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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201663 páginasCódigo CVM 23183Versão 1Recebida em 29/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ALTUS SISTEMAS DE AUTOMACAO S.A.

ALTUS SISTEMAS DE AUTOMACAO S.A. · CNPJ 92.859.974/0001-43

ALTUS SISTEMAS DE AUTOMACAO S.A.
CNPJ 92.859.974/0001-43
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ALTUS SISTEMAS DE AUTOMACAO S.A.
CNPJ
92.859.974/0001-43
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
63
Ano de referência
2016*
Publicado em
29/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total108.574201.576−46,1%
1.01Ativo Circulante61.064147.371−58,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa28111.323−97,5%
1.01.01.01Recursos em banco e em caixa2815.000−94,4%
1.01.01.02Depósitos bancários de curto prazo06.323−100,0%
1.01.02Aplicações Financeiras175336−47,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado175336−47,9%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento175336−47,9%
1.01.03Contas a Receber34.80787.681−60,3%
1.01.03.01Clientes34.80787.681−60,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques15.79038.708−59,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.4368.040−44,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.4368.040−44,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.5751.283334,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros5.5751.283334,5%
1.01.08.03.01Dividendos a receber00—
1.01.08.03.02Outros ativos00—
1.02Ativo Não Circulante47.51054.205−12,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo16.40117.571−6,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber5.1977.571−31,4%
1.02.01.03.01Clientes5.1977.571−31,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos8.8476.52235,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos8.8476.52235,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.3573.478−32,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a recuperar73.478−99,8%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais2.3500—
1.02.02Investimentos010−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias010−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias010−100,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado10.78412.175−11,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação10.12111.324−10,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado229626−63,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento43422592,9%
1.02.04Intangível20.32524.449−16,9%
1.02.04.01Intangíveis20.32524.449−16,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software7541.255−39,9%
1.02.04.01.03Pesquisa e Desenvolvimento19.57123.194−15,6%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos acionistas da Altus Sistemas de Automação S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Altus Sistemas de Automação S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, da Companhia Altus Sistemas de Automação S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a nota explicativa 1 às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia tem incorrido em prejuízos recorrentes em suas operações, tendo acumulado em 31 de dezembro de 2016 um montante total de prejuízo de R$ 21.860 mil e apresentou, nessa mesma data, excesso de passivo circulante sobre ativo circulante, no montante de R$ 43.412 mil, bem como divulga certas ações que estão sendo implementadas pela Companhia para a reversão desse cenário. A continuidade operacional da Companhia depende da capacidade de a Administração executar os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração. Esses eventos ou condições, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Realização do imposto de renda e da contribuição social diferidos ativosConforme descrito na nota explicativa 20 às demonstrações contábeis, a Companhia possui saldos ativos de tributos diferidos significativos que incluem prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social de exercícios anteriores, considerados como recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias, bem como a projeção de lucros futuros. A recuperabilidade dos ativos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas na projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar no valor reconhecido nas demonstrações contábeis e na alíquota efetiva do período.Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas dos lucros tributáveis futuros, que são a base para a avaliação do valor recuperável do imposto de renda e da contribuição social diferidos, consideramos esse assunto como significativo para nossa a auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas utilizadas pela Companhia nas projeções dos lucros tributáveis futuros, tais como crescimento das vendas, diminuição dos custos e despesas, bem como comparamos certos dados, quando disponíveis, com outras fontes externas e avaliamos a consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas tributários, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais na determinação da base de prejuízos fiscais e diferenças temporárias. Analisamos à data das demonstrações contábeis, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização. Avaliamos ainda se as projeções da Companhia indicavam, para a parcela dos prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos, a existência de lucros tributáveis futuros, suficientes para permitir sua realização, bem como avaliamos a adequação das divulgações incluídas nas notas explicativas da Companhia. Redução ao valor recuperável do ativo intangível de vida útil definida (Projetos de automação)Conforme descrito na nota explicativa 12 às demonstrações contábeis, a Companhia possui ativos intangíveis de vida útil definida relativos a projetos de automação. Esses ativos intangíveis são reconhecidos quando for provável que o projeto será bem-sucedido, considerando-se sua viabilidade comercial e tecnológica, e somente se o custo puder ser mensurado de forma confiável e se for provável a geração de benefícios económicos futuros. Em decorrência da Companhia apresentar prejuízos recorrentes e dificuldade de geração de caixa, existe um risco de não recuperação do valor total desses ativos. Com a identificação desses indicadores, para o cálculo do valor recuperável desses ativos, a Companhia utilizou-se de premissas-chave na determinação das expectativas de realização e duração dos projetos em andamento registrados no