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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201235 páginasCódigo CVM 20559Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 19/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL · CNPJ 47.193.149/0001-06

Versões deste exercício: v1 (26/02/2013) · v2 (19/04/2013), esta

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ 47.193.149/0001-06
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ
47.193.149/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
35
Ano de referência
2012*
Publicado em
19/04/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total52.465.67052.839.512−0,7%
1.01Ativo Circulante35.361.83635.414.559−0,1%
1.01.01Disponibilidades29.89046.221−35,3%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez28.296.39233.572.853−15,7%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto01.000.136−100,0%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros28.296.39232.572.717−13,1%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários6.410.2121.206.755431,2%
1.01.03.01Carteira Própria6.383.5231.161.407449,6%
1.01.03.02Vinculados à Prestação de Garantias26.68945.348−41,1%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−23.594−50.85453,6%
1.01.07.01Arrendamentos a Receber - Setor Público1.0841.477−26,6%
1.01.07.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado1.913.8522.624.006−27,1%
1.01.07.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−1.855.208−2.536.21626,9%
1.01.07.04(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−83.322−140.12140,5%
1.01.08Outros Créditos633.494608.1974,2%
1.01.08.01Rendas a Receber40—
1.01.08.02Créditos Tributários420.103584.197−28,1%
1.01.08.03Diversos213.40624.018788,5%
1.01.08.04(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−19−18−5,6%
1.01.09Outros Valores e Bens15.44231.387−50,8%
1.01.09.01Outros Valores e Bens12.71622.679−43,9%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−2.649−3.55125,4%
1.01.09.03Despesas Antecipadas5.37512.259−56,2%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo9.001.8174.610.32895,3%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez03.156.537−100,0%
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros03.156.537−100,0%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários7.166.1970—
1.02.02.01Carteira Própria7.145.5270—
1.02.02.02Vinculados à Prestação de Garantias20.6700—
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−84.369−146.44142,4%
1.02.06.01Arrendamentos a Receber - Setor Público1.8412.926−37,1%
1.02.06.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado1.771.1023.012.344−41,2%
1.02.06.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−1.741.756−2.955.63341,1%
1.02.06.04(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−115.556−206.07843,9%
1.02.07Outros Créditos1.913.2331.584.75520,7%
1.02.07.01Créditos Tributários436.295572.514−23,8%
1.02.07.02Diversos1.476.9511.012.30945,9%
1.02.07.03(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−13−6880,9%
1.02.08Outros Valores e Bens6.75615.477−56,3%
1.02.08.01Despesas Antecipadas6.75615.477−56,3%
1.03Ativo Permanente8.102.01712.814.625−36,8%
1.03.01Investimentos110,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos8178170,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−816−8160,0%
1.03.02Imobilizado de Uso6416.300,0%
1.03.02.01Imóveis de Uso1.3871.3870,0%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso8117376,5%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−1.404−1.403−0,1%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento8.101.95212.814.623−36,8%
1.03.03.01Bens Arrendados11.511.39016.049.854−28,3%
1.03.03.02(Depreciações Acumuladas)−3.409.438−3.235.231−5,4%
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas daSantander Leasing S.A. Arrendamento MercantilBarueri - SPExaminamos as demonstrações financeiras da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ("Sociedade"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa referentes ao semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalvaA Sociedade registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado na nota explicativa às demonstrações financeiras nº 10. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Opinião com ressalvaEm nossa opinião, exceto quanto à não reclassificação mencionada no parágrafo "base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparada sob responsabilidade da Administração da Sociedade, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 14 de fevereiro de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Gilberto Bizerra de SouzaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 RJ 076328/O-2 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Companhia declaram que discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP), estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria da Companhia em 31 de dezembro de 2012:Diretores:Luis Felix Cardamone NetoAmancio Acúrcio GouveiaLuiz Felipe Taunay FerreiraOscar Rodriguez Herrero

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Companhia declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP), estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria da Companhia em 31 de dezembro de 2012:Diretores:Luis Felix Cardamone NetoAmancio Acúrcio GouveiaLuiz Felipe Taunay FerreiraOscar Rodriguez Herrero

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.