/O-0 T-CE Contador CRC 1MG058180/O-2 T-SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDeclaramos, em atendimento à Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e estamos de acordo com as Demonstrações Financeiras da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia, conforme Deliberação nº 533.01/2018, de 19 de março de 2018.Recife, 19 de março de 2018.DIRETORIA EXECUTIVA Sinval Zaidan GamaDiretor-Presidente Roberto Pordeus NóbregaDiretor de Engenharia e ConstruçãoJoão Henrique de Araújo Franklin Neto Diretor de OperaçãoAdriano Soares da Costa Diretor Econômico-Financeiro Joel de Jesus Lima SousaDiretor de Gestão Corporativa

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesDeclaramos, em atendimento à Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e estamos de acordo com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf - KPMG Auditores Independentes, emitido em 19/03/2017 sobre as suas Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia, conforme Deliberação nº 533.01/2018, de 19 de março de 2018.Recife, 19 de março de 2018.DIRETORIA EXECUTIVASinval Zaidan GamaDiretor-Presidente Roberto Pordeus NóbregaDiretor de Engenharia e ConstruçãoJoão Henrique de Araújo Franklin Neto Diretor de Operação Adriano Soares da Costa Diretor Econômico-FinanceiroJoel de Jesus Lima SousaDiretor de Gestão Corporativa

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, considerando a Decisão da Diretoria Executiva de 19 de março de 2018, homologada pelo Conselho de Administração em 19 de março de 2018, analisou o Relatório da Administração, relativo ao Exercício de 2017, e, assistido pelo Superintendente de Contabilidade da Companhia, Fernando Antônio Cavalcanti Teixeira e pela Representante da KPMG Auditores Independentes, Adriana Rodrigues Pereira da Silva, CPF 021.963.224-31, RG 4837625 SSP/PE, analisou as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, compostas do Balanço Patrimonial, da Demonstração do Resultado de Exercício, da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, da Demonstração do Fluxo de Caixa, da Demonstração do Valor Adicionado, das Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes emitido em 19 de março de 2018, sem ressalvas, com ênfase para os seguintes itens: "Riscos relacionados a conformidade com leis e regulamentos - Lava Jato" e "Projetos hidroelétricos e eólicos de empresas investidas".Tomou, ainda, conhecimento da proposição a ser encaminhada à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas de Destinação do Lucro Líquido do Exercício, que inclui a distribuição de dividendos no montante de R$ 30.599 mil e a constituição de reserva especial de dividendos adicionais/obrigatórios não distribuídos, no montante de R$ 546.258 mil, nos termos do art. 202, §§ 4º e 5º, da Lei nº 6.404/76, pois sua distribuição se mostra incompatível com a atual situação financeira da Companhia.Desta forma, o Conselho Fiscal é de opinião que os referidos documentos societários refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial, financeira e de gestão da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf e manifesta-se favoravelmente à submissão dos referidos documentos à Assembleia Geral dos Acionistas, nos termos da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e das alterações introduzidas pela Legislação subsequente.Brasília, 19 de março de 2018.Pedro Gaudêncio de CastroPresidenteOrlando Henrique Costa de OliveiraConselheiroDenis do Prado NettoConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.