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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016135 páginasCódigo CVM 21121Versão 1Recebida em 21/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de SUL AMERICA S A

SUL AMERICA S A · CNPJ 29.978.814/0001-87

SUL AMERICA S A
CNPJ 29.978.814/0001-87
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
SUL AMERICA S A
CNPJ
29.978.814/0001-87
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
135
Ano de referência
2016*
Publicado em
21/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total21.808.56320.042.7358,8%
1.01Ativo Circulante15.953.89014.254.54911,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa932.323784.61718,8%
1.01.01.01Caixa e Bancos56.56753.5845,6%
1.01.01.02Equivalente de Caixa875.756731.03319,8%
1.01.02Aplicações Financeiras12.235.71110.471.90616,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo11.914.33710.429.56514,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação6.344.6865.383.41317,9%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda5.569.6515.046.15210,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado321.37442.341659,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento321.37442.341659,0%
1.01.03Contas a Receber1.908.2592.141.467−10,9%
1.01.03.01Clientes1.908.2592.141.467−10,9%
1.01.03.01.01Recebíveis1.908.2592.141.467−10,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar163.069122.44833,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar163.069122.44833,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes714.528734.111−2,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda71.92362.62414,8%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros642.605671.487−4,3%
1.01.08.03.01Ativos de Resseguros26.86957.682−53,4%
1.01.08.03.02Custos de Comercialização Diferidos597.865595.9600,3%
1.01.08.03.03Outros17.87117.8450,1%
1.02Ativo Não Circulante5.854.6735.788.1861,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.466.6955.434.5290,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado1.118.7051.305.604−14,3%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento1.118.7051.305.604−14,3%
1.02.01.03Contas a Receber512.049567.439−9,8%
1.02.01.03.01Clientes512.049567.439−9,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos767.007704.9258,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos565.998570.642−0,8%
1.02.01.06.02Créditos Tributários - Pis/Cofins137.497125.7509,3%
1.02.01.06.03Demais Impostos e Contribuições a Recuperar63.5128.533644,3%
1.02.01.06.04(-) Provisão para Riscos de Crédito00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.068.9342.856.5617,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos judiciais e fiscais2.648.4222.427.8519,1%
1.02.01.09.04Ativos de resseguro7.41869.117−89,3%
1.02.01.09.05Custos de Comercialização Diferidos413.084358.39715,3%
1.02.01.09.06Outros101.196−99,2%
1.02.02Investimentos114.24873.58355,3%
1.02.02.01Participações Societárias106.70866.67760,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas105.02164.59462,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.6872.083−19,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.5406.9069,2%
1.02.02.02.01Imóveis Destinados a Renda7.5406.9069,2%
1.02.02.02.02(-) Depreciação00—
1.02.03Imobilizado71.00182.935−14,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação71.00182.935−14,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível202.729197.1392,8%
1.02.04.01Intangíveis155.950150.3603,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e Patentes330,0%
1.02.04.01.03Ágio00—
1.02.04.01.04Software155.947150.3573,7%
1.02.04.01.05Outros Intangíveis00—
1.02.04.01.06(-) Amortizações00—
1.02.04.02Goodwill46.77946.7790,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Acionistas e Administradores daSul América S.A.Rio de Janeiro - RJOpinião Examinamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Sul América S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Sul América S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoria Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Realização dos créditos a receber do Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS ("FCVS") relativo ao seguro do Sistema Financeiro Habitacional - SFH ("SFH") Em 31 de dezembro de 2016, a Sul América Companhia Nacional de Seguros ("Salic"), controlada da Companhia, possuía contas a receber do Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS relativo ao seguro do Sistema Financeiro Habitacional - SFH, no montante de R$ 947.277 mil, conforme detalhado na nota explicativa nº 9.1.2 às demonstrações financeiras.A Salic vem realizando, ao longo dos últimos anos, desembolsos significativos relativos a processos judiciais, associados a apólice pública do SFH. Os créditos são registrados contabilmente quando do seu efetivo desembolso financeiro e são atualizados pela taxa referencial ("TR"). A mensuração da provisão para perdas sobre os referidos créditos está baseada em metodologia e premissas que levam em conta a expectativa de perda com base na experiência de perdas operacionais. Em função da relevância do julgamento exercido pela Administração, da subjetividade envolvida e da ausência de uma experiência de perdas operacionais representativa, a metodologia e as premissas utilizadas na mensuração da provisão para perdas sobre os referidos créditos foram consideradas um risco significativo para nossa auditoria. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles relacionados aos processos de pagamento e recebimento dos valores relativos aos processos judiciais e a de recebimento dos reembolsos juntos ao FCVS, (ii) desafio das premissas utilizadas pela Administração, (iii) avaliação se a metodologia vem sendo consistentemente aplicada nos últimos exercícios e (iv) testes de integridade e exatidão das bases de dados utilizadas.Mensuração e reconhecimento das provisões técnicas aplicáveis às demonstrações financeiras consolidadasEm 31 de dezembro de 2016, a Sul América S.A., através de suas controladas, possuía provisões técnicas de contratos de seguros e de previdência complementar no montante de R$ 11.318.319 mil, conforme detalhado na nota explicativa nº 19 às demonstrações financeiras. Na determinação dos valores de certas provisões técnicas dos contratos de seguros e previdência complementar é requerido um julgamento relevante da Administração na seleção das premissas e metodologias chave, tais como: valor estimado de abertura de sinistros, desenvolvimento histórico de sinistros, taxa de desconto, taxa de cancelamento, estimativa dos fatores de risco dos sinistros judiciais ("Payment Experience"), expectativa de recuperação de sinistros (salvados/ressarcimento), riscos assumidos e vigentes de apólices em processo de emissão, tábuas de mortalidade, expectativa de aumento na longevidade, e a aplicação de metodologia para o desenvolvimento dos sinistros ocorridos e prêmios emitidos baseado no triangulo de run-off, entre outros.Em função da relevância do julgamento exercido pela Administração e da subjetividade envolvida, a avaliação das premissas e metodologias utilizadas no cálculo de certas provisões técnicas foi considerada um risco significativo para nossa auditoria. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) testes do desenho, implementação e efetividade de certos controles relacionados ao processo de registro e avaliação de certas provisões técnicas de seguros e de previdência complementar, (ii) testes de exatidão e integridade das bases de dados utilizadas nos cálculos atuariais (iii) envolvimento de especialistas atuariais objetivando a: a) avaliação da adequação das metodologias utilizadas no cálculo de certas provisões técnicas, b) desafio das premissas e julgamentos relevantes da Administração em relação às referências da indústria, c) avaliação se a metodologia vem sendo consistentemente aplicada nos últimos exercícios, e d) recalculo, em base amostral de testes, dos saldos de certas provisões técnicas.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevantes nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos o entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos os procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC 2SP 011.609/O-8 "F" RJRoberto Paulo KenediContadorCRC 1RJ 081.401/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras:Os diretores estatutários da Sul América S.A., companhia aberta de capital autorizado com sede na Cidade do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ n. 29.978.814/0001-87, nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31/12/2016.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores Os diretores estatutários da Sul América S.A., companhia aberta de capital autorizado com sede na Cidade do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ n. 29.978.814/0001-87, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, sobre as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31/12/2016.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.