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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015299 páginasCódigo CVM 14451Versão 1Recebida em 30/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA

COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA · CNPJ 00.070.698/0001-11

COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA
CNPJ 00.070.698/0001-11
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA
CNPJ
00.070.698/0001-11
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
299
Ano de referência
2015*
Publicado em
30/03/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total3.344.7282.803.80219,3%
1.01Ativo Circulante1.556.221839.09485,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa78.04366.00618,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber548.842441.17424,4%
1.01.03.01Clientes548.842441.17424,4%
1.01.03.01.01Consumidores e Revendedores548.842441.17424,4%
1.01.03.01.02Energia Livre00—
1.01.03.01.04Títulos de Créditos a Receber00—
1.01.03.01.05Créditos com Empregados00—
1.01.03.01.06Bens e Direitos Destinados a Alienação00—
1.01.03.01.07Cauções e Depósitos Vinculados00—
1.01.03.01.08Serviços Prestados a Terceiros00—
1.01.03.01.09Outros Créditos00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques7.17819.327−62,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar23.01512.61182,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar23.01512.61182,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Ativos Regulatórios00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes899.143299.976199,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda275.9690—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros623.174299.976107,7%
1.01.08.03.01Valores a Receber de Parcela "A" e Outros Itens Financeiros554.918204.972170,7%
1.01.08.03.02Demais Créditos08.028−100,0%
1.01.08.03.03Demais Créditos68.25686.976−21,5%
1.02Ativo Não Circulante1.788.5071.964.708−9,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo229.4691.025.698−77,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos de Crédito a Receber00—
1.02.01.01.04Depósitos Vinculados a Litígios00—
1.02.01.01.05Energia Livre00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.4340—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.4340—
1.02.01.03Contas a Receber19.6367.733153,9%
1.02.01.03.01Clientes19.6367.733153,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos22.01130.156−27,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis22.01130.156−27,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes181.388987.809−81,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos e Bloqueios Judiciais3.0955.857−47,2%
1.02.01.09.04Ativo Financeiro Realizável00—
1.02.01.09.05Ativo Financeiro de Concessões27.651841.273−96,7%
1.02.01.09.06Valores a Receber de Parcela "A" e Outros Itens Financeiros127.710138.738−7,9%
1.02.01.09.09Demais Créditos22.9321.9411.081,5%
1.02.02Investimentos353.750658.575−46,3%
1.02.02.01Participações Societárias353.605382.460−7,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas293.415323.927−9,4%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias60.19058.5332,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento145276.115−99,9%
1.02.03Imobilizado109.153122.714−11,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.096.135157.721595,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Diferido00—
1.02.04.01.03Goodwill00—
1.02.04.01.04Outros Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

COMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A.Demonstrações financeirasReferentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015 e 2014ConteúdoRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasBalanços patrimoniaisDemonstrações dos resultadosDemonstrações dos resultados abrangentesDemonstrações das mutações do patrimônio líquidoDemonstrações dos fluxos de caixaDemonstrações dos valores adicionadosNotas explicativas da Administração às demonstrações financeiras RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A.Brasília - DFExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da COMPANHIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA S.A. ('Companhia'), respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, resultado abrangente,das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética de Brasília S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Chamamos a atenção para o fato de que a controlada direta CEB Distribuição S.A. apresenta um histórico de deficiência de capital de giro. Adicionalmente, em razão das características inerentes à sua atividade operacional e por exigência dos órgãos concedente e regulador, existe a necessidade de constantes e relevantes investimentos para manutenção e desenvolvimento das suas atividades. Esses fatos indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida relevante quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Os planos da Administração para manutenção das atividades estão descritos na Nota Explicativa nº 1.5 (ii). As demonstrações financeiras mencionadas no primeiro parágrafo foram elaboradas no pressuposto de continuidade normal dos negócios e, assim, não incluem nenhum ajuste relativo à realização e à classificação dos ativos ou quanto aos valores e à classificação dos passivos, que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia continuar operando. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Chamamos a atenção para o fato descrito na nota explicativa n°20 a), a Controlada direta CEB Distribuição S.A., possui registrado no passivo não circulante o montante de R$123.291 mil, referente aos valores a serem ressarcidos aos consumidores em decorrência do processo de migração de determinados consumidores residenciais, anteriormente enquadrados na subclasse de baixa renda, para consumidores normais. No exercício de 2014, a Administração da Companhia desenvolveu estudo jurídico interno que concluiu sobre a prescrição de tais valores, no entanto, o parecer jurídico orientou consulta prévia ao órgão regulador (ANEEL) antes que fosse procedida a baixa contábil. A Administração formalizou a consulta prévia ao órgão regulador e em 02 de Fevereiro de 2015, a ANEEL informou em resposta a esta consulta que a Concessionária deveria manter nos seus registros contábeis o referido passivo, para posterior consideração pela Agência Reguladora na modicidade tarifária, fato este que não ocorreu no referido reajuste. Adicionalmente, a ANEEL emitiu documento em 25 de agosto de 2015, instruindo processo específico para este assunto cujo resultado deve ser considerado no processo tarifário de 2016. Nossa opinião não possui modificação relacionada a este assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos também as demonstrações do valor adicionado, individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa 3, em decorrência da mudança de política contábil , os valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos ao balanço patrimonial referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações financeiras. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2014, apresentadas para fins de comparação foram auditadas por nós que, em 25 de março de 2015, emitimos o relatório contendo ênfases quanto aos seguintes assuntos: i) pelo histórico de deficiência no capital de giro da Controlada CEB Distribuição S.A iv) Risco de continuidade da controlada Companhia Brasiliense de Gás- CEBGÁS. Brasília, 28 de março de 2016. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1 - S - DFAlfredo Ferreira Marques Filho Contador CRC 1 SP 154954/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Diretoria, com fundamento no inciso III, art. 27 do Estatuto Social da CEB, e em consonância com o disposto na Resolução nº 1.184/2009, editada pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC em 28.08.2009, e na Instrução nº 480/2009, art. 25, inciso VI, e art. 29, ambos da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, RESOLVE autorizar a emissão e divulgação do Relatório da Administração e Demonstrações Contábeis da Companhia Energética de Brasília - CEB, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, bem como submetê-los à apreciação do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração, com vistas à posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária dos acionistas da Companhia, na forma prevista na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. ARI JOAQUIM DA SILVADiretor-PresidenteFERNANDO OLIVEIRA FONSECADiretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresHAMILTON CARLOS NAVESDiretor de Regulação e Planejamento EstratégicoPAULO AFONSO TEIXEIRA MACHADODiretor Técnico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Energética de Brasília - CEB, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede no Setor de Indústria e Abastecimento, Área de Serviços Públicos, Lote C, S I A, Brasília, inscrita no CNPJ sob nº. 00.070.698/0001-11, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que:(I) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Auditoria da BDO RCS Auditores Independentes SS, relativamente às demonstrações financeiras da CEB referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015 e, (II) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da CEB relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015.Brasília, 28 de Março de 2016.ARI JOAQUIM DA SILVADiretor-PresidentePAULO AFONSO TEIXEIRA MACHADODiretor TécnicoFERNANDO OLIVEIRA FONSECA Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresHAMILTON CARLOS NAVESDiretor de Regulação e Planejamento Estratégico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Companhia Energética de Brasília - CEB, no âmbito das suas atribuições legais e estatutárias, conheceu o Relatório Anual da Administração referente ao exercício de 2015, e examinou o Balanço Patrimonial Individual e Consolidado da Companhia Energética de Brasília - CEB, levantados em 31 de dezembro de 2015, as respectivas Demonstrações de Resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa. As peças foram apresentadas de forma comparativa àquelas encerradas no exercício findo em 31 de dezembro de 2014, todas elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades Anônimas, instruções da CVM, normas reguladoras do Tribunal de Contas do Distrito Federal e Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB). O Colegiado tomou conhecimento do parecer da BDO Auditores Independentes, emitido sem ressalvas. Com base nos documentos apresentados e no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, o Conselho Fiscal concluiu, por maioria, à exceção dos Conselheiros Luis Antonio Esteves Noel e Oldair Geraldo Gomes, que apresentaram votos apartados, que as peças estão em ordem e adequadas, em seus aspectos relevantes, sendo de opinião que se encontram em condições de serem submetidas à deliberação final da Assembleia Geral Ordinária da Companhia Energética de Brasília - CEB.Em cumprimento ao disposto na Resolução nº 38/1990-TCDF, o Conselho Fiscal, por maioria, à exceção dos Conselheiros Luis Antonio Esteves Noel e Oldair Geraldo Gomes, que apresentaram votos apartados, verificou não existirem nos registros contábeis da Companhia, irregularidades apuradas no exame realizado, encontrando-se normal a situação dos dirigentes responsáveis perante os cofres da empresa, até a presente data. Brasília, 28 de março de 2016.DELMAR CARNEIRO DE AGUIARCARLOS EDUARDO DE FREITASJOSÉ AFONSO ZERBINILUIS ANTONIO ESTEVES NOELOLDAIR GERALDO GOMES

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.