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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025180 páginasCódigo CVM 14320Versão 1Recebida em 13/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERAIS S/A. USIMINAS

USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERAIS S/A. USIMINAS · CNPJ 60.894.730/0001-05

USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERAIS S/A. USIMINAS
CNPJ 60.894.730/0001-05
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERAIS S/A. USIMINAS
CNPJ
60.894.730/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
180
Ano de referência
2025*
Publicado em
13/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total35.684.76639.871.790−10,5%
1.01Ativo Circulante16.801.27317.430.918−3,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.141.6175.200.342−1,1%
1.01.02Aplicações Financeiras1.801.978753.639139,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber3.002.6683.157.262−4,9%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques5.928.8287.451.981−20,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes926.182867.6946,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Impostos a Recuperar00—
1.01.08.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social Antecipados00—
1.01.08.01.03Dividendos a Receber00—
1.01.08.01.04Adiantamentos a Fornecedores00—
1.01.08.01.05Instrumentos financeiros00—
1.01.08.01.06Outros00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros926.182867.6946,7%
1.01.08.03.01Impostos a Recuperar676.762554.78622,0%
1.01.08.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social Antecipados85.192145.332−41,4%
1.01.08.03.03Dividendos a Receber39.63738.5242,9%
1.01.08.03.04Adiantamentos a Fornecedores00—
1.01.08.03.05Instrumentos financeiros01.045−100,0%
1.01.08.03.06Valores a Receber Eletrobras00—
1.01.08.03.07Outros124.591128.007−2,7%
1.02Ativo Não Circulante18.883.49322.440.872−15,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.726.8546.107.359−22,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber251.715158.67158,6%
1.02.01.04.01Clientes23.9755584.196,6%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber227.740158.11344,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.973.7273.258.060−39,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.973.7273.258.060−39,4%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.501.4122.690.628−7,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais602.020554.4448,6%
1.02.01.10.04Instrumentos Financeiros00—
1.02.01.10.05Impostos a Recuperar828.5041.229.014−32,6%
1.02.01.10.06Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar415.032376.45410,2%
1.02.01.10.07Valores a receber Eletrobrás00—
1.02.01.10.08Indenização de Seguro a Receber012.758−100,0%
1.02.01.10.09Adiantamentos Contratuais403.979367.40610,0%
1.02.01.10.10Outros251.877150.55267,3%
1.02.02Investimentos1.718.5461.593.8667,8%
1.02.02.01Participações Societárias1.559.2541.442.2858,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas1.061.586930.72314,1%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto497.668511.562−2,7%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento159.292151.5815,1%
1.02.03Imobilizado10.424.47912.766.827−18,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.671.48910.411.790−26,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.752.9902.355.03716,9%
1.02.04Intangível2.013.6141.972.8202,1%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