ativo intangível, tais como o uso esperado das tecnologias em desenvolvimento, o estágio atual dos projetos e as projeções de recursos esperados para sua conclusão. Devido às incertezas inerentes relacionadas com os critérios de avaliação, metodologia específica e procedimentos de avaliação para calcular as expectativas de realização e duração dos projetos, e à complexidade do processo, o qual requer um grau significativo de julgamento que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos incluíram, dentre outros:Análise das premissas-chave utilizadas na determinação das expectativas de realização e duração dos projetos em andamento registrados no ativo intangível, tais como o uso esperado das tecnologias em desenvol vimento, o estágio atual dos projetos e as projeções de recursos esperados para sua conclusão.Com o auxílio dos nossos especialistas em tecnologia de Informação, avaliação quanto ao uso esperado das tecnologias em desenvolvimento e o risco de obsolescência tecnológica dos projetos.Em base amostral, avaliamos se todos os critérios determinados para a capitalização de custos de desenvolvimento foram atendidos e se os gastos capitalizados ocorreram antes da data de finalização da fase de desenvolvimento do projeto. Avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis. Redução ao valor recuperável do ativo imobilizado Conforme descrito na nota explicativa 13 às demonstrações contábeis, a Companhia possui ativo imobilizado e tem apresentado prejuízos recorrentes e dificuldade de geração de caixa. Com a identificação desses indicadores ("triggers") a Companhia avaliou a existência de redução ao valor recuperável em relação às suas unidades geradoras de caixa ("UGCs") e, para o cálculo do valor recuperável, utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras. Um ativo imobilizado pode estar desvalorizado quando seu valor contábil exceder o seu valor recuperável, sendo este determinado entre o maior montante entre o seu valor justo líquido de despesa de venda e o seu valor em uso. A determinação do valor em uso ou do valor justo líquido de despesa de venda requer o uso de premissas e julgamentos significativos pela Companhia que estão sujeitos a um alto grau de incerteza na estimativa dos valores. Por essa razão, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Nossos procedimentos incluíram, dentre outros:Análise das premissas-chave utilizadas no modelo de fluxo de caixa descontado para teste de impairment do ativo imobilizado através de análise do plano de negócio, orçamento, estudos técnicos e nosso entendimento da utilização futura dos ativos da Companhia.Avaliamos a razoabilidade da estimativa dos valores em uso preparada pela Companhia, da determinação das Unidades Geradoras de Caixa (UGC) e da metodologia utilizada para o teste de redução ao valor recuperável.Utilizamos nossos especialistas em finanças corporativas na análise das premissas e metodologias utilizadas pela Companhia, em especial aquelas relativas ao crescimento previsto da receita, custos, variação no capital de giro e da taxa de desconto utilizada no fluxo de caixa descontado e, quando apropriado, do valor justo utilizado na determinação do valor recuperável.Análise de sensibilidade das principais premissas da projeção, incluindo receitas, custos, variação do capital de giro e da taxa de descontos.Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia.Reconhecimento de receitasConforme mencionado na nota explicativa nº 2.17 às demonstrações contábeis, a Companhia usa o método de Porcentagem de Conclusão ("POC") para contabilizar seus contratos de prestação de serviços de engenharia acordados a preço fixo. O uso desse método requer que se estimem os serviços realizados até a data-base das demonstrações contábeis como uma proporção dos serviços totais contratados. O reconhecimento de receita é realizado com base em laudo técnico emitido por profissional habilitado, indicando o percentual de evolução física dos contratos de engenharia que envolve a utilização de julgamentos e premissas por parte da companhia, que incluem a determinação dos custos através da margem de contribuição. Devido ao alto grau de julgamento envolvido na determinação dessas estimativas e premissas por parte da Companhia, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desempenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave relacionados com o reconhecimento das receitas. Confrontamos, com base em amostras representativas, o reconhecimento das receitas com os contratos ativos e com os laudos técnicos, bem como a alocação respectiva dos custos.Analisamos a adequação das divulgações em relação aos critérios de reconhecimento.Realizamos, através de amostragens, inspeção física, quando aplicável, dos projetos em andamento.Realizamos, por meio de amostragem, confirmações de saldos e operações com base na carteira de clientes.Confrontamos os custos incorridos alocados com os orçados totais preparados pela Companhia e avaliamos a razoabilidade das premissas utilizadas e a existência de indicadores de que os custos possam superar as receitas dos contratos.Analisamos a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis em relação aos critérios de reconhecimento de receita.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida e pelas práticas contábeis adotadas no Brasil para companhias apresentadas abertas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Auditoria do período anteriorAs demonstrações contábeis da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram examinadas por outros auditores independentes que emitiram relatório em 28 de março de 2016 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações contábeis.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis do relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 29 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/F-7Cristiano Jardim SeguecioContador CRC SP244525/O-9-T-RS

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com a Instrução CVM Nº 480, de 07/12/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram econcordaram com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Leopoldo, 29 de março de 2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com a Instrução CVM Nº 480, de 07/12/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram econcordaram com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Leopoldo, 29 de março de 2017.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.