AosAcionistas, Conselheiros e Administradores daUsinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. - USIMINASBelo Horizonte - MGOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. - USIMINAS ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Valor recuperável de ativos não financeirosConforme descrito na nota explicativa 18, a diretoria procedeu aos testes de redução ao valor recuperável dos seus ativos não financeiros apresentados em suas Unidades Geradoras de Caixa ("UGCs") e identificou perda por valor recuperável no segmento de siderurgia no valor de R$2.226.332 mil. A diretoria optou pelo critério de valor em uso, apurado através do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras de cada UGC.Devido à relevância dos saldos dos ativos não financeiros e às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação de ativos, como a taxa de desconto utilizada na determinação do valor em uso dos ativos, volume de vendas do período projetado, inflação, estimativa de custos e despesas, bem como a complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos de auditoria realizados incluíram, mas não se limitaram a:(a)Obtivemos o entendimento dos controles internos relacionados à elaboração das projeções de fluxo de caixa preparadas pela diretoria e aprovadas pelos órgãos de governança(b)Analisamos a avaliação da diretoria quanto à existência de indicadores de redução ao valor recuperável (ou de sua reversão) em relação às suas UGCs, por meio de análises da conjuntura econômica e do desempenho de cada UGC no exercício e reuniões com as diretorias operacionais da Companhia e suas subsidiárias(c)Obtivemos os fluxos de caixa descontados de cada UGC que foi testada pela diretoria e, com o envolvimento de nossos especialistas da área de finanças corporativas, avaliamos a metodologia e as premissas adotadas, incluindo a taxa de desconto utilizada, os preços projetados, projeções de custos de capital e operacionais e perfis de produção e taxas de câmbio, confrontando-as, quando aplicável, com informações de terceiros. Além disso, realizamos discussões com a diretoria, avaliando também se as premissas foram definidas e aplicadas de acordo com as características de cada UGC (d)Conferimos a completude e cálculos matemáticos das projeções de fluxos de caixa descontados(e)Realizamos indagações aos profissionais chaves das áreas de planejamento e operação, bem como as revisões de indicadores de mercado em busca de evidências contraditórias às premissas chaves utilizadas pela diretoria(f)Avaliamos a suficiência das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas relacionadas ao valor recuperável de ativos não financeiros.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os valores recuperáveis de ativos não financeiros e a perda por valor recuperável mensurados e registrados pela Companhia, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Realização de imposto de renda e contribuição social diferidos ativosConforme descrito na nota explicativa 13, a diretoria reconheceu os impostos diferidos ativos com base na probabilidade razoável de que gerará lucro tributável futuro para a utilização de tais ativos. Com base nas projeções de lucros tributáveis futuros, a Diretoria reconheceu uma perda por falta de expectativa de realização dos créditos fiscais diferidos no valor de R$2.142.152 mil na Controladora e Consolidado. Devido à relevância dos saldos, bem como as incertezas inerentes ao negócio que impactam as projeções de resultado tributável futuro, e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação desses impostos ativos diferidos, e também pelo fato da diretoria exercer um julgamento significativo na determinação do valor dos lucros tributáveis futuros, que são baseados em premissas que refletem o ambiente econômico e operacional da Companhia, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos de auditoria realizados incluíram, mas não se limitaram a:(a)Obtivemos o entendimento dos controles internos relacionados às projeções de lucros tributáveis futuros preparadas pela diretoria e aprovadas pelos órgão s de governança(b)Envolvemos nossos especialistas de impostos diretos na avaliação da base do prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social bem como das diferenças temporárias que compõem a base tributável(c)Obtivemos a projeção dos lucros tributáveis futuros da Companhia preparados pela diretoria e, com o envolvimento de nossos especialistas da área de finanças corporativas, avaliamos as premissas adotadas, incluindo os preços projetados, projeções de custos operacionais, perfis de produção e taxas de câmbio, confrontando-as, quando aplicável, com informações de terceiros. Além disso, realizamos discussões com a diretoria, avaliando também se as premissas foram definidas e aplicadas de acordo com as características dos negócios da Companhia(d)Conferência da completude e cálculos matemáticos das projeções dos lucros tributáveis futuros(e)Realizamos indagações aos profissionais chaves das áreas de planejamento e operação, bem como avaliamos indicadores de mercado em busca de evidências contraditórias às premissas chaves utilizadas pela diretoria(f)Avaliamos a suficiência das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas relacionadas a realização de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os impostos diferidos ativos reconhecidos e não reconhecidos, e mensurados pela diretoria, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Obrigações com Benefícios Pós-EmpregoConforme descrito na nota explicativa 28, a Companhia e suas controladas possuem planos de benefícios pós-emprego, concedidos a funcionários e ex-funcionários, referentes a planos de pensão com característica de benefício definido e assistência médica. A mensuração das obrigações com os benefícios pós-emprego envolve a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de premissas com significativo grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação, retorno esperado sobre os ativos do plano de pensão, crescimento dos custos médicos, taxa de permanência e de mortalidade, entre outros.Alterações nas premissas utilizadas ou diferenças entre tais premissas e os dados reais apurados podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos benefícios pós-emprego e, consequentemente, nos resultados das operações da Companhia, razão pela qual esse foi considerado um assunto significativo de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria realizados incluíram, mas não se limitaram a:(a)Obtivemos o entendimento dos controles internos relacionados às estimativas das obrigações com benefícios pós-emprego, preparadas pela diretoria com o suporte de atuários externos(b)Analisamos, com o suporte de nossos especialistas atuários, a metodologia e as principais premissas atuariais utilizadas pela diretoria na avaliação das obrigações com benefícios pós-emprego, verificando a razoabilidade das premissas e metodologia utilizadas no cálculo matemático e analisando a consistência dos resultados face aos parâmetros utilizados em avaliações anteriores e aos critérios comumente praticados no mercado(c)Realizamos testes de integridade das bases de dados cadastrais e inspecionamos, com base em amostragem, evidências da existência e mensuração dos ativos mantidos junto às instituições financeiras custodiantes dos ativos dos planos, utilizados nas projeções atuariais(d)Avaliamos a suficiência das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas relacionadas aos benefícios pós-emprego. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre as obrigações pós-emprego, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos que os critérios e premissas de avaliação das referidas obrigações, adotadas pela diretoria, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da diretoria da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 12 de fevereiro de 2026.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S/S Ltda.CRC SP-015199/ORogério Xavier Magalhães Contador CRC MG-080613/O

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pelo presente instrumento, os Diretores Estatutários da USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S.A. Usiminas, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Belo Horizonte, 12 de fevereiro de 2026.Marcelo Rodolfo CharaDiretor PresidenteAmérico Ferreira NetoDiretor Vice-Presidente IndustrialGino RitagliatiDiretor Vice-presidente de Planejamento CorporativoMiguel Angel Homes CamejoDiretor Vice-Presidente ComercialDiego Eduardo GarciaDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com InvestidoresSilmar Luis RabeloDiretor Vice-Presidente de Tecnologia e Qualidade

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pelo presente instrumento, os Diretores Estatutários da USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S.A. Usiminas, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Parecer da Ernst & Young Auditores Independentes (EY), relativamente às demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Belo Horizonte, 12 de fevereiro de 2026.Marcelo Rodolfo CharaDiretor PresidenteAmérico Ferreira NetoDiretor Vice-Presidente IndustrialGino RitagliatiDiretor Vice-presidente de Planejamento CorporativoMiguel Angel Homes CamejoDiretor Vice-Presidente ComercialDiego Eduardo GarciaDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com InvestidoresSilmar Luis RabeloDiretor Vice-Presidente de Tecnologia e Qualidade

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. - USIMINAS, em cumprimento às disposições legais e estatutárias examinou o (i) relatório da administração, as (ii) demonstrações financeiras do exercício fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2025 e a (iii) destinação dos resultados da Companhia do exercício de 2025. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o Parecer dos Auditores Independentes (EY) sem ressalvas, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. Belo Horizonte, 12 de fevereiro de 2026.Paulo Frank Coelho da RochaPresidenteJoão Arthur Bastos Gasparino Sérgio Carvalho CamposRicardo Reisen de PinhoSara Cardoso VinhalSecretária

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Ata da Reunião do Comitê de Auditoria da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - USIMINAS, realizada no dia 10 de fevereiro de 2026, às 10 horas, por videoconferência.Presenças: Anitha Andrade Costa, Amanda Mendes de Souza e Rita Rebelo Horta de Assis Fonseca. Bruno Lage Araújo Paulino, Secretário. Ordem do Dia: 1. Relatório da Administração Demonstrações Financeiras do ano fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2025 Alocação dos Resultados da Companhia para 2025 - O Comitê revisou o Relatório da Administração, bem como os Demonstrações Financeiras do ano fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2025 e a Alocação proposta dos Resultados da Companhia para 2025 e recomendou sua aprovação pelo Conselho de Administração, conforme o material disponível no Portal de Governança.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias705.260.6842.526.656
Preferenciais547.818.42419.609.792
Total1.253.079.10822.136.448

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.